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	<title>Qualidade de Vida &#187; estilo de vida</title>
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	<description>Qualidade de Vida, Bem-estar, Saúde, Dicas de Beleza, Nutrição, Alimentos,...</description>
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		<title>Porque Necessita o Mundo de Bem-Estar Hoje Em Dia?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 13:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentos e Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Viver com Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
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		<category><![CDATA[hipertensão arterial]]></category>
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		<category><![CDATA[regime alimentar]]></category>

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		<description><![CDATA[De um modo geral, a nossa alimentação e nutrição é cada vez mais deficiente e, mais do que nunca, estamos menos saudáveis, Afirma David Heber, Ph.D, Presidente do Conselho Nutricional da Herbalife. Isto, aliado a outros factores decorrentes dos actuais estilos de vida, como o stress e a poluição, pode aumentar os riscos de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">De um modo geral, a nossa alimentação e nutrição é cada vez mais deficiente e, mais do que nunca, estamos menos saudáveis,</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Afirma David Heber, Ph.D, Presidente do Conselho Nutricional da Herbalife.</p>
<blockquote><p>Isto, aliado a outros factores decorrentes dos actuais estilos de vida, como o stress e a poluição, pode aumentar os riscos de uma série de <i>doenças</i> e <a href="http://vidadequalidade.org/a-obesidade-e-a-sociedade/" title="A obesidade e a Sociedade" rel="follow" target="_self">obesidade</a>.</p></blockquote>
<h2 style="text-align: justify;">Estatísticas Vitais</h2>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a <a href="http://vidadequalidade.org/obesidade-um-problema-de-saude-publica/" title="Obesidade um Problema de saúde Publica" rel="follow" target="_self">obesidade</a> como uma doença crónica, advertindo para o facto da obesidade estar prestes a ultrapassar algumas das causas de doença mais comuns, como por exemplo, a subnutrição e <i>doenças</i> contagiosas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-8196 alignnone" title="bem-estar-no-mundo" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2012/02/bem-estar-no-mundo-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Relatório Nacional da Auditoria sobre como Travara Obesidade em Inglaterra, de 2001, os quatro problemas mais comuns relacionados com a obesidade são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://vidadequalidade.org/efeitos-do-consumo-de-sal/" title="Efeitos do consumo de sal" rel="follow" target="_self">Hipertensão Arterial</a></li>
<li><i>Doenças</i> Coronárias</li>
<li>Diabetes doTipo 2</li>
<li>Determinados tipos de cancro</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O último Inquérito de Saúde, preparado para o Ministério da Saúde, relata que 43% dos homens e 33% das mulheres tinham excesso de peso em 2003. No mesmo ano, 22% dos homens e 23% das mulheres eram obesas e, com base nas tendências actuais, 33% dos homens e 28% das mulheres serão obesos em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados do Inquérito indicam que 19% dos rapazes e 22% das raparigas, com idades compreendidas entre os 2 e os 15 anos, serão obesos em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">O Livro Verde da Comissão das Comunidades Europeias referente à &#8216;Promoção de Regimes Alimentares Saudáveis e da Actividade Física&#8217; realça que:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A diabetes do tipo 2 está relacionada com a obesidade, com um tipo de vida sedentário e, com um <a href="http://vidadequalidade.org/como-fazer-uma-alimentacao-vegetariana/" title="Como fazer uma alimentação vegetariana" rel="follow" target="_self">regime alimentar</a> com um elevado teor de gordura e de ácidos gordos saturados.</li>
<li>Estima-se que, nos países industrializados, aproximadamente, 30% de todos os cancros esteja relacionado com factores de ordem alimentar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O crescimento da tecnologia e dos alimentos preparados; a nossa dependência dos transportes motorizados em vez de andarmos a pé; os estilos de vida sedentários; e os horários apertados, que nos deixam com pouco tempo para fazermos exercício e para preparar refeições saudáveis, originaram o aumento de peso das populações.</p>
<p style="text-align: justify;">Os nossos estilos de vida atarefados não são compatíveis com as opções saudáveis que podem ajudar a prevenir o desenvolvimento de problemas anos mais tarde. Hoje em dia, a maioria das pessoas não obtém o que os especialistas consideram essencial para um <a href="http://vidadequalidade.org/passos-para-atingir-um-excelente-bem-estar/" title="Passos para Atingir um Excelente Bem-Estar" rel="follow" target="_self">excelente <i>bem-estar</i></a> em termos de alimentação, exercício físico e hábitos de <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-e-o-meio-ambiente/" title="O cancro e o meio ambiente" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a>.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Factores que Afectam o <i>Bem-Estar</i></h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Alimentação à base de &#8216;comida de plástico&#8217;, que tem um elevado teor de gordura e poucos <i>nutrientes</i>.</li>
