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	<title>Qualidade de Vida &#187; Tratamento e Sintomas</title>
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		<title>Sintomas e tratamento da Depressão Bipolar</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 10:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
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										</div>Estudos recentes sugerem que a depressão bipolar é muito mais frequente do que se pensava. O risco de contrair esta doença é maior nas idades que vão desde o final da adolescência até aos 30 anos de idade, e é substancialmente reduzido após essa idade, inversamente, o risco global da depressão ‘unipolar grave’ continua a [...]]]></description>
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										</div><p>Estudos recentes sugerem que a <i>depressão</i> bipolar é muito mais frequente do que se pensava.<br />
O risco de contrair esta doença é maior nas idades que vão desde o final da adolescência até aos 30 anos de idade, e é substancialmente reduzido após essa idade, inversamente, o risco global da <i>depressão</i> ‘unipolar grave’ continua a crescer ainda mais na velhice.</p>
<p>Os pacientes com <i>depressão</i> bipolar, normalmente, têm dificuldade em manter relacionamentos de longo prazo, têm maus resultados na escola ou no trabalho, isto tem impacto sobre as oportunidades de emprego e sobre as finanças pessoais.<br />
O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/transtorno-bipolar" title="" rel="nofollow" target="_self">transtorno bipolar</a> pode ser definido pela existência de <i>depressão</i> e (hipo) mania, mas no seu curso a longo prazo é quase sempre dominado pela <i>depressão</i>, em vez de sintomas (hipo) maníacos. Os pacientes com <a href="http://vidadequalidade.org/tag/transtorno-bipolar" title="" rel="nofollow" target="_self">transtorno bipolar</a> têm um risco substancialmente aumentado de <a href="http://vidadequalidade.org/depressao-e-sindrome-do-panico/" title="Ansiedade, Depressão, Síndrome do Pânico, Pensar em Suicídio" rel="follow" target="_self">suicídio</a>, especialmente durante episódios depressivos. Além disso, em pacientes bipolares é comum verificar-se um alto grau de comorbidade assim como outros transtornos mentais e <i>doenças</i> físicas.</p>
<h2><i>Depressão</i> bipolar em crianças</h2>
<p>O transtorno bipolar existe em crianças e adolescentes, mas a idade em que o transtorno bipolar pode ser diagnosticado (pela primeira vez) permanece controverso. Embora os sintomas bipolares possam ser muito frequentes, a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/depressao-bipolar-i" title="" rel="nofollow" target="_self"><i>depressão</i> bipolar I</a> é raramente diagnosticada (com confiança) em crianças pré-púberes. A necessidade de uma maior capacidade de realização de ensaios confiáveis ​​em crianças e adolescentes é um desafio para a Europa, cujo sistema de saúde deve permitir uma maior participação e colaboração de outras regiões por meio de redes clínicas.</p>
<h2><a href="http://vidadequalidade.org/tag/sintomas-da-depressao-bipolar" title="" rel="nofollow" target="_self">Sintomas da <i>depressão</i> bipolar</a></h2>
<p>Os principais sintomas do transtorno bipolar são as oscilações (dramáticas e imprevisíveis) de humor.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-8319" title="sintomas-depressao" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2012/05/sintomas-depressao-250x150.jpg" alt="" width="250" height="150" /></p>
<h3>Sintomas Mania</h3>
<p>Os sintomas mania podem incluir, felicidade excessiva, excitação, irritabilidade, agitação, aumento de energia, menor necessidade de dormir, pensamentos rápidos, vontade sexual elevada, e uma tendência a fazer planos que são inatingíveis.</p>
<h3>Sintomas da <i>depressão</i></h3>
<p>Os sintomas da <i>depressão</i> podem incluir ansiedade, tristeza, irritabilidade, perda de energia, choro incontrolável, mudança de apetite resultando na perda ou ganho de peso, maior necessidade de sono, dificuldade em tomar decisões e pensamentos de morte ou <a href="http://vidadequalidade.org/a-vida-e-dura-mas-nos-somos-mais-ainda-nao-ao-suicidio/" title="Não ao Suicídio! A Vida é Dura, Mas Nós Somos Mais Ainda!" rel="follow" target="_self">suicídio</a>.</p>
<h2>Tratamento a longo prazo</h2>
<p>O tratamento a longo prazo é habitualmente exigido no transtorno bipolar. Assim, os ensaios para detectar o efeito ou a resposta continuada na <i>depressão</i> bipolar devem seguir um projeto de prevenção de recaídas: por exemplo, os doentes são tratados num episódio com o medicamento de interesse e depois podem continuar o tratamento ativo ou de placebo. No entanto, a retirada aguda da medicação ativa após a resposta ao tratamento pode aumentar artificialmente o tamanho do efeito devido aos efeitos da retirada ativa da droga.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-8318" title="depressao-bipolar-criancas" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2012/05/depressao-bipolar-criancas-250x161.jpg" alt="" width="250" height="161" /></p>
<p>Para além das medidas tradicionais de resultado com base em escalas de avaliação da gravidade dos sintomas, seria aconselhável incluir medidas que abordem a funcionalidade, tais como testes neuropsicológicos de atenção, memória e funções executivas, assim como a qualidade de vida.</p>
<p>A prevenção de recaídas a longo prazo é o maior desafio na <i>depressão</i> bipolar. O sucesso requer uma aliança terapêutica madura entre o médico e o paciente, uma gestão autónoma pelos pacientes e as suas famílias e tratamentos eficazes bem tolerados.</p>
<p>A <i>depressão</i> bipolar é uma doença complexa. Existem muitos sintomas diferentes, e vários tipos diferentes, do transtorno bipolar. Os principais sintomas da doença são as oscilações (dramáticas e imprevisíveis) de humor. Os vários tipos de transtorno bipolar variam de leves a graves.</p>
<h2>Pontos-chave sobre os tratamentos da <i>depressão</i> bipolar</h2>
<ul>
<li>O transtorno bipolar é uma doença que pode exigir tratamento a longo prazo.</li>
<li>Cada paciente é diferente e, portanto, o tratamento adequado para um determinado paciente é uma questão para um profissional de medicina, qualificado.</li>
<li>Tratamentos físicos são necessários para o transtorno bipolar, as abordagens psicológicas por si só não são suficientes, mas, em conjunto os tratamentos com drogas, têm um papel complementar valioso.</li>
<li>Com o tratamento adequado os pacientes com transtorno bipolar podem alcançar estabilidade e viver uma vida bem sucedida.</li>
<li>A grande maioria das pessoas com transtorno bipolar beneficiam do tratamento, mas é difícil saber de antemão;<br />
qual o regime de drogas, que será de maior benefício para qualquer paciente em particular, e quanto tempo irá demorar para que o humor do paciente fique sob controlo.</li>
<li>Portanto, manter um gráfico de humor diário pode ser de fundamental importância para o médico poder avaliar o impacto dos diferentes tratamentos sobre o humor do paciente ao longo do tempo, e será de grande benefício para o próprio paciente.</li>
<li>Os primeiros passos são geralmente para restabelecer os níveis sanguíneos adequados de estabilizador de humor e iniciar o tratamento com anti depressivos.</li>
</ul>
<p>Se você tem <i>depressão</i> bipolar, o melhor é consultar o seu médico assistente (psiquiatra ou clínico geral).</p>


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<li><a href='http://vidadequalidade.org/depressao-pos-parto/' rel='bookmark' title='Sintomas e Tratamento da Depressão pós-parto'>Sintomas e Tratamento da <i><i>Depressão</i></i> pós-parto</a></li>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Conheça melhor a doença do Mal de Alzheimer</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 11:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
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										</div>O mal de Alzheimer é uma doença que leva o nome do neurologista alemão Alóis Alzheimer, que viveu no século XIX. Manifesta-se por volta dos cinqüenta anos de idade como uma demência caracterizada por uma deterioração profunda e maciça da inteligência, associada a uma desorientação temporal e espacial. Daniel G. Amem, neurologista e psiquiatra americano [...]]]></description>
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										</div><p>O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/mal-de-alzheimer" title="" rel="nofollow" target="_self">mal de Alzheimer</a> é uma doença que leva o nome do neurologista alemão Alóis Alzheimer, que viveu no século XIX. Manifesta-se por volta dos cinqüenta anos de idade como uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/demencia" title="" rel="nofollow" target="_self">demência</a> caracterizada por uma deterioração profunda e maciça da inteligência, associada a uma desorientação temporal e espacial. Daniel G. Amem, neurologista e psiquiatra americano autor do livro Transforme seu cérebro, transforme sua vida, concluiu através de seus estudos de radiografia do cérebro que esses pacientes têm perfusão (passagem de líquido &#8211; inclusive sangue &#8211; através de um órgão) diminuída nos lobos temporais e uma atividade diminuída nos lobos parietais, algumas vezes encontradas nesses cérebros, de três a seis anos antes do surgimento dos sintomas. Também garante que pode ser difícil distinguir se trata-se do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/mal-de-alzheimer" title="" rel="nofollow" target="_self">mal de Alzheimer</a> ou de uma <i>depressão</i>, pois os sintomas são muito semelhantes. Pela medicina convencional essa doença ainda é considerada incurável, embora existam remédios específicos que conseguem estabilizar, por algum tempo, o funcionamento das partes afetadas do cérebro.</p>
<p>A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/medicina-chinesa" title="" rel="nofollow" target="_self">medicina chinesa</a> e os estudos psicológicos de correlação das <i>doenças</i> com os padrões mentais do ser humano mostram que o mal de Alzheimer ocorre com pessoas que teimaram a vida inteira em não aceitar a vida como ela é. Na verdade sempre procuraram controlar os acontecimentos ou os pensamentos dos outros à sua maneira, mas, quando contrariados, acabaram gerando para si mesmas frustração e raiva. Todos sabemos o quanto é difícil alguém se contrapor ao livre-arbítrio de uma pessoa, seja através de crítica seja de sugestões.</p>
<p>Por isso, a única saída para aqueles que resistem em mudar seu modo de ver a vida é começar a esquecê-la, o que vai revelar o outro extremo de seu ego controlador e indefeso. Essas pessoas perdem, inconscientemente, a esperança de transformar o ambiente em que vivem e partem para um estado de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/demencia" title="" rel="nofollow" target="_self">demência</a> a fim de relaxar.</p>
<p>Aos familiares e amigos de <a href="http://vidadequalidade.org/a-ambiente-social-e-a-sexualidade-na-terceira-idade/" title="O ambiente social e a sexualidade na terceira idade" rel="follow" target="_self">idosos</a> com esse mal aconselho conversarem com eles normalmente, mostrando-lhes novas maneiras de perceber os acontecimentos. Procurem contar-lhes casos engraçados e suaves para estimular seu bom humor. Devem falar-lhes sobre o perdão e a alegria de viver, pois eles precisam aprender a libertar para alcançar a sua própria liberdade. Entenda que enquanto a consciência foge dos processos da vida pelos estranhos caminhos da amnésia, da demência, das drogas ou do sono, o inconsciente do ser humano permanece intacto e ativo em seu ritmo instintivo de emoções e de necessidades fisiológicas e biológicas.</p>
<p>Procure entendê-lo tratando-o com amor e paciência, mesmo que ele se mostre violento e esquecido, pois esse comportamento é típico de sua obstinada resistência em não querer ajuda. Ele sabe, inconscientemente, que essa ajuda, certamente, vai curá-lo, o que o obrigaria a ter de dar o braço a torcer contra a sua vontade.</p>
<p>Querido leitor, para combater esse orgulho cego só existe um caminho: ame-o sinceramente e compreenda que o mal de Alzheimer foi a única forma encontrada para a sua sobrevivência, uma vez que suas crenças errôneas estão profundamente enraizadas em sua mente. Converse com seu subconsciente como se estivesse conversando com uma pessoa normal, o que, na realidade, ele é, apenas carrega medos maiores que sua vontade.</p>
