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	<title>Qualidade de Vida &#187; consumo de drogas</title>
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	<description>Qualidade de Vida, Bem-estar, Saúde, Dicas de Beleza, Nutrição, Alimentos,...</description>
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		<title>Resistência aos fármacos da tuberculose</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 05:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[consumo de drogas]]></category>
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		<description><![CDATA[Medicação para tuberculose Quando um doente toma um medicamento para a tuberculose de modo irregular, expondo os bacilos repetidamente a doses insuficientes para os destruir, dá oportunidade a que se seleccionem alguns bacilos resistentes a esse medicamento. Ao fim de algumas semanas todos os bacilos desse doente apresentam essa resistência. Quando um convivente desse doente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://vidadequalidade.org/tag/medicacao-para-tuberculose" title="" rel="nofollow" target="_self">Medicação para <i>tuberculose</i></a></h2>
<p style="text-align: justify;">Quando um doente toma um medicamento para a <i>tuberculose</i> de modo irregular, expondo os bacilos repetidamente a doses insuficientes para os destruir, dá oportunidade a que se seleccionem alguns bacilos resistentes a esse medicamento. Ao fim de algumas semanas todos os bacilos desse doente apresentam essa resistência. Quando um convivente desse doente é contagiado, os bacilos deste novo doente são também resistentes ao mesmo medicamento desde o início, tornando inútil o seu uso.</p>
<p style="text-align: justify;">É assim que nasce a resistência aos fármacos da <i>tuberculose</i>. Com mais de meio século de uso de fármacos para a <i>tuberculose</i>, encontramos agora bacilos de Koch resistentes para todos os medicamentos conhecidos. É por esta razão, entre outras, que a <i>tuberculose</i> se trata desde o início com vários medicamentos em simultâneo (quatro, no nosso caso). E para limitar o risco de aparecimento de resistência e para assegurar a cura do doente mesmo que haja o azar de os seus bacilos serem resistentes a um dos medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma realidade ainda mais preocupante. Alguns bacilos de Koch são hoje resistentes a todos os fármacos, incluindo o mais eficaz, a Rifampicina. Diz-se que são multirresistentes. A multirresistência é um problema potencialmente explosivo porque, a disseminarem-se esses bacilos, coloca os doentes de hoje sem meios de tratamento, como acontecia há 60 anos. Compreende-se que, quando se diagnostica um caso de <i>tuberculose</i> multirresistente, haja grande preocupação, às vezes com grande repercussão mediática, porque é necessário impedir que alguém seja infectado. Em Portugal a frequência do aparecimento de estirpes multirresistentes nos primeiros tratamentos é ainda inferior a 2%.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento eficaz dos <a href="http://vidadequalidade.org/a-tuberculose-e-a-sida-estao-associadas/" title="A tuberculose e a Sida estão associadas?" rel="follow" target="_self">doentes com <i>tuberculose</i></a> multirresistente exige a investigação e a chegada ao mercado de sucessivos novos fármacos, como sucede com as outras infecções. Nos últimos anos a indústria farmacêutica tem sido incapaz de conseguir acompanhar o aparecimento das resistências, isto é, têm aparecido resistências <a href="http://vidadequalidade.org/tag/antimicrobianas" title="" rel="nofollow" target="_self">antimicrobianas</a> aos antibióticos a ritmo superior ao do aparecimento de novos fármacos. Este desencontro de ritmos tem vindo mesmo a aumentar.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso particular da <i>tuberculose</i>, a situação é muito mais preocupante por razões de mercado.<br />
O desenvolvimento de um novo fármaco, desde os primeiros passos na procura de moléculas originais até à chegada ao mercado, demora vários anos. Mais de uma dezena. Nesse período a investigação incide sobre mais de mil moléculas para chegar eventualmente a um medicamento útil. Isto é, gastam-se muitos milhões de euros que terão de ser pagos por alguém. Serão pagos pelos doentes por inclusão dos custos da investigação nos preços altos dos medicamentos. As entidades com capacidade para tão grande tarefa são as multinacionais da indústria farmacêutica. Nenhum organismo público do mundo tem capacidade para tanto. As empresas farmacêuticas desenvolvem constantemente estes programas como sua actividade normal para responder com dividendos aos seus accionistas. A <i>tuberculose</i> atinge tanta gente que se diria  uma área de negócio de grande interesse para investir e investigar. Acontece que, na imensa maioria, os <a href="http://vidadequalidade.org/internamento-de-doentes-com-tuberculose/" title="Internamento de doentes com tuberculose" rel="follow" target="_self">doentes com <i>tuberculose</i></a> são os pobres dos países mais pobres do mundo, gente sem capacidade para pagar os custos dos novos medicamentos que chegam ao mercado muito caros, durante os dez anos em que são protegidos por patente. E por questões deste tipo que não tem havido grandes investimentos na procura de novos medicamentos para a <i>tuberculose</i>. Temos os mesmos fármacos que tínhamos há décadas; não teremos maneira de responder ao problema das resistências, especialmente à multirresistência. E por isso que temos que impedir a sua disseminação.