<li>Alimentos de conveniência, excessivamente processados.</li>
<li><a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">Estilo de vida</a> sedentário.</li>
<li>Poluição.</li>
<li>Stress.</li>
<li>Determinados tratamentos médicos.</li>
<li>Falta de fibra alimentar proveniente de frutos, legumes e cereais integrais.</li>
<li>Insuficientes fontes de proteínas saudáveis na nossa alimentação, para um suporte saudável dos músculos e ossos.</li>
<li>Falta de repouso adequado.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">A Boa Notícia!</h2>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-8197 alignnone" title="factores-bem-estar" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2012/02/factores-bem-estar-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar desta informação ser preocupante, existem boas notícias. Desde que controle a sua dieta alimentar e nível de actividade, tem a possibilidade de melhorar o seu <i>bem-estar</i> imediato e futuro. Tudo o que necessita é de informação correcta e vontade de a pôr em prática.</p>
<p>Faça hoje mesmo uma <a title="avaliação da sua qualidade de vida e bem-estar" href="http://qualidadedevida.eu" target="_blank">avaliação do seu <i>bem-estar</i> grátis</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se, melhorar o seu <i>bem-estar</i> é um processo gradual. Seguindo os passos e as dicas que lhe vamos oferecer em resposta à <a title="avaliação de bem-estar grátis" href="http://qualidadedevida.eu" target="_blank">questionário da avaliação de <i>bem-estar</i></a><br />
e, fazendo os ajustamentos necessários, pode melhorar o seu <i>bem-estar</i> a partir de hoje mesmo!</p>
<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Qualidade+de+Vida&link=http%3A%2F%2Fvidadequalidade.org%2Fporque-necessita-o-mundo-de-bem-estar-hoje-em-dia%2F&title=Porque+Necessita+o+Mundo+de+Bem-Estar+Hoje+Em+Dia%3F&desc=%0D%0ADe+um+modo+geral%2C+a+nossa+alimenta%C3%A7%C3%A3o+e+nutri%C3%A7%C3%A3o+%C3%A9+cada+vez+mais+deficiente+e%2C+mais+do+que+nunca%2C+estamos+menos+saud%C3%A1veis%2C%0D%0A%0D%0AAfirma+David+Heber%2C+Ph.D%2C+Presidente+do+Conselho+Nutricional+da+He&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_PT&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=&twrelated1=&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=1&buzzbutton=1&buzzlang=pt_PT&buzzctr=1&diggbutton=1&diggctr=1&stblbutton=1&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-PT">
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Aprenda a comer bem para uma melhor qualidade de vida</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/aprenda-a-comer-bem-para-uma-melhor-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 10:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Alimentação e a Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos e Nutrição]]></category>
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		<description><![CDATA[Não são difíceis de conciliar desde que se respeitem algumas regras simples para escolher, combinar e cozinhar alimentos e para satisfazer na medida certa as necessidades nutricionais ao longo da vida. A alimentação saudável é uma forma racional de comer que assegura variedade, equilíbrio e quantidade justa de alimentos escolhidos pela sua qualidade nutricional e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não são difíceis de conciliar desde que se respeitem algumas regras simples para escolher, combinar e cozinhar alimentos e para satisfazer na medida certa as necessidades nutricionais ao longo da vida.<br />
A <a href="http://vidadequalidade.org/importancia-de-uma-alimentacao-saudavel-na-mulher-gravida/" title="A importância de uma alimentação saudável na mulher grávida" rel="follow" target="_self">alimentação saudável</a> é uma forma racional de comer que assegura variedade, equilíbrio e quantidade justa de alimentos escolhidos pela sua qualidade <a href="http://vidadequalidade.org/o-pao-tipo-de-pao-historia-caracteristicas-e-valor-nutricional-dos-varios-paes-do-mercado/" title="O pão: Tipo de pão, história, características e valor nutricional dos vários pães do mercado" rel="follow" target="_self">nutricional</a> e higiénica, submetidos a benéficas manipulações culinárias.<br />