<p>Portanto, ignore as aparências e ame a sua essência.</p>
<p>Se todos os familiares tratarem-no com muito amor, não como a um doente, mas como a uma pessoa saudável, ele perceberá em sua própria alma que vale a pena lembrar de seus entes queridos.</p>
<p>Cuidado com o que você pensa a respeito dele, pois o inconsciente coletivo tem muito mais força de transmissão do que o verbo. </p>
<p>Não duvide daquilo que ainda você não tem total conhecimento, as coisas não são exatamente como vemos com os olhos físicos. Seu <a href="http://vidadequalidade.org/conheca-se-a-si-mesmo/" title="Saiba mais sobre si mesmo" rel="follow" target="_self">pensamento</a> é uma arma poderosa, portanto, para ajudar alguém só será possível fazê-lo através do amor verdadeiro em seus pensamentos, suas palavras e suas atitudes. Faça-o captar o seu amor por todos os poros e aprenda que idade não impede ninguém de progredir e construir sonhos para o futuro. O futuro pode ser tão longo quanto se acreditar. É oportuno destacar que o índice populacional de <a href="http://vidadequalidade.org/a-depressao-no-idoso/" title="A Depressão no Idoso" rel="follow" target="_self">idosos</a> ativos com mais de cem anos de idade cresce a cada ano em todo o mundo, principalmente em países orientais. Você que tem um familiar, amigo ou conhecido portador do mal de Alzheimer, precisa acreditar, de coração, que vale a pena colaborar para que ele se recupere e transforme sua vida para melhor.</p>
<p>O perdão, o desapego e o amor sem imposições são as ferramentas ideais para se reconstruir uma vida. Assim, permita que seu consciente experimente a liberdade de soltar sem medo e sem culpas seus familiares e você verá o quanto seu comportamento anterior limitava o desenvolvimento das pessoas ao seu redor e a sua própria liberdade para evoluir.</p>


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<li><a href='http://vidadequalidade.org/origem-da-doenca-de-alzheimer/' rel='bookmark' title='Origem da doença de Alzheimer'>Origem da <i>doença de <i>Alzheimer</i></i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/diagnosticar-a-doenca-de-alzheimer/' rel='bookmark' title='Diagnóstico da doença de alzheimer'>Diagnóstico da <i>doença de <i>alzheimer</i></i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/como-se-manifesta-a-doenca-de-alzheimer/' rel='bookmark' title='Como se manifesta a doença de Alzheimer'>Como se manifesta a <i>doença de <i>Alzheimer</i></i></a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Doença de Lyme</title>
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										</div>A doença de Lyme é uma infecção transmitida pelas carraças que pode provocar uma doença grave. Batizada com o nome da pequena cidade de Old Lyme, no Connecticut, onde foi identificada pela primeira vez por volta de 1970, a doença regista-se hoje em grande parte dos EUA, embora já tenham sido relatados alguns casos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p>A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-de-lyme" title="" rel="nofollow" target="_self">doença de Lyme</a> é uma infecção transmitida pelas carraças que pode provocar uma doença grave. Batizada com o nome da pequena cidade de Old Lyme, no Connecticut, onde foi identificada pela primeira vez por volta de 1970, a doença regista-se hoje em grande parte dos EUA, embora já tenham sido relatados alguns casos na Europa.</p>
<p>A causa da doença é uma espiroqueta, bactéria em forma de espiral, que é transmitida pela picada de várias espécies de minúsculas carraças. Embora estas carraças sejam encontradas com maior frequência em veados, roedores e outros animais selvagens, também picam seres humanos. O primeiro sinal da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-de-lyme" title="" rel="nofollow" target="_self">doença de Lyme</a> é em geral uma erupção vermelha e indolor, mais ou menos circular, que se desenvolve no local da picada ao fim de algumas semanas, embora possa surgir mais cedo. É muitas vezes acompanhada por dor de cabeça, febre baixa, dores no corpo e outros sintomas semelhantes aos da gripe.</p>
<p>Muitas pessoas não sabem que foram infectadas com a doença de Lyme, pois não têm consciência de ter sido mordidas por uma carraça. (Cerca de metade dos doentes não apresenta a erupção inicial.) Sem tratamento, podem ocorrer complicações nas articulações, cardíacas e/ou neurológicas semanas ou até mesmo meses depois da picada. As manifestações mais comuns são edema, dor e rigidez das articulações. Menos frequentes são arritmias cardíacas, meningite, distúrbios neurológicos, incluindo paralisia, <i>depressão</i> e outros problemas psicológicos. Em mulheres grávidas, a doença pode causar a morte do feto e aborto espontâneo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnóstico e exames complementares</h2>
<p>Existem análises de sangue que detectam a doença de Lyme, mas têm limitações, podendo levar meses até se obter um resultado positivo através da análises de anticorpos. Espera-se que esta situação se altere, pois estão em fase experimental algumas análises que parecem promissoras. Entretanto, é frequente chegar-se a um diagnóstico com base nos sintomas e nas probabilidades de exposição a picada de carraça.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tratamentos médicos</h2>
<p>A doença de Lyme cura-se com antibióticos, sobretudo se for tratada na sua fase inicial, antes de ocorrerem complicações. No passado, os medicamentos mais receitados eram a penicilina ou a tetraciclina, mas a terapia corrente dá preferência à <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doxiciclina" title="" rel="nofollow" target="_self">doxiciclina</a>, uma tetraciclina mais rapidamente absorvida, ou à amoxicilina, um derivado da penicilina mais eficaz. A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doxiciclina" title="" rel="nofollow" target="_self">doxiciclina</a> é mais utilizada, pois tem de ser tomada duas vezes por dia e provoca menos efeitos secundários gastrintestinais do que a amoxicilina, que tem de ser tomada três vezes por dia. Os casos mais graves, sobretudo os que afectam o <a href="http://vidadequalidade.org/utilize-o-pensamento-como-medicina/" title="Utilize o pensamento como medicina." rel="follow" target="_self">sistema nervoso</a> central, são tratados com <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ceftriaxone" title="" rel="nofollow" target="_self">ceftriaxone</a>, um antibiótico novo, administrado através de injecção ou por via intravenosa.</p>
<p>O tratamento em casos de manifestações mais tardias e mais graves da doença é controverso e em geral mais prolongado e intensivo. Podem ser necessárias duas a quatro semanas de tratamento intravenoso com <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ceftriaxone" title="" rel="nofollow" target="_self">ceftriaxone</a> ou penicilina G, sobretudo para tratar complicações do <a href="http://vidadequalidade.org/parkinson-e-o-sistema-nervoso/" title="Parkinson e o sistema nervoso" rel="follow" target="_self">sistema nervoso</a> central, como meningite. A terapia intravenosa pode ser feita no hospital, numa clínica em regime ambulatório ou em casa por um enfermeiro.</p>
<p>No passado, usava-se terapia intravenosa a longo prazo para tratar sintomas crónicos da doença, mas hoje a maior parte dos médicos desaconselha esta via.</p>
<p>Outros tratamentos médicos dependem dos sintomas. Por exemplo, a artrite resultante da doença de Lyme reage geralmente à aspirina, ao ibuprofeno e a outros anti-inflamatórios não-esteróides.</p>
<p>Os doentes com certos tipos de arritmias cardíacas podem ser tratados com medicamentos específicos; em alguns casos, pode ser necessário um pacemaker. A inflamação nos olhos é tratada com antibiótico em gotas oftálmicas e podem ser receitados antidepressivos.</p>
<p>Têm vindo a ser testadas vacinas contra a doença de Lyme. Se se revelarem eficazes, a doença passará a ser evitável.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://vidadequalidade.org/o-que-e-a-doenca-de-meniere/" title="O que é a Doença de Ménière" rel="follow" target="_self"><i>Medicinas alternativas</i></a></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Fisioterapia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um fisioterapeuta pode sugerir <i>exercícios</i> que mantenham a função e a mobilidade das articulações sem no entanto causarem lesões. Um terapeuta ocupacional pode ensinar novas formas de executar as tarefas diárias, de forma a minimizar a dor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">T&#8217;ai chi </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os movimentos do t&#8217;ai chi ajudam a manter a flexibilidade e proporcionam uma sensação de qualidade-de-vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Tratamento em casa </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento ideal consiste em prevenir a doença de Lyme, evitando picadas de carraças. Quando andar por áreas infestadas de carraças, use vestuário de cor clara, onde as carraças são mais visíveis, e pulverize-o com permetrina. Aplique um repelente de insectos adequado sobre a pele exposta. (Consulte o seu médico antes de usar repelente numa criança pequena, pois pode provocar convulsões.) Além disso, tente evitar andar em sítios onde haja mato e folhas em decomposição.</p>
<p>Tome um duche logo que possível depois de ter andado numa área onde se sabe haver carraças e em seguida examine-se com cuidado. </p>
<p>Se encontrar uma carraça presa ao corpo, retire-a imediatamente, pegando-lhe com uma pinça o mais próximo da pele possível e aperiando-a ao de leve. Quanto mais cedo for removida, menor será o risco de transmissão da infecção. Coloque a carraça num recipiente fechado para que possa ser examinada se você vier a apresentar quaisquer sintomas.</p>
<p>Se tem gatos ou cães em casa, certifique-se de que todos têm coleiras anti-carraças e escove os animais de estimação com regularidade para eliminar quaisquer carraças.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Outras causas de sintomas de doença de Lyme</h2>
<p>Os sintomas de artrite, semelhantes aos da doença de Lyme, podem ser provocados por artrite reumatóide, lúpus e síndroma de Reiter, um tipo de artrite infecciosa. Os sintomas neurológicos podem ser devidos a encefalite e outras infecções do sistema nervoso central. A <i>depressão</i> e a síndroma da fadiga crónica também podem ser confundidas com a doença de Lyme.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Doença de Paget do Osso</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 14:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
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										</div>A doença de Paget do osso é um problema crónico em que se verifica uma alteração do metabolismo ósseo. Em vez de um processo normal e constante de produção e substituição de tecido ósseo, dá-se uma perda rápida, ou reabsorção, de cálcio e de outros minerais ósseos. A medula é então substituída por tecido fibroso [...]]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;">A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-de-paget" title="" rel="nofollow" target="_self">doença de Paget</a> do osso é um problema crónico em que se verifica uma alteração do <a href="http://vidadequalidade.org/doencas-do-metabolismo/" title="Doenças do metabolismo" rel="follow" target="_self">metabolismo</a> ósseo. Em vez de um processo normal e constante de produção e substituição de tecido ósseo, dá-se uma perda rápida, ou reabsorção, de cálcio e de outros minerais ósseos. A medula é então substituída por tecido fibroso e há uma proliferação de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/vasos-sanguineos" title="" rel="nofollow" target="_self">vasos sanguíneos</a>, de crescimento muitas vezes rápido e caótico. O osso novo tem uma estrutura anormal, sendo menos compacto e contendo mais <a href="http://vidadequalidade.org/tag/vasos-sanguineos" title="" rel="nofollow" target="_self">vasos sanguíneos</a> do que o osso normal. Como resultado, os ossos afectados podem, com o tempo, engrossar e ficar tão fracos que fracturam espontaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;"> A doença pode existir durante anos sem produzir sintomas óbvios, pelo que a sua incidência é difícil de calcular. Contudo, os especialistas calculam que cerca de 3% das pessoas com mais de 40 anos sofrem, em alguma medida, da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-de-paget" title="" rel="nofollow" target="_self">doença de Paget</a> do osso. A incidência é proporcionalmente maior entre as pessoas mais idosas.</p>
