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	<title>Qualidade de Vida &#187; células cancerosas</title>
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	<description>Qualidade de Vida, Bem-estar, Saúde, Dicas de Beleza, Nutrição, Alimentos,...</description>
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		<title>Cancro ou Cancer da próstata, diagnostico, sintomas e tratamento</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 06:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cancro / Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da próstata]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O cancer da próstata, geralmente cresce lentamente e permanece confinado à glândula desta durante muitos anos. Durante este tempo, o tumor produz poucos ou nenhuns sintomas ou qualquer sinal externo. Com o avanço do cancro, no entanto, este pode-se espalhar aos tecidos circundantes. Além disso, o cancro da próstata também pode criar metástases em todas as outras áreas do corpo, como ossos, pulmões e fígado, passando neste caso a ser designado por cancer da próstata avançado.</p>
<p>• O cancro ou cancer da próstata é o tumor maligno mais comum em homens americanos e a segunda maior causa de mortes por cancro, depois do cancro do pulmão.<br />
• Embora as causas do cancer da próstata sejam desconhecidas, alguns factores de risco, como idade avançada e história familiar de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-da-prostata" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro da próstata</a>, já foram identificados como tal.</p>
<p>• O cancer da próstata é frequentemente detectado (inicialmente) através de uma análise PSA ao sangue ou de um nódulo duro (caroço) sentido na próstata durante um exame de rotina digital (feito com um dedo) exame rectal.<br />
• O exame de toque rectal (a partir dos 40 anos) e o teste de PSA ao sangue (a partir dos 50 anos) devem ser feitos uma vez por ano como rastreio do cancer da próstata.<br />
• Se um dos testes de rastreio mostrar resultados anormais, o diagnóstico de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-da-prostata" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro da próstata</a> é suspeito e, é normalmente feita uma biopsia da próstata.<br />
• O diagnóstico de cancer da próstata é feito quando as <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-do-cancro-da-mama/" title="Tratamento do cancro da mama" rel="follow" target="_self">células cancerosas</a> da próstata são identificadas no tecido da biopsia sob um microscópio.<br />
• Em alguns homens, o cancro da próstata ameaça a suas vidas, enquanto em muitos outros, pode existir durante muitos anos sem causar problemas de saúde.<br />
• A escolha do tratamento para o cancro da próstata depende do tamanho, agressividade e extensão ou propagação do tumor, bem como a idade, saúde geral, e a preferência do paciente.</p>
<p>• Muitas opções para o tratamento do cancro da próstata incluem cirurgia, radioterapia, tratamento hormonal, crioterapia, <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-do-cancro-da-mama/" title="Tratamento do cancro da mama" rel="follow" target="_self">quimioterapia</a>, ou combinações de alguns destes tratamentos.</p>
<p>Sintomas do cancro da próstata</p>
<p>Nas fases iniciais, o cancro da próstata geralmente não causa sintomas durante muitos anos. A próstata está localizada imediatamente na frente do recto. À medida que o cancro aumenta, (pressiona a uretra) o fluxo de urina diminui e a micção torna-se mais difícil. Os pacientes podem também experimentar ardor ao urinar ou sangue na urina. Se o tumor continuar a crescer, pode bloquear completamente o fluxo de urina, causando dor e uma bexiga alargada.</p>
<p>Nos estágios mais avançados, o cancro da próstata pode-se espalhar localmente ao tecido circundante ou aos gânglios linfáticos próximos, chamados de nódulos pélvicos. O cancro, pode espalhar-se ainda mais (metástase) para outras áreas do corpo. Através de um exame rectal, o médico pode detectar propagação (do local) para os tecidos circundantes. Ou seja, o médico pode sentir um tumor rígido, fixo (não móvel) que se estende além da glândula. O cancro da próstata geralmente espalha-se (metástases) primeiro à parte inferior da coluna ou dos ossos pélvicos (os ossos que ligam a parte inferior da coluna aos quadris), provocando dor pélvica ou dor de costas, podendo também espalhar-se para o fígado e pulmões.</p>
<p>Como é feito o estadiamento do cancro da próstata.</p>
<p>O estadiamento de um cancro refere-se à determinação da extensão da doença. Depois do cancro da próstata ser diagnosticado numa biopsia, são feitos testes adicionais para avaliar se o cancro se espalhou para além da glândula. Para esta avaliação, podem se feitas biopsias de órgãos adjacentes, como o recto ou bexiga urinária, ou nódulos linfáticos (pélvicos). Além disso, são realizados exames de imagem. Por exemplo, a varredura do osso radionuclídeo pode determinar se há uma disseminação do tumor para os ossos. Além disso, tomografias computadorizadas e ressonâncias magnéticas (podem determinar se o cancro se espalhou para os tecidos ou órgãos adjacentes como a bexiga, o recto ou, a outras partes do corpo, tais como o fígado ou os pulmões. Em breve, os médicos fazem o estadiamento do cancro da próstata baseados principalmente nos resultados de qualquer ou de todos estes exames. O estadiamento do cancro da próstata, ajuda a prever a evolução esperada da doença e a determinar a escolha do tratamento.</p>
<p>Opções de tratamento para o cancro da próstata.</p>
<p>Decidir sobre o tratamento pode ser difícil, em parte porque as opções para o tratamento são muito melhores do que eram há dez anos atrás, mas também porque não existem suficientes dados fiáveis disponíveis para fundamentar as decisões. Há falta de estudos para comparar os riscos e benefícios dos diversos tratamentos.</p>
<p>Para decidir sobre o tratamento de um paciente individual, os médicos categorizam os cancros da próstata como, confinado ao órgão (localizado na glândula), localmente avançado (um tumor da próstata ou um que se espalhou apenas localmente), ou metastático (que se espalhou a órgãos mais distantes). As opções de tratamento para o cancro confinado ao órgão ou cancro da próstata localmente avançado geralmente incluem cirurgia, radioterapia, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/terapia-hormonal" title="" rel="nofollow" target="_self">terapia hormonal</a>, a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/crio-terapia" title="" rel="nofollow" target="_self">crio terapia</a>, ou combinações de alguns destes tratamentos. A cura para o cancro da próstata metastático, infelizmente, é inalcançável no momento presente. Os tratamentos para o cancro da próstata metastático, que incluem a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/terapia-hormonal" title="" rel="nofollow" target="_self">terapia hormonal</a> e <a href="http://vidadequalidade.org/cancro-da-prostata-diagnostico-sintomas-e-tratamento/" title="Cancro da próstata, diagnóstico, sintomas e tratamento" rel="follow" target="_self">quimioterapia</a>, são por isso considerados paliativos. O objectivo de tratamentos paliativos são, na melhor das hipóteses, para retardar o crescimento do tumor e aliviar os sintomas do paciente.</p>
<p>Quais são as diferenças entre o tratamento hormonal e quimioterapia?</p>