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>As doenças e o sexo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 15:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade e qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[actividade sexual]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[As doenças físicas e psíquicas e seus tratamentos provocam perturbações directas e indirectas na esfera sexual, tanto na pessoa que sofre como no parceiro. Assim, quem sofre de doenças que limitem e criem problemas, pode sentir directamente mais dificuldades na sua actividade sexual e indirectamente pode experimentar uma série de sensações, como aumento de ansiedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As <i>doenças</i> físicas e psíquicas e seus tratamentos provocam perturbações directas e indirectas na esfera sexual, tanto na pessoa que sofre como no parceiro.</p>
<p>Assim, quem sofre de <i>doenças</i> que limitem e criem problemas, pode sentir directamente mais dificuldades na sua <a href="http://vidadequalidade.org/conselhos-para-obter-uma-boa-actividade-sexual/" title="Conselhos para obter uma boa actividade sexual" rel="follow" target="_self">actividade sexual</a> e indirectamente pode experimentar uma série de sensações, como aumento de ansiedade ou diminuição da <i>auto-estima</i> que, no seu conjunto, afectam a sua sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o companheiro pode sentir receio de agravar a doença do parceiro com a <a href="http://vidadequalidade.org/a-actividade-sexual-e-os-estereotipos/" title="A actividade sexual e os estereótipos" rel="follow" target="_self">actividade sexual</a> ou, secundariamente, pode sentir diminuição do desejo e da vontade por acção directa da doença e seus tratamentos, como pode acontecer, a título de exemplo, no caso de alterações à fisionomia do corpo do parceiro, pelo uso de radioterapia ou quimioterapia, usados no tratamento de inúmeras <i>doenças</i>.<br />
Como se não bastasse o papel perturbador na sexualidade que as diferentes <i>doenças</i> desempenham, muitas vezes há que ponderar o efeito directo da medicação no controlo desta e os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-da-depressao-com-erva-de-sao-joao/" title="Tratamento da Depressão com Erva de São João" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> que podem provocar.<br />
Peguemos no exemplo da <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i></a>. A <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i></a> por si só pode causar diminuição do desejo e ausência de vontade de contactos íntimos com a pessoa amada. Por outro lado, muita da medicação actualmente empregue no tratamento deste problema, afecta indirectamente <i>a vida sexual</i> do paciente, levando também à diminuição do desejo sexual. Entramos pois numa zona cinzenta, onde é necessário ponderação e diálogo. Devemos procurar resolver as questões mais vitais, para que depois, tanto pela melhoria da doença em si como pelo desmame da medicação, os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> desapareçam sem qualquer consequência.<br />
Mas, nem sempre os efeitos colaterais dos fármacos são negativos podendo mesmo ser utilizados pelos médicos para potenciar melhorias.<br />
Continuando no exemplo da <i>depressão</i>, pacientes com <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ejaculacao-precoce" title="" rel="nofollow" target="_self">ejaculação precoce</a> podem beneficiar, directa e indirectamente, da toma de antidepressivos. Ao retardar a ejaculação, proporcionando uma regulação do tempo decorrido entre a excitação e o orgasmo, doentes deprimidos e com problemas de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ejaculacao-precoce" title="" rel="nofollow" target="_self">ejaculação precoce</a>, vão beneficiar de ambos os efeitos do fármaco.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora haja a tendência de associar a <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a> física à actividade sexual no idoso, tal relação é de difícil comprovação. Mais claramente se associa o nível aumentado de actividade sexual na 3ª idade com uma boa saúde mental, uma atitude positiva perante o sexo e o desejo e prática sexual enquanto jovem. Por outro lado, os problemas físicos de saúde, esses sim, estão relacionados com um aumento de problemas na sexualidade.<br />
Existem muitas patologias, que interferindo de forma directa e indirecta no corpo e mente, condicionam parte ou todo o ciclo de resposta sexual. Aqui, problemas tão variados como patologias psiquiátricas, neurológicas, cirúrgicas, metabólicas, endócrinas, vasculares, entre outras, vão originar um empobrecimento da sexualidade.<br />