<p style="text-align: justify;"> A doença de Paget do osso, quando afecta as ancas, pode ser tratada cirurgicamente através da substituição das articulações lesadas por peças artificiais.</p>
<p style="text-align: justify;">A causa da doença de Paget ainda é desconhecida, mas têm sido indicados uma predisposição genética e um factor viral. Entre possíveis factores virais, contam-se o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/virus-respiratorio-sincicial" title="" rel="nofollow" target="_self">vírus respiratório sincicial</a>, um microrganismo que pode causar bronquite e pneumonia, e o vírus do sarampo. Além disso, uma associação entre o facto de se ter um cão em casa e a doença de Paget, numa determinada região de Inglaterra, levou alguns investigadores a especularem sobre o possível envolvimento de um vírus que se encontra nos cães.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas variam consoante o local afectado, mas a dor nos ossos é um sintoma comum. Os ossos atingidos com maior frequência são a tíbia, o fémur, o ilíaco, as vértebras e o crânio. Em casos graves, os ossos da coxa ficam tão fracos que se dobram para fora, e as tíbias, para a frente. Noutros casos, a cabeça torna-se visivelmente maior. Se houver deformação dos ossos das pernas e ancas, a dor na região lombar pode irradiar para as nádegas e pernas e dificultar a marcha. As alterações ósseas que afectem o ouvido interno podem produzir surdez; as dores faciais e de cabeça também são vulgares.</p>
<p style="text-align: justify;">A proliferação de vasos sanguíneos nos ossos afectados pela doença aumenta o fluxo de sangue para as extremidades, que podem apresentar-se invulgarmente quentes ao tacto. Se a doença afectar mais de um terço do esqueleto, o coração terá de bombear com mais força para satisfazer as necessidades dos vasos sanguíneos adicionais, o que pode vir a provocar insuficiência cardíaca. Em certos casos, verificam-se deformações graves da coluna vertebral, com compressão da medula espinal e sintomas neurológicos, como dormência ou paralisia de um membro.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Diagnóstico e exames complementares</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A doença de Paget do osso é detectada com frequência quando uma radiografia tirada com qualquer outro objectivo revela o característico padrão em mosaico do tecido ósseo. Noutros casos, a investigação sobre a perda de audição, dor no nervo facial ou outros sintomas aparentemente não relacionados com os ossos pode levar à descoberta da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Análises de sangue e de urina também fornecem pistas sobre o <a href="http://vidadequalidade.org/saber-lidar-com-a-hereditariedade/" title="Saber lidar com a Hereditariedade" rel="follow" target="_self">metabolismo</a> ósseo deficiente. O diagnóstico é confirmado por meio de tomografia dos ossos com injecção de uma substância radioactiva. Podem fazer-se exames adicionais para eliminar a hipótese de sarcoma, um tipo de cancro dos ossos que é uma complicação possível da doença de Paget do osso. Um electrocardiograma e outros exames ao coração podem revelar um esforço cardíaco superior ao normal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tratamentos médicos</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Terapias medicamentosas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a doença de Paget é assintomática, o tratamento é desnecessário. Se a dor for o principal problema, grandes doses de aspirina aliviam e parecem suprimir a doença. Obtêm-se resultados semelhantes com outros <a href="http://vidadequalidade.org/tag/anti-inflamatorios" title="" rel="nofollow" target="_self">anti-inflamatórios</a> não&#8211;steróides, sobretudo indometacina.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esteróides, como a prednisona, também eliminam a doença, mas como têm de ser dados em doses elevadas, podem ter efeitos secundários graves, incluindo enfraquecimento do sistema imunitário, não são recomendados, excepto como tratamento de curta duração. Receita-se por vezes uma substância específica para a doença de Paget do osso, o etidronato, para diminuir a velocidade de destruição e reconstrução do tecido ósseo. Injecções de calcitonina, uma hormona da tifóide, diminuem a reabsorção de osso decomposto pelo organismo. Uma terapia prolongada de calcitonina pode reduzir a dor óssea e estabilizar a função cardíaca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Tratamento cirúrgico</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser recomendada uma osteotomía para corrigir uma deformidade incapacitante dos ossos das pernas ou a substituição total das ancas, se a doença tiver provocado graves lesões a essas articulações.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><i>Medicinas alternativas</i></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Meditação e auto-hipnose</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estas e outras técnicas de relaxamento podem ser úteis no alívio da dor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Fisioterapia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O doente deve ter um nível adequado de actividade física para promover o metabolismo ósseo correcto e manter a mobilidade. Os fisioterapeutas podem dar orientações sobre um programa de exercício e recomendar o uso de canadianas e outros dispositivos de protecção, de forma a evitar fracturas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">T&#8217;ai chi</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estes movimentos suaves são especialmente apropriados para doentes com ossos fragilizados. Alguns tipos de terapia pela dança podem ser benéficos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Tratamento em casa</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Evite repouso prolongado na cama, que acelera a perda e a reabsorção óssea. Se o seu médico receitar doses elevadas de aspirina ou de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/anti-inflamatorios" title="" rel="nofollow" target="_self">anti-inflamatórios</a> não-esteróides, certifique-se de que toma os medicamentos com alimentos, a fim de minimizar os distúrbios de estômago.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Outras causas de sintomas ósseos</h2>
<p style="text-align: justify;">A osteoporose produz alterações e dores ósseas semelhantes a alguns aspectos da doença de Paget.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Ansiedade, Stress e Depressão</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 09:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Ansiedade generalizada]]></category>
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		<category><![CDATA[depressão e ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[stress]]></category>

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Tanto a ansiedade como a depressão são frequentemente tratadas da mesma maneira, o que pode explicar o por quê dos dois distúrbios serem confundidos. Frequentemente é utilizada medicação antidepressiva, para a ansiedade, enquanto a terapia comportamental, com frequência, ajuda as pessoas a superar ambas as condições...]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;">O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/stress" title="" rel="nofollow" target="_self">stress</a> rodeia-nos. Tornou-se parte da vida diária. Mas ao longo do tempo, os seus efeitos podem-se tornar cansativos, tanto a nível mental como físico. O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/stress" title="" rel="nofollow" target="_self">stress</a> torna-se um problema, quando você se sente oprimido/a pelos seus desafios. Embora isto seja difícil de definir, não significa que esteja tudo na sua cabeça. Uma pesquisa descobriu que podem ocorrer significativas mudanças biológicas, no corpo, durante períodos de stress. Longos períodos de stress podem causar mudanças destrutivas no corpo, como <i>depressão</i> e um sistema imunitário debilitado, o que pode eventualmente levar a <i>doenças</i> cardíacas, cancro e derrame. Se, se sentir stressado/a, pode estar na altura de procurar algum alívio. Pesquise sobre o stress: como identificá-lo e como encontrar alívio.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Algum grau de ansiedade é perfeitamente normal. Todos nós experimentamos situações que nos causam medo e apreensão. No entanto, existem pessoas que se sentem ansiosas, mesmo quando não há nenhuma causa discernível. Nestes casos, a ansiedade torna-se esmagadora e pode interferir com as tarefas do dia-a-dia. As pessoas que regularmente têm um nível de ansiedade debilitante, sofrem do transtorno de ansiedade.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><i>Depressão</i></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/07/anxiedade-como-uma-curtina-preta.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7640" title="anxiedade, como uma curtina preta" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/07/anxiedade-como-uma-curtina-preta.jpg" alt="anxiedade, como uma curtina preta" width="205" height="185" /></a>Algumas pessoas descrevem a <i>depressão</i> como uma, pesada, cortina preta de desespero que envolve as suas vidas. A <i>depressão</i> afecta a sua vida, assim como as vidas daqueles ao seu redor. Pode perturbar gravemente o seu funcionamento como pessoa, a forma de comer, de dormir e de conviver com os outros. Embora a maioria das pessoas que sofrem de <i>depressão</i> pensem que sofrem sozinhos, cerca de 20% da população americana sofre de <i>depressão</i>. A <i>depressão</i> é uma doença, e como qualquer outra doença pode ser tratada e gerida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A ligação entre a <i>depressão</i> e a ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Os transtornos da <i>depressão</i> e da ansiedade não são os mesmos, embora à primeira vista pareçam muito semelhantes. A <i>depressão</i> gera emoções como o desespero, desesperança e raiva. Os níveis de energia são geralmente muito baixos e as pessoas deprimidas (muitas vezes) sentem-se sobrecarregadas pelas tarefas do dia-a-dia e relacionamentos pessoais, tão essenciais à vida. Uma pessoa com transtorno de ansiedade, no entanto, sente pânico, medo ou ansiedade em situações onde a maioria das pessoas não se sentem ansiosas ou ameaçadas. O doente pode sentir pânico súbito ou ataques de ansiedade sem saber o que desencadeou essa situação e pode viver com uma preocupação ou ansiedade constante. Sem tratamento, tais distúrbios podem restringir a capacidade da pessoa trabalhar, manter relações, ou mesmo de sair de casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto a ansiedade como a <i>depressão</i> são frequentemente tratadas da mesma maneira, o que pode explicar o por quê dos dois distúrbios serem confundidos. Frequentemente é utilizada medicação antidepressiva, para a ansiedade, enquanto a terapia comportamental, com frequência, ajuda as pessoas a superar ambas as condições.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por que é que a <i>depressão</i> e a ansiedade estão ligadas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Embora ninguém saiba exactamente por quê, um grande número de depressões é acompanhado de ansiedade. Num estudo, 85 % das pessoas com <i>depressão</i> grave, também foram diagnosticados com transtorno de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ansiedade-generalizada" title="" rel="nofollow" target="_self">ansiedade generalizada</a>, enquanto 35 % tinham sintomas de transtorno do pânico. Outros transtornos de ansiedade incluem transtorno obsessivo-compulsivo e pós-traumático (TEPT). A ansiedade e a <i>depressão</i> andam de mãos dadas, por isso, são ditas serem, os gémeos fraternos dos transtornos de humor.<br />