Afirma-se que os portugueses comem demasiado de facto, cometem exageros repetidos aqueles que o podem fazer e que desconhecem como todos os excessos são nocivos ao seu próprio qualidade-de-vida. Muitos comem como deve ser. Bastantes outros não se alimentam suficientemente. Outros fazem-no à base de produtos de tão má qualidade, e com tal desequilíbrio, que se nutrem muito deficientemente apesar de ingerirem volumes suficientes ou excessivos de comida e de gastarem os olhos da cara.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta heterogeneidade de comportamentos alimentares traduz-se de forma singular nos nossos indicadores sanitários. Estes revelam claramente que subsistem manchas de subnutrição, a par de manchas de nutrição excessiva e desequilibrada, e de situações intermédias. De facto, mantemos taxas algo elevadas de peso baixo de recém-nascidos, na-domortalidade, prematuridade infantil, mortalidade entre 1 e 4 anos, morbilidade infecciosa na infância e juventude, baixa esperança de vida e elevado insucesso escolar. Simultaneamente é preocupante a progressão anual da morbilidade e da mortalidade a partir dos 40 anos, por <i>doenças</i> metabólicas e degenerativas, das quais se salienta obesidade, diabetes da maturidade, doença cardiovascular isquémica — enfartes de coração, angina de peito, morte súbita, etc. — e cancros mamários e do aparelho digestivo, tudo afecções que começaram há decénios a ensombrar o panorama sanitário dos países ricos e nos quais constituem hoje uma trágica endemia. E preocupante o crescimento da obesidade no geral da população e da obesidade mórbida infanto-juvenil.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz-se que esses países vivem a 2ª era da <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">saúde</a> pública, a que cuida das <i>doenças</i> não infecciosas que incidem em adultos socialmente instalados. Nós vivemos na 2ª e na lª ou seja, também naquela que se preocupa com problemas infantis, juvenis e maternos e com <i>doenças</i> infecciosas transmissíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Acresce que em Portugal, talvez por motivos culturais, a generalidade da população abusa de dois tóxicos alimentares: sal e álcool. Isto tem o seu preço: estamos entre os campeões mundiais quanto à prevalência de hipertensão arterial, acidentes vasculares cerebrais isquémicos e cirrose hepática e situamo-nos entre os piores classificados quanto a alcoolismo e suas complicações patológicas e sociais.<br />
A verdade é que a maioria dos portugueses tal como o geral das populações de países ricos e como boa parte das populações de países em desenvolvimento, come mal, com prejuízo para o seu qualidade-de-vida e com grave perturbação do estado de <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">saúde</a> do país. Tanto em Portugal, como nesses outros países falta uma política alimentar norteada pelos imperativos da saúde. A qualidade <a href="http://vidadequalidade.org/valor-nutricional-da-batata-e-outros-tuberculos/" title="Valor nutricional da Batata e outros Tubérculos" rel="follow" target="_self">nutricional</a> do que se come preocupa o legislador. Daí a multiplicação de pseudo-produtos alimentares. Daí o desinteresse pela educação alimentar de âmbito nacional atenta às mudanças do <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> e da alimentação praticada.<br />
Com a elevação do nível de vida, nos países com economia de mercado, assiste-se à perda de valores culturais próprios, à adopção de padrões de consumo não orientados para o qualidade-de-vida e à perfilhação de modas exóticas de comer. A força de venda de novos produtos, a pululação de folhetos e livros de estranhas receitas culinárias que servem aqueles produtos e a folia pela compra de utensilagem doméstica e industrial que serve essas maneiras de cozinhar, juntamente com a necessidade de tomar refeições fora de casa, aceleram e aprofundam a adopção de novas formas de comer.<br />
No entanto, as razões de um mau comer nas sociedades de consumo são mais profundas. Sem dúvida que o apelo dos novos alimentos e das novas formas de organizar refeições e merendas atinge um pouco toda a população. Mas alguns sectores, sobretudo nos meios urbanos, mostram-se particularmente vulneráveis, para o que contribui a desorganização da vida familiar com impossibilidade de comer em casa, os horários de trabalho desencontrados, a desconexão urbana com a satelitização de dormitórios, os altos custos das refeições prontas, a má comida das cantinas e restaurantes, e a pobreza nutricional e gastronómica do «pronto a comer».<br />
A convivência da comensalidade é substituída pelo acto solitário de deglutir para matar a fome. A sociedade de consumo ainda não criou a sua cultura e o cidadão vive momentos trágicos de consumidor desculturado, incapaz de escolher, e permissivo a apelos de venda inadequados para o seu qualidade-de-vida.<br />
Tudo somado, no decurso dos anos 60 e 70, a tendência dominante foi para abandonar a comida dos tempos antigos, «da pobreza» — pão, produtos cerealíferos, leguminosas, sardinhas, sopa de hortaliças, ensopados, açordas, etc. — e para adoptar uma comida de prestígio — carnes, cerveja, bebidas destiladas, refrigerantes, pastelaria, batatas fritas, margarinas, óleos para fritar, pizza, pré-embalados semiprontos, etc. O esbanjamento com produtos de marca que «dão prestígio» afecta particularmente os estratos médios e pobres das populações urbanas e suburbanas, para os quais, como veremos, se descreve um modelo de comportamento alimentar, o «<a href="http://vidadequalidade.org/o-que-e-o-complantix/" title="O que é o Complantix" rel="follow" target="_self">padrão alimentar</a> urbano pobre», o qual já começa a afectar, infelizmente, populações rurais até há alguns anos indemnes.<br />
Com estas mudanças, os consumos à escala nacional, naquelas duas décadas, modificaram-se para pior: menos amido e mais sacarose, menos complantix e mais gorduras, mais gorduras saturadas e degradadas pelo calor, mais proteínas animais e menos vegetais, menos vitaminas e minerais, mais álcool; e, mercê do uso abundante de produtos alimentares industrializados, muito mais moléculas estranhas ao organismo, perturbadoras do metabolismo, alergizantes, tóxicas e cancerígenas.<br />
