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	<title>Qualidade de Vida &#187; efeitos colaterais</title>
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	<description>Qualidade de Vida, Bem-estar, Saúde, Dicas de Beleza, Nutrição, Alimentos,...</description>
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		<title>Tratamentos e remédios para a depressão</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 12:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivos]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção sexual]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[remédios para a depressão]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da depressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente existem muitos tipos de remédios para a depressão. Cada remédio pode ser especialmente formulado e doseado para cada tipo de depressão de forma individual.
Os inibidores selectivos de recaptação da Serotonina (ISRS) - Vulgarmente conhecidos pelos nomes Zoloft, Prozac, Paxil e Lexapro, são remédios para a depressão que podem causar efeitos secundários desagradáveis.
Os novos remédios para a depressão têm efeitos colaterais leves e têm a capacidade adicional para tratar a dor crónica, muitas vezes associada à depressão. Os efeitos secundários são semelhantes aos ISRSs....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Diagnosticar de forma precisa a <i>depressão</i>, não só leva tempo como também pode ser um processo complicado e delicado encontrar o remédio correcto para o tratamento da mesma. Para algumas pessoas com sérios problemas de saúde, como <i>doenças</i> cardíacas, renais ou hepáticas, alguns <a href="http://vidadequalidade.org/tag/antidepressivos" title="" rel="nofollow" target="_self">antidepressivos</a> são inseguros. Os <a href="http://vidadequalidade.org/tag/antidepressivos" title="" rel="nofollow" target="_self">antidepressivos</a> podem ser ineficazes, se a dose for inadequada, ou ter <a href="http://vidadequalidade.org/tag/efeitos-colaterais" title="" rel="nofollow" target="_self">efeitos colaterais</a> incómodos, levando à falha do tratamento.</p>
<p><strong>Quando toma remédios para a <i>depressão</i>, é importante ter em conta o seguinte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. Apenas 30% das pessoas com <i>depressão</i> se curam completamente, após tomar a primeira dose de antidepressivos. (Isto de acordo com um estudo de 2006, financiado pelo National Institutes of Health, (‘Instituto Nacional de Saúde’). Aqueles que melhoraram foram os que tomaram doses ligeiramente mais elevadas e por períodos mais longos.</p>
<p>2. Alguns antidepressivos funcionam melhor para certas pessoas, do que outros. Não é raro experimentar diferentes tipos de remédios durante o tratamento.</p>
<p>3. Algumas pessoas precisam de mais do que um remédio para o <a href="http://vidadequalidade.org/terapia-cognitiva-comportamental-para-tratamento-da-depressao/" title="Terapia Cognitiva Comportamental para Tratamento da Depressão" rel="follow" target="_self">tratamento da <i>depressão</i></a>.</p>
<p>4. As caixas de antidepressivos têm advertências para os riscos de pensamento e comportamento suicida em crianças, adolescentes e jovens adultos entre os 18 e os 24 anos de idade.</p>
<p>O seu médico pode medir os riscos e os benefícios do tratamento e optimizar o uso da medicação que melhor pode aliviar os seus sintomas.</p>
<p><strong>Tratamento para a <i>depressão</i></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente, o maior segredo para ultrapassar qualquer tipo de <i>depressão</i> é encontrar o tratamento adequado para si. Tem que encontrar o seu ‘equilíbrio de remédios’ (pessoais) para a <i>depressão</i>, para a poder curar. A grande maioria das pessoas que recebem tratamento para a <i>depressão</i> tem notado uma mudança significativa na maneira como se sentem. Destes, os que relatam melhores resultados são aqueles que optam por uma combinação de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/remedios-para-a-depressao" title="" rel="nofollow" target="_self">remédios para a <i>depressão</i></a> e terapias verbais, porque a terapia verbal reforça a eficácia do medicamento. Para além dos remédios e terapias verbais, existem outras formas de tratamento para a <i>depressão</i>, que incluem ervas terapêuticas e terapias à base de electricidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terapia da conversa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos médicos especializados em <i>doenças</i> mentais e <i>depressão</i>, mas o melhor é alguém especializado para lidar com a sua forma específica de <i>depressão</i>.<br />
Poderá achar que quer apenas uma terapia a curto prazo, mas depois de começar pode querer continuar por um período mais longo para que possa resolver a sua vida. Poderá iniciar um tratamento de longo prazo, mas, ao ver melhoras significativas, poderá optar depois por um tratamento de curto prazo. A <i>depressão</i> é tratada numa base individual, entre o médico e o paciente.</p>
<p><strong>Tipos de terapia da conversa </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terapia Comportamental Cognitiva (TCC)</strong> &#8211; Esta terapia é projectada para mostrar como o seu próprio comportamento e pensamentos têm impacto sobre a sua <i>depressão</i>. Incide sobre o comportamento negativo e padrões de pensamento que dominam a pessoa que sofre de <i>depressão</i> e ensina como romper com esses padrões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terapia Interpessoal (IPT)</strong> &#8211; Esta terapia mostra como os seus relacionamentos interpessoais afectam a sua <i>depressão</i>. Isto concentra-se sobre as relações negativas ou positivas que você tem e ensina quais dos seus relacionamentos são benéficos ou prejudiciais à sua saúde mental.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terapia psicodinâmica (Terapia Tradicional)</strong> &#8211; Esta terapia vai à raiz do seu problema, começa por discutir a sua história e como as coisas aconteceram na sua vida (no passado), deram formato à sua vida e levaram à sua <i>depressão</i>. Esta é, normalmente, uma terapia de longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terapia por remédios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos tipos de tratamentos químicos para a <i>depressão</i>. Cada remédio pode ser especialmente formulado e doseado para cada tipo de <i>depressão</i> de forma individual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inibidores Selectivos de recaptação da Serotonina (ISRS)</strong> &#8211; Vulgarmente conhecidos pelos nomes Zoloft, Prozac, Paxil e Lexapro, são <a href="http://vidadequalidade.org/tag/remedios-para-a-depressao" title="" rel="nofollow" target="_self">remédios para a <i>depressão</i></a> que podem causar efeitos secundários desagradáveis, como dores de estômago, insónias, dores de cabeça e <a href="http://vidadequalidade.org/tag/disfuncao-sexual" title="" rel="nofollow" target="_self">disfunção sexual</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inibidores da monoamina oxidase (IMAO) e antidepressivos tricíclicos</strong> &#8211; Estes pertencem à geração mais antiga do <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">tratamento da <i>depressão</i></a>. Têm efeitos secundários muito sérios e já não se usam, tendo surgido novos remédios para a <i>depressão</i> com menos efeitos secundários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os novos remédios para a <i>depressão</i></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os novos tratamentos para a <i>depressão</i> têm <a href="http://vidadequalidade.org/tag/efeitos-colaterais" title="" rel="nofollow" target="_self">efeitos colaterais</a> leves e têm a capacidade adicional para tratar a dor crónica, muitas vezes associada à <i>depressão</i>. Os efeitos secundários são semelhantes aos <strong>ISRSs</strong> e incluem dores de estômago, <a href="http://vidadequalidade.org/tag/disfuncao-sexual" title="" rel="nofollow" target="_self">disfunção sexual</a>, fraqueza e tonturas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outros tipos de terapia para o tratamento da <i>depressão</i></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terapia Electroconvulsiva (ECT</strong>) &#8211; Cargas eléctricas criam uma convulsão no paciente que pode alterar o equilíbrio químico no cérebro. Esta terapia é usada em pessoas que não respondem ao tratamento com remédios. Até 90% dos pacientes encontram resultados rápidos com um único efeito colateral, perda temporária de memória (de curto prazo).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estimulação do nervo vago (VNS)</strong> &#8211; um dispositivo pequeno, gerador de electricidade (semelhante à pilha colocada no coração), é colocado no peito do paciente com fios ligados ao nervo vago (o nervo que liga o pescoço ao cérebro). Cargas eléctricas são enviadas através do nervo para alterar o equilíbrio químico no cérebro e regular o humor. O dispositivo é seguro e eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terapia Erval</strong> – A Erva de São João e Ginko Biloba são as ervas mais populares para tratar a <i>depressão</i>. Têm sido usadas ​​durante mais de um milénio na medicina oriental como terapia para a <i>depressão</i>, embora a sua eficácia ainda tenha que ser comprovada, na medicina ocidental.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acupunctura / Acupressura</strong> – A acupunctura é uma forma chinesa de medicina homeopática antiga que consiste na utilização de agulhas finas que estimulam as respostas internas às <i>doenças</i> e equilibram a química interna. A acupressura faz a mesma coisa, utilizando os pontos de pressão sobre o corpo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Antidepressivos</strong><br />