Acredita-se ser causado em parte por um mau funcionamento da química do cérebro, a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ansiedade-generalizada" title="" rel="nofollow" target="_self">ansiedade generalizada</a> não é a apreensão normal que se sente antes de fazer um exame ou enquanto se aguarda o resultado de uma biopsia. Uma pessoa com um transtorno de ansiedade sofre com o que o presidente Franklin Roosevelt chamou de &#8220;o próprio medo.&#8221; Por uma razão que só é parcialmente conhecida, o mecanismo do cérebro, de luta ou fuga, é activado, mesmo quando não existe ameaça real. Estar cronicamente ansioso é como ser perseguido por um tigre imaginário. A sensação de estar em perigo nunca vai embora.<br />
&#8220;Ainda mais do que a <i>depressão</i> era a minha ansiedade e agitação que se tornaram a definição dos sintomas da minha doença. Como crises epilépticas, uma série de ataques de ansiedade frenética que desciam sobre mim sem aviso prévio. Meu corpo estava possuído por uma força demoníaca, caótica, que levava à minha agitação, que violentamente batia no peito ou na minha cabeça. Esta autoflagelação parecia fornecer uma saída física para o meu tormento invisível, como se eu estivesse a deixar sair vapor de uma panela de pressão.&#8221;<br />
Douglas Bloch, MA, autor de &#8220;Cura da <i>depressão</i>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Estar ansioso e deprimido ao mesmo tempo é um tremendo desafio. Os médicos têm observado que quando a ansiedade ocorre &#8220;morbidamente&#8221; com a <i>depressão</i>, os sintomas de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/depressao-ansiedade" title="" rel="nofollow" target="_self"><i>depressão</i> e ansiedade</a> são mais graves quando comparados com aqueles que ocorrem de forma independente. Além disso, os sintomas da <i>depressão</i> levam mais tempo a resolver, tornando a doença mais crónica e mais resistente ao tratamento. Finalmente, a <i>depressão</i> agravada pela ansiedade tem uma taxa de suicídio muito maior do que a <i>depressão</i> por ela própria. (Num estudo, 92 % dos pacientes deprimidos que tentaram o suicídio, também estavam atormentados pela ansiedade grave.) Como o álcool e barbitúricos, a <i>depressão</i> e a ansiedade são uma combinação mortal quando o paciente as tem em conjunto.<br />
Infelizmente, mais de 60 % dos casos de <i>depressão</i> grave são acompanhados por vários níveis de sentimentos e comportamentos de ansiedade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A relação entre a <i>depressão</i> e a ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Embora a <i>depressão</i> seja (muitas vezes) considerada como um estado &#8220;de baixa energia&#8221;, o oposto também é verdade.<br />
No interior, a pessoa deprimida (muitas vezes) experimenta muita ansiedade. Isso pode levar a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ataques-de-panico" title="" rel="nofollow" target="_self">ataques de pânico</a>.<br />
Ter <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ataques-de-panico" title="" rel="nofollow" target="_self">ataques de pânico</a> pode ser algo deprimente. Qualquer falta de controlo sobre as nossas próprias vidas, pode contribuir para a <i>depressão</i>.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Aqui estão algumas técnicas que são comummente usadas ​​para tratar a ansiedade leve e grave.</h2>
<h3 style="text-align: justify;">1. Medicamentos</h3>
<p style="text-align: justify;">. Os medicamentos mais frequentemente usados ​​para tratar a ansiedade são, uma classe de medicamentos conhecidos como benzodiazepínicos (também chamados de &#8220;tranquilizantes menores&#8221;). Estes incluem Xanax, Ativan e Klonopin. O principal problema com estas substâncias é o seu potencial para a tolerância, dependência física e a probabilidade de recorrência de sintomas de ansiedade e de pânico quando a medicação é interrompida. Por isso, são mais utilizados para o tratamento da ansiedade e do pânico (de curto prazo). A ansiedade é frequentemente associada com transtornos depressivos, por isso, é essencial tratar a <i>depressão</i> subjacente juntamente com o transtorno de ansiedade. Quando a <i>depressão</i> é curada, os sintomas de ansiedade, muitas vezes, diminuem. Para algumas pessoas, a erva Kava (uma das alternativas naturais para Prozac), proporciona alívio da ansiedade sem o problema de viciar.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. <i>Exercícios</i> e técnicas de relaxamento</h3>
<p style="text-align: justify;">. Porque a ansiedade tem, claramente, um componente físico (principalmente quando se manifesta como um ataque de pânico), as técnicas de relaxamento do corpo são uma parte importante do plano de tratamento. Estes incluem a respiração abdominal, relaxamento muscular progressivo (relaxar grupos musculares do corpo) e bio feedback. Pode aprender estas práticas a partir de qualquer profissional de saúde mental que ensina relaxamento ou redução do stress. O exercício regular também tem um impacto directo em várias condições fisiológicas que fundamentam a ansiedade. O exercício reduz a tensão do músculo-esquelético, metaboliza o excesso de adrenalina e tiroxina no sangue (substâncias químicas que mantêm o doente num estado de excitação) e descarrega a frustração e raiva reprimida.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Terapia cognitiva-comportamental</h3>
<p style="text-align: justify;">. A terapia cognitiva-comportamental é uma psicoterapia que o ajuda a alterar o seu estado e crença equivocada de ansiedade e que produz mensagens de ansiedade. Por exemplo, dizer para si mesmo: &#8220;E se, eu tiver um ataque de ansiedade quando estiver a conduzir para casa?&#8221;. Fará com que seja mais provável que isso ocorra. Superar pensamentos negativos envolve a criação de frases positivas, tais como:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Posso sentir ansiedade mas, mesmo assim posso conduzir &#8220;, ou &#8220;Eu posso lidar com isto.&#8221; O que muitas vezes subjaz à nossa ‘fala negativa’ é um conjunto de crenças negativas de nós próprios e do mundo. Exemplos de tais crenças erradas são: &#8220;Eu sou impotente&#8221;, &#8220;A vida é perigosa&#8221;, e &#8220;Não devo mostrar os meus sentimentos.&#8221; Substituir estas crenças com as verdades pode ajudar a curar as raízes da ansiedade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Monitoramento dieta e nutrição.</h3>
<p style="text-align: justify;">Estimulantes como a cafeína e a nicotina podem agravar a ansiedade e deixar o paciente mais propenso a ataques de ansiedade e de pânico. Outros factores dietéticos, como o açúcar, determinados aditivos alimentares e sensibilidades aos alimentos, podem fazer com que algumas pessoas se sintam ansiosas. Uma consulta com um médico nutricionista ou terapeuta pode ajudá-lo a identificar e a eliminar possíveis substâncias ofensivas, da sua dieta e também o pode ajudar a procurar suplementos de ervas (por exemplo, GABA, kava, B vitaminas, chás de camomila e valeriana), que são conhecidos, para acalmar o sistema nervoso. Se sofre de um transtorno de ansiedade grave, deve procurar um médico especializado, no tratamento da ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A <i>depressão</i> é um estado de espírito que se caracteriza por um sentido negativo de inadequação e falta de actividade. É um estado mental em que a pessoa experimenta sentimentos de tristeza e crises de humor, que podem ser relativamente transitórios ou devido a algo mais complexo. O comportamento comum inclui sentimentos de tristeza, desespero, baixa <i>auto-estima</i>, auto-recriminação e desânimo.<br />
A <i>depressão</i> é um transtorno mental que inclui alteração do humor, que pode ocorrer diariamente associada à diminuição do interesse ou prazer na maioria ou em todas as actividades. A <i>depressão</i> é como uma árvore que tem muitas raízes!<br />
A chave para a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/recuperacao-da-depressao" title="" rel="nofollow" target="_self">recuperação da <i>depressão</i></a> é, aproveitar qualquer recurso de energia que tem. Comece com pequenas metas. Pode não ter muita energia, mas provavelmente terá energia suficiente para dar um passeio ou pegar o telefone para ligar a um amigo. Viva a sua recuperação, dia-a-dia, seja paciente e recompense-se a si próprio/a, por cada realização.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>O que é a Doença de Ménière</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 11:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
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										</div>A doença de Ménière é uma doença do ouvido interno. Uma crise começa habitualmente por zumbidos nos ouvidos e por uma sensação de plenitude ou pressão num ou em ambos os ouvidos. Em seguida, surgem vertigens, náuseas, vómitos e perda de audição, sobretudo se os episódios forem prolongados e frequentes. As crises podem ser incapacitantes, [...]]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;">A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-de-meniere" title="" rel="nofollow" target="_self">doença de Ménière</a> é uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-do-ouvido-interno" title="" rel="nofollow" target="_self">doença do ouvido interno</a>. Uma crise começa habitualmente por zumbidos nos ouvidos e por uma sensação de plenitude ou pressão num ou em ambos os ouvidos. Em seguida, surgem <a href="http://vidadequalidade.org/tag/vertigens" title="" rel="nofollow" target="_self">vertigens</a>, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/nauseas" title="" rel="nofollow" target="_self">náuseas</a>, vómitos e perda de audição, sobretudo se os episódios forem prolongados e frequentes. As crises podem ser incapacitantes, durando desde várias horas a vários dias e recorrendo com frequência variável.</p>
<p style="text-align: justify;">As crises são provocadas por um aumento do líquido no labirinto (ouvido interno), de que resulta aumento da pressão e perda de equilíbrio. A causa subjacente da doença é desconhecida. A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-de-meniere" title="" rel="nofollow" target="_self">doença de Ménière</a> surge, em regra, na meia-idade e afecta igualmente homens e mulheres.</p>
<h2>Diagnóstico e exames complementares</h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico começa por um exame físico completo, incluindo um exame cuidadoso dos ouvidos e exames audiométricos. Pode ser recomendado ao doente que diminua a ingestão de líquidos ou que tome um diurético para reduzir o volume de líquidos orgânicos antes de fazer provas de audição.</p>
<p style="text-align: justify;">Num outro procedimento, os ouvidos são irrigados com água quente e fria, o que provoca uma sensação de vertigem e movimentos oculares cujo estudo orienta para o diagnóstico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tratamentos médicos</h2>
<p style="text-align: justify;">Os tratamentos com medicamentos não curam a doença de Ménière, mas tomar um diurético para eliminar os líquidos em excesso pode ajudar a evitar crises. Para aliviar uma crise, o médico pode receitar:</p>
<ul>
<li>Anti-histamínicos, como difenhidramina, meclizina ou ciclizina, que podem aliviar as <a href="http://vidadequalidade.org/tag/vertigens" title="" rel="nofollow" target="_self">vertigens</a>. Tranquilizantes como diazepam podem ter um efeito semelhante.</li>
<li>Antieméticos, como dimenhidrinato ou escopolamina, para aliviar <a href="http://vidadequalidade.org/tag/nauseas" title="" rel="nofollow" target="_self">náuseas</a> e vómitos.</li>