Os portugueses, de modo mais preocupante do que outros povos mediterrânicos, nomeadamente italianos, gregos e turcos, estão a desprezar aceleradamente a sua cultura alimentar e gastronómica e a adoptar gostos atípicos. De facto, trocam um <a href="http://vidadequalidade.org/qual-e-o-padrao-alimentar-saudavel/" title="Qual é o padrão alimentar saudável?" rel="follow" target="_self">padrão alimentar</a> saudável por um padrão desequilibrado, desajustado em relação às exigências da saúde. É necessário e urgente reencontrar o bom dessa cultura perdida e isso não será possível sem apelar ao conhecimento científico actual. Por outras palavras, o reencontro da <a href="http://vidadequalidade.org/regras-de-uma-alimentacao-saudavel/" title="Regras de uma alimentação saudável" rel="follow" target="_self">alimentação saudável</a> tem que apelar ao racional. Só nesse sentido é que as propostas alimentares e nutricionais sadias se enquadram na chamada «alimentação racional».<br />
Apesar da situação nutricional portuguesa, no seu conjunto, estar longe de ser boa, não piorou nos últimos dois decénios. Os indicadores de consumo revelam até interessantes tendências de melhoria, a premiar esforços avulsos de educação nutricional e de intervenção alimentar realizadas, sem grandes meios mas com muito empenho, por diversas instituições e muitas pessoas interessadas. Alguns inquéritos revelam que a maioria dos portugueses, jovens e adultos, sabe que a alimentação interfere na saúde e está disposta a mudar a sua maneira de comer se receber ensinamentos de fontes credíveis. A sociedade está madura para responder a um programa de educação nutricional e para acolher as vantagens de uma coerente política alimentar nacional.<br />
Este post  ambiciona ser um instrumento para todos aqueles que, sensibilizados, desejem adoptar uma alimentação saudável adaptada às características da vida moderna, logicamente racional e sadia, mas também — e não menos importante &#8211; agradável, saborosa, económica e respeitadora das tradições.<br />
O seu conteúdo deseja ser simples, correcto e cientificamente actual. Depois de introduzir o leitor numa matéria talvez árida, a dos nutrimentos, avança para a definição de equilíbrio nutricional e para o conhecimento nutricional dos alimentos, sua qualidade e suas combinações equilibradas. Percorre depois várias maneiras de comer (padrões alimentares) e suas repercussões na saúde. Identifica os erros alimentares mais nefastos para os portugueses e propõe o plano geral de uma alimentação saudável e de uma culinária simples, gastronómica e sadia. Avança depois para as exigências nutricionais específicas de algumas idades, de grávidas, aleitantes e desportistas. Termina com algumas orientações para quem tiver peso a mais ou colesterol elevado, duas situações paradigmáticas, resultado frequente de erros acumulados em consequência de um <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-e-o-meio-ambiente/" title="O cancro e o meio ambiente" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> nocivo.<br />
No entanto, fique desde já bem claro que os cuidados com alimentação não interessam apenas a quem tem peso a mais ou a quem sofre de alterações das gorduras do sangue. Interessa a toda a gente. Saber comer promove qualidade-de-vida.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>A medicina Ayurvédica e o Ayurvedismo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 09:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este sistema de tratamento indiano acentua a relação mente/corpo para a manutenção da saúde. Tal como em outras práticas médicas asiáticas, o essencial é o equilíbrio da energia vital, neste caso o prana. O sistema procura equilibrar as três forças básicas da vida, ou doshas vata, responsável pelos movimentos do corpo; pitla, que comanda a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este sistema de tratamento indiano acentua a relação mente/corpo para a manutenção da <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">saúde</a>. Tal como em outras práticas médicas asiáticas, o essencial é o equilíbrio da energia vital, neste caso o prana. O sistema procura equilibrar as três forças básicas da vida, ou doshas</p>
<ul>
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<div style="text-align: justify;">pitla, que comanda a digestão e a produção de energia,</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">kapha, responsável pela estrutura e estabilidade do corpo. A doença ocorre quando uma das doshas está em desequilíbrio; cada pessoa deve conhecer a sua dosha dominante e tentar mantê-la em equilíbrio com as outras através da dieta e do <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-e-o-meio-ambiente/" title="O cancro e o meio ambiente" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a>.</div>
</li>
</ul>
<h2>Origens</h2>