<p>A terapia hormonal é o pilar do tratamento para o cancro da próstata sintomático avançado. O tratamento de pacientes com doença avançada assintomática é essencial. Os tratamentos disponíveis para a terapia hormonal são:</p>
<p>Orquiectomia, remoção cirúrgica dos testículos (castração).</p>
<p>No sexo masculino a hormona testosterona, estimula o crescimento de células cancerígenas da próstata, é portanto, o principal combustível para o crescimento deste cancro. A função de todos os tratamentos hormonais (medicais e cirúrgicos, são em suma, diminuir a estimulação que a testosterona produz sobre as <a href="http://vidadequalidade.org/cancro-do-utero/" title="Cancro do útero" rel="follow" target="_self">células cancerosas</a> da próstata. A testosterona é normalmente produzida pelos testículos em resposta ao estímulo de um sinal hormonal chamado LH-RH. O LH-RH (hormona luteinizante, hormona liberadora) também chamada de hormona liberadora de gonadotropina). Esta hormona (vem de uma estação de controle no cérebro) e viaja no fluxo do sangue até aos testículos. Uma vez lá, o LH-RH estimula os testículos para produzirem e libertarem testosterona.</p>
<p>O tratamento hormonal envolve tomar um ou dois tipos de medicação. Estas drogas, assim, inibem a liberação de LH-RH do cérebro. O outro tipo de droga é referido como anti androgênico, (estes medicamentos actuam contra a hormona masculina. Ou seja, funcionam bloqueando o efeito da testosterona sobre a própria próstata.</p>
<p>A liberação da hormona conhecida como Zoladex e Lupron, e antiandrógenos, especificamente uma droga chamada Casodex, cada uma produz alívio sintomático em cerca de 80% dos pacientes.</p>
<p>Outros agentes úteis, progrestins tais como acetato de Megastrol administrado diariamente por via oral e outros medicamentos que inibem a produção de andrógenos, tais como aminoglutetimida ou cetoconazol. Estes agentes são eficazes, mas são difíceis de tolerar. Os corticosteróides são frequentemente administrados simultaneamente. Em oposição à terapia hormonal, a quimioterapia proporciona alívio em apenas 20-25% de pacientes com cancro da próstata. Vários regimes, estão sendo usados. Estramustine, cisplatina, 5-FU, vinorelbina e mitoxantrone são os agentes mais populares. No entanto, recentemente Taxol tornou-se a droga de escolha utilizada pelos oncologistas no tratamento do cancro da próstata resistente às hormonas.</p>
<p>Se o cancro da próstata for sensível às hormonas, então a terapia hormonal é a terapia de escolha. Quando o cancro se torna resistente às hormonas (a manipulação dos níveis de hormonas não tem efeito sobre o cancro da próstata), então a única terapia potencialmente disponível para o paciente é a quimioterapia. Infelizmente, a quimioterapia que vem após a terapia hormonal está longe de ser tão eficaz quanto a terapia hormonal, porque o cancro em si tem muitas vezes evoluído para se tornar mais agressivo. Outros factores considerados na escolha do tratamento incluem a idade, saúde geral, a preferência do indivíduo e estadiamento do cancro.</p>
<p>Tratamento cirúrgico para o cancro da próstata.</p>
<p>O tratamento cirúrgico ao cancro da próstata é comummente referido como uma prostatectomia radical ou total, que é a remoção de toda a próstata. Desde 1990, a prostatectomia radical tem sido o tratamento mais comum para o cancro da próstata nos Estados Unidos. Esta operação é feita em cerca de 36% dos pacientes com cancro confinado ao órgão (localizado), cancro da próstata. A American Cancer Society estima uma taxa de cura de 90% a nível nacional, quando a doença está confinada à próstata e toda a glândula é removida. As complicações potenciais de uma prostatectomia radical incluem os riscos da anestesia, sangramento local, impotência (perda da função sexual) em 30% a 70% dos pacientes, incontinência (perda do controle da micção) em 3% a10% dos pacientes.</p>
<p>Grandes avanços foram feitos na redução da frequência de complicações da prostatectomia radical. Esses avanços devem-se principalmente à melhoria das técnicas de anestesia e cirurgia. O aperfeiçoamento das técnicas cirúrgicas, por sua vez, resulta de um melhor entendimento da anatomia e fisiologia da potência sexual e continência urinária. Especificamente, a recente introdução de técnicas para poupar o nervo (para a prostatectomia) ajudaram a reduzir a frequência de impotência e incontinência.</p>
<p>Radioterapia como tratamento do cancro da próstata</p>
<p>O objectivo da terapia de radiação é danificar ou matar as células cancerosas e impedir o seu crescimento. Isso funciona porque a divisão rápida (reprodução) das células cancerígenas são mais vulneráveis à destruição pela radiação do que as células vizinhas normais. Os ensaios clínicos realizados utilizando a terapia de radiação para pacientes com cancro (localizado) cancro da próstata, têm mostrado que a radioterapia resulta numa taxa de sobrevivência (estar vivo 10 anos após o tratamento).</p>
<p>Incontinência e impotência podem ocorrer como complicações da terapia de radiação, como ocorre com a cirurgia, embora talvez com menos frequência do que com a cirurgia. Mais dados são necessários, no entanto, sobre os riscos e benefícios da terapia de radiação para além de 10 anos, especialmente porque (reaparições) do cancro podem por vezes ocorrer após a radiação.<br />
A radioterapia pode ser administrada como radiação externa ao longo de 6 ou 7 semanas, ou como um implante de sementes radioactivas (braqui terapia) directamente na próstata. Na radiação externa, alta energia de raio-X são destinados ao tumor e à área imediatamente em torno dele. Na braqui terapia, sementes radioactivas são inseridas através de agulhas na próstata sob a orientação de imagens de ultra-som tiradas pelo recto.</p>
<p>O que é <a href="http://vidadequalidade.org/tag/crio-terapia" title="" rel="nofollow" target="_self">crio terapia</a> para o tratamento do cancro da próstata?</p>
<p>A crio terapia é um dos tratamentos mais recentes, que está a ser avaliado para uso na fase inicial do cancro da próstata. Este tratamento mata as células cancerosas, congelando-as. O congelamento é realizado através da inserção de um líquido de congelamento (por exemplo, nitrogénio líquido ou agonio) através de agulhas, directamente na próstata. O procedimento é realizado sob a orientação de imagens de ultra-som. Na verdade, a crio terapia não é uma técnica nova, pelo contrário, é uma modificação de um procedimento que foi tentado anteriormente, mas tinha uma taxa inaceitavelmente elevada de complicações. A crio terapia foi utilizada na década de 1960 para congelar o forro do estômago para o tratamento de úlceras, mas foi interrompida porque danificava severamente o revestimento do estômago.</p>
<p>Actualmente, a crio terapia é recomendada a pacientes com cancro da próstata localmente avançado, que, por qualquer motivo, não são candidatos para os tratamentos mais convencionais. A crio terapia está ainda sendo estudada para determinar quais outros pacientes poderiam beneficiar deste tratamento. A eficácia da crio terapia em eliminar o cancro da próstata, ainda não foi comprovada. Sabe-se que, por vezes, o líquido de congelamento não mata todas as células cancerosas. Além disso, os potenciais efeitos secundários deste tratamento incluem danos à uretra e bexiga. Estes danos podem causar a obstrução (bloqueio) da uretra, fístulas (túneis anormais) que deixam vazar urina ou infecções graves.</p>
