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	<title>Qualidade de Vida &#187; Tratamento e Sintomas Diabetes</title>
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		<title>Hipoglicemia &#8211; Causas e Sintomas</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 10:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
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										</div>Hipoglicemia significa glicose baixa no sangue. A hipoglicemia corresponde à descida da glicose no sangue abaixo de um valor considerado mínimo, que é de 60mg/dl. as células do organismo alimentam-se de glicose. A vida das células do cérebro depende, fundamentalmente, do fornecimento de glicose, e por isso, entram em sofrimento quando acontece a hipoglicemia, podendo [...]]]></description>
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										</div><p><a href="http://vidadequalidade.org/tag/hipoglicemia" title="" rel="nofollow" target="_self">Hipoglicemia</a> significa <a href="http://vidadequalidade.org/tag/glicose-baixa" title="" rel="nofollow" target="_self">glicose baixa</a> no sangue. A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hipoglicemia" title="" rel="nofollow" target="_self">hipoglicemia</a> corresponde à descida da glicose no sangue abaixo de um valor considerado mínimo, que é de 60mg/dl. as células do organismo alimentam-se de glicose. A vida das células do cérebro depende, fundamentalmente, do fornecimento de glicose, e por isso, entram em sofrimento quando acontece a hipoglicemia, podendo dar origem a alterações graves. No entanto, o nosso organismo dispõe de mecanismos de compensação para se proteger dos perigos e para avisar o indivíduo da existência da hipoglicemia e da necessidade de a tratar com urgência. Esses mecanismos incluem a produção de determinadas hormonas como a adrenalina, o glucagon, o cortisol e outras, cujo objectivo é o de forçar o fígado a lançar as suas reservas de glicose&#8217; na corrente sanguínea, compensando em parte a baixa de glicose no sangue.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como se manifesta a hipoglicemia?</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É uma situação que se estabelece rapidamente, em alguns casos sem aviso, mas a maior parte das vezes com sintomas como suores, palpitações, nervosismos, sensação de fome, perda de forças e modificações do comportamento simulando, muitas vezes, situações difíceis de enquadrar (por exemplo, estado de embriaguez, recusa de ingestão de açúcar ou/e de medição da glicemia capilar no sangue obtido por picada no dedo). Se a correcção da hipoglicemia não for feita com urgência, podem surgir dificuldades na fala, perdas de memória, confusão mental e visão desfocada.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as causas da hipoglicemia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A baixa de glicose no sangue pode acontecer nos indivíduos portadores de diabetes quando a dose de insulina injectada é excessiva, acontecendo o mesmo com os comprimidos que se toma para baixar a glicose no sangue (antidiabéticos orais) ou por omissão de uma refeição; ou por ingestão insuficiente de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hidratos-de-carbono" title="" rel="nofollow" target="_self">hidratos de carbono</a> (os <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hidratos-de-carbono" title="" rel="nofollow" target="_self">hidratos de carbono</a> são alimentos a que vulgarmente se chama farináceos) na alimentação diária; ou por actividade física intensa e inadequada; ou, ainda, por uma combinação de vários destes factores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como se trata a hipoglicemia?</h2>
<p style="text-align: justify;">O tratamento pode ser curativo e preventivo. O tratamento curativo deve fazer-se quando aparecem os primeiros sintomas de hipoglicemia e o doente está consciente, tomando açúcar pela boca, dois ou três pacotes ou torrões, ou um copo de alguma bebida que contenha hidratos de carbono de absorção rápida (sumos de frutas). Os sintomas devem desaparecer ao fim de 5 a 10 minutos. Será conveniente seguir a evolução da concentração de glicose no sangue, quando possível, através da medição da mesma em aparelho próprio. Nos casos de hipoglicemia grave, com diminuição de perda de consciência, que implique ajuda de terceiras pessoas, não se deve dar açúcar ou outros alimentos sendo necessário injectar uma ampola de glucagon, por via subcutânea ou intramuscular. Esta hormona vai fazer com que sejam lançadas no: sangue as reservas de glicose do organismo em poucos minutos. A seguir à recuperação da hipoglicemia, deve comer-se hidratos de carbono, como pão, por exemplo. Se a situação não reverter, o doente deve receber assistência médica imediata. Os antidiabéticos orais podem provocar hipoglicemias mais prolongadas. Em qualquer dos casos pode ser necessário o recurso a um serviço de urgência. O tratamento preventivo é constituído por determinadas atitudes que devem ser cumpridas para prevenir a hipoglicemia, como sejam: cumprir os horários das refeições; nunca deixar de fazer uma refeição; ajustar as doses dos medicamentos (insulina e antidiabéticos orais) às necessidades do doente; fazer pequenas refeições constituídas por hidratos de carbono antes de <i>exercícios</i> não programados; fazer o autocontrolo glicémico sempre que tiver dúvidas em relação a uma possível hipoglicemia.<br />