Se sofre de <i>depressão</i>, os remédios antidepressivos, usados sob a orientação de um profissional de saúde mental, podem aliviar alguns dos seus sintomas. Mas os antidepressivos não são a solução total para a <i>depressão</i>. Os remédios não curam o problema subjacente e raramente são uma solução de longo prazo. Os remédios antidepressivos têm efeitos secundários significativos e perigosos, pelo que estudos recentes levantaram questões sobre a sua eficácia.<br />
O conhecimento sobre os remédios antidepressivos podem-no ajudar a pesar dos benefícios e riscos, ajudando-o a tomar uma decisão informada e pessoal sobre os benefícios do remédio para o seu caso específico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os remédios antidepressivos são eficazes? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esta informação não pretende substituir o aconselhamento médico. Se estiver a tomar um antidepressivo, não altere a sua dosagem sem consultar o seu médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas em saúde mental concordam que, quando a <i>depressão</i> é grave, os remédios para a <i>depressão</i> podem ser úteis, para salvar vidas. No entanto, a pesquisa mostra que os antidepressivos são insuficientes para muitos pacientes.<br />
Um estudo realizado em 2006, pelo governo dos EUA, divulgou que menos de 50% das pessoas que tomaram antidepressivos se viram livres dos efeitos colaterais, mesmo depois de experimentar dois remédios diferentes. Para além disso, muitos dos que respondem à medicação mergulham de novo na <i>depressão</i> num curto espaço de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em resumo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se sofre de uma <i>depressão</i> grave que interfere com a sua capacidade de funcionar, os remédios para a <i>depressão</i> podem ser bons para si. No entanto, muitas pessoas utilizam antidepressivos, quando o exercício, a terapia, ou as estratégias de auto-ajuda iriam funcionar tão bem ou melhor, sem os efeitos colaterais.<br />
A terapia e as estratégias de auto-ajuda podem ajudá-lo a chegar à raiz dos seus problemas subjacentes, e a desenvolver as estratégias de que precisa para vencer a <i>depressão</i>. Visto isto, os remédios para a <i>depressão</i> podem ser benéficos, mas não são a única resposta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A <i>depressão</i> é causada por um desequilíbrio químico no cérebro? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas concordam que a <i>depressão</i> envolve muito mais do que apenas um desequilíbrio químico do cérebro. A serotonina é apenas um dos muitos factores que podem causar esse desequilíbrio. Novas pesquisas apontam para outros contribuintes biológicos para a <i>depressão</i>, incluindo a inflamação, os hormônios do stress elevado, supressão do sistema imunológico, actividade anormal em determinadas partes do cérebro, deficiências nutricionais e encolhimento das células do cérebro. Estas são apenas as causas biológicas da <i>depressão</i>.<br />
Factores sociais e psicológicos, como a solidão, falta de exercício, má alimentação, e baixa <i>auto-estima</i>, também desempenham um papel importante na <i>depressão</i>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ter ouvido dizer que a <i>depressão</i> é causada por um desequilíbrio químico no cérebro, que o remédio para a <i>depressão</i> pode corrigir. Segundo a teoria do desequilíbrio químico, os baixos níveis de serotonina cerebral levam à <i>depressão</i> e os remédios para a <i>depressão</i> funcionam porque ajudam a que os níveis de serotonina voltem ao normal. No entanto, a verdade é que os pesquisadores sabem muito pouco sobre como funcionam os antidepressivos. Não existem testes que possam medir a quantidade de serotonina presente no nosso cérebro, muito menos saber o que é um nível baixo ou normal de serotonina. Como podemos então saber se o remédio para a <i>depressão</i> corrige esses níveis?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os efeitos colaterais dos remédios antidepressivos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há diferentes tipos de remédios usados no tratamento da <i>depressão</i>, incluindo inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS), antidepressivos atípicos, antidepressivos tricíclicos (TCA) e inibidores da monoamina oxidase (IMAO).<br />
Os efeitos colaterais são comuns em todos os antidepressivos. Para muitas pessoas, os efeitos colaterais são graves o suficiente para fazer com que tenham de deixar de tomar o remédio.<br />
<strong>Efeitos secundários dos ISRS (Inibidores Selectivos da Recaptação da serotonina)</strong><br />
Os antidepressivos mais prescritos vêm de uma classe de medicamentos conhecidos como inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS). Os ISRS incluem antidepressivos como o Prozac, Zoloft e Paxil. Estes actuam sobre um químico no cérebro chamado de serotonina que ajuda a regular o humor, mas também desempenha um papel na digestão, dor, sono, clareza mental e outras funções corporais. Como resultado, os antidepressivos ISRS causam uma ampla gama de efeitos colaterais, incluindo:</p>
<p style="text-align: justify;">• Náuseas</p>
<p style="text-align: justify;">• Insónias</p>
<p style="text-align: justify;">• Ansiedade</p>
<p style="text-align: justify;">• Inquietação</p>
<p style="text-align: justify;">• Diminuição da libido</p>
<p style="text-align: justify;">• Tonturas</p>
<p style="text-align: justify;">• Aumento de peso</p>
<p style="text-align: justify;">• Tremores</p>
<p style="text-align: justify;">• Transpiração</p>
<p style="text-align: justify;">• Sonolência ou cansaço</p>
<p style="text-align: justify;">• Boca seca</p>
<p style="text-align: justify;">• Diarreia</p>
<p style="text-align: justify;">• Prisão de ventre</p>
<p style="text-align: justify;">• Dores de cabeça</p>
<p style="text-align: justify;">• Em pacientes com idade acima de 65 anos, os ISRS representam uma preocupação adicional. Estudos mostram que os medicamentos SSRI podem aumentar o risco de quedas, fracturas e perda óssea em pacientes mais idosos. Os ISRS também podem causar sérios sintomas de abstinência, se os deixar de tomar abruptamente.</p>
<p style="text-align: justify;">• Nas grávidas a utilização de ISRS durante a fase final da gravidez pode levar a sintomas de abstinência de curto prazo no recém-nascido, após o parto. Os sintomas típicos incluem tremor, agitação, problemas respiratórios leves, e choro fraco.</p>
<p style="text-align: justify;">• Em adolescentes e adultos jovens, a ‘Administração da Alimentação e das Drogas’ dos EUA exige que todos os remédios da <i>depressão</i> incluam uma etiqueta de advertência sobre o risco aumentado de suicídio em crianças e jovens adultos.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns efeitos colaterais desaparecem após as primeiras semanas de tratamento, outros persistem e podem piorar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como decidir se o remédio da <i>depressão</i> é correcto para si?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se estiver a considerar tratar-se com antidepressivos, certifique-se cuidadosamente de que conhece todas as opções de tratamento. As seguintes questões podem ajudá-lo a tomar a sua decisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perguntas que deve fazer a si mesmo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• A minha <i>depressão</i> é suficientemente grave para justificar um tratamento com remédios?</p>
<p style="text-align: justify;">• Os remédios são a melhor opção para o tratamento da minha <i>depressão</i>?</p>
<p style="text-align: justify;">• Estou disposto a tolerar os efeitos colaterais indesejados?</p>
<p style="text-align: justify;">• Quais são os tratamentos não medicamentosos que podem ajudar a minha <i>depressão</i>?</p>
<p style="text-align: justify;">• Tenho tempo e motivação para fazer outros tratamentos, como a terapia e os <i>exercícios</i>?</p>
<p style="text-align: justify;">• Quais as estratégias de auto-ajuda que podem reduzir minha <i>depressão</i>?</p>
<p style="text-align: justify;">• Se decidir tomar remédio, devo complementar com uma terapia?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perguntas que deve fazer ao seu médico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• Existem condições de saúde que podem estar a causar a minha <i>depressão</i>?</p>
<p style="text-align: justify;">• Quais são os efeitos colaterais e os riscos dos remédios que ele lhe está a prescrever?</p>
<p style="text-align: justify;">• Existem alimentos ou outras substâncias que terá que evitar?</p>
<p style="text-align: justify;">• Como é que o remédio vai interagir com outros remédios que possa estar a tomar?</p>
<p style="text-align: justify;">• Durante quanto tempo tem que tomar esse remédio?</p>
<p style="text-align: justify;">• Deixar o remédio para a <i>depressão</i> vai ser difícil?</p>
<p style="text-align: justify;">• A minha <i>depressão</i> vai voltar quando deixar de tomar o remédio?</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>A depressão na Adolescência</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 10:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A depressão na adolescência é um distúrbio que ocorre durante a mesma, envolve tristeza e desânimo contínuo, perda da auto-estima e perda de interesse em actividades usuais.