<p>O Cancro da próstata pode ser prevenido?</p>
<p>Não são conhecidas medidas específicas para prevenir o desenvolvimento do cancro da próstata. Portanto, podemos apenas esperar impedir a progressão do cancro, fazendo diagnósticos precoces e, tentar curar a doença. O tratamento precoce do cancro pode interromper o seu crescimento, evitar a propagação e, possivelmente, curar o cancro.</p>
<p>Com base em algumas pesquisas em animais e pessoas, certas medidas dietéticas têm sido sugeridas para impedir a progressão do cancro da próstata. Por exemplo, as <i>dietas</i> de baixa gordura, especialmente evitando carnes vermelhas, têm sido sugeridas, porque é pensado que, desacelera o crescimento do cancro da próstata de uma forma ainda não conhecida. Os produtos de soja, que funcionam através da diminuição da quantidade de testosterona circulante no sangue, também, supostamente, podem inibir o crescimento do cancro da próstata. Finalmente, outros estudos mostram que os produtos de tomate (licopeno), o mineral selénio e vitamina podem retardar o crescimento do cancro da próstata, de uma forma que ainda não é compreendida.</p>
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		<title>Cancro do útero</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 20:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cancro / Cancer]]></category>
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		<description><![CDATA[O cancro do útero afecta principalmente dois locais - o colo do útero e o endométrio (revestimento do útero). Em casos raros, o músculo uterino é afectado por um tipo de cancro conhecido como leiomiossarcoma. O cancro do útero surge maioritariamente em mulheres que possuam excesso de estrogénio no seu sistema reprodutor, particularmente se o nível de progesterona for baixo. Os factores que podem elevar o nível de estrogénio incluem obesidade, ausência de ovulação ou administração prolongada de hormonas estrogénicas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-do-utero" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro do útero</a>?</p>
<p>O cancro é uma doença em que algumas células do corpo não funcionam correctamente, dividem-se muito rapidamente e produzem demasiado ‘tecido’ que forma um tumor. <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-do-utero" title="" rel="nofollow" target="_self">Cancro do útero</a> é um cancro no ventre, a cavidade, órgão em forma de pêra, onde o bebe cresce durante a gravidez da mulher. Existem diferentes tipos de cancro uterino. O cancro do endométrio e sarcomas uterinos. Nos Estados Unidos, o cancro do endométrio é um cancro comum do sistema reprodutivo feminino. Este tipo de cancro acontece quando o cancro começa no tecido de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/revestimento-do-utero" title="" rel="nofollow" target="_self">revestimento do útero</a> (endométrio). Os Sarcomas uterinos ocorrem quando o cancro cresce nos músculos e outros tecidos de suporte do útero. Os Sarcomas uterinos representam apenas uma pequena parte dos cancros do útero.</p>
<p>O excesso de peso é um factor conhecido de risco para muitas <i>doenças</i> crónicas, como diabetes e <i>doenças</i> cardíacas. A obesidade também tem sido associada a um risco aumentado para o desenvolvimento de alguns cancros.<br />
O útero</p>
<p>O útero é parte do sistema reprodutivo da mulher. É a cavidade, órgão em forma de pêra, onde o bebe cresce. O útero é na pelve, entre a bexiga e o recto.<br />
A porção estreita e inferior do útero é o colo do útero. A parte ampla do meio do útero é o corpo, ou corpus. O topo em forma de cúpula, do útero, é o fundo. As trompas de Falópio estendem-se de cada lado do topo do útero até aos ovários.<br />
A parede do útero tem duas camadas de tecido. A camada interna, ou forro, é o endométrio. A camada externa é tecido muscular chamado miométrio.<br />
Em mulheres em idade fértil, o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/revestimento-do-utero" title="" rel="nofollow" target="_self">revestimento do útero</a> cresce e engrossa a cada mês para se preparar para a gravidez. Se uma mulher não engravidar, a espessura, forro de sangue flui para fora do corpo através da vagina. Este fluxo é chamado de menstruação.</p>
<p>Os tumores podem ser benignos ou malignos:</p>
<p>• Os tumores benignos não são cancro. Normalmente, os médicos podem removê-los. As células dos tumores benignos não se espalham para outras partes do corpo. Na maioria dos casos, os tumores benignos não voltam depois de serem removidos. Os tumores benignos raramente são uma ameaça à vida.</p>
<p>• Os tumores malignos são cancro. Estes são geralmente mais graves e podem ser fatais. As <a href="http://vidadequalidade.org/tag/celulas-cancerosas" title="" rel="nofollow" target="_self">células cancerosas</a> podem invadir e danificar os tecidos e órgãos mais próximos. Além disso, as <a href="http://vidadequalidade.org/tag/celulas-cancerosas" title="" rel="nofollow" target="_self">células cancerosas</a> podem-se ‘desligar’ do tumor maligno e entrar na corrente sanguínea ou sistema linfático. É desta forma que células cancerígenas se espalham a partir do tumor original (primário) para formar novos tumores em outros órgãos. A propagação do cancro é chamada de metástase.</p>
<p>Quando o cancro uterino se espalha (metástase) para fora do útero, as células cancerosas são frequentemente encontradas nos <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-da-mama/" title="Cancro da Mama" rel="follow" target="_self">gânglios linfáticos</a>, nervos ou vasos sanguíneos. Se o cancro atingiu os <a href="http://vidadequalidade.org/edema-dos-ganglios-linfaticos/" title="Edema dos gânglios linfáticos" rel="follow" target="_self">gânglios linfáticos</a>, as células cancerosas podem-se ter espalhado para os nódulos linfáticos e outros órgãos, tais como os pulmões, fígado e ossos.</p>
<p>Quando o cancro se espalha do seu lugar original para outra parte do corpo, o novo tumor tem o mesmo tipo de células anormais e por isso o mesmo nome que o tumor primário. Por exemplo, se o cancro do útero se espalha para os pulmões, as células do <a href="http://vidadequalidade.org/cancro-cancer-sintomas-diagnostico-tratamento/" title="Cancro, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento" rel="follow" target="_self">cancro do pulmão</a> serão células de cancro uterino. A doença é metastática de cancro uterino, não é <a href="http://vidadequalidade.org/medidas-contra-o-tabagismo/" title="Medidas Contra o Tabagismo" rel="follow" target="_self">cancro do pulmão</a>. É tratado como o cancro uterino e não cancro do pulmão.</p>
<p>O tipo mais comum de cancro do útero começa no revestimento (endométrio). Este é chamado de cancro do endométrio, cancro uterino, ou cancro do útero.</p>
<p>Quem corre o risco de ter cancro do útero?</p>
<p>Ninguém sabe as causas exactas do aparecimento do cancro do útero. No entanto, é evidente que esta doença não é contagiosa. Ninguém pode &#8220;pegar&#8221; cancro a outra pessoa.<br />
A maioria das mulheres que têm factores de risco conhecidos não desenvolve cancro do útero. Por outro lado, muitas que desenvolvem a doença não têm factores de risco conhecidos. Os médicos raramente conseguem explicar por que umas mulheres têm cancro do útero e outras não.</p>