Mais vale prevenir do que remediar. Nunca se esqueça de trazer consigo o &#8220;seu amigo e salvador&#8221; açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://vidadequalidade.org/tag/coma-hipoglicemico" title="" rel="nofollow" target="_self">Coma hipoglicémico</a></h2>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma alteração do estado de consciência que pode evoluir para coma profundo e resulta de uma baixa acentuada de glicose no sangue (hipoglicemia). Quando acontece uma hipoglicemia, instala-se rapidamente uma falta de glicose nas estruturas nervosas, nomeadamente cerebrais. O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/coma-hipoglicemico" title="" rel="nofollow" target="_self">coma hipoglicémico</a> estabelece-se rapidamente, de uma forma brutal, e pode simular uma crise epiléptica. O diagnóstico é confirmado por uma glicemia muito baixa (muito abaixo dos valores normais).<br />
Nos casos de hipoglicemia sem perda de consciência, pode tratar-se com açúcar (os pacotes necessários para trazer a glicemia aos valores normais). Confirmar sempre com a glicemia capilar. Depois de conseguir obter a glicemia normalizada, deve completar-se o tratamento com hidratos de carbono mais complexos como o pão, por exemplo. No caso de coma hipoglicémico, no qual o doente está inconsciente, não deve dar-se açúcar ou bebida açucarada porque pode ser aspirado para os brônquios. Neste caso deve aplicar-se glucagon por via subcutânea ou intramuscular, o qual vai aumentar a glicose no sangue, permitindo ganhar tempo para levar o doente a um serviço de urgência onde lhe será administrada uma infusão de glicose nas veias até normalização completa da situação. Passada a &#8220;tempestade&#8221;, convém reflectir sobre as razões que levaram a esta situação.</p>


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		<title>Acidocetose e Coma hiperosmolar</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 18:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
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		<category><![CDATA[insuficiência renal]]></category>
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										</div>O que é a acidocetose? A acidocetose é consequência de uma carência grave de insulina; sendo mais frequente na diabetes tipo 1. É geralmente \acompanhada por hiper-glicemia importante e de cetose por acumulação de corpos cetónicos no sangue, com aparecimento de corpos cetónicos na urina. Causas As causas principais são as seguintes: - infecções; - [...]]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;"><strong>O que é a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acidocetose" title="" rel="nofollow" target="_self">acidocetose</a>?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acidocetose" title="" rel="nofollow" target="_self">acidocetose</a> é consequência de uma carência grave de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/insulina" title="" rel="nofollow" target="_self">insulina</a>; sendo mais frequente na diabetes tipo 1. É geralmente \acompanhada por hiper-glicemia importante e de cetose por acumulação de corpos cetónicos no sangue, com aparecimento de corpos cetónicos na urina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As causas principais são as seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- infecções;</p>
<p style="text-align: justify;">- diabetes inaugural;</p>
<p style="text-align: justify;">- erros de tratamento (não tomar a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/insulina" title="" rel="nofollow" target="_self">insulina</a> por esquecimento ou para &#8220;experimentar&#8221;, por exemplo);</p>
<p style="text-align: justify;">- problemas não detectados nas bombas de insulina (rotura do cateter ou obstrução do cateter);</p>
<p style="text-align: justify;">- enfarte do miocárdio; não identificada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong> <strong>da acidocetose</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas são os de uma diabetes descompensada:</p>
<p style="text-align: justify;">- sede e poliúria;</p>
<p style="text-align: justify;">- sintomas digestivos como náuseas e vómitos;</p>
<p style="text-align: justify;">- desidratação; falta de ar (dispneia);</p>
<p style="text-align: justify;">- hálito cetónico;</p>