<p style="text-align: justify;">Ayurveda significa, em sânscrito, «a ciência da vida e da longevidade». Pensa-se que este sistema tem cerca de 5000 anos, sendo assim o mais antigo de todos os sistemas médicos. Os dois manuais clássicos do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ayurvedismo" title="" rel="nofollow" target="_self">ayurvedismo</a> têm mais de 2000 anos. O Charaka Somhita, do nome da pessoa que foi a homóloga ayurvédica de Hipócrates, propõe os princípios da manutenção da <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">saúde</a> e do tratamento da doença; o Sushruta Samhita descreve complicados procedimentos cirúrgicos, incluindo cirurgia plástica reconstrutiva, remoção da vesícula biliar e outras operações que hoje se consideram modernas.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/medicina-ayurvedica" title="" rel="nofollow" target="_self">medicina ayurvédica</a> propagou-se com a cultura hindu à Indonésia, ao Tibete e depois ao Ocidente, onde alguns dos seus princípios foram utilizados pelos médicos gregos. Com a expansão do budismo, este sistema de tratamento chegou à China e a outros países asiáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o século XIX, os Ingleses proibiram as escolas de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ayurvedismo" title="" rel="nofollow" target="_self">ayurvedismo</a> na índia e substituíram-nas por escolas médicas ocidentais. Nos 100 anos que se seguiram, a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/medicina-ayurvedica" title="" rel="nofollow" target="_self">medicina ayurvédica</a> foi relegada para as áreas rurais como prática popular. Quando a índia readquiriu a independência, em 1947, as escolas ayurvédicas foram novamente legalizadas, e hoje existem neste país cerca de 100 dessas instituições, em número igual às de medicina ocidental, e muitos médicos indianos utilizam na sua prática clínica ambos os sistemas.</p>
<h2>Os profissionais</h2>
<p style="text-align: justify;">Na índia, os profissionais de ayurvedismo têm de fazer um curso de cinco a seis anos numa escola ayurvédica tradicional antes de poderem tratar doentes. Nos EUA, esta aprendizagem foi restringida a um pequeno curso de alguns meses num instituto ayurvédico. Mas, seja qual for a formação recebida, os praticantes de ayurvedismo não podem exercer medicina como tal, a não ser que sejam formados também noutra área, como a medicina tradicional, a osteopatia ou a quiroprática.</p>
<h2>PRECAUÇÕES</h2>
<p style="text-align: justify;">Embora muitos médicos aceitem que o ayurvedismo é talvez o mais completo sistema de saúde até hoje concebido, todos afirmam que qualquer doença grave e potencialmente ameaçadora de vida deve ser tratada pelos métodos da medicina convencional.</p>
<h2>Quando se utiliza</h2>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário da medicina ocidental, que só entra em acção quando surge a doença, o ayurvedismo é incorporado no <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> da pessoa, orientando-a em todos os seus aspectos, como o tipo de alimentação, o exercício ou a actividade sexual. O médico ayurvédico é consultado apenas para identificar e corrigir qualquer desequilíbrio entre as três forças vitais. Nas clínicas ayurvédicas dos EUA, os doentes são em geral tratados por um médico convencional e um médico ayurvédico.</p>
<h2>Como actua</h2>
<p style="text-align: justify;">A filosofia ayurvédica afirma que cada pessoa nasce com uma proporção particular de doshas, das quais uma é predominante. Esta dosha dominante determina o tipo de personalidade e influencia a susceptibilidade da pessoa a certas <i>doenças</i>. Uma personalidade pitta, por exemplo, tem tendência a possuir um temperamento fogoso e a sofrer de tensão arterial elevada e distúrbios digestivos, pelo que uma doença relacionada com a pitta pode ser tratada com uma dieta suave e vários remédios à base de <i>plantas</i>. Como a mente é considerada uma força essencial na conservação da saúde, poderá também recomendar-se a meditação ou o ioga.</p>
<h2>O que esperar</h2>
<p style="text-align: justify;">O médico ayurvédico começará por apurar qual o padrão dosha do doente. Para isso, mede as pulsações, que desempenham um papel fundamental neste apuramento em todo o corpo, procurando desequilíbrios de doshas traduzidos por alterações da pulsação. São também examinados sete tipos de tecidos — plasma, glóbulos vermelhos, músculo, gordura, osso, nervo e tecido do aparelho reprodutor.<br />
Os médicos ayurvédicos não se concentram numa doença específica, mas tratam a totalidade do corpo e da mente. A purificação para libertar o organismo de toxinas constitui parte importante do tratamento; entre os métodos possíveis, contam-se banhos turcos, clisteres, abluções nasais, sangrias e massagens com óleos essenciais. O médico recomendará ainda uma dieta específica, sessões de meditação ou ioga e remédios à base de <i>plantas</i>.</p>
<h2><a href="http://vidadequalidade.org/tag/termas" title="" rel="nofollow" target="_self">TERMAS</a></h2>
<p style="text-align: justify;">Desde há séculos, entusiastas da saúde deslocam-se a locais como a cidade belga de Spa para gozar do ar puro, das águas medicinais e de diversos tratamentos clínicos, tradicionais ou não. Hoje, as <a href="http://vidadequalidade.org/tag/termas" title="" rel="nofollow" target="_self">termas</a> são parte integrante dos cuidados de saúde em vários países europeus, e muitos sistemas de segurança social subsidiam acções de prevenção ou tratamento nesses estabelecimentos.<br />