A depressão tem sido, tradicionalmente, vista como um transtorno dos adultos, caracterizada por uma perda de interesse na vida. Na sua forma mais extrema, o doente experimenta uma desaceleração do tempo e da capacidade de pensar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong><a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/06/A-depressão-nos-jovens-adolescentes.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7447" title="A depressão nos jovens adolescentes" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/06/A-depressão-nos-jovens-adolescentes-300x239.jpg" alt="Comportamentos de jovens adolescentes em depressão" width="292" height="233" /></a>Os adolescentes não são adultos pequenos</strong>!</p>
<div style="text-align: center;">A <i>depressão</i> em crianças e adolescentes nem sempre se manifesta da mesma forma. Em vez de ficar triste e debilitado, um jovem deprimido pode ficar agitado e irritável, ter sintomas físicos como dores de cabeça e de estômago, e até mesmo conseguir ,entrar e sair da <i>depressão</i>.</div>
<div style="text-align: justify;">Os adultos com <i>depressão</i> normalmente viram a sua raiva para dentro. Os adolescentes podem-se irritar com amigos e familiares sobre as mais pequenas coisas.&#8221; É como se eu quisesse afastar todas as pessoas que estavam perto de mim &#8220;, disse um dos jovens em recuperação. &#8220;A única forma era comportar-me como um idiota.&#8221;</div>
<div style="text-align: justify;">A maioria dos adultos deprimidos têm um nome para a sua doença e sabem quando &#8220;a <i>depressão</i>&#8221; se aproxima. Os adolescentes não estão tão bem informados sobre os sentimentos e expressam as suas emoções através do seu corpo, em vez de falar. Infelizmente, essas queixas são normalmente tratadas com medicamentos&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">Os adultos com <i>depressão</i> grave, geralmente estão nesse estado continuamente. Os adolescentes reagem mais ao seu ambiente externo e periodicamente deixam a sua tristeza para trás. Assim, um adolescente deprimido que consegue ingressos para ver um grupo musical famoso pode desfrutar de um surto de excitação/felicidade antes e durante o concerto, antes de voltar para a escuridão emocional. Os médicos podem ter dificuldade em diagnosticar a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/depressao-na-adolescencia" title="" rel="nofollow" target="_self"><i>depressão</i> na adolescência</a>, devido a esses factores. A boa notícia é que existem tratamentos psicoterápicos para aqueles que estão devidamente identificados como tendo <i>depressão</i> grave.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>A <i>depressão</i> infantil é comum?</strong></div>
<div style="text-align: justify;">* A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-depressiva" title="" rel="nofollow" target="_self">doença depressiva</a>, ou o que os médicos chamam de transtorno depressivo grave, ocorre em 2 a 4 % das crianças com menos de oito anos de idade.</div>
<div style="text-align: justify;">* a <i>depressão</i> nos adolescentes torna-se mais comum após a puberdade, aumentando para 4 a 8 % dos adolescentes.</div>
<div style="text-align: justify;">* Nos adolescentes, a <i>depressão</i> é mais comum nas meninas.<a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/06/a-depressão-nas-jovens-raparigas2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7452" title="a depressão nas jovens raparigas" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/06/a-depressão-nas-jovens-raparigas2-300x240.jpg" alt="a depressão nas jovens raparigas" width="300" height="240" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">* O número de crianças e adolescentes que são diagnosticados com uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/doenca-depressiva" title="" rel="nofollow" target="_self">doença depressiva</a> está a aumentar. Isto pode ser por causa dos avanços na área da saúde mental, visto que os sintomas são reconhecidos mais cedo, ou pode ser que a doença, realmente esteja a ocorrer mais cedo, relativamente as gerações anteriores.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Quem fica deprimido e por quê?</strong></div>
<div style="text-align: justify;">A tendência de desenvolver a doença depressiva envolve uma complexa mistura de factores, como herança (genética) e, factores e experiências de vida. As crianças e adolescentes que ficam deprimidas têm frequentemente tido experiências negativas. Há alguma evidência de que uma experiência inicial negativa, por exemplo, perda de um pai ou ser abusado quando criança, aumenta o risco de <i>depressão</i>, mais tarde. Eventos de vida, recentes, frequentemente, precipitam episódios de <i>depressão</i>.<br />
Amizades mal sucedidas e as decepções são causas comuns para a <i>depressão</i> em crianças e adolescentes.</div>
<div style="text-align: justify;">Ter uma história familiar, de <i>depressão</i> também pode ser um risco, porque há alguma contribuição genética para a <i>depressão</i>. Embora não haja evidência de que as dificuldades familiares possam causar <i>depressão</i>, quando existem muitos conflitos familiares, isto pode interferir com a recuperação do adolescente.</div>
<div style="text-align: justify;">A partir da puberdade, a <i>depressão</i> é mais comum nas meninas. Esta diferença entre os sexos é, provavelmente, devida a uma variedade de razões biológicas (por exemplo, alterações hormonais), psicológicas e sociais.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Causas da <i>depressão</i> nos adolescentes</strong></div>
<div style="text-align: justify;">A <i>depressão</i> pode ser uma resposta temporária a muitas situações e tensões.  Nos adolescentes,o humor depressivo é comum devido a:</div>
<div style="text-align: justify;">• O processo normal de maturação e o stress associado</div>
<div style="text-align: justify;">• A influência das hormonas sexuais</div>
<div style="text-align: justify;">• Conflitos de independência com os pais</div>
<div style="text-align: justify;">Também pode ser uma reacção a um evento perturbador, como:</div>
<div style="text-align: justify;">• A morte de um amigo ou parente</div>
<div style="text-align: justify;">• Um rompimento com um namorado ou namorada</div>
<div style="text-align: justify;">• Fracasso na escola</div>
<div style="text-align: justify;">Adolescentes que têm baixa <i>auto-estima</i>, são muito autocríticos, e que sentem pouco senso de controlo sobre os eventos negativos, estão, particularmente, em risco de ficar deprimidos quando ocorrerem eventos stressantes.</div>
<div style="text-align: justify;">As raparigas adolescentes têm duas vezes mais probabilidade de sofrer de <i>depressão</i> do que os rapazes. Uma história familiar de <i>depressão</i> torna as crianças mais propensas a ter <i>depressão</i>.</div>
<div style="text-align: justify;">Eventos ou situações sobre as quais uma criança ou adolescente sente pouco controle, podem causar <i>depressão</i>.</div>
<div style="text-align: justify;">• Intimidação ou assédio<br />
• Abuso tanto físico como sexual</div>
<div style="text-align: justify;">• Doença crónica</div>
<div style="text-align: justify;">• Deficiências de aprendizagem</div>
<div style="text-align: justify;">• Habilidades sociais ‘pobres’</div>
<div style="text-align: justify;">• Eventos de vida stressantes, particularmente a perda de um pai / mãe por morte ou o divórcio</div>
<div style="text-align: justify;">• Cuidados Instáveis</div>
<div style="text-align: justify;">Muitos adolescentes com <i>depressão</i> também podem ter:</div>
<div style="text-align: justify;">• Transtornos de ansiedade</div>
<div style="text-align: justify;">• Deficite de atenção e hiperactividade (TDAH)</div>
<div style="text-align: justify;">• Transtorno bipolar</div>
<div style="text-align: justify;">• Distúrbios alimentares (bulimia e anorexia)</div>
<div style="text-align: justify;"><strong><a href="http://vidadequalidade.org/a-depressao-leve/" title="A depressão leve" rel="follow" target="_self">Sintomas da <i>depressão</i></a> nos adolescentes</strong></div>