<p style="text-align: justify;">- perturbações da consciência e por vezes, dores de barriga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É uma situação grave que necessita de cuidados médicos e de enfermagem num serviço de urgência. O tratamento impõe a diminuição da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hiperglicemia" title="" rel="nofollow" target="_self">hiperglicemia</a> através de injecções de insulina, a hidratação, a reposição do equilíbrio electrolítico e da acidóse e o tratamento da causa desencadeante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é <a href="http://vidadequalidade.org/tag/coma-hiperosmolar" title="" rel="nofollow" target="_self">coma hiperosmolar</a>?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É uma complicação grave, particularmente da diabetes tipo 2, que aparece sobretudo em doentes diabéticos idosos. É caracterizado por uma desidratação importante, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hiperglicemia" title="" rel="nofollow" target="_self">hiperglicemia</a> acentuada na ausência de cetose.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causas do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/coma-hiperosmolar" title="" rel="nofollow" target="_self">coma hiperosmolar</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">As causas favorecedoras são:</p>
<p style="text-align: justify;">- desconhecimento da existência de diabetes;</p>
<p style="text-align: justify;">- infecção aguda; diarreia; acidente vascular cerebral;</p>
<p style="text-align: justify;">- sede não compensada com ingestão de água;</p>
<p style="text-align: justify;">- ingestão excessiva de bebidas açucaradas;</p>
<p style="text-align: justify;">- diuréticos e corticosteróides.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- O estado de consciência está alterado, há poliuria;</p>
<p style="text-align: justify;">- sede;</p>
<p style="text-align: justify;">- fadiga e sinais de desidratação.</p>
<p style="text-align: justify;">- Como não há cetose, em regra, não há hiperventilação, nem hálito cetónico. A hiperosmolaridade do plasma sanguíneo está muito elevada. Pode haver uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/insuficiencia-renal" title="" rel="nofollow" target="_self">insuficiência renal</a> funcional e aumento do sódio no plasma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como prevenir é o melhor remédio, é necessário pensar no risco de coma hiperosmolar em indivíduos portadores de diabetes tipo 2 e idosos e hidratá-los correctamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento curativo deve ser feito em serviço de urgência hospitalar:</p>
<p style="text-align: justify;">- hidratação;</p>
<p style="text-align: justify;">- tratamento para evitar tromboses;</p>
<p style="text-align: justify;">- insulinoterapia e reposição electrolítica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é Acidose láctica?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A acidose láctica é devida a um aumento da concentração plasmática de lactato. Esse aumento resulta de uma produção exagerada de ácido láctico devida a uma diminuição da oxigenação tecidular ou de uma deficiência hepática.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira causa é consequência de um choque hemodinâmico ou de uma insuficiência cardiopulmonar; o segundo título é uma complicação da diabetes, de uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/insuficiencia-renal" title="" rel="nofollow" target="_self">insuficiência renal</a> ou hepática a seguir à administração de certos medicamentos ou tóxicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Porque acontece?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A acidose láctica pode acontecer nos diabéticos tratados por biguanidas quando não se cumprem as contra-indicações formais. A biguanida, chamada metformina, tem um risco de acidose láctica francamente menor do que a fenformina, biguanida já retirada da circulação há muitos anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na fase inicial da acidose láctica, o doente pode queixar-se de fadiga e de dores musculares.<br />
Pode acontecer hiperventilação pulmonar intensa, sem cheiro cetónico e sem perturbações digestivas, tais como enjoos, vómitos e dores abdominais. Na fase avançada da evolução, a acidose complica-se por hipotensão (baixa da tensão arterial) com colapso circulatório e oligúria (quantidade de urina diminuída). A glicemia é variável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É uma urgência que necessita de tratamento em ambiente hospitalar.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Consequências da Diabetes</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 03:07:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando a doença da diabetes já vai avançada, podem ocorrer várias complicações tardias. O pé diabético é uma delas em que o doente corre o risco de ser amputado pois os nervos do corpo são afectados. O sistema digestivo também pode ser atacado correndo o risco de o estômago paralisar depois de uma refeição...