Na verdade, as águas medicinais contam-se entre os mais antigos meios terapêuticos da Humanidade, e parece que já o homem da Idade da Pedra conhecia e apreciava os banhos de vapor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os antigos romanos foram grandes utilizadores dos banhos e construíram estabelecimentos-termas em muitas zonas do seu império, sobretudo em regiões de nascentes medicinais. Portugal foi uma dessas zonas, e no nosso país encontram-se algumas preciosidades arqueológicas que comprovam a exploração das nossas águas minerais pelos Romanos. Entre elas, as Termas Cassianas, edificadas em Lisboa 49 anos antes de Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, as estâncias termais não oferecem apenas águas medicinais para beber ou para banhos, antes proporcionam programas completos de cura que aliam os métodos da medicina convencional aos tratamentos baseados em terapias naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos destes estabelecimentos orientam-se para problemas específicos, como a hipertensão ou as <i>doenças</i> cardíacas, renais ou respiratórias. Outros oferecem, além de várias formas de hidroterapia, fisioterapia, electroterapia, massagens e outras terapias.</p>
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		<title>Consumo de Calorias</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 11:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Alimentação e a Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos e Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[hidratos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[necessidades calorificas]]></category>
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		<description><![CDATA[Necessidades Calorificas O joule (J) é a unidade de energia mas continua a ser hábito falar de calorias. A caloria da linguagem corrente corresponde a uma quilo-caloria (kcal), que vale 4,118 quilojoules (kJ). Na prática, considera-se que 1 grama de proteína ou de hidrato de carbono fornece 4 calorias (4 kcal), 1 grama de gordura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://vidadequalidade.org/tag/necessidades-calorificas" title="" rel="nofollow" target="_self">Necessidades Calorificas</a></h2>
<p style="text-align: justify;">O joule (J) é a unidade de energia mas continua a ser hábito falar de calorias. A caloria da linguagem corrente corresponde a uma quilo-caloria (kcal), que vale 4,118 quilojoules (kJ).</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, considera-se que 1 grama de proteína ou de hidrato de carbono fornece 4 calorias (4 kcal), 1 grama de gordura, 9 e 1 grama de álcool, 7.</p>
<p style="text-align: justify;">No geral, indica-se como dose recomendada de um nutrimento a quantidade que cobre com segurança as necessidades específicas, mas quantitativamente desiguais, de todos os indivíduos do grupo considerado. Essa dose, portanto, excede as necessidades médias do grupo. Procede-se assim porque não se pode correr o risco de nutrir deficientemente a parte da população constituída por indivíduos que exigem doses superiores à média. Este modo seguro de proceder reproduz o que ocorre naturalmente; de facto, quando um se nutre equilibradamente a partir de alimentos naturais de qualidade, fica superabastecido de proteínas e de nutrimentos reguladores no momento em que as suas necessidades calóricas ficam satisfeitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo contrário, a ração calórica recomendada corresponde à média de necessidades do grupo considerado. Se fosse adoptado o mesmo critério que se aplica aos demais nutrimentos, a energia recomendada excederia perigosamente as exigências de grande parte da população, favorecendo nela o desenvolvimento de <a href="http://vidadequalidade.org/obesidade-um-problema-de-saude-publica/" title="Obesidade um Problema de saúde Publica" rel="follow" target="_self">obesidade</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com variações metabólicas individuais, comportamentos psicoafectivos e modos de desempenhar actividades musculares, pessoas da mesma estatura e sexo chegam a gastar mais ou menos 22% das calorias exigidas em média pela categoria de indivíduos em que se enquadram.</p>
<p style="text-align: justify;">Em situação de normalidade, apetite e saciedade regulam com precisão a quantidade de comida que se ingere. Além destes mecanismos importantíssimos, outros ajustam o consumo energético à exigência de manter o peso corporal dentro de limites saudáveis, através de variações da produção de calor e através do incremento ou limitação do exercício muscular.</p>