<div style="text-align: justify;">Em geral, a <i>depressão</i> pode alterar ou falsear a maneira como os adolescentes se vêem a si mesmos e as suas vidas, bem como as pessoas ao seu redor. Os adolescentes com <i>depressão</i> costumam ver tudo de uma forma negativa, são incapazes de imaginar que um problema ou situação pode ser resolvido de uma forma positiva.</div>
<div style="text-align: justify;">Alguns ou todos estes sintomas de <i>depressão</i> podem estar presentes:</div>
<div style="text-align: justify;">• Agitação, inquietação e irritabilidade</div>
<div style="text-align: justify;">• Alterações do apetite (em geral, perda de apetite, mas, por vezes, um aumento)</div>
<div style="text-align: justify;">• Dificuldade de concentração</div>
<div style="text-align: justify;">• Dificuldade em tomar decisões</div>
<div style="text-align: justify;">• Episódios de perda de memória</div>
<div style="text-align: justify;">• Fadiga</div>
<div style="text-align: justify;">• Sentimentos de inutilidade, desespero, tristeza ou ódio a si mesmos</div>
<div style="text-align: justify;">• Perda de interesse ou prazer em actividades que antes eram divertidas</div>
<div style="text-align: justify;">• Pensam ou falam sobre suicídio ou morte</div>
<div style="text-align: justify;">• Dificuldade em dormir, sono excessivo, ou sonolência diurna</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Exames e Testes</strong></div>
<div style="text-align: justify;">A verdadeira <a href="http://vidadequalidade.org/tag/depressao-na-adolescencia" title="" rel="nofollow" target="_self"><i>depressão</i> na adolescência</a> é muitas vezes difícil de diagnosticar, porque os adolescentes normais têm tanto, humores altos como baixos. Estes humores podem alterar-se durante um período de horas ou de dias.</div>
<div style="text-align: justify;">Por vezes, quando se pergunta directamente a uma criança ou adolescente o que ele sente, ele vai dizer que não está feliz nem triste. Os prestadores de cuidados de saúde devem sempre fazer a pergunta com base nos <a href="http://vidadequalidade.org/sintomas-da-depressao-o-que-e-a-depressao/" title="Sintomas da Depressão" rel="follow" target="_self">sintomas da <i>depressão</i></a>.</div>
<div style="text-align: justify;">Serão realizadas análises ao sangue e um exame físico, para descartar causas para os sintomas. Com estes testes o médico irá avaliar sinais de abuso de substâncias. O abuso de álcool, fumar erva e consumir outras drogas pode ser causado por, ou ocorrer por causa da <i>depressão</i>.</div>
<div style="text-align: justify;">Será feita uma avaliação psiquiátrica (ao adolescente) para documentar a história de tristeza, irritabilidade e perda de interesse e prazer nas actividades normais. O médico irá procurar outros sinais de distúrbios psiquiátricos, como ansiedade, mania ou esquizofrenia. A Ponderação cuidada ajudará a determinar o risco de suicídio ou homicídio &#8211; ou seja, se o adolescente é um perigo para si mesmo ou para outros.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Informações dadas por familiares ou funcionários da escola, podem ajudar a identificar a <i>depressão</i> nos adolescentes.</strong></div>
<p><strong><a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/06/A-depressão-na-adolescencia-alertar-na-escola.jpg"><img class="alignleft" title="A depressão na adolescencia, alertar na escola" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/06/A-depressão-na-adolescencia-alertar-na-escola-300x239.jpg" alt="A depressão na adolescencia, alertar na escola" width="300" height="239" /></a><a href="http://vidadequalidade.org/terapia-cognitiva-comportamental-para-tratamento-da-depressao/" title="Terapia Cognitiva Comportamental para Tratamento da Depressão" rel="follow" target="_self">Tratamento da <i>depressão</i></a> nos adolescentes</strong></p>
<p>As opções de tratamento para adolescentes com <i>depressão</i> incluem cuidados de suporte médico, a terapia da conversa, e possivelmente medicação antidepressiva. É importante que o tratamento seja adaptado ao adolescente e à gravidade dos seus sintomas. As famílias participam frequentemente no <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">tratamento da <i>depressão</i></a> nos adolescentes.</p>
<div style="text-align: justify;">• Crianças e adolescentes que tomam medicamentos devem ser seguidos por um médico para avaliar os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-da-depressao-com-erva-de-sao-joao/" title="Tratamento da Depressão com Erva de São João" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a>. Os pais ou responsáveis ​​devem procurar um médico se repararem em, pensamentos ou comportamentos suicidas, nervosismo, agitação, irritabilidade, mau humor, insónia que tenda a agravar-se.<br />
• O adolescente não deve deixar de tomar os medicamentos, abruptamente. Isto pode causar o retorno dos sintomas. O médico deve ser consultado antes de deixar de tomar os medicamentos. Nem todos os antidepressivos são aprovados para uso em crianças e adolescentes.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Terapia da conversa</strong><br />
Quase todos os adolescentes com <i>depressão</i> beneficiam de algum tipo de terapia da conversa. Eles devem compreender que a psicoterapia é um bom lugar para falar sobre os seus sentimentos e preocupações, e mais importante, aprender maneiras de lidar com os mesmos sentimentos.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Tipos de terapia da conversa incluem:</strong></div>
<div style="text-align: justify;">• A terapia cognitiva-comportamental que ensina maneiras de combater os pensamentos negativos. Um adolescente com <i>depressão</i> pode aprender a ser mais consciente dos sintomas, detectar o que parece piorar a <i>depressão</i>, e aprender habilidades de resolução de problemas.</div>
<div style="text-align: justify;">• A terapia familiar pode ser útil se os conflitos familiares estiverem a contribuir para a <i>depressão</i>. O apoio da família ou dos professores também podem ser necessários para ajudar com os problemas da escola.</div>
<div style="text-align: justify;">• A psicoterapia pode ajudar os adolescentes a entender as questões que podem estar a causar o seu comportamento, pensamentos ou sentimentos.</div>
<div style="text-align: justify;">• Participar de um grupo de apoio com pessoas que estão a enfrentar problemas como os seus também pode ajudar. Ocasionalmente, pacientes com <i>depressão</i> severa, ou em risco de suicídio podem ter que ser internados numa unidade psiquiátrica.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Os adolescentes devem aprender a:</strong></div>
<div style="text-align: justify;">• Tomar os medicamentos correctamente e aprender a gerir os seus <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a>.</div>
<div style="text-align: justify;">• Aprender a conhecer os primeiros sinais de que a <i>depressão</i> está a piorar, e saber como reagir quando isso acontece.</div>
<div style="text-align: justify;">• Tentar fazer mais exercício e procurar outras actividades de que goste.</div>
<div style="text-align: justify;">• Evitar bebidas alcoólicas, entorpecentes (tenham ou não sido receitados), e outras drogas ilegais. Entender que estas substâncias afectam o cérebro e pioram a <i>depressão</i> ao longo do tempo e, também podem prejudicar o seu julgamento sobre o suicídio.</div>
<div style="text-align: justify;">• Quando não se sentir bem, deve conversar com alguém em quem confia, sobre o que está a sentir.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Possíveis complicações da <i>depressão</i> nos adolescentes</strong><br />
• Vontade de ficar só, de se isolar</div>
<div style="text-align: justify;">• Nervosismo, agitação, irritabilidade, mau humor, insónia que não tinha antes ou que está a piorar<br />
• Sentir efeitos colaterais dos medicamentos.</div>
</div>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Tratamento da Depressão com Erva de São João</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 05:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivos]]></category>
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		<category><![CDATA[Erva de São João]]></category>