No homem, a erecção é um problema de destaque. Uma grande percentagem de homens, percentagem que vai aumentando com a idade, vai sofrer desta patologia. Aqui nem a hipertrofia benigna da próstata, nem a cirurgia a esta parecem desempenhar o papel essencial. Já a diabetes e problemas psicológicos exercem influência marcante.<br />
Problemas relacionados com intervenções cirúrgicas que desfigurem o corpo e problemas relacionados com a perda de urina, mais comum na mulher devido a danos provocados pela gravidez nos tecidos pélvicos, podem levar a que a actividade sexual seja evitada pelo próprio e/ou rejeição por parte do parceiro.<br />
No campo das <i>doenças</i> psíquicas, a <i>depressão</i> e a demência, tanto pela sintomatologia apresentada, como pelos efeitos indesejados da medicação, são <i>doenças</i> que limitam a sexualidade.<br />
Na demência, outros problemas podem surgir, já que em alguns casos, dada a afectação da capacidade para pensar e discernir, podem surgir comportamentos inapropriados, perturbadores para quem cuida. No campo sexual, a hipersexualidade, associada a comportamentos sexualmente inapropriados, devem ser encarados como parte da doença e não como uma opção nova e consciente do doente. A abordagem destes doentes deve ser compreensiva, usando técnicas comportamentais que diminuam os estímulos, que distraiam o doente, não o repelindo ou isolando. Se necessário, neste, como em todos os casos em que se justifique, deve procurar-se ajuda médica e respectiva intervenção farmacológica.<br />
Por fim, alertar para o problema do álcool e outras drogas, sejam elas ilegais ou prescritas pelos médicos. Em geral, os idosos são grandes consumidores de medicamentos.<br />
Assim, álcool em excesso é um inibidor da actividade sexual, embora em doses reduzidas possa proporcionar desinibição e euforia. Narcóticos e barbitúricos inibem o comportamento sexual ao atrasar ou eliminar o orgasmo. Comprimidos para dormir, ao dar sonolência, podem diminuir o alerta para a actividade sexual na hora de ir para a cama.<br />
Anti-histamínicos por vezes podem aumentar a secura da vagina, aumentando a dor com a relação e os anti-hipertensivos podem, por diferentes mecanismos, levar à diminuição da actividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Problemas físicos e psíquicos podem afectar a sexualidade. Os tratamentos, com a toma de medicação, podem indirectamente afectar <i>a vida sexual</i>.<br />
Deve sempre ponderar-se, com a ajuda do médico, as melhores opções terapêuticas para melhorar a saúde, minimizando os efeitos adversos dos tratamentos, apostando num plano que traga uma maior <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como deixar de fumar</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 11:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tabagismo é um problema que atinge uma grande quantidade de pessoas, uma vez que é nocivo para a saúde. Apesar de muitas pessoas quererem deixar de fumar não sabem como deixar de fumar, e acabam por não ter sucesso nas tentativas efectuadas.
Sempre que tiver necessidade do tabaco, respire fundo, como forma de relaxar e controlar a ansiedade, e não pense a longo prazo, ou seja, tente vencer este desafio um dia de cada vez.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://vidadequalidade.org/consequencias-do-tabagismo/" title="Consequências do tabagismo" rel="follow" target="_self">tabagismo</a> é um problema que atinge uma grande quantidade de pessoas, uma vez que é nocivo para a saúde. Apesar de muitas pessoas quererem <a href="http://vidadequalidade.org/tag/deixar-de-fumar" title="" rel="nofollow" target="_self">deixar de fumar</a> não sabem como faze-lo, e acabam por não ter sucesso nas tentativas efectuadas. O truque para <a href="http://vidadequalidade.org/tag/deixar-de-fumar" title="" rel="nofollow" target="_self">deixar de fumar</a> é ter real vontade de deixar de fumar. É necessário querer libertar-se do vício de fumar. Se tentar deixar de fumar têm de ser por si, e não para fazer a vontade aos seus amigos, ou por querer experimentar.</p>
<p> </p>
<p>Como deixar de fumar??</p>
<p> </p>
<p>Existem muitos métodos para deixar de fumar, pastilhas que de certa forma substituem o uso do tabaco, técnicas de relaxamento como o ioga ou hipnose, ou mesmo acupunctura, mas a maior parte das vezes não surtem efeito, uma vez que a pessoa em si não tem vontade.</p>
<p>A melhor forma para deixar de fumar é reconhecer os seus motivos para deixar de fumar, por isso proponha-se a fazer uma lista de razões para continuar com o <a href="http://vidadequalidade.org/consequencias-do-tabagismo/" title="Consequências do tabagismo" rel="follow" target="_self">tabagismo</a>, para se mentalizar se vale ou não a pena. Quando se resolver a deixar de fumar, planeie uma data próxima, de preferência relacionada com alguma mudança na sua vida, como uma viagem, ou uma nova situação de vida, mas que não seja um momento de ansiedade, pois assim será bem mais difícil deixar de fumar, pois o tabagismo é uma forma de <a href="http://vidadequalidade.org/como-controlar-a-ansiedade-e-o-stress/" title="Como controlar a ansiedade e o stress" rel="follow" target="_self">controlar a ansiedade</a>. Previamente pode reflectir