 É possível evitar estas complicações com o cumprimento rigoroso das recomendações médicas...]]></description>
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										</div><h2>Complicações tardias da diabetes</h2>
<p>As complicações tardias possíveis são várias e é possível evitá-las com o cumprimento rigoroso das recomendações médicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nervos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os  nervos do nosso corpo também podem ser afectados (são as neuropatías). A  neuropatía periférica (polineuropatia simétrica distai) é a forma mais  frequente. Neste caso, é predominante a forma sensitiva ou sensorial,  com repercussão na sensibilidade térmica e dolorosa e também, na  vibratória (pesquisada com o diapasão); algumas formas mais raras podem  ter predomínio de lesão motora.<br />
Na forma de polineuropatia simétrica  distai, as alterações manifestam-se nas extremidades dos braços e das  pernas (formigueiros, queimor, anestesia) e por isso se diz que a  localização é em &#8220;luva&#8221; e em &#8220;peúga&#8221;. Pode haver uma perda da força  muscular com atrofia dos músculos e perda da força a nível das mãos. Existe ainda a possibilidade de lesões no pé  do diabético, devidos à existência da neuropatía, da lesão vascular  possível e muitas vezes, de infecções. O chamado &#8220;pé diabético&#8221; é uma  situação muito grave que pode terminar em amputação. Por este motivo,  prevenir é sempre o melhor remédio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cuidados com os seus pés</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lavar  diariamente os pés com água e sabão e secá-los bem, especialmente entre  os dedos. Observar os pés, todos os dias, recorrendo se necessário a um  espelho côncavo ou a um familiar que lhe inspeccione os pés para ver se  existem feridas, bolhas ou alterações da cor da pele. Aplicar creme ou  loções hidratantes recomendadas pelo seu médico.<br />
Cortar as unhas a  direito e não rentes.<br />
Nunca usar calicidas para tratar os calos.<br />
Antes de calçar os sapatos inspeccione o seu interior para ver se tem  areias, pregos, palmilhas dobradas ou outros objectos agressivos. Nunca  faça grandes caminhadas com sapatos novos. Nunca ande descalço, mesmo em  casa ou na praia, e não use sapatos sem meias. As meias devem ser sem  costuras e sem elásticos. Mude de meias todos os dias. proteja os pés  usando sapatos confortáveis, não apertados, pele macia, biqueira larga e  alta, sem costuras, sem laços e sem tiras. Não usar na cama botijas de  água quente, nem aproximar os pés de lareiras ou aparelhos de  aquecimento (aquecedores, convectores). Consulte um podologista (é um  profissional habilitado para tratar os pés) periodicamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rins</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A  nefropatia é outra complicação possível resultante da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hiperglicemia" title="" rel="nofollow" target="_self">hiperglicemia</a>  crónica. A perda de pequenas quantidades de albumina pelo rim (chamada  microalbuminúria; entre 30 e 300 mg/24 horas) é um dos sinais mais  importantes de nefropatia incipiente (em início). E possível determinar a  microalbumina na urina de 24 horas. A sua presença é um sinal precoce  de lesão renal e de risco cardiovascular. Como prevenir é o melhor  remédio, deve procurar obter-se o melhor equilíbrio da diabetes e da  <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hipertensao-arterial" title="" rel="nofollow" target="_self">hipertensão arterial</a> e evitar fumar. As infecções urinárias devem ser  tratadas, devendo evitar-se a utilização de produtos de contraste  susceptíveis de agravar a função renal. Pode ser necessário fazer um  regime alimentar com restrição de proteínas. Em casos avançados de  insuficiência  dos rins, a diálise renal é um método muito importante,  sendo o transplante renal o método de escolha.</p>