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		<description><![CDATA[A Erva de São João (Hypericum perforatum) é uma planta de vida longa, com flores amarelas. O seu uso como medicamento foi registado na Grécia antiga. Contém muitos compostos químicos. Alguns são acreditados ser os ingredientes activos que produzem os efeitos da erva, incluindo os compostos e hipericina hyperforin. Como estes compostos realmente funcionam ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/erva-de-sao-joao-2" title="" rel="nofollow" target="_self">Erva de São João</a> (Hypericum perforatum) é uma planta de vida longa, com flores amarelas. O seu uso como medicamento foi registado na Grécia antiga. Contém muitos compostos químicos. Alguns são acreditados ser os ingredientes activos que produzem os efeitos da erva, incluindo os compostos e hipericina hyperforin.<br />
Como estes compostos realmente funcionam ainda não está totalmente esclarecido, mas várias teorias têm sido sugeridas. Estudos preliminares sugerem que a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/erva-de-sao-joao-2" title="" rel="nofollow" target="_self">erva de São João</a> pode funcionar, impedindo as células nervosas do cérebro de reabsorver a serotonina, mensageiro químico, ou por redução dos níveis de uma proteína envolvida no funcionamento do sistema imunológico.<br />
A Erva de São João tem sido usada durante séculos para as condições mentais, dores nos nervos, e uma grande variedade de outras condições de saúde. Hoje, a erva de São João é usada para a ansiedade, <a href="http://vidadequalidade.org/terapia-cognitiva-comportamental-para-tratamento-da-depressao/" title="Terapia Cognitiva Comportamental para Tratamento da Depressão" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i> leve</a> a moderada e distúrbios do sono.<br />
Na Europa, a erva de São João é amplamente prescrita para a <i>depressão</i>. Nos Estados Unidos, há um interesse público na erva de São João como um tratamento para <i>depressão</i>, mas não é um medicamento de prescrição.<br />
A erva de São João é vendida em forma de:<br />
• Cápsulas e comprimidos<br />
• Chás &#8211; a planta seca ou parte da planta usada pelo seu sabor, odor ou potenciais propriedades terapêuticas. Inclui flores, folhas, frutos, cascas, sementes, caules e raízes, este chá pode ser bebido 3 vezes ao dia.                                                                                    • Extractos líquidos &#8211; produtos químicos específicos são removidos da erva, deixando os produtos químicos desejados numa forma concentrada. A dosagem é 1/4 a 1 colher de chá até três vezes ao dia.</p>
<p>Vamos responder a algumas perguntas frequentes sobre a erva de São João e a <i>depressão</i>, resumindo o que a ciência diz sobre a sua eficácia e a pesquisa que está a ser feita.</p>
<p><strong>O que a ciência diz sobre a Erva de São João para a <i>depressão</i><br />
</strong>A evidência científica sobre a eficácia da erva de São João para a <i>depressão</i> é inconsistente. Uma análise dos resultados de 37 ensaios clínicos concluiu:</p>
<p>• Estudos sugerem que a erva de São João tem um benefício mínimo no <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">tratamento da <i>depressão</i></a> grave. Um estudo feito pelo Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativa (NCCAM) relata que erva de São João não é mais eficaz do que o placebo no <a href="http://vidadequalidade.org/terapia-cognitiva-comportamental-para-tratamento-da-depressao/" title="Terapia Cognitiva Comportamental para Tratamento da Depressão" rel="follow" target="_self">tratamento da <i>depressão</i></a> grave, moderada. Existe alguma evidência científica de que a erva de São João é útil para as formas mais leves de <i>depressão</i>, estes benefícios podem ser semelhantes aos dos <a href="http://vidadequalidade.org/terapia-cognitiva-comportamental-para-tratamento-da-depressao/" title="Terapia Cognitiva Comportamental para Tratamento da Depressão" rel="follow" target="_self">antidepressivos</a>. Em geral, a erva de São João parecia produzir menos <a href="http://vidadequalidade.org/tag/efeitos-colaterais" title="" rel="nofollow" target="_self">efeitos colaterais</a> que alguns <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self">antidepressivos</a> padrão.</p>
<p>• A Erva de São João interage com certos medicamentos, e essas interacções podem limitar a eficácia de alguns medicamentos de prescrição.<br />
• A Erva de São João não é um tratamento ‘comprovado’ para a <i>depressão</i>. Se a <i>depressão</i> não for tratada adequadamente, pode tornar-se grave e, em alguns casos, pode estar associada ao suicídio. Se desconfia que sofre de <i>depressão</i>, consulte um médico.                                                                                             • Informe o seu médico sobre qualquer prática complementar ou alternativa que estiver a usar. Isso ajudará a garantir assistência coordenada e segura.</p>
<p><strong><i>Depressão</i><br />
</strong>A <i>depressão</i> é uma condição médica que afecta quase 21 milhões de adultos norte-americanos a cada ano, de acordo com o National Institute of Mental Health. Humor, pensamentos, saúde física, e todos os comportamentos podem ser afectados. Sintomas de <i>depressão</i> geralmente incluem:<br />
• Tristeza persistente, sentimentos de ansiedade ou &#8220;vazio&#8221;                                • Sentimentos de desespero e / ou <i>pessimismo</i><br />
• Sentimentos de culpa, inutilidade e / ou impotência<br />
• Inquietação ou irritabilidade<br />
• Perda de interesse ou prazer nas actividades de que gostava<br />
• Fadiga e diminuição de energia<br />
• Dificuldade de concentração, lembrar detalhes, e / ou tomar decisões<br />
• Insónia, despertar matinal, ou sono excessivo<br />
• Comer demais, ou perda de apetite<br />
• Pensamentos suicidas, tentativas de suicídio<br />
• Dores persistentes, dores de cabeça, cãibras, problemas digestivos que aliviam com o tratamento.<br />
Os sintomas da <i>depressão</i> e a sua gravidade podem variar de pessoa para pessoa. Por exemplo:<br />
• Na <i>depressão</i> grave ou profunda, o paciente tem sintomas que interferem com a sua capacidade de trabalhar, estudar, dormir, comer e ter prazer em actividades que antes gostava. Os sintomas duram pelo menos duas semanas, mas frequentemente duram vários meses ou mais.<br />
• Na distímia (também chamada de transtorno distímico), uma forma menos grave, mas mais crónica de <i>depressão</i>, o paciente apresenta sintomas que não são tão incapacitantes, mas que o impedem de ´funcionar bem’ ou de se sentir bem. Os sintomas duram pelo menos 2 anos. Muitas pessoas com distímia também têm episódios de <i>depressão</i> grave.<br />
• No transtorno bipolar (chamada de doença maníaco-depressiva), o paciente tem períodos de sintomas depressivos que se alternam ou podem coexistir com períodos de mania. Os sintomas de mania incluem níveis anormalmente altos de emoção e energia, pensamentos acelerados, e comportamentos impulsivos e pouco adequados.<br />
• Existem formas mais leves de <i>depressão</i> que se enquadram na categoria de <a href="http://vidadequalidade.org/a-depressao-leve/" title="A depressão leve" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i> leve</a>. Na <i>depressão</i> leve o paciente experimenta os mesmos sintomas da <i>depressão</i> grave, mas em menor número e são menos incapacitantes. Os sintomas duram pelo menos seis meses, mas menos de dois anos de forma contínua.<br />
A <i>depressão</i> pode ser tratada eficazmente com medicamentos convencionais, incluindo antidepressivos e certos tipos de psicoterapia.<br />
<strong>Efeitos e riscos colaterais </strong>Os efeitos secundários mais comuns da erva de São João incluem, boca seca, tonturas, diarreia, náusea, aumento da sensibilidade à luz solar, e fadiga.<br />
A pesquisa mostrou que tomar erva de São João pode limitar a eficácia de alguns medicamentos de prescrição, incluindo:<br />
• Medicamentos antidepressivos<br />
• Pílulas controle de natalidade<br />