<li>Esteróicles, como a prednisona, caso o médico suspeite de uma doença de auto-imunidade. Como durante uma crise pode ser impossível ao doente tomar seja o que for por via oral, estes medicamentos podem ser administrados sob a forma de penso transcutâneo, supositório ou injecção.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pode ser recomendada cirurgia se as crises forem incapacitantes. O procedimento mais simples consiste na abertura de um orifício no osso do ouvido médio até ao labirinto para libertar o líquido em excesso. A secção de um nervo no sistema vestibular do ouvido pode aliviar as vertigens e geralmente não prejudica a audição. Contudo, se a perda total de audição já tiver ocorrido, pode ser recomendada a remoção total do labirinto a fim de eliminar as vertigens.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://vidadequalidade.org/tag/medicinas-alternativas" title="" rel="nofollow" target="_self"><i>Medicinas alternativas</i></a></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Acupunctura</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, uma única sessão é suficiente para aliviar os sintomas; uma série de tratamentos pode reduzir a frequência das crises.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Fitoterapia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diz-se que o chá de gengibre alivia náuseas e tonturas. A gilbardeira e a betónica, em extracto ou cápsulas, também podem ajudar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Terapia pela nutrição</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um regime alimentar com baixo teor de sal pode reduzir os líquidos orgânicos em excesso, o que pode, por sua vez, reduzir a frequência e intensidade das crises. A cafeína, o álcool e o chocolate podem agravar os sintomas, devendo por isso ser evitados. Algumas pessoas melhoraram reduzindo a ingestão de gorduras a menos de 10% do total de calorias e aumentando o consumo de legumes e fruta frescos e cereais integrais. Podem registar-se melhoras ao fim de duas a três semanas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Tratamento em casa</span></strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante uma crise, o doente deve ficar deitado na cama num quarto às escuras, tão quieto quanto possível. Pode beber pequenos goles de ginger ale depois de tirar o gás para aliviar as náuseas e a secura da boca.</p>
<p style="text-align: justify;">É extremamente importante proteger de qualquer lesão adicional as estruturas ciliares do ouvido interno, que são essenciais para a audição. Use tampões de ouvidos quando se encontrar num ambiente ruidoso ou quando utilizar equipamento ou aparelhos ruidosos, incluindo aspirador e secador de cabelo. Se o seu trabalho obriga á utilização de martelo pneumático ou outra máquina ruidosa, use protectores apropriados. Não utilize qualquer dispositivo que envie som directamente para ouvidos através de auscultadores.</p>
<h2>Outras causas de vertigens e perda de audição</h2>
<p style="text-align: justify;">As vertigens também podem resultar de infecção do ouvido interno, enjoo do movimento, rinite alérgica, doses elevadas de aspirina e outros fármacos que afectam o ouvido interno, uma pancada na cabeça, um distúrbio vascular no cérebro ou, em casos mais raros, esclerose múltipla. A perda de audição também pode ser provocada por um tumor cerebral, acidente vascular cerebral, traumatismo, infecção virai ou lesão de um nervo.</p>


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		<title>Tratamentos para Infertilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 08:35:00 +0000</pubDate>
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											</iframe>
										</div><p style="text-align: justify;">Após a correcta avaliação clínica e laboratorial de um casal &#8211; e considerando também aspectos tão importantes como a idade da mulher, o tempo de infertilidade e os antecedentes pessoais e familiares, havendo uma perspectiva minimamente consistente de sucesso através de uma metodologia mais simples, mais fisiológica e menos intervencionista, deverá ser esta a eleita para uma primeira abordagem terapêutica.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma mais simples da intervenção terapêutica é a Estimulação da Ovulação, em que a doente é submetida a uma estimulação hormonal suave dos ovários, normalmente com a hormona folículo-estimulante (FSH), através de injecções subcutâneas (permitem uma aprendizagem fácil, de tal modo que, frequentemente, é a própria senhora ou o marido que fazem a respectiva aplicação, o que tem a vantagem de proporcionar uma desejável autonomia). A resposta dos ovários a esta estimulação hormonal deve ser controlada, nomeadamente por ecografia (monitorização ecográfica), de modo a ajustar a dosagem do medicamento e a definir o dia em que irá ocorrer a ovulação, o que permitirá esclarecer o casal relativamente aos períodos mais indicados para terem relações sexuais. O número de ciclos em que é correcto proceder a este método é variável, dependendo da resposta ovárica obtida e dos muitos factores que envolvem a infertilidade do casal, podendo ser tão correcto fazer apenas uma estimulação, como ir até às seis, sendo o limite definido individualmente, em cada caso concreto. Se a indução da ovulação não permitir alcançar a gravidez, ou se o estudo realizado ao casal não legitimar a tentativa de resolver o problema da forma mais simples, estará indicado o recurso à Reprodução Medicamente Assistida: <a href="http://vidadequalidade.org/tag/inseminacao-artificial" title="" rel="nofollow" target="_self">inseminação artificial</a> intra-uterina, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/fertilizacao-in-vitro" title="" rel="nofollow" target="_self">fertilização in vitro</a> e <a href="http://vidadequalidade.org/tag/fertilizacao-in-vitro" title="" rel="nofollow" target="_self">fertilização in vitro</a> com microinjecção intracitoplasmática. A escolha da técnica a realizar tem também em conta os princípios gerais já enunciados, o que significa que, sempre que a probabilidade de sucesso seja minimamente consistente, a inseminação intra-uterina será o primeiro patamar a percorrer. As técnicas mais intervencionistas &#8211; a fertilização in vitro e a microinjecção intracitoplasmática -deverão situar-se no limite da intervenção médica: apenas quando os métodos mais simples não resolveram o problema, ou se do estudo realizado ao casal resultou a conclusão de que a sua aplicação é a única atitude medicamente correcta face à gravidade dos factores de infertilidade presentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Um breve olhar histórico conduz-nos a 1770 (Londres), quando John Hunter realizou a primeira <a href="http://vidadequalidade.org/tag/inseminacao-artificial" title="" rel="nofollow" target="_self">inseminação artificial</a> intraconjugal, e a 1884 (Filadélfia), altura em que Pancoast iniciou a prática da inseminação artificial com esperma de dador. Estes métodos, de carácter rudimentar porque traduziram apenas uma manipulação do esperma total e não dos espermatozóides, deram origem à metodologia contemporânea, em que é realizada a lavagem e a capacitação dos espermatozóides, com a sua posterior introdução na cavidade uterina -Inseminação Artificial Intra-uterina. A inseminação intraconjugal tem indicações ainda indiscutivelmente actuais: malformações do pénis, impotência, vaginismo, ejaculação retrógrada, volume de esperma muito reduzido, alterações moderadas do número, da morfologia e da motilidade dos espermatozóides, formação de anticorpos antiespermatozóides, muco cervical hostil e infertilidade de causa desconhecida.</p>
<p style="text-align: justify;">A perspectiva de sucesso da inseminação artificial é de 10%-15% por ciclo, probabilidade que não constitui mais do que um valor de referência, já que é inevitavelmente influenciada pela individualidade de cada situação de infertilidade conjugal.<br />
Esta individualidade obriga a que o limite máximo de ciclos a realizar deverá ser definido individualmente, rondando os três-quatro.<br />
A taxa de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/gravidez-gemelar" title="" rel="nofollow" target="_self">gravidez gemelar</a> não ultrapassa, normalmente, os 10%-15%. A gravidez tripla é rara (inferior a 1%). A definição do dia em que se deve realizar a inseminação intra-uterina resulta da mesma metodologia referida para a estimulação da ovulação, nomeadamente a monitorização ecográfica. No dia em que ocorrer a ovulação, o marido deverá fazer uma colheita de esperma para, após a respectiva preparação, os espermatozóides serem colocados na cavidade uterina. Esta introdução é realizada com uma sonda (cateter) fina, tem uma curta duração e é indolor, não requerendo qualquer sedação. As senhoras permanecem deitadas cerca de meia hora, após o que podem regressar à sua actividade normal, habitualmente medicadas com uma progesterona (de aplicação intravaginal), para além do ácido fólico.</p>
<p style="text-align: justify;">Passadas cerca de três semanas, se a menstruação não tiver ocorrido, deve ser recolhida uma amostra de urina para realizar um teste de gravidez. A inseminação artificial com espermatozóides de dador tem actualmente indicações muito mais restritas do que até meados da década de 90, uma vez que um enorme número de situações que conduziam à sua aplicação, como a azoospermia de causa obstrutiva, muitas das azoospermias secretoras (em que a ausência de espermatozóides no esperma não tem como causa uma obstrução à sua passagem mas uma patologia que atinge os testículos) e as anomalias graves ou muito graves do número, da morfologia e da motilidade dos espermatozóides, tem, desde então, uma consistente via de solução através da microinjecção intracitoplasmática. As actuais indicações da inseminação artificial com espermatozóides de dador circunscrevem-se fundamentalmente às azoospermias secretoras (quando a biopsia testicular múltipla não permitiu encontrar espermatozóides ou espermatídeos &#8211; células que, após diferenciação, dão origem aos espermatozóides), às <i>doenças</i> génicas (para as quais não é possível fazer diagnóstico genético pré-implantação ou diagnóstico pré-natal) e às situações de azoospermia consequentes ao tratamento cirúrgico, citostático ou com radiações ionizantes de neoplasias malignas, em que não foi realizada previamente crioconservação do esperma em azoto líquido. A grande motivação da Fertilização In Vitro (FIV) foi ultrapassar a impossibilidade de engravidar devido à obstrução ou à ausência bilateral das trompas. Rapidamente, a prática da FIV estendeu-se a outras indicações de carácter ginecológico, incluindo a insuficiência ovárica prematura (&#8220;menopausa precoce&#8221;) -em que a única solução médica para a resolução da infertilidade é a doação de ovócitos com a consequente fertilização in vitro &#8211; e também a situações em que a infertilidade era causada por alterações moderadas do número, da morfologia ou da motilidade dos espermatozóides. Todavia, esta técnica não demonstrou capacidade para resolver os numerosíssimos casos em que estas alterações assumiam um carácter de significativa gravidade. Neste contexto de incapacidade, surgiu a Microinjecção Intracitoplasmática -injecção, sob controlo microscópico, de um único espermatozóide no interior do ovócito (ICSI: Intracytoplasmic Sperm Injection) -, que tem proporcionado a resolução de muitas situações de:</p>
<ul>
<li> Anomalias graves ou muito graves do número, da morfologia ou da motilidade dos espermatozóides.</li>
<li> Fertilização in vitro anterior com uma taxa de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/fecundacao" title="" rel="nofollow" target="_self">fecundação</a> nula ou muito baixa.</li>
<li> Alterações morfológicas dos ovócitos, concretamente ao nível da zona pelúcida (revestimento do ovócito).</li>
<li> Azoospermia obstrutiva.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A colheita dos espermatozóides é feita por biopsia testicular ou por aspiração com uma agulha &#8211; realizada ao nível dos epidídimos (&#8220;novelos&#8221; de tubos que se encontram à saída dos testículos) ou dos testículos.<br />
A biopsia testicular é realizada com anestesia local. E, em regra, bem tolerada, demorando cerca de 20 minutos por testículo. Em caso de hipersensibilidade do doente, é possível recorrer a uma sedação (necessária muito raramente).<br />