<p>Estudos constataram os seguintes factores de risco:</p>
<p>• Idade. O cancro do útero ocorre principalmente em mulheres com mais de 50 anos.<br />
• Hiperplasia endometrial. O risco de cancro do útero é maior se a mulher tiver hiperplasia do endométrio.</p>
<p>• A terapia de reposição hormonal (TRH). HRT é usada para controlar os sintomas da menopausa, para prevenir a osteoporose (adelgaçamento dos ossos), e para reduzir o risco de doença cardíaca ou derrame.<br />
As mulheres que usam estrogênio sem progesterona, têm um uma maior probabilidade de poderem vir a ter cancro do útero. As mulheres que usam uma combinação de estrogênio e progesterona tem um menor risco de cancro do útero do que as mulheres que usam só estrogênio. A progesterona protege o útero.</p>
<p>• O corpo produz algum do seu estrogénio no tecido adiposo. É por isso que as mulheres obesas são mais propensas do que mulheres magras a terem altos níveis de estrogênio nos seus corpos. Altos níveis de estrogênio podem ser a razão pela qual as mulheres obesas têm um risco aumentado de desenvolver cancro do útero. O risco desta doença também é maior em mulheres com diabetes ou pressão arterial elevada (condições que ocorrem em muitas mulheres obesas).</p>
<p>• As mulheres que tomam a droga tamoxifen para prevenir ou tratar o cancro da mama têm um risco aumentado de cancro do útero. O médico deve acompanhar as mulheres que tomam tamoxifen para prevenir possíveis sinais ou sintomas de cancro do útero.<br />
Os benefícios do tamoxifen para tratar o cancro da mama são superiores ao risco de desenvolver outros cancros. Ainda assim, cada mulher é diferente, e cada caso deve ser discutido com o seu médico de família.</p>
<p>O cancro do útero ocorre geralmente após a menopausa. Mas também pode ocorrer em torno do momento em que começa a menopausa. Sangramento vaginal anormal é o sintoma mais comum do cancro do útero. As mulheres não devem assumir que o sangramento vaginal anormal é parte da menopausa.<br />
Uma mulher deve consultar o seu médico se tiver algum dos seguintes sintomas:<br />
• Sangramento ou descarga vaginal incomum</p>
<p>• Dificuldade ou dor ao urinar</p>
<p>• Dor durante a relação sexual</p>
<p>• Dor na região pélvica</p>
<p>Estes sintomas podem ser causados por cancro ou outras <i>doenças</i> menos graves. Na maioria das vezes pode não ser câncer, mas só um médico pode dizer com certeza.</p>
<p>Se uma mulher tiver sintomas que sugerem cancro do útero, o médico pode verificar os sinais gerais de saúde e pode pedir exames de sangue e urina. O médico também pode executar um ou mais dos exames ou testes seguintes:<br />
• Exame pélvico &#8211; Para verificar a vagina, útero, bexiga e recto. O médico considera estes órgãos para ver se há presença de nódulos, ou alterações de formato ou tamanho. Para ver a parte superior da vagina e do colo do útero, o médico insere um instrumento chamado espéculo, na vagina.</p>
<p>• Teste de Papanicolau &#8211; O médico recolhe células do colo do útero e vagina superior, estas são examinadas num laboratório para verificar se existem células anormais. Embora o teste de Papanicolau possa detectar cancro do colo do útero, as células do interior do útero normalmente não aparecem num teste de Papanicolau. É por isso que o médico recolhe amostras de células do interior do útero usando um procedimento chamado biopsia.</p>
<p>• Ultra-som transvaginal &#8211; O médico insere um instrumento dentro da vagina. O instrumento visa ondas sonoras de alta frequência no útero. O padrão dos ecos que produzem cria uma imagem. Se o endométrio parecer ser muito grosso, o médico poderá fazer uma biopsia.</p>
<p>• Biopsia &#8211; O médico remove uma amostra de tecido do revestimento do útero. Um patologista examina o tecido para verificar as células cancerosas, hiperplasia, e outras condições. Por um curto período após a biopsia, algumas mulheres têm cólicas e sangramento vaginal.</p>
<p>Se for diagnosticado cancro do útero, o médico precisa de conhecer a extensão da doença para planejar o melhor tratamento. Isto é uma tentativa cuidadosa para descobrir se o cancro se espalhou e, em caso afirmativo, a que partes do corpo.</p>
<p>Na maioria dos casos, a maneira mais confiável para travar a doença é a remoção do útero (histerectomia). Após a remoção do útero, o cirurgião pode procurar sinais evidentes de que o cancro invadiu o músculo do útero. O cirurgião também pode verificar os gânglios linfáticos e outros órgãos da região pélvica para detectar sinais de cancro. Um patologista usa um microscópio para examinar o útero e outros tecidos removidos pelo cirurgião.</p>
<p>Características principais de cada estágio da doença:<br />
• Fase I &#8211; O cancro está apenas no corpo do útero. Não está no colo do útero.<br />
• Fase II &#8211; O cancro espalhou-se a partir do corpo do útero para o colo do útero.<br />
• Fase III &#8211; O cancro espalhou-se para fora do útero, mas não fora da pelve (e não para a bexiga ou recto).</p>
<p>• Fase IV &#8211; O cancro espalhou-se para a bexiga ou recto. Ou estende-se além da pélvis para outras partes do corpo.</p>
<p>O tratamento geralmente começa dentro de poucas semanas após o diagnóstico. Haverá tempo para a mulher conversar com o médico sobre as suas escolhas de tratamento, obter uma segunda opinião, e aprender mais sobre o cancro do útero.</p>
<p>A escolha do tratamento depende do tamanho do tumor, e o estágio da doença. O médico também considera outros factores, incluindo a idade e a saúde em geral da mulher em causa.</p>
<p>As mulheres com cancro do útero têm muitas opções de tratamento. A maioria é tratada com cirurgia. Algumas têm a terapia de radiação, outras, terapia hormonal. Algumas pacientes recebem uma combinação de terapias.</p>
<p>O médico é a melhor pessoa para descrever as escolhas de tratamento e discutir os resultados esperados pelo mesmo.</p>
<p>A maioria das mulheres com cancro do útero, submetem-se a cirurgia para remover o útero (histerectomia) através de uma incisão no abdómen. O médico também remove as duas trompas de falópio e os ovários.</p>
<p>Os médicos usam dois tipos de radioterapia para tratar o cancro do útero:<br />
• A radiação externa: É utilizada uma grande máquina (fora do corpo) para apontar radiação á superfície do tumor.</p>
<p>• A radiação interna: Em terapia de radiação interna, minúsculos tubos contendo uma substância radioactiva são inseridos através da vagina e deixados no local durante alguns dias. A mulher permanece no hospital durante o tratamento. Algumas pacientes necessitam de terapia de radiação externa e interna.<br />
• A terapia hormonal envolve substâncias que impedem que as células cancerosas obtenham ou utilizem as hormonas de que precisam para crescer.</p>
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		<title>Cancro da próstata, diagnóstico, sintomas e tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 12:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cancro / Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da próstata]]></category>
		<category><![CDATA[células cancerosas]]></category>
