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	<title>Qualidade de Vida &#187; acuidade visual</title>
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	<description>Qualidade de Vida, Bem-estar, Saúde, Dicas de Beleza, Nutrição, Alimentos,...</description>
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		<title>Fases de Desenvolvimento dos Bébés</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 09:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentos e Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[acuidade visual]]></category>
		<category><![CDATA[os olhos]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[sistema nervoso]]></category>

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		<description><![CDATA[No desenvolvimento do bebé, entre os 0 e os 12 meses, a criança tem a capacidade de conquistar novas competências e de exercer funções cada vez mais complexas, que vão ter um grande peso na sua qualidade de vida.    Para que a criança se desenvolva normalmente, torna-se então indispensável, quer um normal funcionamento do Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No desenvolvimento do bebé, entre os 0 e os 12 meses, a criança tem a capacidade de conquistar novas competências e de exercer funções cada vez mais complexas, que vão ter um grande peso na sua <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>.   </p>
<p>Para que a criança se desenvolva normalmente, torna-se então indispensável, quer um normal funcionamento do <a href="http://vidadequalidade.org/parkinson-e-o-sistema-nervoso/" title="Parkinson e o sistema nervoso" rel="follow" target="_self">Sistema Nervoso</a> Central, quer a participação dos pais no que diz respeito à avaliação deste. Por isso torna-se necessário conhecer e avaliar o desenvolvimento desta, integrando os pais nesse processo.</p>
<p>Nos primeiros seis meses de vida o bebé adquire semanalmente um peso de 150-210gr, e mensalmente uma altura de 2,5cm, tal como um aumento do perímetro cefálico de 1,5cm.</p>
<p>No primeiro mês, o <a href="http://vidadequalidade.org/como-dar-de-mamar/" title="Como dar de mamar" rel="follow" target="_self">recém-nascido</a> dorme a maior parte do tempo, em posição fetal. Mantém os braços dobrados, as mãos quase sempre fechadas, e move simetricamente os pés e as mãos. Quando em decúbito ventral, é capaz de levantar a cabeça durante alguns segundos.</p>
<p>            O bebé é capaz de fixar o olhar em objectos que se encontram em movimento, e de acompanhar a luz até à linha média. Tem uma <a href="http://vidadequalidade.org/daltonismo-dificuldade-em-distinguir-cores/" title="Daltonismo &#8211; dificuldade em distinguir cores" rel="follow" target="_self">acuidade visual</a> de cerca de 20cm. Consegue distinguir vários sons, calando-se quando ouve uma voz. Chora quando quer expressar a sua insatisfação, produzindo pequenos sons guturais, tal como ruídos de satisfação durante a alimentação.</p>
<p>            Observa intencionalmente o rosto dos pais, quando estes falam com ele.</p>
<p>No segundo mês, o bebé passa mais tempo acordado e atento a tudo o que o rodeia. Assume uma posição menos flectida quando se encontra em decúbito ventral, conseguindo elevar a cabeça quase 45º, tal como quando suspenso em posição ventral consegue manter a cabeça alinhada com o resto do corpo. Diminui também a deflexão da cabeça quando puxado para a posição sentada.</p>
<p><strong>            </strong>As mãos encontram-se geralmente abertas, e o reflexo de preensão vai diminuindo. É capaz de fixar os objectos com <a href="http://vidadequalidade.org/maquilhagem-dos-olhos/" title="Maquilhagem dos Olhos" rel="follow" target="_self">os olhos</a>, seguindo-os, mas não os alcança com as mãos. Consegue girar a cabeça para o lado do som, quando é feito ao nível dos ouvidos, e distinguir as vozes familiares. O choro torna-se diferenciado, e demonstra sorriso social em resposta a vários estímulos.</p>
<p>No terceiro mês, o bebé quando na posição de sentado é capaz de manter a cabeça mais erecta, no entanto ainda a inclina para a frente. É capaz de elevar a cabeça e os ombros quando em decúbito ventral, até um ângulo de 45 a 90 graus em relação ao chão; suporta o peso sobre os antebraços. Quando mantido na posição de pé, é capaz de suportar parte do peso sobre as pernas. Consegue observar a própria mão. Verifica-se a ausência do reflexo de preensão, e as mãos encontram-se mantidas constantemente abertas.</p>