• Ciclosporina, um medicamento que ajuda a prevenir a rejeição do organismo de órgãos transplantados<br />
• Digoxina, um medicamento usado para fortalecer as contracções do músculo cardíaco<br />
• Indinavir e outros medicamentos utilizados para controlar a infecção pelo HIV<br />
• Irinotecan e medicamentos anticancerígenos<br />
• Varfarina e medicamentos relacionados utilizados para diluir o sangue (conhecidos como anticoagulantes)<br />
Quando combinado com certos antidepressivos, a erva de São João também pode aumentar os <a href="http://vidadequalidade.org/tag/efeitos-colaterais" title="" rel="nofollow" target="_self">efeitos colaterais</a> como as náuseas, ansiedade, cefaleia e confusão.</p>
<p><strong>Pesquisa sobre a Erva de São João</strong></p>
<p>Os projectos recentes incluem estudos d<span style="text-decoration: underline;">e</span>:<br />
• A segurança e a eficácia da erva de São João para o tratamento da <i>depressão</i> leve<br />
• A segurança da erva de São João para o tratamento do transtorno de ansiedade social<br />
• A eficácia da erva de São João para o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo<br />
• Os efeitos que a Erva de São João tem sobre as pílulas anticoncepcionais<br />
• Possíveis interacções adversas da erva de São João e analgésicos narcóticos<br />
• Segurança e eficácia da erva de São João sobre a deficiência de atenção e hiperactividade</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um novo estudo mostra que a erva de São João pode ser tão eficaz como os antidepressivos e com menos efeitos colaterais.<br />
A emissão do British Medical Journal de 3 de agosto de 1996, contém uma análise de cerca de 25 estudos que sugerem que a erva de São João é tão útil como os medicamentos comummente usados, sem efeitos colaterais, como dores de cabeça ou vómitos. A Dra. Cynthia Mulrow, uma das autoras do estudo, diz que os resultados não são surpreendentes. &#8220;Alguns dos medicamentos usados ​​têm uma base de ervas ou de <i>plantas</i> e alguns foram desenvolvidos utilizando <i>plantas</i>.&#8221;<br />
Os investigadores na Europa estudam a erva de São João há décadas. Os médicos na Alemanha têm prescrito esta erva para a <i>depressão</i>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estudos Clínicos</strong><br />
Foram realizadas experiencias em ratos infectados com um vírus semelhante ao HIV, foram medicados com o extracto da erva de São João. O progresso do vírus foi interrompido. Isso levou a testar em humanos e pacientes com HIV. Os resultados não são conclusivos, embora a informação relate uma melhora significativa em alguns pacientes.<br />
A erva de São João contém hipericina, que inibe a monoamina oxidase, uma substância química corporal associada à <i>depressão</i>. Parece que a erva de São João não age sozinha. Como muitos medicamentos com base em ervas e <i>plantas</i>, a Erva de São João depende da complexa interacção de vários constituintes para as suas acções antidepressivas. Pacientes que sofreriam de <i>depressão</i> viram o seu apetite aumentar, mais interesse na vida, mais <i>auto-estima</i> e restauração de padrões normais de sono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Precauções</strong><br />
Dr. Donald Brown, da Universidade Bastyr recomenda que pessoas com pele clara devem evitar a exposição ao sol forte e outras fontes de luz ultravioleta quando tomam erva de São João, porque foram relatados alguns casos de sensibilidade. Ele também aconselha evitar alimentos que contenham tiramina, bebidas alcoólicas e medicamentos como a tirosina, narcóticos, anfetaminas e, medicamentos antigripais em conjunto com a erva de São João. A erva de São João não deve ser tomada em conjunção com antidepressivos de prescrição. O Dr. Brown aconselha ainda que a erva de São João não deve ser utilizada durante a gravidez ou a lactação.<br />
Se tiver pressão arterial alta, deve tomar as seguintes precauções se tomar a erva de São João:<br />
1. Verifique a sua pressão arterial, pelo menos, semanalmente durante as primeiras seis semanas, após esse tempo verifique mensalmente.<br />
2. Não coma alimentos que contenham tiramina.<br />
Mesmo que não tenha a pressão arterial alta, não tome erva de São João com suplementos de aminoácidos (especialmente fenilalanina e tirosina). Os aminoácidos são uma forma de monoaminas, que podem representar um perigo quando misturado com a erva de São João. As monoaminas que ingere nas suas refeições diárias (como os aminoácidos da carne) são menos concentrados e não são um perigo.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>As doenças e o sexo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 15:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade e qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[actividade sexual]]></category>
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		<description><![CDATA[As doenças físicas e psíquicas e seus tratamentos provocam perturbações directas e indirectas na esfera sexual, tanto na pessoa que sofre como no parceiro. Assim, quem sofre de doenças que limitem e criem problemas, pode sentir directamente mais dificuldades na sua actividade sexual e indirectamente pode experimentar uma série de sensações, como aumento de ansiedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As <i>doenças</i> físicas e psíquicas e seus tratamentos provocam perturbações directas e indirectas na esfera sexual, tanto na pessoa que sofre como no parceiro.</p>
<p>Assim, quem sofre de <i>doenças</i> que limitem e criem problemas, pode sentir directamente mais dificuldades na sua <a href="http://vidadequalidade.org/a-actividade-sexual-e-os-estereotipos/" title="A actividade sexual e os estereótipos" rel="follow" target="_self">actividade sexual</a> e indirectamente pode experimentar uma série de sensações, como aumento de ansiedade ou diminuição da <i>auto-estima</i> que, no seu conjunto, afectam a sua sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o companheiro pode sentir receio de agravar a doença do parceiro com a <a href="http://vidadequalidade.org/a-actividade-sexual-e-os-estereotipos/" title="A actividade sexual e os estereótipos" rel="follow" target="_self">actividade sexual</a> ou, secundariamente, pode sentir diminuição do desejo e da vontade por acção directa da doença e seus tratamentos, como pode acontecer, a título de exemplo, no caso de alterações à fisionomia do corpo do parceiro, pelo uso de radioterapia ou quimioterapia, usados no tratamento de inúmeras <i>doenças</i>.<br />
Como se não bastasse o papel perturbador na sexualidade que as diferentes <i>doenças</i> desempenham, muitas vezes há que ponderar o efeito directo da medicação no controlo desta e os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-da-depressao-com-erva-de-sao-joao/" title="Tratamento da Depressão com Erva de São João" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> que podem provocar.<br />
Peguemos no exemplo da <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i></a>. A <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i></a> por si só pode causar diminuição do desejo e ausência de vontade de contactos íntimos com a pessoa amada. Por outro lado, muita da medicação actualmente empregue no tratamento deste problema, afecta indirectamente <i>a vida sexual</i> do paciente, levando também à diminuição do desejo sexual. Entramos pois numa zona cinzenta, onde é necessário ponderação e diálogo. Devemos procurar resolver as questões mais vitais, para que depois, tanto pela melhoria da doença em si como pelo desmame da medicação, os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> desapareçam sem qualquer consequência.<br />
Mas, nem sempre os efeitos colaterais dos fármacos são negativos podendo mesmo ser utilizados pelos médicos para potenciar melhorias.<br />