<p style="text-align: justify;">Apetite e saciedade, reflexos afinados ao longo de milénios, funcionam bem quando a alimentação se baseia em <i>produtos naturais</i> e quando a exercitação muscular é de intensidade média ou superior. Mas quando a alimentação se baseia exclusiva ou preponderantemente em produtos com elevada densidade calórica (gorduras e engordurados, doces e refrigerantes, álcool, cereais refinados, etc.) a saciedade, ao manifestar-se, já permitiu a ingestão de calorias em excesso. No caso de indivíduos sedentários, sobretudo quando pressionados por um <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> urbano, tenso e agitado, a saciedade facilmente se desregula e não se opõe às impulsões para comer além do necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">Da desregulação combinada de apetite e saciedade resulta a prevalência elevada de <a href="http://vidadequalidade.org/a-obesidade-e-a-sociedade/" title="A obesidade e a Sociedade" rel="follow" target="_self">obesidade</a> entre pessoas sedentárias das sociedades modernas, sobretudo entre aqueles que escolhem alimentos demasiado calóricos. Como a obesidade mostra tendência para expandir-se e porque constitui grande preocupação sanitária, impõe-se a vigilância regular do peso. Todas as pessoas devem pesar-se mensalmente, anotar os seus quilos e adoptar medidas correctoras caso aumentem regularmente de peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Acresce que o sedentarismo contribui, por si, para a doença vascular degenerativa. Como também facilita a obesidade, compreende-se como este <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-e-o-meio-ambiente/" title="O cancro e o meio ambiente" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> é grave para a saúde individual e colectiva através da expressão de <i>doenças</i> metabólicas e degenerativas em resultado não apenas de erros alimentares. As necessidades energéticas de sedentários com baixa estatura, em especial dos mais idosos do sexo feminino, são muito reduzidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com alimentos de elevada densidade calórica reunidos em conjuntos desequilibrados, por exemplo, com açúcar, gorduras e álcool (calorias vazias) em quantidade, acontecerá facilmente que à satisfação das necessidades calóricas corresponda a um deficiente aprovisionamento dos nutrimentos reguladores.</p>
<p style="text-align: justify;">Açúcar, bebidas alcoólicas e alguns produtos fornecem exclusiva ou preponderantemente calorias, ou seja, energia não acompanhada de outros nutrimentos — «calorias vazias». Os alimentos que fornecem calorias vazias são de densidade calórica elevada. Pelo contrário, os alimentos ricos de minerais, vitaminas, complantix e água são mais equilibrados e, no geral, menos ou muito menos energéticos; são de densidade <a href="http://vidadequalidade.org/o-pao-tipo-de-pao-historia-caracteristicas-e-valor-nutricional-dos-varios-paes-do-mercado/" title="O pão: Tipo de pão, história, características e valor nutricional dos vários pães do mercado" rel="follow" target="_self">nutricional</a> elevada.</p>
<p style="text-align: justify;">Certas pessoas referem que até água ou ar as engorda. Esta afirmação traduz o seu espanto; de facto, nem sempre comem grandes refeições mas não têm consciência do uso e abuso de alimentos mal escolhidos, ricos de calorias. Por exemplo, um rissol enche pouco, nutre menos e fornece mais calorias do que um pão integral com presunto; este beneficia de maior densidade <a href="http://vidadequalidade.org/valor-nutricional-da-batata-e-outros-tuberculos/" title="Valor nutricional da Batata e outros Tubérculos" rel="follow" target="_self">nutricional</a> e de menor densidade calórica — é mais equilibrado.</p>
<p style="text-align: justify;">As necessidades calóricas de adultos variam em paralelo com a estatura e com a intensidade da exercitação muscular, com o peso de roupa e equipamento, e com a amplitude das variações térmicas ambientes para cima e para baixo da temperatura média de 20° ou 25° C. Diminuem com a idade. São cerca de 6% mais baixas nas mulheres em relação a homens de igual peso, e são cerca de 15% a 20% inferiores na média das mulheres adultas em relação à média dos homens adultos com idêntica actividade.</p>
<p style="text-align: justify;">As necessidades calóricas crescem muito pouco no primeiro trimestre da gravidez (+ 5% a 15%), mantêm-se regularmente mais elevadas no decurso dos segundo e terceiro trimestres (+ 10% a 25%), e sobem mais na lactação (+ 25% a 35%).</p>
<p style="text-align: justify;">Referidas por quilo de peso, as necessidades calóricas são muitíssimo elevadas no primeiro ano de vida, em relação ao homem adulto, e semelhantes durante a infância. Na adolescência são algo superiores (+ 10% a 15%) às de adultos do respectivo sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">As necessidades calóricas elevam-se muito ou muitíssimo no decurso de <i>doenças</i> febris e debilitantes; se o aprovisionamento não bastar, o peso corporal decresce à custa da perda de tecido adiposo, ou seja, energia em reserva, e à custa da destruição de músculos e de outros tecidos nobres, consumidos para fazerem face às necessidades de <a href="http://vidadequalidade.org/hipoglicemia-causas-e-sintomas/" title="Hipoglicemia &#8211; Causas e Sintomas" rel="follow" target="_self">hidratos de carbono</a>.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Tipos de tratamento da depressão</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 13:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[acupunctura]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[resolução de problemas]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento da depressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Felizmente existem vários tipos de tratamento para a Depressão, incluindo exercícios, psicoterapia, medicamentos, suplementos naturais, etc...