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		<description><![CDATA[O cancro da próstata na sua quase totalidade é um carcinoma. Entre diversas características que se podem encontrar no carcinoma, salienta-se a semelhança que ainda existe, ou não, entre o tumor e a glândula prostática de onde se origina. O grau de semelhança é medido pelo chamado score de Gleason: um Gleason baixo significa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-da-prostata" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro da próstata</a> na sua quase totalidade é um carcinoma.</p>
<p>Entre diversas características que se podem encontrar no carcinoma, salienta-se a semelhança que ainda existe, ou não, entre o tumor e a glândula prostática de onde se origina. O grau de semelhança é medido pelo chamado score de Gleason: um Gleason baixo significa que o tumor é mais semelhante à glândula prostática, enquanto um Gleason alto (máximo 10) significa o contrário. A um Gleason baixo corresponde habitualmente um melhor prognóstico.</p>
<p>Outra característica fundamental é medida pelo Estadio da doença, isto é, se a doença se encontra confinada à próstata ou, pelo contrário, se se espalhou a outros órgãos.</p>
<p>O PSA, a idade e o estado geral do doente são ainda factores determinantes da caracterização da doença e, portanto, com consequente implicação terapêutica</p>
<p>O tumor geralmente cresce lentamente e permanece confinado à glândula da próstata durante muitos anos. Durante este tempo, o tumor produz poucos ou nenhum sintoma ou sinal externo (anormalidades no exame físico). Com o avanço do cancro, no entanto, este pode-se espalhar aos tecidos circundantes. Além disso, também podem aparecer metástases em todas as outras áreas do corpo, como ossos, pulmões e fígado, pelo que os sintomas e sinais, são mais frequentemente associados ao cancro de próstata avançado. </p>
<p>• O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-da-prostata" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro da próstata</a> é o tumor maligno mais comum em homens e a segunda maior causa de morte por cancro, depois do cancro do pulmão;</p>
<p>• Embora as causas do cancro da próstata sejam desconhecidas, alguns factores de risco, como idade avançada e história familiar de cancro da próstata, já foram identificados;</p>
<p>• O cancro da próstata é frequentemente detectado (inicialmente) através de uma análise PSA ao sangue ou de um nódulo duro (caroço) sentido na próstata durante um exame de rotina digital (feito com um dedo) exame rectal;</p>
<p>• O exame de toque rectal (a partir dos 40 anos) e o teste de PSA ao sangue (a partir dos 50 anos) deve ser feito uma vez por ano como rastreio deste cancro;</p>
<p>• Se um dos testes de rastreio mostrar resultados anormais, é normalmente feita uma biopsia da próstata;</p>
<p>• O diagnóstico de cancro da próstata é feito quando as <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-do-cancro-da-mama/" title="Tratamento do cancro da mama" rel="follow" target="_self">células cancerosas</a> da próstata são identificadas no tecido da biopsia sob um microscópio;<br />
• Em alguns homens, o cancro da próstata ameaça a suas vidas, enquanto em muitos outros, pode existir durante muitos anos sem causar problemas de saúde;<br />
• A escolha do tratamento para o cancro da próstata depende do tamanho, agressividade e extensão ou propagação do tumor, bem como a idade, saúde geral, e a preferência do paciente;</p>
<p>• As opções para o <a href="http://vidadequalidade.org/como-perder-peso-apos-o-tratamento-do-cancro/" title="Como Perder Peso Após o Tratamento do Cancro" rel="follow" target="_self">tratamento do cancro</a> da próstata incluem cirurgia, radioterapia, tratamento hormonal, crioterapia, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/quimioterapia" title="" rel="nofollow" target="_self">quimioterapia</a>, ou combinações de alguns destes tratamentos.</p>
<p>Quais são os sintomas do cancro da próstata? </p>
<p>Nas fases iniciais, o cancro da próstata geralmente não causa sintomas durante muitos anos. A próstata está localizada imediatamente na frente do recto. À medida que o cancro aumenta, (pressiona a uretra) o fluxo de urina diminui e a micção torna-se mais difícil. Os pacientes podem também experimentar ardor ao urinar ou sangue na urina. Se o tumor continuar a crescer, pode bloquear completamente o fluxo de urina, causando dor e uma bexiga alargada. </p>
<p>Nos estágios mais avançados, o cancro da próstata pode-se espalhar localmente ao tecido circundante ou aos gânglios linfáticos próximos, chamados de nódulos pélvicos. O cancro, pode espalhar-se ainda mais (metástase) para outras áreas do corpo. Através de um exame rectal, o médico pode às vezes detectar propagação (do local) para os tecidos circundantes. Ou seja, o médico pode sentir um tumor rígido, fixo (não móvel) que se estende além da glândula. O cancro da próstata geralmente espalha (metástase) primeiro à parte inferior da coluna ou dos ossos pélvicos (os ossos que ligam a parte inferior da coluna aos quadris), provocando dor pélvica ou dor de costas. O cancro pode espalhar-se para o fígado e pulmões.</p>
<p>Como é feito o estadiamento do cancro da próstata. </p>
<p>O estadiamento de um cancro refere-se à determinação da extensão da doença. Depois do cancro da próstata ser diagnosticado numa biopsia, são feitos testes adicionais para avaliar se o cancro se espalhou para além da glândula. Para esta avaliação, podem se feitas biopsias de órgãos adjacentes, como o recto ou bexiga urinária, ou nódulos linfáticos (pélvicos). Além disso, normalmente são realizados exames de imagem. Por exemplo, a varredura do osso radionuclídeo pode determinar se há uma disseminação do tumor para os ossos. Tomografias computadorizadas e ressonâncias magnéticas (podem determinar se o cancro se espalhou para os tecidos ou órgãos adjacentes como a bexiga, o recto ou, a outras partes do corpo, tais como o fígado ou os pulmões. Em breve, os médicos fazem o estadiamento do cancro da próstata baseados principalmente nos resultados de qualquer ou de todos estes exames. O estadiamento do cancro da próstata, ajuda a prever a evolução esperada da doença e a determinar a escolha do tratamento.</p>
<p>Quais são as opções de tratamento para o cancro da próstata? </p>
<p>Decidir sobre o tratamento pode ser difícil, em parte porque as opções para o tratamento são muito melhores do que eram há dez anos atrás, mas também porque não existem suficientes dados fiáveis disponíveis para fundamentar as decisões. Há falta de estudos para comparar os riscos e benefícios dos diversos tratamentos. </p>
<p>Para decidir sobre o tratamento de um paciente individual, os médicos categorizam os cancros da próstata como, confinado ao órgão (localizado na glândula), localmente avançado (um tumor da próstata ou um que se espalhou apenas localmente), ou metastático (que se espalhou a órgãos mais distantes). As opções de tratamento para o cancro confinado ao órgão ou cancro da próstata localmente avançado geralmente incluem cirurgia, radioterapia, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/terapia-hormonal" title="" rel="nofollow" target="_self">terapia hormonal</a>, a crio terapia, ou combinações de alguns destes tratamentos. A cura para o cancro da próstata metastático, infelizmente, é inalcançável no momento presente. Os tratamentos para o cancro da próstata metastático, que incluem a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/terapia-hormonal" title="" rel="nofollow" target="_self">terapia hormonal</a> e <a href="http://vidadequalidade.org/tag/quimioterapia" title="" rel="nofollow" target="_self">quimioterapia</a>, são por isso considerados paliativos. O objectivo de tratamentos paliativos são, na melhor das hipóteses, para retardar o crescimento do tumor e aliviar os sintomas do paciente.</p>