sobre situações de ansiedade ou de dificuldade, que possam fazer com que seja difícil resistir ao tabaco, e assim encontrar formas ou meios de contornar e <a href="http://vidadequalidade.org/como-controlar-a-ansiedadem/" title="Como controlar a ansiedade" rel="follow" target="_self">controlar a ansiedade</a>, ultrapassando essas situações de forma saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Partilhe com a sua família e amigos o desejo de deixar de fumar, para que estes possam ser um auxílio neste importante passo. Se conhecer alguém que tenha o mesmo desejo de deixar de fumar, óptimo, pois assim terão mais força de vontade e estarão nas mesmas condições, o que poderá ser um apoio mais eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegado o dia em que planeou deixar de fumar, não deve possuir “associados” do tabaco consigo, isqueiro ou outros objectos que sirvam de “tentação”. Livre-se de do tabaco no dia anterior, de forma definitiva, nem que para isso tenha que fumar os cigarros todos antes do dia decisivo, o que pode ter efeito positivo, pois poderá desenvolver temporariamente uma repugnância ao fumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primeiros dias e mesmo semanas poderá sentir uma enorme ansiedade, como tal deverá encontrar actividades distractivas para ocupar o tempo de forma produtiva e assim controlar a ansiedade, como exercício físico, ou outras actividades que goste. Há quem tenha a necessidade de se refugiar na comida como forma de fugir à necessidade de fumar. Se esse for o seu caso refugie-se em <a href="http://vidadequalidade.org/regras-de-uma-alimentacao-saudavel/" title="Regras de uma alimentação saudável" rel="follow" target="_self">alimentos saudáveis</a> como frutos secos, oleaginosas, fruta, sumos de fruta, muita água, evitando os doces. Sempre que tiver necessidade do tabaco, respire fundo, como forma de relaxar e controlar a ansiedade, e não pense a longo prazo, ou seja, tente vencer este desafio um dia de cada vez.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Concequencias da overdose</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 08:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O consumo de drogas tem sempre consequências, seja a longo ou a curto prazo, dependendo dos tipos de drogas, da quantidade de consumo e do grau de dependência da pessoa. É imprescindível saber actuar e situação de emergência de consumo de drogas, quando se depara com uma situação de inconsciência e quando uma pessoa em overdose de drogas não respira nem apresenta batimentos cardíacos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/consumo-de-drogas" title="" rel="nofollow" target="_self"><i>consumo de drogas</i></a> tem sempre consequências, seja a longo ou a curto prazo, dependendo dos <a href="http://vidadequalidade.org/tag/tipos-de-drogas" title="" rel="nofollow" target="_self">tipos de drogas</a>, da quantidade de consumo e do grau de dependência. As consequências da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/overdose" title="" rel="nofollow" target="_self">overdose</a> de drogas podem ir de vómitos, a <i>depressão</i> do aparelho respiratório, alteração da coordenação motora e linguística, sudorese até alucinações e perda da consciência.</p>
<p style="text-align: justify;">É imprescindível saber actuar e situação de emergência de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/consumo-de-drogas" title="" rel="nofollow" target="_self"><i>consumo de drogas</i></a>, quando se depara com uma situação de inconsciência e quando uma pessoa em <a href="http://vidadequalidade.org/tag/overdose" title="" rel="nofollow" target="_self">overdose</a> de drogas não respira nem apresenta <a href="http://vidadequalidade.org/tag/batimentos-cardiacos" title="" rel="nofollow" target="_self">batimentos cardíacos</a>. O primeiro passo é pedir ajuda através do 112, e informá-los sobre a condição da pessoa. Se a pessoa respirar, mas não estiver consciente, lateralize-a; se a pessoa não respirar e não tiver <a href="http://vidadequalidade.org/tag/batimentos-cardiacos" title="" rel="nofollow" target="_self">batimentos cardíacos</a>, deve proceder à respiração boca a boca e se tiver conhecimentos e prática na reanimação, realize compressões torácicas.</p>
<p style="text-align: justify;">É relevante também preservar todos os objectos que possam indicar os <a href="http://vidadequalidade.org/tag/tipos-de-drogas" title="" rel="nofollow" target="_self">tipos de drogas</a> e a quantidade, como pastilhas, frascos, seringas e até mesmo o vomitado, uma vez que sabendo os tipos de drogas e a quantidade consumida será mais fácil actuar na desintoxicação do organismo da pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando uma pessoa está consciente, mas com sintomatologia de overdose de drogas, deve ser assistida, uma vez que a pessoa pode estar à beira de uma situação crítica, como tal esta deve ser questionada sobre os tipos de drogas que consumiu e a quantidade em causa. Em caso algum deve forçar a vítima a vomitar ou a permanecer consciente, pois pode ser prejudicial para esta.</p>


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