<p>   Segura activamente um chocalho, contudo não se move para o alcançar. Segura a própria mão, puxa lençóis e roupas.<strong> </strong>Acompanha os objectos até à periferia (180 graus), localiza o som virando a cabeça para o lado e olhando na direcção do mesmo.<strong> </strong>Amadurece a função auditiva (reage a barulhos arregalando <a href="http://vidadequalidade.org/como-prevenir-doencas-dos-olhos-nas-criancas/" title="Como prevenir doenças dos olhos nas crianças" rel="follow" target="_self">os olhos</a> e franzindo a testa) e consegue coordená-la com a visão, dirigindo o olhar em busca da fonte sonora.</p>
<p>Começa a ter a capacidade de coordenar estímulos provenientes dos vários órgãos sensoriais.<strong> </strong>Grita agudamente para demonstrar prazer, balbucia, ri, vocaliza quando sorri, e galrreia muito quando conversam com ele. Reconhece as pessoas que lhe são familiares. Apresenta menos choro, durante os períodos em que está acordado, parando de chorar quando os pais entram no ambiente em que se encontra e recusa-se a ficar sozinho.</p>
<p><strong>            </strong>No quarto mês, a salivação excessiva inicia-se. O reflexo de Moro desaparece. Equilibra bem a cabeça, quando puxado para a posição de sentado, não existindo quase queda da mesma. É capaz de elevar a cabeça e o tórax do leito, formando ângulo de 90 graus. Assume predominantemente a posição simétrica, e consegue rebolar de costas para o decúbito lateral. Tenta agarrar objectos com a mão, esticando-se, brincando com os objectos já com as duas mãos, conseguindo levá-los à boca. Relativamente à visão, este consegue ajusta-la para objectos próximos, e a sua visão binocular encontra-se quase totalmente desenvolvida. Dá-se o início da coordenação entre os olhos e as mãos.</p>
<p>Consegue igualmente produzir sons de consoantes n, q, g, p, b. A vocalização modifica-se de acordo com o humor, rindo alto e divertindo-se com estímulos novos e estranhos. Aprecia a interacção social com pessoas, de forma a chamar a atenção.</p>
<p>Prevê a alimentação, quando vê o biberão. Mostra excitação com o corpo todo, grita, respira ruidosamente. Começa a demonstrar memória tendo consciência de ambientes estranhos.</p>
<p>Entre o 4º e o 8º mês, surgem as reacções circulares secundárias, ou seja, a criança faz um determinado movimento na procura de um resultado e repete-o com esse fim.</p>
<p>No quinto mês, iniciam-se os sinais de erupção dentária. O bebé já é capaz de respirar através da boca, caso o nariz esteja obstruído. Não há queda da cabeça, quando está na posição de sentado, e consegue mantê-la erecta e firme.<strong> </strong>É capaz de permanecer sentado, por períodos mais longos, caso as costas estejam bem apoiadas.<strong> </strong>Quando se encontra em decúbito ventral, assume um posicionamento simétrico com braços estendidos. Quando em decúbito dorsal, coloca os pés na boca.</p>
<p>É capaz de segurar voluntariamente os objectos, usar preensão palmar, abordagem ambidestra,<strong> </strong>brincar com os dedos dos pés, tal como segurar um cubo, enquanto segura outro.</p>
<p>Consegue acompanhar visualmente um objecto que caiu, localizar sons produzidos abaixo do ouvido, emitir sons agudos, e sons de vogais alternados com sons de consoantes. Sorri quando vê a sua imagem ao espelho, e começa a descobrir as diferentes partes do seu corpo. Brinca com mais entusiasmo, porém pode apresentar rápidas mudanças de humor.<strong> </strong></p>
<p>            No sexto mês, a velocidade do crescimento diminui, e, durante os seis meses seguintes, verifica-se um aumento ponderal que varia entre os 90 a 150gr por semana e o comprimento aumenta 1,25 cm por mês.<strong> </strong>A dentição pode iniciar-se com a erupção dos dois incisivos centrais inferiores. Este começa a mastigar e a morder.</p>
<p>Quando ele sente que será colocado na posição sentada, levanta a própria cabeça. Consegue sentar-se na cadeira com as costas direitas. Rebola do decúbito dorsal para o decúbito ventral, e quando mantido em pé, suporta quase todo o seu peso.</p>
<p>Consegue agarrar um objecto que caiu e manipular pequenos objectos. Ajusta a sua postura de forma a ver o objecto, conseguindo girar a cabeça em todas as direcções, dando preferência a estímulos visuais mais complexos.</p>