<p>Quais são as diferenças entre o tratamento hormonal e quimioterapia? </p>
<p>A terapia hormonal é o pilar do tratamento para o cancro da próstata sintomático avançado. O tratamento de pacientes com doença avançada assintomática é essencial. Os tratamentos disponíveis para a terapia hormonal são: </p>
<p>Orquiectomia, a remoção cirúrgica dos testículos (castração).</p>
<p>Tratamento hormonal para o cancro da próstata? </p>
<p>No sexo masculino a hormona testosterona, estimula o crescimento de células cancerígenas da próstata, é portanto, o principal combustível para o crescimento do cancro da próstata. A função de todos os tratamentos hormonais (medicais e cirúrgicos, são em suma, diminuir a estimulação que a testosterona produz sobre as <a href="http://vidadequalidade.org/cancro-do-utero/" title="Cancro do útero" rel="follow" target="_self">células cancerosas</a> da próstata. A testosterona é normalmente produzida pelos testículos em resposta ao estímulo de um sinal hormonal chamado LH-RH. O LH-RH (hormona luteinizante, hormona liberadora) também chamada de hormona liberadora de gonadotropina). Esta hormona (vem de uma estação de controle no cérebro) e viaja no fluxo do sangue aos testículos. Uma vez lá, o LH-RH estimula os testículos para produzirem e libertarem testosterona. </p>
<p>O tratamento hormonal envolve tomar um ou dois tipos de medicação. Estas drogas, assim, inibem a liberação de LH-RH do cérebro. O outro tipo de droga é referido como anti androgênico, (estes medicamentos actuam contra a hormona masculina. Ou seja, funcionam bloqueando o efeito da testosterona sobre a própria próstata. </p>
<p>A liberação da hormona conhecida como Zoladex e Lupron, e antiandrógenos, especificamente uma droga chamada Casodex, cada uma produz alívio sintomático em cerca de 80% dos pacientes. A melhoria é muitas vezes dramática. </p>
<p>Outros agentes que são úteis incluem os seguintes: progrestins tais como acetato de Megastrol administrado diariamente por via oral e outros medicamentos que inibem a produção de andrógenos, tais como aminoglutetimida ou cetoconazol. Estes agentes são eficazes, mas são difíceis de tolerar. Os corticosteróides são frequentemente administrados simultaneamente. Em oposição à terapia hormonal, a quimioterapia proporciona alívio em apenas 20-25% de pacientes com cancro da próstata. Vários regimes, estão sendo usados. Estramustine, cisplatina, 5-FU, vinorelbina e mitoxantrone são os agentes mais populares. No entanto, recentemente Taxol tornou-se a droga de escolha utilizada pelos oncologistas no <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-do-cancro-da-mama/" title="Tratamento do cancro da mama" rel="follow" target="_self">tratamento do cancro</a> da próstata resistente às hormonas. </p>
<p>Se o cancro da próstata for sensível às hormonas, então a terapia hormonal é a terapia de escolha. Quando o cancro se torna resistente às hormonas (a manipulação dos níveis de hormonas não tem efeito sobre o cancro da próstata), então a única terapia potencialmente disponível para o paciente é a quimioterapia. Infelizmente, a quimioterapia que vem após a terapia hormonal está longe de ser tão eficaz quanto a terapia hormonal, porque o cancro em si tem muitas vezes evoluído para se tornar mais agressivo. Outros factores considerados na escolha do tratamento incluem a idade, saúde geral, a preferência do indivíduo e estadiamento do cancro.</p>
<p>Tratamento cirúrgico para o cancro da próstata? </p>
<p>O tratamento cirúrgico para o cancro da próstata é comummente referido como uma prostatectomia radical ou total, que é a remoção de toda a próstata. Desde 1990, a prostatectomia radical tem sido o tratamento mais comum para o cancro da próstata nos Estados Unidos. Esta operação é feita em cerca de 36% dos pacientes com cancro confinado ao órgão (localizado), cancro da próstata. A American Cancer Society estima uma taxa de cura de 90% a nível nacional, quando a doença está confinada à próstata e toda a glândula é removida. As complicações potenciais de uma prostatectomia radical incluem os riscos da anestesia, sangramento local, impotência (perda da função sexual) em 30% a 70% dos pacientes, incontinência (perda do controle da micção) em 3% a10% dos pacientes. </p>
<p>Grandes avanços foram feitos na redução da frequência de complicações da prostatectomia radical. Esses avanços devem-se principalmente à melhoria das técnicas de anestesia e cirurgia. O aperfeiçoamento das técnicas cirúrgicas, por sua vez, resulta de um melhor entendimento da anatomia e fisiologia da potência sexual e continência urinária. Especificamente, a recente introdução de técnicas para poupar o nervo (para a prostatectomia) ajudaram a reduzir a frequência de impotência e incontinência.</p>
<p>Radioterapia como tratamento do cancro da próstata? </p>
<p>O objectivo da terapia de radiação é danificar ou matar as células cancerosas e impedir o seu crescimento. Isso funciona porque a divisão rápida (reprodução) das células cancerígenas são mais vulneráveis à destruição pela radiação do que as células vizinhas normais. Os ensaios clínicos realizados utilizando a terapia de radiação para pacientes com cancro (localizado) cancro da próstata, têm mostrado que a radioterapia resulta numa taxa de sobrevivência (estar vivo 10 anos após o tratamento) comparável ao da prostatectomia radical. Incontinência e impotência podem ocorrer como complicações da terapia de radiação, como ocorre com a cirurgia, embora talvez com menos frequência do que com a cirurgia. Mais dados são necessários, no entanto, sobre os riscos e benefícios da terapia de radiação para além de 10 anos, especialmente porque (reaparições) do cancro podem por vezes ocorrer após a radiação.<br />
A radioterapia pode ser administrada como radiação externa ao longo de 6 ou 7 semanas, ou como um implante de sementes radioactivas (braqui terapia) directamente na próstata. Na radiação externa, alta energia de raio-X são destinados ao tumor e à área imediatamente em torno dele. Na braqui terapia, sementes radioactivas são inseridas através de agulhas na próstata sob a orientação de imagens de ultra-som tiradas pelo recto.</p>
<p>O que é crio terapia para o cancro da próstata? </p>
<p>A crio terapia é um dos tratamentos mais recentes, que está a ser avaliado para uso na fase inicial do cancro da próstata. Este tratamento mata as células cancerosas, congelando-as. O congelamento é realizado através da inserção de um líquido de congelamento (por exemplo, nitrogénio líquido ou agonio) através de agulhas, directamente na próstata. O procedimento é realizado sob a orientação de imagens de ultra-som. Na verdade, a crio terapia não é uma técnica nova, pelo contrário, é uma modificação de um procedimento que foi tentado anteriormente, mas tinha uma taxa inaceitavelmente elevada de complicações. A crio terapia foi utilizada na década de 1960 para congelar o forro do estômago para o tratamento de úlceras, mas foi interrompida porque danificada severamente o revestimento do estômago. </p>