<p><strong>Olhos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os olhos e a visão podem ser afectados pela diabetes, o que está relacionado, sobretudo, com a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hiperglicemia" title="" rel="nofollow" target="_self">hiperglicemia</a> (aumento da <a href="http://vidadequalidade.org/hipoglicemia-causas-e-sintomas/" title="Hipoglicemia &#8211; Causas e Sintomas" rel="follow" target="_self">glicose</a> no sangue) e do tempo de duração da doença. Por estes motivos, é fundamental manter a <a href="http://vidadequalidade.org/tipos-de-diabetes-2/" title="Tipos de Diabetes" rel="follow" target="_self">glicose</a> no sangue dentro dos valores mais próximos do normal, tratar a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/hipertensao-arterial" title="" rel="nofollow" target="_self">hipertensão arterial</a>, se existir, e não fumar. A retinopatia (lesão da retina) é a complicação ocular mais grave, podendo evoluir para a cegueira se não for vigiada e adequadamente tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento é efectuado por oftalmologistas com fotocoagulação por raios laser. As cataratas (opacificação do cristalino) são muito frequentes no doente diabético, podendo ser de aparecimento mais precoce. A catarata, além de prejudicar a visão, impede a observação adequada da retina e o eventual tratamento com raios laser. O glaucoma (aumento excessivo da pressão intra-ocular) também é mais frequente nos casos de diabetes. O (seu) oftalmologista mede a pressão intra-ocular nos exames de rotina a que se deve submeter com regularidade. Deve submeter-se a um controlo oftalmológico periódico, de acordo com os prazos estabelecidos pelo seu oftalmologista. Na diabetes tipo 2, deve fazer esse exame no período em que é feito o diagnóstico e depois, todos os anos ou de 2 em 2 anos, se for essa a opinião do especialista (dos olhos). Na diabetes tip0 1, deve fazer o exame quando é feito o diagnóstico e depois, cada 1 a 2 anos, a partir do 5.° ano de evolução, em termos gerais, mas sempre com a recomendação do seu médico, que pode entender que deve submeter-se a rastreios mais próximos. Prevenir é o melhor remédio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://vidadequalidade.org/tag/sistema-digestivo" title="" rel="nofollow" target="_self">Sistema digestivo</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O enfarte do miocárdio, sem dor, pode ser outra das manifestações da neuropatia autonómica. Quando o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/sistema-digestivo" title="" rel="nofollow" target="_self">sistema digestivo</a> está afectado, o estômago pode &#8220;paralisar&#8221; e depois de uma refeição o doente pode ficar com enfartamento e até pode ter vómitos. Nestes casos, pode haver mais crises de baixa de açúcar (hipoglicemia) porque os alimentos não são absorvidos. Também podem surgir diarreias, de predomínio nocturno, que prejudicam o descanso do doente.</p>
<p><strong>Sistema urogenital</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O sistema urogenital do doente diabético pode ser afectado, dando origem a uma &#8220;paralisia&#8221; da bexiga e/ou uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/disfuncao-erectil" title="" rel="nofollow" target="_self">disfunção eréctil</a> (o pénis não tem erecção), que é causa de impotência sexual. O doente pode perder a sensação de bexiga cheia e é mais longa a duração dos intervalos entre as micções. O doente com <a href="http://vidadequalidade.org/tag/disfuncao-erectil" title="" rel="nofollow" target="_self">disfunção eréctil</a> tem vontade de ter relações sexuais mas não consegue concretizá-las porque o pénis perdeu a capacidade de erecção. Outra alteração que pode existir é a ejaculação retrógrada (a ejaculação faz-se na direcção da bexiga). Outras alterações podem estar presentes como as alterações pupilares, com miose (diminuição do diâmetro da pupila do olho) em repouso e menor reacção à luz; transpiração localizada na parte superior do corpo, crises de aumento da sudação durante as refeições e perda da sensação de aviso de que vai acontecer uma hipoglicemia (baixa de glicose no sangue).</p>