Continuando no exemplo da <i>depressão</i>, pacientes com <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ejaculacao-precoce" title="" rel="nofollow" target="_self">ejaculação precoce</a> podem beneficiar, directa e indirectamente, da toma de antidepressivos. Ao retardar a ejaculação, proporcionando uma regulação do tempo decorrido entre a excitação e o orgasmo, doentes deprimidos e com problemas de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ejaculacao-precoce" title="" rel="nofollow" target="_self">ejaculação precoce</a>, vão beneficiar de ambos os efeitos do fármaco.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora haja a tendência de associar a <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a> física à actividade sexual no idoso, tal relação é de difícil comprovação. Mais claramente se associa o nível aumentado de actividade sexual na 3ª idade com uma boa saúde mental, uma atitude positiva perante o sexo e o desejo e prática sexual enquanto jovem. Por outro lado, os problemas físicos de saúde, esses sim, estão relacionados com um aumento de problemas na sexualidade.<br />
Existem muitas patologias, que interferindo de forma directa e indirecta no corpo e mente, condicionam parte ou todo o ciclo de resposta sexual. Aqui, problemas tão variados como patologias psiquiátricas, neurológicas, cirúrgicas, metabólicas, endócrinas, vasculares, entre outras, vão originar um empobrecimento da sexualidade.<br />
No homem, a erecção é um problema de destaque. Uma grande percentagem de homens, percentagem que vai aumentando com a idade, vai sofrer desta patologia. Aqui nem a hipertrofia benigna da próstata, nem a cirurgia a esta parecem desempenhar o papel essencial. Já a diabetes e problemas psicológicos exercem influência marcante.<br />
Problemas relacionados com intervenções cirúrgicas que desfigurem o corpo e problemas relacionados com a perda de urina, mais comum na mulher devido a danos provocados pela gravidez nos tecidos pélvicos, podem levar a que a actividade sexual seja evitada pelo próprio e/ou rejeição por parte do parceiro.<br />
No campo das <i>doenças</i> psíquicas, a <i>depressão</i> e a demência, tanto pela sintomatologia apresentada, como pelos efeitos indesejados da medicação, são <i>doenças</i> que limitam a sexualidade.<br />
Na demência, outros problemas podem surgir, já que em alguns casos, dada a afectação da capacidade para pensar e discernir, podem surgir comportamentos inapropriados, perturbadores para quem cuida. No campo sexual, a hipersexualidade, associada a comportamentos sexualmente inapropriados, devem ser encarados como parte da doença e não como uma opção nova e consciente do doente. A abordagem destes doentes deve ser compreensiva, usando técnicas comportamentais que diminuam os estímulos, que distraiam o doente, não o repelindo ou isolando. Se necessário, neste, como em todos os casos em que se justifique, deve procurar-se ajuda médica e respectiva intervenção farmacológica.<br />
Por fim, alertar para o problema do álcool e outras drogas, sejam elas ilegais ou prescritas pelos médicos. Em geral, os idosos são grandes consumidores de medicamentos.<br />
Assim, álcool em excesso é um inibidor da actividade sexual, embora em doses reduzidas possa proporcionar desinibição e euforia. Narcóticos e barbitúricos inibem o comportamento sexual ao atrasar ou eliminar o orgasmo. Comprimidos para dormir, ao dar sonolência, podem diminuir o alerta para a actividade sexual na hora de ir para a cama.<br />
Anti-histamínicos por vezes podem aumentar a secura da vagina, aumentando a dor com a relação e os anti-hipertensivos podem, por diferentes mecanismos, levar à diminuição da actividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Problemas físicos e psíquicos podem afectar a sexualidade. Os tratamentos, com a toma de medicação, podem indirectamente afectar <i>a vida sexual</i>.<br />
Deve sempre ponderar-se, com a ajuda do médico, as melhores opções terapêuticas para melhorar a saúde, minimizando os efeitos adversos dos tratamentos, apostando num plano que traga uma maior <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Diagnóstico de câncer / Cancro</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 14:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cancro / Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Optimismo]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico de cancro]]></category>
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		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um especialista de cancer da ‘Mayo Clinic,’ explica o que esperar após o diagnóstico de câncer.

Cerca de metade de todos os homens e um terço de todas as mulheres nos Estados Unidos irão receber um diagnóstico de cancro em algum momento das suas vidas. Um diagnóstico de câncer, muitas vezes vem sem aviso prévio...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conselhos para Lidar com o que vem a seguir ao Diagnostico do Cancro.<br />
Um especialista do cancro da ‘Mayo Clinic,’ explica o que esperar após o diagnóstico de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancer" title="" rel="nofollow" target="_self">câncer</a>.</p>
<p>Cerca de metade de todos os homens e um terço de todas as mulheres nos Estados Unidos irão receber um <a href="http://vidadequalidade.org/tag/diagnostico-de-cancro" title="" rel="nofollow" target="_self">diagnóstico de cancro</a> em algum momento das suas vidas. Um diagnóstico de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancer" title="" rel="nofollow" target="_self">câncer</a>, muitas vezes vem sem aviso prévio. O Dr. Edward Creagan, MD, um especialista do cancro na clínica de Mayo, em Rochester, Minnesota, aconselha sobre o que esperar e, como reagir após um diagnóstico de câncer.</p>
<p>§ Conheça os detalhes do diagnóstico do câncer. Em primeiro lugar, descubra o nome do cancro, o seu tamanho e localização, onde começou, e se, se espalhou. Saiba se é visto como um cancro de crescimento lento ou de um de crescimento agressivo. Pergunte sobre as opções de tratamento disponíveis, a taxa de êxito de cada tratamento e quais os efeitos secundários que pode esperar de cada um. Sem essa informação, você não pode obter uma compreensão exacta do problema nem o que esperar do tratamento.</p>
<p>§ Leve alguém consigo. Reconheça que este é um momento de crise pessoal, e que a sua capacidade de reter qualquer informação relevante pode ser praticamente, zero. Leve alguém de quem você goste, da sua confiança e que saiba ser o seu defensor. Será útil ter alguém consigo para o ajudar a decifrar as mensagens.</p>
<p>Quando é, que deve consultar um especialista em diagnóstico e tratamento do cancro (<a href="http://vidadequalidade.org/tag/oncologista" title="" rel="nofollow" target="_self">oncologista</a>)?</p>
<p>Isso depende do tipo de cancro, o seu avanço e nas opções de tratamento que estão disponíveis. Existem muitos tipos de cancros diferentes e nem todos requerem um <a href="http://vidadequalidade.org/tag/oncologista" title="" rel="nofollow" target="_self">oncologista</a>. Por exemplo, alguns tipos de câncer, como câncer da pele, podem ser removidos cirurgicamente e não têm praticamente nenhuma possibilidade de retorno. Outros tipos de cancros, como alguns tumores de tiróide são melhor tratados por especialistas da tiróide, porque esses médicos, tratam esses tipos de cancros com muito mais frequência do que os oncologistas. Para a grande maioria dos diversos tipos de cancros, é sempre uma boa ideia, consultar, pelo menos, um oncologista para obter a sua opinião. Pergunte ao seu médico, qual o melhor especialista para o tipo de câncer que lhe foi diagnosticado.</p>
<p>É boa ideia procurar uma segunda opinião depois de um diagnóstico de câncer?</p>
<p>É sempre razoável procurar uma segunda opinião, de um oncologista. Enquanto as segundas opiniões são muito razoáveis, não perca tempo a consultar seis ou sete centros de câncer diferentes porque terá vários médicos a dizerem-lhe a mesma coisa. Se dois pareceres forem semelhantes, é muito provável que todos os outros especialistas em câncer lhe possam dizer a mesma coisa.<br />
Que qualidades deve procurar num médico?</p>
<p>Procure um médico que:<br />
§ Ouve. É importante encontrar um médico que saiba ouvir as suas preocupações. Será mais fácil colocar questões a um médico que sabe ouvir.</p>
<p>§ Que Explica. Você quer um médico que use uma linguagem simples, que você possa entender, para explicar o que você tem, quais as opções de tratamento e, qual o seu prognóstico.</p>