Os fragmentos de tecido, de 1-2 mm, são colhidos em zonas diferentes do testículo e imediatamente observados ao microscópio, terminando a biopsia mal se encontrem espermatozóides ou espermatídeos. O potencial fecundante dos espermatozóides congelados, obtidos directamente dos testículos ou dos epidídimos, faz com que a sua crioconservação, em azoto líquido, seja uma prática de rotina para uma eventual utilização posterior. A repetição da biopsia testicular antes de decorridos seis meses pode diminuir a possibilidade de colheita dos espermatozóides e aumenta o risco de desvascularizar de forma permanente algumas áreas testiculares. &#8211; Azoospermia secretora. Os doentes com azoospermia secretora, identificada por biopsia testicular diagnostica, podem ser submetidos a uma biopsia testicular bilateral múltipla, com o objectivo de encontrar um ou mais focos de espermatídeos ou de espermatozóides. De facto, são muitas as situações em que, após uma primeira biopsia testicular de diagnóstico, em que a retirada de dois ou três fragmentos de testículo não permitiu encontrar qualquer espermatídeo ou espermatozóide, a realização posterior de uma biopsia testicular com a colheita de múltiplos pequenos fragmentos (o número é variável, nomeadamente em função do volume testicular, podendo atingir 15 ou mais fragmentos em cada testículo) pode permitir a obtenção de espermatídeos ou espermatozóides. Esta frequente não-coincidência entre estas duas biópsias tem como justificação o facto de a massa testicular não ser invariavelmente homogénea no seu conteúdo, podendo a maioria do testículo ser um deserto relativamente às células germinativas mas existirem focos de produção destas células no tecido restante.</p>
<p style="text-align: justify;">E importante referir que, apesar de os estudos clínico, imagiológico, hormonal e genético constituírem elementos de grande relevo na avaliação global da azoospermia, a &#8220;prova-dos-nove&#8221; continua a ser a biopsia testicular. O conhecimento rigoroso desta realidade e a persistência, imprescindível para uma pesquisa que pode durar muitas horas, têm permitido encontrar espermatozóides em casos anteriormente declarados como &#8220;impossíveis&#8221;, como é exemplo a síndrome de Klinefelter (cariótipo 47,XXY, quase sempre com azoospermia), em que esta pesquisa tem sucesso em cerca de 40% dos casos. Apesar de todo este potencial, a azoospermia secretora está associada a um risco significativo de não se encontrarem espermatídeos ou espermatozóides na biopsia testicular múltipla, pelo que os casais são esclarecidos sobre a alternativa da inseminação artificial ou fertilização in vitro com espermatozóides de dador.</p>
<h2>-	Ejaculação retrógrada.</h2>
<p style="text-align: justify;">Nestes casos, o esperma não se exterioriza mas vai para a bexiga; os espermatozóides são recolhidos na urina, através de micção após masturbação.</p>
<h2>-	Anejaculação.</h2>
<p style="text-align: justify;">A ausência de ejaculação pode ser de causa psicogénica ou por lesão da medula (caso dos paraplégicos) ou dos nervos periféricos pélvicos, em consequência de uma cirurgia oncológica ou de <i>doenças</i> neurodegenerativas e neurovasculares (ex: diabetes).<br />
A colheita do esperma pode ser feita por estimulação eléctrica da ejaculação, através de uma sonda endo-rectal. Todavia, a qualidade dos espermatozóides obtidos com estimulação eléctrica endo-rectal é, em regra, baixa, com alterações graves ou muito graves do número, da morfologia ou da motilidade, devido à própria electroejaculação ou à doença subjacente, não existindo condições minimamente satisfatórias para a realização da inseminação artificial ou da fertilização in vitro, pelo que se recorre à microinjecção intracitoplasmática.<br />
De facto, nas situações em que a colheita do esperma dos doentes com anejaculação é realizada com electroestimulação endo-rectal, a microinjecção intracitoplasmática é, muito provavelmente, o tratamento de eleição, pela sua eficácia indiscutível e pela vantagem adicional de, exigindo apenas um pequeno número de espermatozóides, permitir a congelação em azoto líquido do esperma restante, em múltiplas fracções, o que evitará a necessidade de repetir a electroejaculação.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de insucesso da colheita por estimulação eléctrica endo-rectal ou se a qualidade dos espermatozóides assim obtidos é nitidamente baixa, deverá realizar-se a biopsia testicular. &#8211; Portadores do vírus da imunodeficiência humana (VIH positivos), ou portadores do vírus da hepatite B ou C. A microinjecção intracitoplasmática é realizada com os espermatozóides previamente crioconservados em azoto líquido, após a respectiva &#8220;lavagem&#8221; e preparação, e só após a confirmação da não-detecção dos vírus por estudos de biologia molecular.<br />
Para a realização da fertilização in vitrò, com ou sem microinjecção intracitoplasmática, é necessária uma estimulação ovárica mais intensa, também com injecções subcutâneas, com os respectivos controlo ecográfico e doseamento hormonal sanguíneo, que têm como objectivo ajustar as doses dos medicamentos, evitar os efeitos secundários e definir o dia mais aconselhado para a colheita dos ovócitos (designada de punção folicular). A punção folicular é antecedida, cerca de 35-36 horas, por uma injecção de gonadotrofma coriónica, para a maturação ovocitária. O conteúdo folicular é aspirado, sob controlo ecográfico (ecografia transvaginal), procedendo-se imediatamente à identificação microscópica do número de ovócitos &#8211; pois é frequente não corresponder ao número de folículos aspirados &#8211; e à sua caracterização, nomeadamente as suas integridade e maturidade. A punção é realizada com sedação, de modo a ser totalmente indolor (esta sedação exige um jejum de seis horas). A doente permanece deitada cerca de duas horas. Após a identificação da existência de ovócitos, o marido faz a colheita do esperma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em função da circunstância concreta de cada caso, anteriormente explicada aos doentes e por eles aceite, cerca de 4-6 horas após a colheita dos ovócitos, procede-se à fertilização in vitro (em que I volta de cada ovócito são colocados cerca de 50 000 espermatozóides com motilidade progressiva rápida) ou à microinjecção intracitoplasmática (em que um espermatozóide é injectado no interior de cada ovócito). Esta é a diferença essencial entre estes dois métodos, decorrendo os restantes procedimentos clínicos e laboratoriais de forma semelhante. Decorridas cerca de 16-18 horas, todos os ovócitos são observados com o objectivo de identificar a respectiva <a href="http://vidadequalidade.org/tag/fecundacao" title="" rel="nofollow" target="_self">fecundação</a>. Em média, 70%-75% dos ovócitos fecundam, os quais, na sua esmagadora maioria, chegam a embrião. O número de ovócitos, a taxa de fecundação, o número e a qualidade dos embriões obtidos são significativamente variáveis, consequência óbvia da situação única de cada casal. A cultura dos ovócitos, espermatozóides e embriões realiza-se em várias incubadoras, programadas para manter uma temperatura estável de 37°C e uma atmosfera de 5% de oxigénio, 5% de dióxido de carbono e 90% de azoto.<br />
A transferência dos embriões para a cavidade uterina pode realizar-se dois a cinco dias após a colheita dos ovócitos, dependendo de vários factores, nomeadamente da perspectiva do número de embriões a obter, da sua dinâmica de desenvolvimento e da sua integridade estrutural.<br />
A este respeito, a linha de orientação seguida pela minha equipa é, sempre que os factores citados o permitam, fazer a cultura prolongada dos embriões, para uma melhor caracterização e identificação dos que terão uma maior probabilidade de implantação. Em alguns casos, de acordo com critérios internacionais, antes da transferência embrionária, realiza-se a eclosão assistida (assisted hatching), que consiste na abertura de um pequeno orifício no invólucro de cada embrião (zona pelúcida), com o objectivo de facilitar a exteriorização do embrião e a sua implantação uterina. A transferência é um procedimento breve e indolor, pelo que não é necessária qualquer sedação. Os embriões são colocados no interior do útero através de uma sonda, sob controlo ecográfico (para este efeito, é útil a bexiga estar cheia). Imediatamente após a transferência, a sonda é observada à lupa para confirmar que não há qualquer embrião retido.<br />
A doente permanece deitada durante 20-30 minutos, podendo seguidamente regressar a casa (apesar de estarem na cavidade uterina, os embriões não caem para o exterior porque a cavidade uterina é virtual, ou seja, as paredes tocam-se, não deixando sair os embriões).</p>
<p style="text-align: justify;">Por uma questão de &#8220;bom senso&#8221;, muito mais do que por argumentos científicos, aconselha-se repouso (relativo), em casa, durante cerca de cinco dias, sugerindo-se também que, para além destes dias iniciais, as senhoras mantenham uma actividade física moderada.<br />
É de referir que estas recomendações não constituem normas unânimes, havendo muitos centros cuja posição é de levantar as pacientes logo após a transferência e de as orientar para uma vida normal. Para além da manutenção do ácido fólico, a regra terapêutica inclui a introdução vaginal de progesterona com o objectivo de manter um bom ambiente uterino, isto é, uma boa receptividade do endométrio à chegada do embrião.<br />
Cerca de 12 dias após a transferência, deve ser realizado um teste de gravidez (doseamento sanguíneo da fíhCG). No caso de diagnóstico bioquímico de gravidez (fíhCG igual ou superior a 20), cerca de duas semanas depois far-se-á a confirmação ecográfica, cujo objectivo é o diagnóstico de gravidez clínica (confirmação da presença de um embrião) e a identificação do número de embriões presentes na cavidade uterina.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de embriões a transferir é variável em função de vários parâmetros, como a idade da mulher, a qualidade estrutural e a dinâmica de desenvolvimento dos embriões. De uma forma geral, salvaguardando as modificações resultantes da individualidade de cada caso, um critério que me parece equilibrado para aplicar em Portugal, face à respectiva realidade socioeconómica, é de transferir um a dois embriões em mulheres até aos 39 anos e três embriões após esta idade. A ideia-base e fundamental é estabelecer o maior paralelismo possível entre a maior taxa de sucesso e o menor risco de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/gravidez-gemelar" title="" rel="nofollow" target="_self">gravidez gemelar</a>, sem colocar significativamente em causa o sucesso do tratamento. Com este critério, a probabilidade de gravidez clínica por ciclo poderá ser de 30°/o-40% para a ICSI e de 40%-50°/o para a FIV, sendo a frequência de gravidez gemelar de cerca de 25% e a de gravidez tripla inferior a l%-2%. A maior probabilidade de sucesso com a FIV, apesar de ser uma técnica menos avançada do que a ICSI, tem a ver com o facto de se aplicar nas situações de menor gravidade (nomeadamente de factores masculinos), pelo que a qualidade e a consequente capacidade de implantação e de evolução dos embriões serão também maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Na esmagadora maioria das situações, a gemelaridade é dizigótica, o que significa que os gémeos resultam da implantação de mais do que um dos embriões transferidos para o útero (estes gémeos podem ser tão diferentes como irmãos nascidos com anos de intervalo, sendo popularmente designados de gémeos &#8220;falsos&#8221;); em situações raras, habitualmente inferiores a 1% das gravidezes, os gémeos podem resultar da divisão em dois de um mesmo embrião, quase sempre nos primeiros cinco dias de desenvolvimento: são os designados gémeos monozigóticos, vulgarmente conhecidos como &#8220;verdadeiros&#8221; pela sua aparência idêntica.<br />
Nos casos em que, para além dos embriões transferidos para a cavidade uterina, existirem embriões cuja caracterização morfológica traduza viabilidade, é possível fazer a respectiva crioconservação em azoto líquido (congelação a 196° negativos). A vantagem deste procedimento é permitir uma nova tentativa de gravidez de um modo muito menos intervencionista. Todavia, é de referir que, com uma metodologia em que se privilegia a cultura dos embriões até ao 3.°, 4.° ou 5.° dia de desenvolvimento in vitro, na maioria das situações não se identificará embriões com qualidade suficiente para crioconservar. Esta avaliação criteriosa é importante, já que mesmo os embriões com uma boa qualidade aparente degeneram com uma frequência de cerca de 30%, no decurso do processo de congelação/descongelação, pelo que não seria legítimo congelar embriões já com sinais de inviabilidade, criando nos casais uma expectativa inconsistente. A definição do prognóstico de alcançar uma gravidez &#8211; obviamente muito influenciada pela qualidade do trabalho realizado no respectivo centro onde o tratamento é realizado, mas também pelos factores tão numerosos que rodeiam cada situação de infertilidade &#8211; pode situar-se na referida probabilidade de êxito por cada ciclo, mas também pode considerar-se uma taxa cumulativa de sucesso, isto é, a probabilidade de ocorrência de gravidez após 4-5 tratamentos, a qual, pelos motivos já suficientemente assinalados, pode atingir valores variáveis, incluindo uma perspectiva superior a 80%.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de cerca de 90%-95% dos tratamentos de fertilização in vitro, com ou sem microinjecção intracitoplasmática, permitirem a transferência de embriões, há ciclos em que a punção de vários folículos, com dimensões suficientes para a correspondente existência de ovócitos, não proporciona a recolha de qualquer ovócito (as ecografias não permitem visualizar os ovócitos, pois estes são de tamanho microscópico). Há também casos em que é necessário proceder ao cancelamento do ciclo, devido a uma má resposta ovárica (número de folículos escasso ou nulo) ou a uma resposta excessiva (hiperestimulação ovárica) e há situações em que não se obtém qualquer embrião com viabilidade suficiente para a respectiva transferência embrionária.<br />