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<li><a href='http://vidadequalidade.org/consequencias-do-tabagismo/' rel='bookmark' title='Consequências do tabagismo'>Consequências do <i>tabagismo</i></a></li>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Tipos de Diabetes</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 21:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[a diabetes]]></category>
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		<description><![CDATA[Existem dois tipos de diabetes: diabetes tipo 1 que aparece de forma repentina e normalmente o doente torna-se isulino-dependente e a diabetes tipos 2 que tem uma evolução mais lenta e o doente pode controlar a doença sem depender da insulina...]]></description>
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										</div><p><span id="GenericDetail1_RadEditorPlaceHolderControl2"><strong>O que é <a href="http://vidadequalidade.org/tag/a-diabetes" title="" rel="nofollow" target="_self">a diabetes</a>?</strong></span></p>
<p><a href="http://vidadequalidade.org/tag/a-diabetes" title="" rel="nofollow" target="_self">A diabetes</a> é considerada uma doença crónica que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar (<a href="http://vidadequalidade.org/tag/glicose" title="" rel="nofollow" target="_self">glicose</a>) no sangue e pela incapacidade do organismo em transformar toda a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/glicose" title="" rel="nofollow" target="_self">glicose</a> proveniente dos alimentos. À quantidade de glicose no sangue chama-se glicemia e quando esta aumenta diz-se que o doente está com hiperglicemia.</p>
<p><span id="GenericDetail1_RadEditorPlaceHolderControl2"><strong>Grupos de risco<br />
</strong></span></p>
<p>A diabetes é uma doença em crescimento, que afecta cada vez mais pessoas em todo o mundo e em idades mais jovens. No entanto, há grupos de risco com fortes probabilidades de se tornarem diabéticos:</p>
<ul>
<li>Pessoas com familiares directos com diabetes;</li>
<li>Homens e mulheres obesos;</li>
<li>Homens e mulheres com tensão arterial alta ou níveis elevados de colesterol no sangue;</li>
<li>Mulheres que contraíram a diabetes gestacional na gravidez;</li>
<li>Crianças com peso igual ou superior a quatro quilogramas à nascença;</li>
<li>Doentes com problemas no pâncreas ou com <i>doenças</i> endócrinas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://vidadequalidade.org/tag/tipos-de-diabetes" title="" rel="nofollow" target="_self">Tipos de diabetes</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">As duas formas mais frequentes de diabetes são a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/diabetes-tipo-1" title="" rel="nofollow" target="_self">diabetes tipo 1</a> (antigamente chamada diabetes juvenil ou insulino-dependente) e a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/diabetes-tipo-2" title="" rel="nofollow" target="_self">diabetes tipo 2</a> (antigamente chamada diabetes do adulto ou não insulino-dependente). A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/diabetes-tipo-1" title="" rel="nofollow" target="_self">diabetes tipo 1</a> aparece de repente no jovem que se queixa de muita sede, fadiga, urina muito, tem muita fome, mas apesar disso emagrece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/diabetes-tipo-2" title="" rel="nofollow" target="_self">diabetes tipo 2</a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A diabetes tipo 2 tem uma evolução mais lenta, muitas vezes quase sem sintomas ou com alguns, não valorizados pelo doente. Aparece em adultos, quase sempre com excesso de peso e com um estilo de vida pouco saudável no qual ressaltam uma alimentação com excesso de calorias e uma vida sem actividade física. Devido ao excesso de peso na criança, já começa a aparecer este tipo de diabetes em jovens. Estes doentes, por vezes, sabem ser diabéticos quando o médico pediu umas análises de rotina e se verifica aumento da glicose no sangue; outras vezes, o indivíduo nota que tem um pouco mais de sede do que o habitual. Na Mulher, um dos sinais pode ser comichão vulvar; e no Homem pode dar comichão na extremidade do pénis devido a uma infecção chamada balanite. Por vezes, o indivíduo vai ao médico fazer uma revisão e descobre uma complicação vascular que já se instalou (a nível da retina do olho ou neurológica ou macrovascular).<br />