<p>Actualmente, a crio terapia é recomendada a pacientes com cancro da próstata localmente avançado, que, por qualquer motivo, não são candidatos para os tratamentos mais convencionais. A crio terapia está ainda sendo estudada para determinar quais outros pacientes poderiam beneficiar deste tratamento. A eficácia da crio terapia em eliminar o cancro da próstata, ainda não foi comprovada. Sabe-se que, por vezes, o líquido de congelamento não mata todas as células cancerosas. Além disso, os potenciais efeitos secundários deste tratamento incluem danos à uretra e bexiga. Estes danos podem causar a obstrução (bloqueio) da uretra, fístulas (túneis anormais) que deixam vazar urina ou infecções graves.</p>
<p>Quimioterapia como tratamento do cancro da próstata? </p>
<p>A quimioterapia é usada (para tratar cancro da próstata, resistente ao tratamento de hormonas) como um tratamento paliativo (paliativo para aliviar os sintomas) em pacientes com cancro avançado para os quais a cura é inatingível. Lembre-se que o objectivo do tratamento paliativo é simplesmente para retardar o crescimento do tumor e aliviar os sintomas do paciente. A quimioterapia não é normalmente utilizada para cancro da próstata confinado ao órgão ou localmente avançado, porque a cura destes casos é possível com outros tratamentos. Actualmente, a quimioterapia é utilizada apenas para os cancros da próstata metastáticos avançados, que não respondem a outros tratamentos.<br />
Os efeitos colaterais mais comuns da quimioterapia incluem fraqueza, náusea, perda de cabelo, e supressão da medula óssea. A supressão da medula óssea, por sua vez, pode diminuir os glóbulos vermelhos (causando anemia), dos glóbulos brancos (causando infecções) e das plaquetas (resultando em sangramento).</p>
<p>O Cancro da próstata pode ser prevenido? </p>
<p>Não são conhecidas medidas específicas para prevenir o desenvolvimento do cancro da próstata. Portanto, podemos apenas esperar impedir a progressão do cancro, fazendo diagnósticos precoces e, tentar curar a doença. O tratamento precoce do cancro pode interromper o seu crescimento, evitar a propagação e, possivelmente, curar o cancro. </p>
<p>Com base em algumas pesquisas em animais e pessoas, certas medidas dietéticas têm sido sugeridas para impedir a progressão do cancro da próstata. Por exemplo, as <i>dietas</i> de baixa gordura, especialmente evitando carnes vermelhas, têm sido sugeridas, porque é pensado que, desacelera o crescimento do cancro da próstata de uma forma ainda não conhecida. Os produtos de soja, que funcionam através da diminuição da quantidade de testosterona circulante no sangue, também, supostamente, podem inibir o crescimento do cancro da próstata. Finalmente, outros estudos mostram que os produtos de tomate (licopeno), o mineral selénio e vitamina E podem retardar o crescimento do cancro da próstata, de uma forma que ainda não é compreendida.</p>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 11:18:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Existem certo tipos de hortaliças e frutas que ajudam no tratamento e na prevenção do cancro. Beber sumo de laranja todos os dia é essencial, pois possui poderosos compostos naturais chamados limonóides, que segundo estudos já demonstraram resultados fabulosos na destruição de determinadas células cancerosas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://vidadequalidade.org/tag/prevencao-do-cancro" title="" rel="nofollow" target="_self">Prevenção do cancro</a></strong></p>
<p><strong>Hortaliças que ajudam a prevenir o cancro</strong></p>
<p>Faça refeições com este tipo de hortalicas:</p>
<p>- Abóbora, couve-flor, batata cozida.</p>
<p>- Beba alternadamente 1 copo de sumo de cenoura, sumo de  dente-de-leão ou sumo de couve.<br />
- Inclua nas suas refeições saladas cruas com rebentos de feijão.<br />
- Os legumes cozidos como a cenoura, feijão verde, beterraba, quiabo e  couves são importantes na sua dieta.<br />
- Ao <a href="http://vidadequalidade.org/apetite-ao-pequeno-almoco/" title="Apetite ao pequeno almoço" rel="follow" target="_self">pequeno almoço</a> coma papas de aveia com maça e mel.<br />
- Ao jantar, pode incluir papas de aveia com maçã e um pouco de mel.</p>
<p>- Coma pão integral torrado</p>
<p><strong>Frutas que ajudam a prevenir o cancro:</strong></p>
<p>Maça, uvas, <a href="http://vidadequalidade.org/principais-beneficios-dos-frutos/" title="Principais beneficios dos Frutos" rel="follow" target="_self">figos</a>. Coma frutas desde maças, uvas e <a href="http://vidadequalidade.org/como-fazer-conserva-de-figos/" title="Como fazer conserva de figos" rel="follow" target="_self">figos</a>, alternando sempre. Beber <a href="http://vidadequalidade.org/causas-de-indigestao/" title="Causas de Indigestão" rel="follow" target="_self">sumo de laranja</a> também é muito importante. Se puder fazer refeições exclusivas com este tipo de frutas ainda melhor. Ao jantar pode comer pêssego, laranja, melão, melancia e meloa.</p>
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		<title>Tratamento do cancro da mama</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/tratamento-do-cancro-da-mama/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 08:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cancro / Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da mama]]></category>
		<category><![CDATA[células cancerosas]]></category>
		<category><![CDATA[mastectomia]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem varios tipos de tratamento para o cancro da mama, tais como mastectomia, quimioterapia, radioterapia e Terapias biológicas que consistem em tratamentos experimentais que têm como objectivo estimular o sistema imunológico do organismo para combater o cancer. A terapia biológica está geralmente disponível apenas em ensaios clínicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma vasta gama de tratamentos para o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-da-mama" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro da mama</a>, incluindo a cirurgia, a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/mastectomia" title="" rel="nofollow" target="_self">mastectomia</a> e cirurgia reconstrutiva, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/radioterapia" title="" rel="nofollow" target="_self">radioterapia</a>, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/quimioterapia" title="" rel="nofollow" target="_self">quimioterapia</a>, terapia hormonal e terapia biológica.</p>
<p>Existem dois métodos de tratamento locais.</p>
<p>A cirurgia e a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/radioterapia" title="" rel="nofollow" target="_self">radioterapia</a> são exemplos de tratamentos locais.</p>
<p>Tratamentos locais</p>
<p>Os tratamentos locais removem as <a href="http://vidadequalidade.org/tag/celulas-cancerosas" title="" rel="nofollow" target="_self">células cancerosas</a> da mama e nódulos linfáticos sob o braço. No entanto, as <a href="http://vidadequalidade.org/tag/celulas-cancerosas" title="" rel="nofollow" target="_self">células cancerosas</a> podem ter deixado o peito antes da cirurgia e estarem presentes noutras partes do corpo. Estas células podem-se transformar em tumores num desses locais do organismo, meses ou até anos mais tarde, isto tem o nome de recorrência do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-da-mama" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro da mama</a>. Infelizmente, se isso ocorrer, o cancro é dito ser &#8220;metastático&#8221; e, embora seja tratável, não é mais curável. A fim de reduzir as probabilidades de isso acontecer, tratamentos locais ou tratamentos do corpo inteiro são muitas vezes utilizados após a cirurgia para tentar matar as células cancerosas que podem ter escapado do peito antes da cirurgia. Existem dois tipos principais de tratamentos locais:</p>