O número-limite de tratamentos que é possível fazer é uma pergunta recorrentemente feita pelos casais. A resposta imediata deverá ser a de que o limite é estabelecido pela análise, o mais objectiva possível, dos vários parâmetros, clínicos e laboratoriais, decorrentes de cada passo do tratamento (resposta ovárica, número e qualidade dos ovócitos, caracterização embrionária&#8230;). A grande variabilidade das situações faz com que seja igualmente correcto realizar cinco ou mais tratamentos, como fazer dois e não ser aceitável continuar. Há situações em que, apesar da pressão exercida pelo casal no sentido de prosseguir, resultante da sua grande ansiedade e até angústia, o médico deve explicar-lhes que é preciso &#8220;saber parar&#8221;, desde que a análise da situação resulte na conclusão de que a probabilidade de vir a ter sucesso não é minimamente consistente. A intervenção terapêutica da microinjecção intracitoplasmática assume um relevo inquestionável, por constituir a concretização do que esteve, até há pouco tempo, no domínio da utopia. Todavia, a sua indicação deve ser muito criteriosamente definida, evitando que a sua fantástica capacidade de resolver situações gravíssimas condicione uma tendência precipitada e imprudente à sua prática generalizada.</p>
<p style="text-align: justify;">A nível mundial, realizar-se-á anualmente cerca de um milhão de ciclos de fertilização in vitro ou de microinjecção intracitoplasmática. Nos países &#8220;desenvolvidos&#8221;, as crianças nascidas em consequência destas metodologias de reprodução medicamente assistida constituem l%-4% do número global de recém-nascidos.<br />
De uma forma maioritariamente consensual, considera-se que a frequência de malformações congénitas nos recém&#8211;nascidos resultantes da fertilização in vitro, com ou sem microinjecção intracitoplasmática, é semelhante à observada na população geral. A frequência dos abortamentos espontâneos é semelhante à observada na população geral (cerca de 15% das gestações diagnosticadas), existindo também o risco de 2% de ocorrer uma gravidez ectópica (gestação fora da cavidade uterina, quase sempre na trompa). Antes de iniciar um ciclo de FIV ou ICSI está indicado realizar o cariótipo aos dois membros do casal, bem como o estudo molecular do cromossoma Y (nos casos de diminuição grave do número de espermatozóides ou azoospermia secretora) ou da fibrose cística (na azoospermia obstrutiva), com o objectivo de identificar uma eventual infertilidade de causa genética para o consequente <a href="http://vidadequalidade.org/tag/aconselhamento-genetico" title="" rel="nofollow" target="_self">aconselhamento genético</a>. O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/aconselhamento-genetico" title="" rel="nofollow" target="_self">aconselhamento genético</a> do casal deve incluir a abordagem das indicações e riscos do diagnóstico pré-natal. A gestação deve ser considerada de alto risco, não só por ter sido alcançada com alta tecnologia mas, porventura sobretudo, atendendo à infertilidade subjacente, pelo que a monitorização fetal assume um relevo ainda mais significativo, nomeadamente através do rastreio bioquímico e ecográfico. O resultado deste rastreio pode constituir um elemento muito importante na decisão de realizar o diagnóstico pré-natal (em regra, por amniocentese, para o diagnóstico da constituição cromossómica do feto).<br />
Após o diagnóstico de gravidez, as senhoras deverão regressar ao respectivo médico assistente para ser este a orientar toda a gestação. Os casais levam uma folha de &#8220;informação do nascimento&#8221;, que deverão entregar com o registo das circunstâncias do parto e das características do recém-nascido. Deve solicitar-se também ao casal que informe o centro sobre qualquer elemento relevante, a curto, médio ou longo prazos, relativo ao desenvolvimento físico e psicomotor da criança.</p>


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										</div><p style="text-align: justify;">A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/disseminacao-da-gripe" title="" rel="nofollow" target="_self">disseminação da gripe</a>, de acordo com as diferentes classes de idade e nas diversas comunidades, varia de epidemia para epidemia, dependendo do grau de imunidade de grupo prévia para a estirpe de <a href="http://vidadequalidade.org/alteracoes-do-virus-da-gripe/" title="Alterações do virus da gripe" rel="follow" target="_self">vírus</a> circulante, assim como das condições climáticas, ambientais e comportamentais. Para os subtipos H3N2 a imunidade é quase sempre limitada, por causa da elevada frequência de mutações e pelas alterações que sofrem nos seus antigénios de superfície, causando doença mais grave. Os <a href="http://vidadequalidade.org/tipos-de-gripe-humana/" title="Tipos de Gripe Humana" rel="follow" target="_self">vírus</a> A(H1N1) e B são antigenicamente mais estáveis, menos variáveis, resultando em níveis de imunidade prévia mais elevados e assim doença mais ligeira. Durante os surtos, o padrão de ocorrência de doença caracteriza-se por elevadas taxas de ataque, isto é, elevada proporção de casos em crianças de idade escolar e baixa frequência nos adultos. As famílias com crianças são as mais atingidas por casos de gripe. Os vírus da gripe A são os mais prevalecentes e provocam surtos mais extensos e graves que os do tipo B. No entanto, em algumas épocas ou regiões os vírus B são predominantes ou até os únicos em circulação. Estes vírus habitualmente causam doença mais aparente nas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante as epidemias anuais cerca de 5 a 15% da população são afectadas por gripe e estima-se que a gripe seja responsável por mais de 500 000 mortes por ano em todo mundo. Em Portugal, as estimativas apontam para um número médio de 1773 óbitos, por época gripal, entre os períodos de 1990-1991 e 1997-1998.</p>
<p style="text-align: justify;">Em populações institucionalizadas, como os lares de terceira idade, podem verificar-se taxas de ataque de gripe extraordinariamente elevadas, com a infecção a ocorrer em mais de 60% dos sujeitos expostos e onde pode verificar-se um grande número de mortes por <a href="http://vidadequalidade.org/tag/pneumonia" title="" rel="nofollow" target="_self">pneumonia</a> grave, em até mais de 30% dos casos. As estimativas do impacto da gripe relativamente à morbilidade (proporção de casos de doença), à mortalidade, e à utilização de recursos de saúde, como sejam consultas de medicina geral, recursos aos serviços de Urgência e internamentos hospitalares, são muito difíceis de obter e imprecisas. Isso deve-se ao facto de o diagnóstico assentar maioritariamente em sinais e sintomas inespecíficos e comuns a outras <a href="http://vidadequalidade.org/nao-fumadores-e-o-fumo-do-tabaco/" title="Não-fumadores e o fumo do tabaco" rel="follow" target="_self">infecções respiratórias</a> provocados por agentes que circulam simultaneamente com os vírus da gripe, e ainda porque muitas vezes são também inespecíficas as complicações que a gripe causa, como por exemplo a descompensação de uma doença crónica cardiopulmonar. Na maioria das epidemias, um dos mais precoces sinais do início da actividade gripal na comunidade é um aumento do número de casos de doença febril respiratória em crianças, seguido de aumento de casos de síndrome gripal (assim designados genericamente os casos de doença que partilham um conjunto de sintomas &#8211; síndrome &#8211; comuns à gripe) em adultos. O aumento nos números do absentismo escolar e laboral é habitualmente uma manifestação tardia e por isso pouco sensível para a identificação precoce das epidemias.</p>
<p style="text-align: justify;">Os factores demográficos e clínicos associados a maiores morbilidade (proporção de doentes) e <a href="http://vidadequalidade.org/tag/mortalidade-por-gripe" title="" rel="nofollow" target="_self">mortalidade por gripe</a>, nomeadamente com maior risco de complicações como a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/pneumonia" title="" rel="nofollow" target="_self">pneumonia</a> e de hospitalizações, são as idades extremas, menos de dois anos e mais de 65 anos, a existência de <i>doenças</i> crónicas subjacentes, principalmente cardíacas e respiratórias, associadas à baixa proporção de pessoas vacinadas contra a gripe. Noventa por cento das mortes por pneumonia e gripe ocorrem nas pessoas com mais de 65 anos.</p>


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		<title>Tratamento da Depressão com Erva de São João</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 05:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
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										</div>A Erva de São João (Hypericum perforatum) é uma planta de vida longa, com flores amarelas. O seu uso como medicamento foi registado na Grécia antiga. Contém muitos compostos químicos. Alguns são acreditados ser os ingredientes activos que produzem os efeitos da erva, incluindo os compostos e hipericina hyperforin. Como estes compostos realmente funcionam ainda [...]]]></description>
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										</div><p>A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/erva-de-sao-joao-2" title="" rel="nofollow" target="_self">Erva de São João</a> (Hypericum perforatum) é uma planta de vida longa, com flores amarelas. O seu uso como medicamento foi registado na Grécia antiga. Contém muitos compostos químicos. Alguns são acreditados ser os ingredientes activos que produzem os efeitos da erva, incluindo os compostos e hipericina hyperforin.<br />
Como estes compostos realmente funcionam ainda não está totalmente esclarecido, mas várias teorias têm sido sugeridas. Estudos preliminares sugerem que a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/erva-de-sao-joao-2" title="" rel="nofollow" target="_self">erva de São João</a> pode funcionar, impedindo as células nervosas do cérebro de reabsorver a serotonina, mensageiro químico, ou por redução dos níveis de uma proteína envolvida no funcionamento do sistema imunológico.<br />
A Erva de São João tem sido usada durante séculos para as condições mentais, dores nos nervos, e uma grande variedade de outras condições de saúde. Hoje, a erva de São João é usada para a ansiedade, <a href="http://vidadequalidade.org/a-depressao-leve/" title="A depressão leve" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i> leve</a> a moderada e distúrbios do sono.<br />
Na Europa, a erva de São João é amplamente prescrita para a <i>depressão</i>. Nos Estados Unidos, há um interesse público na erva de São João como um tratamento para <i>depressão</i>, mas não é um medicamento de prescrição.<br />
A erva de São João é vendida em forma de:<br />
• Cápsulas e comprimidos<br />
• Chás &#8211; a planta seca ou parte da planta usada pelo seu sabor, odor ou potenciais propriedades terapêuticas. Inclui flores, folhas, frutos, cascas, sementes, caules e raízes, este chá pode ser bebido 3 vezes ao dia.                                                                                    • Extractos líquidos &#8211; produtos químicos específicos são removidos da erva, deixando os produtos químicos desejados numa forma concentrada. A dosagem é 1/4 a 1 colher de chá até três vezes ao dia.</p>