Se um indivíduo tem antecedentes familiares de diabetes tipo 2, deve ter cuidado em manter um peso correcto, cumprindo uma alimentação saudável e fazendo actividade física (andar a pé todos os dias 30 minutos, em terreno plano, mais ou menos três km).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da diabetes</strong> <strong>tipo 1</strong></p>
<p>Desconfie se começar a sofrer de mau hálito, ou seja, o doente de diabetes muitas vezes tem o que se chama cetoacidose diabética, com formação de corpos cetónicos, podendo dar origem ao hálito cetónico (cheiro a acetona), enjoo, vómitos e dores de barriga. Deve imediatamente ser observado pelo médico, porque pode desencadear-se um coma diabético com glicose no sangue muito alta e acidose. O pâncreas da pessoa que sofre de diabetes deixa subitamente de produzir insulina, a qual é necessária para promover a entrada de glicose nas células do nosso corpo (se a glicose não entrar nas células, estas vão utilizar a gordura para sobreviver, o que dá origem aos corpos cetónicos). Pode haver uma forma de diabetes tipo 1 em adultos, entre 25 e 30 anos, que poderá evoluir mais lentamente, sem aquele aparecimento brusco que acontece nos jovens (podendo mesmo ser confundida com a diabetes tipo 2). Estas formas de diabetes precisam de insulina sempre e nunca se deve suspender a insulinoterapia. Na forma de diabetes tipo 1 do adulto, pode haver uma fase inicial, muito curta, na qual os medicamentos por via oral podem ser eficazes (mas, atenção ao facto de a breve prazo ser necessário tratar com insulina, dado que o pâncreas deixa de trabalhar completamente).</p>
<p><span id="GenericDetail1_RadEditorPlaceHolderControl2">Devidamente tratada, a diabetes não impede o doente de ter uma vida perfeitamente normal e autónoma. Contudo, é fundamental que o diabético se ajude a si mesmo, auto-controlando a sua doença. Aliás, se o doente for determinado neste papel de auto-vigilância, a sua vida ficará muito facilitada.</span></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>A Diabetes</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 10:29:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vida de Qualidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Prevenção]]></category>
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		<category><![CDATA[a diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[acumulação de gordura]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes do tipo]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>

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		<description><![CDATA[A diabetes é uma doença crónica cuja a característica é a presença de um nível elevado de açucar no sangue, referente ao transtorno do metabilismo da glicose. As pessoas diabéticas do tipo II tem excesso de secreção de insulina e a acção da insulina torna-se ineficaz para metabolizar a glicose, também contribui à obesidade visto que a insulina favorece a síntese e acumulação de gordura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><h3 style="text-align: justify;">O que é <a href="http://vidadequalidade.org/consequencias-da-diabetes/" title="Consequências da Diabetes" rel="follow" target="_self">a Diabetes</a>?</h3>