<p>Nesta fase começa a imitar sons e a localizar sons acima do ouvido. Apresenta balbuciar semelhante a expressões monossilábicas (ex. “ma, um, da, di, hi”). Vocaliza para os brinquedos e imagem no espelho, e sente prazer em ouvir os próprios sons.</p>
<p>Suspende os braços para “pedir colo”, a pessoas que reconhece começando a ter medo de estranhos. Já define o que gosta e o que não gosta.</p>
<p>            No sétimo mês, inicia-se a erupção dos incisivos centrais superiores. Quando está em decúbito dorsal, levanta espontaneamente a cabeça. Quando em decúbito ventral, sustenta o peso do corpo sobre uma das mãos. Consegue sentar-se, inclinando o corpo para a frente, apoiando-se em ambas as mãos.</p>
<p>Quando mantido de pé balança-se activamente, suportando todo o peso sobre os pés. Produz sons vocais e sílabas ligadas, vocalizando quatro sons de vogais diferentes.<strong> </strong>Quando as pessoas falam, estabelece um diálogo.</p>
<p>Relativamente à alimentação mantém os lábios cerrados quando não gosta da comida,<strong> </strong>apresentando preferências de sabor. Demonstra agressividade oral, ao morder e fazer caretas.</p>
<p>            No oitavo mês, começa a demonstrar padrões regulares de eliminação vesical e intestinal. Consegue largar objectos quando quer, e procura persistentemente agarrar brinquedos fora do seu alcance.</p>
<p>Faz o som das consoantes t, d e w, e ouve selectivamente palavras familiares. Expressa sinais de ênfase e emoção, e combina sílabas como “dada”, não lhe dando, no entanto, nenhum significado. Responde à palavra “não”.</p>
<p>            No nono mês, dá-se a erupção dos incisivos laterais superiores. O bebé consegue arrastar-se apoiado nas mãos e joelhos, sentar-se firmemente no chão durante longos períodos de tempo, e recuperar o equilíbrio quando se inclina para a frente, contudo tal não acontece quando se inclina para os lados. É também capaz de puxar o corpo para a frente de forma a manter-se em pé (agarrado aos móveis, por exemplo).</p>
<p>Começa a manifestar preferência pelo uso da mão dominante. É capaz de agarrar um terceiro objecto.</p>
<p>Responde a ordens verbais. Os pais são cada vez mais importantes, e demonstra cada vez mais interesse em agradá-los. Começa a demonstrar medo de ir para a cama e de ficar sozinho. Procura por um objecto, caso veja que foi escondido, é o início do raciocínio mental.</p>
<p>            No décimo mês, verifica-se uma evolução da capacidade de ficar em pé, manifestando a tentativa de dar um passo, levantando o pé.</p>
<p>Coloca objectos dentro de recipientes e protesta se lhe retiram alguma coisa de que gosta. Reconhece locais familiares e entende nomes de elementos que conhece (ex: água). Já diz pai e mãe e outras palavras, já lhe dando o seu significado.</p>
<p>            Aos onze meses, inicia-se a erupção dos incisivos laterais inferiores. Quando na posição de sentado, consegue rodar para trás para pegar num objecto. Se seguro pelas duas mãos ou agarrado aos móveis consegue andar. Explora os objectos com atenção especial sobre os detalhes. Imita sons da fala definitiva. Manifesta alegria e satisfação ao dominar uma tarefa, mas reage às restrições com frustração.</p>
<p>No décimo segundo mês, o peso triplica e o comprimento aumenta aproximadamente 50%, relativamente ao nascimento. No total tem 6 a 8 dentes decíduos.</p>
<p>Consegue deambular com uma mão de apoio. Pode tentar manter-se em pé momentaneamente, tal como dar os primeiros passos. Quando em pé consegue sentar-se sem auxílio.</p>


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		<title>Doença dos Olhos &#8211; Eczema das Pálpebras</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 08:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Prevenção]]></category>
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		<description><![CDATA[As pálpebras dos olhos é uma zona muito delicada e sensível. Deve tomar especial atenção ao adquirir produtos e cosmética para maquilhar a zona dos olhos. O eczema das pálpebras pode ser muita vezes provocado por cosméticos de maquilhagem de fraca qualidade ou produtos que provocam alergias e doença dos olhos. Se for para zonas campestres e claras como a praia e a neve use sempre óculos escuros para o proteger dos raios solares e radiações infra-vermelhas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Use óculos escuros de boa qualidade</strong></p>