<p>§ Que Entende. Você quer essa qualidade indescritível da química entre si e o seu médico &#8211; um médico que o entenda. O seu médico poderá ter todas as credenciais, mas se não existir essa química entre si e o médico, poderá fazer bem mudar de médico.</p>
<p>O que deve considerar quando se discutem as opções de cura ‘tratamento’ do cancro?<br />
Ao discutir as opções de cura (tratamento) com seu médico, entenda que:<br />
§ O tratamento está a evoluir. Tradicionalmente, a cirurgia tem sido o pilar da cura para muitos tipos de câncer. Mais recentemente, tem havido menos operações amplas para tratar o cancro. Por exemplo, há uma geração atrás, as mulheres com cancro de mama eram tratadas com vasectomia radical. Hoje, em muitos casos, a mama é preservada, removendo apenas o nódulo canceroso e uma margem de segurança em torno do cancro, e após isso com radioterapia e <a href="http://vidadequalidade.org/cancro-da-prostata-diagnostico-sintomas-e-tratamento/" title="Cancro da próstata, diagnóstico, sintomas e tratamento" rel="follow" target="_self">quimioterapia</a> e, por vezes, tratamentos hormonais. Esta abordagem pode ser tão eficaz quanto as operações mais amplas em que se remove a mama.</p>
<p>§ As opções de cura (tratamento) variam. Tente saber mais sobre o seu tipo de câncer e os métodos usados para o curar. Alguns cancros respondem melhor à radiação, outros a tratamentos de <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-do-cancro-da-mama/" title="Tratamento do cancro da mama" rel="follow" target="_self">quimioterapia</a> ou hormonal. Alguns exigem um único tipo de terapia, outros, uma combinação de terapias. Alguns tipos de câncer apresentam poucos ou nenhum sintoma e causam poucos problemas e pouca ou nenhuma dor. Podem até permanecer inactivos durante longos períodos de tempo. O tratamento desses casos não costuma melhorar a sua qualidade de vida. Outros tipos de câncer são agressivos e provavelmente irão causar grandes problemas. O tratamento nesses casos justifica-se. Pergunte o que irá acontecer, sem qualquer tratamento, e compare essa resposta com os resultados esperados pelo tratamento.</p>
<p>§Tratamentos têm efeitos secundários. Inteire-se dos efeitos secundários que pode esperar e, quais os benefícios que o tratamento oferece. Em seguida, pese a sua disposição em tolerar os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> com os benefícios do tratamento. Os objectivos do tratamento podem variar, e só você pode decidir quais os efeitos secundários que está disposto a aceitar para conseguir o seu objectivo. Por exemplo, se for jovem com um câncer com cura, pode estar disposto a tolerar efeitos secundários muito graves, a curto prazo, como possibilidade de cura. Mas se tiver 85 anos de idade e, um câncer incurável, pode decidir não aceitar um efeito colateral ruim se o objectivo for viver apenas um ou dois meses.</p>
<p>Os tratamentos de câncer não têm todos <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-da-depressao-com-erva-de-sao-joao/" title="Tratamento da Depressão com Erva de São João" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> horríveis?</p>
<p>Não necessariamente. Os tratamentos do câncer têm efeitos secundários, mas a maioria são previsíveis. O seu médico pode traçar um plano para prevenir muitos efeitos colaterais, ou tratar ou diminuir outros. Em geral, os efeitos secundários são reversíveis, e ajudá-lo a lidar com eles deve ser o objectivo do seu médico.</p>
<p>Prevenção<br />
Uma das melhores maneiras de prevenir o câncer é a de não fumar ou mastigar tabaco. Muitos cancros podem ser prevenidos, evitando os factores de risco, tais como a exposição excessiva ao sol e bebida em excesso.<br />
Rastreios do cancro, como a mamografia e o exame clínico das mamas para o cancro da mama e, colonoscopia para o cancro do cólon, podem ajudar a travar estes cancros em suas fases iniciais, quando são mais tratáveis. Algumas pessoas com alto risco de desenvolver certos tipos de câncer podem tomar medicação para reduzir esse risco.</p>


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		<title>Diagnóstico e tratamento da doença de Parkinson</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[administração de medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico da doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[levodopa]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>

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		<description><![CDATA[O diagnóstico da doença de Parkinson requer certas medidas para minimizar os sintomas da doença, sendo um deles a administração de medicamentos como por exemplo a levodopa. Contudo é necessário um certo rigor uma vez que a estes medicamentos estão associados determinados efeitos colaterais que podem ser prejudiciais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A doença de Parkinson é diagnosticada através de um exame neurológico completo, e de um exame físico que consiste na observação dos tremores característicos da doença de Parkinson, assim como a marcha arrastada, a falta de equilíbrio, os reflexos, a função mental e o tónus e força muscular. Além destes exames, pode recorrer-se também a análises sanguíneas, uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ressonancia-magnetica" title="" rel="nofollow" target="_self">ressonância magnética</a> ou uma tomografia axial computorizada, mais conhecida por TAC.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ser diagnosticada a doença de Parkinson e o seu grau de evolução, pode ser necessária a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/administracao-de-medicamentos" title="" rel="nofollow" target="_self">administração de medicamentos</a>, para minimizar a sintomatologia da doença. A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/administracao-de-medicamentos" title="" rel="nofollow" target="_self">administração de medicamentos</a> passa pelos anti-colinérgicos, com vista a restaurar o equilíbrio dos componentes químicos existentes no cérebro, contudo precisam de ser administrados em doses baixas, de forma a evitar os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> como a prisão de ventre ou a boca seca.</p>
<p style="text-align: justify;">A administração de medicamentos para a doença de Parkinson também engloba a amantadina, que é necessário de acordo com o progresso da doença, pois tem um efeito positivo sobre a libertação da dopamina depositada, auxiliando o mecanismo fisiológica de produção de dopamina, que também surge devido à transformação da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/levodopa" title="" rel="nofollow" target="_self">levodopa</a>, se bem que este processo não é muito eficiente e pode originar arritmia cardíaca ou náuseas, que são <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-da-depressao-com-erva-de-sao-joao/" title="Tratamento da Depressão com Erva de São João" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> de altas doses de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/levodopa" title="" rel="nofollow" target="_self">levodopa</a>. Neste caso será mais benéfico associar a administração de medicamentos como a  carbidopa ou a selegilina, com a levodopa, para evitar doses altas de levodopa, e também porque a carbidopa atenua os efeitos colaterais da levodopa. Como suprimento da levodopa também pode ser administrado a bromocriptina e o pergolid.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes da administração de medicamentos como a levodopa, era utilizado uma técnica denominada por palidotomia, que consistia no corte de áreas diminutas do cérebro. Esta técnica teve o seu inicio nos anos 40, mas com a utilização da levodopa, esta técnica deixou de ser utilizada, uma vez que podia levar a hemorragias cerebrais ou destruição alargada dos tecidos, por ser uma prática de alto risco. Contudo, existem descrições de doentes que tiverem benefícios com a prática desta técnica, o que levou a novos estudos e aperfeiçoamento da técnica.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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