<p style="text-align: justify;">A chamada diabetes é um transtorno do metabolismo da <a href="http://vidadequalidade.org/tipos-de-diabetes-2/" title="Tipos de Diabetes" rel="follow" target="_self">glicose</a>, que aparece com bastante frequência nos países ocidentais. Na verdade este termo inclui duas <i>doenças</i> cuja característica comum é a de apresentar um nível elevado de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acucar-no-sangue" title="" rel="nofollow" target="_self">açucar no sangue</a> (hiperglicemia):</p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://vidadequalidade.org/tag/diabetes-do-tipo" title="" rel="nofollow" target="_self">Diabetes do tipo</a> I ou diabetes juvenil ou insulinodependente: devido a uma infecção vírica, a uma toxina ou a uma reacção auto-imune, ajudado pelo factor hereditário, destroem-se as células produtoras de insulina no pâncreas. Estes diabéticos normalmente são magros e precisam de que lhes seja administrada insulina desde a infância.</p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://vidadequalidade.org/tag/diabetes-do-tipo" title="" rel="nofollow" target="_self">Diabetes do tipo</a> II ou diabetes do adulto ou não insulinodependente: as suas causas são desconhecidas embora que uma alimentação rica em produtos doces e refinados, e pobre em fibras. O problema neste tipo II de diabetes não é a falta de insulina, mas o seu excesso ou a sua secreção inadequada. Sendo que esse excesso de insulina torna-se ineficaz para metabolizar a <a href="http://vidadequalidade.org/hipoglicemia-causas-e-sintomas/" title="Hipoglicemia &#8211; Causas e Sintomas" rel="follow" target="_self">glicose</a>, pois as células não são sensíveis a ela. Os diabéticos deste tipo costumam ser obesos e apresentar dificuldades no metabolismo das gorduras, com excesso de colesterol e de triglicerídeos, visto que a insulina favorece a síntese e a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acumulacao-de-gordura" title="" rel="nofollow" target="_self">acumulação de gordura</a>. Raramente precisa de ser tratada com insulina. Na maioria dos casos, o tratamento responde bem a uma dieta antidiabética adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">Há complicações na diabetes quando o organismo não produz insulina em quantidade suficiente (diabéticos do tipo I) ou quando esta é ineficaz (diabéticos do tipo II), o nível de glicose no sangue é elevado, o que reverte a diversas complicações a médio longo prazo. A obesidade, a arteriosclerose, as <i>doenças</i> cardíacas, a hipertensão, insuficiência renal e as alterações da retina com perda de visão, são as complicações mais frequentes da diabetes. Deve evitar de engordar visto que a obesidade cria resistência à insulina devido à presença de ácidos gordos livres em grande quantidade e pela acção da insulina na síntese e <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acumulacao-de-gordura" title="" rel="nofollow" target="_self">acumulação de gordura</a>. Para isso é preciso seguir um tratamento dietético adequado, com um controlo frequente do nível de glicose no sangue (se o nível de triglicerídeos for superiores a 150 ml/ dl e em jejum o nível da glicose for igual ou superior a 100 ml/dl então deve dirigir-se ao seu médico). As pessoas diabéticas devem ser muito constantes e cuidadosas na sua alimentação durante o resto da vida. Aconcelhe-se com o seu médico sobre possíveis alterações que ponha em dúvida, por exemplo o aumento da tensão arterial para valores de máxima e de mínima iguais ou superiores 130 mm Hg e 85 mm Hg, ou alteração dos valores do colesterol HDL (abaixo de 40 mg/dl no Homem e abaixo de 50 mg/dl na Mulher).</p>


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<li><a href='http://vidadequalidade.org/consequencias-da-diabetes/' rel='bookmark' title='Consequências da Diabetes'>Consequências da <i>Diabetes</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/acidocetose-e-coma-hiperosmolar/' rel='bookmark' title='Acidocetose e Coma hiperosmolar'><i>Acidocetose</i> e <i>Coma hiperosmolar</i></a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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