<p>Nas montanhas e nas superfícies claras, como a areia, o mar ou a neve, os raios ultravioletas são intensamente reflectidos e podem provocar, por exemplo <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-dos-olhos" title="" rel="nofollow" target="_self">doença dos olhos</a> como a conjuntivites, queratites ou um início de cataratas. Além disso, determinadas radiações infra-vermelhas podem também provocar, por exemplo, inflamações nas pálpebras. Quanto às radiações visíveis, mesmo não sendo perigosas, podem causar, quando são intensas, dissabores frequentes, sobretudo quando não se lhes está habituado. Trata-se, principalmente, da fadiga ocular. Portanto, as lentes solares, para serem eficazes, devem absorver uma parte dos raios ultravioletas, uma parte dos raios infravermelhos e uma parte (não excessiva) da luminosidade, sem, no entanto, serem opacas.</p>
<p>Só as boas lentes respondem positivamente aos diversos objectivos:<br />
- lentes polarizadas, sem nenhum efeito de correcção;<br />
- lentes não deformantes, com superfícies interiores e exteriores rigorosamente paralelas;<br />
- lentes de cor uniforme e neutra; o cinzento é particularmente recomendado para os condutores de veículos.</p>
<p>Dito isto, adapte a sua escolha à utilização prevista: por exemplo, para andar de barco ou em praias com muito sol, use lentes de cor mais escura do que as que utiliza normalmente. Verifique a visibilidade, porque não convém que sejam demasiado claras nem demasiado opacas. Experimente sempre os óculos antes se decidir pela compra e assegure-se de que as lentes têm o tamanho e a largura adequadas a uma boa protecção global.</p>
<p><strong>Nota importante:</strong> os óculos de sol são, para alguns, mais uma questão de moda do que de necessidade. Mas convém saber que, quando esse uso é excessivo, pode ter, como consequência, uma diminuição da <a href="http://vidadequalidade.org/vista-cansada-ou-presbitia/" title="Vista Cansada ou Presbitia" rel="follow" target="_self">acuidade visual</a> geral. Além disso, o olho habitua-se a luminosidades fracas, o que pode acentuar a fadiga em situações de iluminação solar normal.</p>
<p><strong>O cuidado com a maquilhagem</strong></p>
<p>O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/eczema-das-palpebras" title="" rel="nofollow" target="_self">eczema das pálpebras</a> é provocado, nove em cada dez vezes, pela maquilhagem. Se for vitima desta afecção, deixe de usar o produto responsável logo que ela se manifeste, porque as eventuais complicações podem surgir com muita rapidez. Experimente utilizar outro produto, mas só quando a cura for total. Os lápis (eye-liners) e as pinturas para as pestanas entram em contacto directo com os olhos, que deixam de eliminar, espontaneamente, os corpos gordurosos estranhos. Daí podem resultar conjuntivites. Esses produtos contêm pigmentos metálicos, ainda mal conhecidos, mas sabe-se que alguns provocam <a href="http://vidadequalidade.org/alergias-comuns/" title="Alergias Comuns" rel="follow" target="_self">alergias</a> nas pessoas a elas predispostas.</p>
<p><strong>A desmaquilhagem</strong></p>
<p>Nunca partilhe os seus cosméticos com outras pessoas (desconfie, especialmente, das experiências nas lojas), porque as infecções se propagam com muita facilidade. Nunca utilize algodão ou outros produtos de desmaquilhagem que sejam coloridos, porque podem provocar irritações, devido aos corantes que contêm. Para retirar produtos gordurosos, o melhor é utilizar o óleo <a href="http://vidadequalidade.org/pequeno-almoco-saudavel-barra-de-energia-matinal/" title="Pequeno-almoço Saudável: Barra de Energia Matinal" rel="follow" target="_self">de amêndoas</a> doces. De seguida, lave os olhos com água. Para retirar outros produtos, no caso de não suportar a água com sabão neutro, experimente utilizar apenas água ou um produto especial para os olhos, que o seu oftalmologista lhe pode indicar.</p>