<p>Vamos responder a algumas perguntas frequentes sobre a erva de São João e a <i>depressão</i>, resumindo o que a ciência diz sobre a sua eficácia e a pesquisa que está a ser feita.</p>
<p><strong>O que a ciência diz sobre a Erva de São João para a <i>depressão</i><br />
</strong>A evidência científica sobre a eficácia da erva de São João para a <i>depressão</i> é inconsistente. Uma análise dos resultados de 37 ensaios clínicos concluiu:</p>
<p>• Estudos sugerem que a erva de São João tem um benefício mínimo no <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">tratamento da <i>depressão</i></a> grave. Um estudo feito pelo Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativa (NCCAM) relata que erva de São João não é mais eficaz do que o placebo no <a href="http://vidadequalidade.org/terapia-cognitiva-comportamental-para-tratamento-da-depressao/" title="Terapia Cognitiva Comportamental para Tratamento da Depressão" rel="follow" target="_self">tratamento da <i>depressão</i></a> grave, moderada. Existe alguma evidência científica de que a erva de São João é útil para as formas mais leves de <i>depressão</i>, estes benefícios podem ser semelhantes aos dos <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self">antidepressivos</a>. Em geral, a erva de São João parecia produzir menos <a href="http://vidadequalidade.org/tag/efeitos-colaterais" title="" rel="nofollow" target="_self">efeitos colaterais</a> que alguns <a href="http://vidadequalidade.org/terapia-cognitiva-comportamental-para-tratamento-da-depressao/" title="Terapia Cognitiva Comportamental para Tratamento da Depressão" rel="follow" target="_self">antidepressivos</a> padrão.</p>
<p>• A Erva de São João interage com certos medicamentos, e essas interacções podem limitar a eficácia de alguns medicamentos de prescrição.<br />
• A Erva de São João não é um tratamento ‘comprovado’ para a <i>depressão</i>. Se a <i>depressão</i> não for tratada adequadamente, pode tornar-se grave e, em alguns casos, pode estar associada ao suicídio. Se desconfia que sofre de <i>depressão</i>, consulte um médico.                                                                                             • Informe o seu médico sobre qualquer prática complementar ou alternativa que estiver a usar. Isso ajudará a garantir assistência coordenada e segura.</p>
<p><strong><i>Depressão</i><br />
</strong>A <i>depressão</i> é uma condição médica que afecta quase 21 milhões de adultos norte-americanos a cada ano, de acordo com o National Institute of Mental Health. Humor, pensamentos, saúde física, e todos os comportamentos podem ser afectados. Sintomas de <i>depressão</i> geralmente incluem:<br />
• Tristeza persistente, sentimentos de ansiedade ou &#8220;vazio&#8221;                                • Sentimentos de desespero e / ou <i>pessimismo</i><br />
• Sentimentos de culpa, inutilidade e / ou impotência<br />
• Inquietação ou irritabilidade<br />
• Perda de interesse ou prazer nas actividades de que gostava<br />
• Fadiga e diminuição de energia<br />
• Dificuldade de concentração, lembrar detalhes, e / ou tomar decisões<br />
• Insónia, despertar matinal, ou sono excessivo<br />
• Comer demais, ou perda de apetite<br />
• Pensamentos suicidas, tentativas de suicídio<br />
• Dores persistentes, dores de cabeça, cãibras, problemas digestivos que aliviam com o tratamento.<br />
Os sintomas da <i>depressão</i> e a sua gravidade podem variar de pessoa para pessoa. Por exemplo:<br />
• Na <i>depressão</i> grave ou profunda, o paciente tem sintomas que interferem com a sua capacidade de trabalhar, estudar, dormir, comer e ter prazer em actividades que antes gostava. Os sintomas duram pelo menos duas semanas, mas frequentemente duram vários meses ou mais.<br />
• Na distímia (também chamada de transtorno distímico), uma forma menos grave, mas mais crónica de <i>depressão</i>, o paciente apresenta sintomas que não são tão incapacitantes, mas que o impedem de ´funcionar bem’ ou de se sentir bem. Os sintomas duram pelo menos 2 anos. Muitas pessoas com distímia também têm episódios de <i>depressão</i> grave.<br />
• No transtorno bipolar (chamada de doença maníaco-depressiva), o paciente tem períodos de sintomas depressivos que se alternam ou podem coexistir com períodos de mania. Os sintomas de mania incluem níveis anormalmente altos de emoção e energia, pensamentos acelerados, e comportamentos impulsivos e pouco adequados.<br />
• Existem formas mais leves de <i>depressão</i> que se enquadram na categoria de <a href="http://vidadequalidade.org/terapia-cognitiva-comportamental-para-tratamento-da-depressao/" title="Terapia Cognitiva Comportamental para Tratamento da Depressão" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i> leve</a>. Na <i>depressão</i> leve o paciente experimenta os mesmos sintomas da <i>depressão</i> grave, mas em menor número e são menos incapacitantes. Os sintomas duram pelo menos seis meses, mas menos de dois anos de forma contínua.<br />
A <i>depressão</i> pode ser tratada eficazmente com medicamentos convencionais, incluindo antidepressivos e certos tipos de psicoterapia.<br />
<strong>Efeitos e riscos colaterais </strong>Os efeitos secundários mais comuns da erva de São João incluem, boca seca, tonturas, diarreia, náusea, aumento da sensibilidade à luz solar, e fadiga.<br />
A pesquisa mostrou que tomar erva de São João pode limitar a eficácia de alguns medicamentos de prescrição, incluindo:<br />
• Medicamentos antidepressivos<br />
• Pílulas controle de natalidade<br />
• Ciclosporina, um medicamento que ajuda a prevenir a rejeição do organismo de órgãos transplantados<br />
• Digoxina, um medicamento usado para fortalecer as contracções do músculo cardíaco<br />
• Indinavir e outros medicamentos utilizados para controlar a infecção pelo HIV<br />
• Irinotecan e medicamentos anticancerígenos<br />
• Varfarina e medicamentos relacionados utilizados para diluir o sangue (conhecidos como anticoagulantes)<br />
Quando combinado com certos antidepressivos, a erva de São João também pode aumentar os <a href="http://vidadequalidade.org/tag/efeitos-colaterais" title="" rel="nofollow" target="_self">efeitos colaterais</a> como as náuseas, ansiedade, cefaleia e confusão.</p>
<p><strong>Pesquisa sobre a Erva de São João</strong></p>
<p>Os projectos recentes incluem estudos d<span style="text-decoration: underline;">e</span>:<br />
• A segurança e a eficácia da erva de São João para o tratamento da <i>depressão</i> leve<br />
• A segurança da erva de São João para o tratamento do transtorno de ansiedade social<br />
• A eficácia da erva de São João para o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo<br />
• Os efeitos que a Erva de São João tem sobre as pílulas anticoncepcionais<br />
• Possíveis interacções adversas da erva de São João e analgésicos narcóticos<br />
• Segurança e eficácia da erva de São João sobre a deficiência de atenção e hiperactividade</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um novo estudo mostra que a erva de São João pode ser tão eficaz como os antidepressivos e com menos efeitos colaterais.<br />
A emissão do British Medical Journal de 3 de agosto de 1996, contém uma análise de cerca de 25 estudos que sugerem que a erva de São João é tão útil como os medicamentos comummente usados, sem efeitos colaterais, como dores de cabeça ou vómitos. A Dra. Cynthia Mulrow, uma das autoras do estudo, diz que os resultados não são surpreendentes. &#8220;Alguns dos medicamentos usados ​​têm uma base de ervas ou de <i>plantas</i> e alguns foram desenvolvidos utilizando <i>plantas</i>.&#8221;<br />
Os investigadores na Europa estudam a erva de São João há décadas. Os médicos na Alemanha têm prescrito esta erva para a <i>depressão</i>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estudos Clínicos</strong><br />
Foram realizadas experiencias em ratos infectados com um vírus semelhante ao HIV, foram medicados com o extracto da erva de São João. O progresso do vírus foi interrompido. Isso levou a testar em humanos e pacientes com HIV. Os resultados não são conclusivos, embora a informação relate uma melhora significativa em alguns pacientes.<br />
A erva de São João contém hipericina, que inibe a monoamina oxidase, uma substância química corporal associada à <i>depressão</i>. Parece que a erva de São João não age sozinha. Como muitos medicamentos com base em ervas e <i>plantas</i>, a Erva de São João depende da complexa interacção de vários constituintes para as suas acções antidepressivas. Pacientes que sofreriam de <i>depressão</i> viram o seu apetite aumentar, mais interesse na vida, mais <i>auto-estima</i> e restauração de padrões normais de sono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Precauções</strong><br />
Dr. Donald Brown, da Universidade Bastyr recomenda que pessoas com pele clara devem evitar a exposição ao sol forte e outras fontes de luz ultravioleta quando tomam erva de São João, porque foram relatados alguns casos de sensibilidade. Ele também aconselha evitar alimentos que contenham tiramina, bebidas alcoólicas e medicamentos como a tirosina, narcóticos, anfetaminas e, medicamentos antigripais em conjunto com a erva de São João. A erva de São João não deve ser tomada em conjunção com antidepressivos de prescrição. O Dr. Brown aconselha ainda que a erva de São João não deve ser utilizada durante a gravidez ou a lactação.<br />
Se tiver pressão arterial alta, deve tomar as seguintes precauções se tomar a erva de São João:<br />
1. Verifique a sua pressão arterial, pelo menos, semanalmente durante as primeiras seis semanas, após esse tempo verifique mensalmente.<br />
2. Não coma alimentos que contenham tiramina.<br />
Mesmo que não tenha a pressão arterial alta, não tome erva de São João com suplementos de aminoácidos (especialmente fenilalanina e tirosina). Os aminoácidos são uma forma de monoaminas, que podem representar um perigo quando misturado com a erva de São João. As monoaminas que ingere nas suas refeições diárias (como os aminoácidos da carne) são menos concentrados e não são um perigo.</p>


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		<title>Causas da Gota</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 11:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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										</div><p><strong>Como reconhecer este doloroso padecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Contrariamente à crença popular, a gota não é causada pelo excesso de álcool nem por uma vida desregrada. É uma perturbação que afecta o <a href="http://vidadequalidade.org/doencas-do-metabolismo/" title="Doenças do metabolismo" rel="follow" target="_self">metabolismo</a> orgânico, originando uma acumulação excessiva de cristais de ácido úrico em vários órgãos. Os homens são particularmente atreitos a sofrerem de gota (entre os 20 e os 60 anos), enquanto as mulheres raramente são afectadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os depósitos de ura tos acumulam-se, causando inflamação e dores nos pavilhões auriculares, tendões, <a href="http://vidadequalidade.org/o-que-e-a-ansiedade/" title="O que é a Ansiedade" rel="follow" target="_self">joelhos</a>, <a href="http://vidadequalidade.org/cuide-dos-seus-cotovelos-e-joelhos/" title="Cuide dos seus joelhos e cotovelos secos" rel="follow" target="_self">cotovelos</a>, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/maos-e-pes" title="" rel="nofollow" target="_self">mãos e pés</a>.<br />
Os sintomas são <a href="http://vidadequalidade.org/tag/dores-intensas" title="" rel="nofollow" target="_self">dores intensas</a>, inchaço, rubor e aumento da sensibili¬dade da articulação afectada — frequentemente, as articulações do dedo grande do pê. Nos casos crónicos, podem formar-se nódulos duros nos pavilhões auriculares, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/maos-e-pes" title="" rel="nofollow" target="_self">mãos e pés</a>. Os ataques têm tendência a repetir-se durante toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento. Consulte o médico logo que suspeite da doença.<br />
Prevenção. Evitar os alimentos, bebi¬das e actividades que constituam causas directas de ataques.</p>
<p style="text-align: justify;">Tomar os medicamentos prescritos logo que se desencadeie um ataque. Ou, se o médico assim o indicar, fazer o tratamento preventivo a fim de manter baixos os níveis de ácido úrico.</p>


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