<p>1.<a href="http://vidadequalidade.org/tag/quimioterapia" title="" rel="nofollow" target="_self">Quimioterapia</a><br />
Ao longo de um período de três a seis meses, o seu médico pode tratá-la com quatro a oito sessões de quimioterapia. A quimioterapia envolve drogas tomadas, por comprimido ou por via intravenosa para destruir as células cancerosas remanescentes nos seus seios. Infelizmente, as drogas também afectam as células saudáveis, incluindo cabelo, ossos e células do trato digestivo. Portanto, as pessoas que são tratadas com quimioterapia, sentem efeitos secundários, como perder o cabelo, náuseas, vómitos e fadiga. Alguns efeitos a longo prazo podem incluir perda de memória, menopausa precoce, infertilidade e outras formas de câncer.</p>
<p>2.Terapia hormonal</p>
<p>A terapia hormonal é geralmente usada em mulheres que têm estágios avançados de câncer ou como tratamento de prevenção para mulheres com cancer de receptor de estrógeno. Este tipo de cancro resulta de hormonas de estrogênio e progesterona que incentivam o crescimento de células de cancro da mama. Medicamentos são indicados para prevenir que o estrógeno se ligue a essas células de cancro da mama.</p>
<p>O método de tratamento adequado, entretanto, depende do tamanho e localização do cancro da mama, os resultados da patologia, revisão da espécie do tumor, a idade da mulher, menopausa, e a saúde em geral, dependendo do estágio da doença.</p>
<p>A cirurgia é o tratamento mais comum para o cancro da mama. Existem dois tipos:</p>
<p>Cirurgia da mama conservadora e a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/mastectomia" title="" rel="nofollow" target="_self">mastectomia</a>.</p>
<p>No passado, fazer uma mastectomia radical, (onde toda a mama, os músculos do tórax e os nódulos linfáticos eram removidos), era um procedimento comum para o tratamento do cancro da mama. No entanto, graças aos avanços na cirurgia e técnicas de tratamento, hoje as mastectomias radicais são raramente executadas. Muitas mulheres optam por uma tumorectomia ou mastectomia, parcial, ou uma mastectomia simples, seguida de radioterapia, quimioterapia ou terapia hormonal.</p>
<p>A tumorectomia é onde um nódulo mamário canceroso é removido juntamente com o tecido não canceroso em torno do caroço, preservando assim o tecido mamário. No entanto este tratamento não é recomendado para mulheres com tumores profundos, ou com tumores múltiplos generalizados, mulheres com doença do tecido conjuntivo ou mulheres grávidas. A mastectomia parcial é onde o nódulo canceroso é removido, bem como o tecido normal e ganglios linfáticos, mas algum do tecido mamário é preservado.</p>
<p>Mulheres submetidas a uma mastectomia simples terão todo o seu tecido mamário removido incluindo o mamilo e a aréola. Cirurgia reconstrutiva está disponível e pode ser feita no momento da mastectomia ou mais tarde. A reconstrução pode ser feita através do uso de implantes ou usando o tecido corporal da mulher em causa.</p>
<p>O outro tipo de cirurgia que é frequentemente realizado no cancro da mama é chamado de mastectomia radical. Neste processo, toda a mama é removida. Isto geralmente é feito se o tumor for muito grande para remover sem remover toda a mama, se o cancro estiver presente na pele da mama (cancro da mama inflamatório), ou se a paciente preferir esse tipo de cirurgia.</p>
<p>O tratamento de radiação</p>
<p>O tratamento de radiação geralmente segue a cirurgias do cancro da mama, tanto invasivas como não invasivas. A radioterapia é um tratamento de raio-X que destrói as células cancerosas e reduz os tumores. É feito cerca de quatro semanas após a cirurgia com a duração de cinco ou seis semanas consecutivas. Cada sessão de radioterapia tem a duração de 30 minutos e não é dolorosa, mas com o tempo pode sentir grande fadiga, o peito inchado e sensível. A radioterapia acarreta alguns riscos, inchaço dos braços, pulmão, coração ou danos nervosos, a mudança na densidade da mama ou de outro tumor.</p>
<p>Terapia Biológica</p>
<p>Terapias biológicas são tratamentos experimentais que têm como objectivo estimular o sistema imunológico do organismo para combater o câncer. A terapia biológica está geralmente disponível apenas em ensaios clínicos. No entanto, um medicamento, o Herceptin, está disponível para tratar certos casos de tumores de cancro da mama avançado.</p>
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		<title>Metastização no Tumor Maligno</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 08:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[células cancerosas]]></category>
		<category><![CDATA[corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[gânglios linfáticos]]></category>
		<category><![CDATA[metastização]]></category>
		<category><![CDATA[tumor maligno]]></category>

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		<description><![CDATA[A metastização ocorre no caso do tumor maligno quando as células cancerosas não se limitam a desenvolverem-se num único órgão do corpo humano, mas alastram para outros órgãos . A metastização num tumor maligno ocorre através da corrente sanguínea, sendo as metástases mais comuns em determinados órgãos do corpo humano, a nível pulmonar, cerebral e hepático, ou através da corrente linfática, metastizando os gânglios linfáticos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/metastizacao" title="" rel="nofollow" target="_self">metastização</a> ocorre no caso do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/tumor-maligno" title="" rel="nofollow" target="_self">tumor maligno</a> quando as <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-do-cancro-da-mama/" title="Tratamento do cancro da mama" rel="follow" target="_self">células cancerosas</a> não se limitam a desenvolverem-se num único órgão do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/corpo-humano" title="" rel="nofollow" target="_self">corpo humano</a>, mas alastram para outros órgãos. A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/metastizacao" title="" rel="nofollow" target="_self">metastização</a> num <a href="http://vidadequalidade.org/tag/tumor-maligno" title="" rel="nofollow" target="_self">tumor maligno</a> ocorre através da corrente sanguínea, sendo as metástases mais comuns em determinados órgãos do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/corpo-humano" title="" rel="nofollow" target="_self">corpo humano</a>, a nível pulmonar, cerebral e hepático, ou através da corrente linfática, metastizando os <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-da-mama/" title="Cancro da Mama" rel="follow" target="_self">gânglios linfáticos</a>. A metastização ocorre primeiramente nos órgãos do corpo humano mais próximos e posteriormente nos órgãos do corpo humano mais afastados do órgão inicial em que se iniciou o desenvolvimento de <a href="http://vidadequalidade.org/cancro-do-utero/" title="Cancro do útero" rel="follow" target="_self">células cancerosas</a>.</p>
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