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		<title>Vista Cansada ou Presbitia</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 13:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[problemas visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando surge a vista cansada, podem surgir igualmente outros problemas visuais e como tal a pessoa necessita de utilizar lentes de dois focos, para permitir uma boa acuidade visual ao perto para a vista cansada e outro efeito para possíveis problemas visuais. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/vista-cansada" title="" rel="nofollow" target="_self">vista cansada</a> aparece por entre a 4ª e a 5ª década de idade, e deve-se na maior parte das vezes à perda de funcionalidade do cristalino, cuja função consiste em diferenciar as representações próximas, quando isto acontece é sinónimo de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/vista-cansada" title="" rel="nofollow" target="_self">vista cansada</a>, cujo nome técnico é <a href="http://vidadequalidade.org/tag/presbitia" title="" rel="nofollow" target="_self">presbitia</a>.</p>
<p>A vista cansada é mais notável em determinadas actividades, principalmente naquelas que são mais minuciosas, como escrever, coser ou ler. Nestes casos, a tendência da pessoa é afastar o objecto para melhorar a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acuidade-visual" title="" rel="nofollow" target="_self">acuidade visual</a>, porque este movimento diminui o esforço que a pessoa tem de fazer para ter uma boa <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acuidade-visual" title="" rel="nofollow" target="_self">acuidade visual</a>.</p>
<p>Quando surge a vista cansada, podem surgir igualmente outros <a href="http://vidadequalidade.org/tag/problemas-visuais" title="" rel="nofollow" target="_self">problemas visuais</a> e como tal a pessoa necessita de utilizar lentes de dois focos, para permitir uma boa acuidade visual ao perto para a vista cansada e outro efeito para possíveis <a href="http://vidadequalidade.org/tag/problemas-visuais" title="" rel="nofollow" target="_self">problemas visuais</a>. A vista cansada tem tendência a aumentar à medida que os anos passam, sendo que é indispensável recorrer a um médico oftalmológico com frequência para este ir regulando as lentes à medida que a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/presbitia" title="" rel="nofollow" target="_self">presbitia</a> piora. A regulação das lentes cessa normalmente a partir dos setenta anos, pois já não vale a pena.</p>


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		<title>Daltonismo &#8211; dificuldade em distinguir cores</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 13:00:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O daltonismo não é um problema de acuidade visual, mas consiste na dificuldade em distinguir cores, nomeadamente o vermelho e o verde, por confundirem-nas ou por não serem capaz de as percepcionar. Este não é um problema de acuidade visual, mas podem ter uma pobreza em acuidade visual, devido à incapacidade em distinguir cores. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/daltonismo" title="" rel="nofollow" target="_self">daltonismo</a> não é um problema de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acuidade-visual" title="" rel="nofollow" target="_self">acuidade visual</a>, mas consiste na dificuldade em <a href="http://vidadequalidade.org/tag/distinguir-cores" title="" rel="nofollow" target="_self">distinguir cores</a>, nomeadamente o vermelho e o verde, por confundirem-nas ou por não serem capaz de as percepcionar. Este não é um problema de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/acuidade-visual" title="" rel="nofollow" target="_self">acuidade visual</a>, mas podem ter uma pobreza em acuidade visual, devido à incapacidade em <a href="http://vidadequalidade.org/tag/distinguir-cores" title="" rel="nofollow" target="_self">distinguir cores</a>. Tem origem nas células sensoriais visuais, quando há falta de algum dos 3 tipos de células, responsáveis por percepcionarem a cor como ela é. O problema do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/daltonismo" title="" rel="nofollow" target="_self">daltonismo</a> é genético, e pode passar de pais para filhos, pois está gravado no cromossoma X, sendo que é mais comum nos homens do que nas mulheres. Até ver ainda não foi encontrado nenhum tratamento para o problema do daltonismo.</p>
<p>O problema do daltonismo pode ser confundido na infância, porque quando a criança ainda não adquiriu completamente a competência de distinguir cores, consegue distingui-las em separado, mas quando estas estão associadas, ainda mantém alguma dificuldade. Este fenómeno é muitas vezes apelidado de “dislexia às cores”, como a acontece na leitura, e pode ser tratado.</p>


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