Não existem soluções rápidas ou curas instantâneas, mas se estiver disposto a investir em si mesmo e a continuar com o tratamento, irá sentir melhoras da sua depressão, mais rápido do que espera.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <i>depressão</i> é um dos problemas psicológicos mais comuns, que afecta quase todos, quer através de experiências pessoais ou através da <i>depressão</i> de um membro de família. O custo do sofrimento humano não pode ser estimado. A <i>depressão</i> pode interferir com o funcionamento normal e, frequentemente causa problemas com o trabalho assim como no âmbito familiar e social. Causa dor e sofrimento não só a quem sofre de <i>depressão</i>, mas também aqueles que se preocupam com o paciente. A <i>depressão</i> grave pode destruir a vida familiar, bem como a vida pessoal da pessoa deprimida.<br />
<strong>Impacto da Depressão:</strong><br />
• Causa muita dor emocional<br />
• Perturba a vida de milhões de pessoas<br />
• Afecta negativamente a vida das famílias e amigos<br />
• Reduz a produtividade no trabalho e causa absenteísmo<br />
• Tem um impacto negativo, significativo, sobre a economia, custa muito dinheiro aos sistemas de saúde<br />
A <i>depressão</i> pode afectar qualquer pessoa. Depois de identificada, a maioria das pessoas diagnosticadas com <i>depressão</i> são tratados com sucesso. Infelizmente, a <i>depressão</i> nem sempre é diagnosticada, porque muitos dos sintomas imitam uma doença física, tais como distúrbios do sono e do apetite. Reconhecer a <i>depressão</i> é o primeiro passo para a poder tratar.<br />
<strong>Quase dois terços das pessoas com <i>depressão</i> não recebem tratamento quando:</strong><br />
• Os sintomas não são reconhecidos como sendo <i>depressão</i>.<br />
• As pessoas deprimidas são vistas como fracas ou preguiçosas.<br />
• O estigma social leva as pessoas a evitar o tratamento necessário.<br />
• Os sintomas são tão incapacitantes que as pessoas afectadas não conseguem pedir ajuda.<br />
• Muitos dos sintomas são erroneamente diagnosticados como sendo problemas físicos.<br />
• Os sintomas individuais são tratados, e não a causa subjacente.<br />
Com o tratamento adequado, cerca de 80% das pessoas com <i>depressão</i> podem experimentar uma melhoria significativa no seu humor e ajustamento à vida.</p>
<p><strong><a href="http://vidadequalidade.org/tag/tratamento-da-depressao" title="" rel="nofollow" target="_self">Tratamento da <i>Depressão</i></a></strong><br />
Existem muitas maneiras eficazes para lidar com a <i>depressão</i>, incluindo <i>exercícios</i>, psicoterapia, medicamentos, suplementos naturais e opções de vida. Aprender sobre as opções de tratamento podem ajuda-lo a decidir as medidas que têm mais probabilidade de funcionar na sua situação e necessidades específicas. Não existem soluções rápidas ou curas instantâneas, mas se estiver disposto a investir em si mesmo e a continuar com o tratamento, irá sentir melhoras da sua <i>depressão</i>, mais rápido do que espera.<br />
   <br />
<strong>Opção de tratamento para a <i>depressão</i></strong><br />
Assim como não existem duas pessoas afectadas da mesma maneira pela <i>depressão</i>, não existe um &#8220;tamanho único&#8221; no que diz respeito ao tratamento para a cura da <i>depressão</i>. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. A melhor maneira de tratar a <i>depressão</i> é, tornar-se informado sobre as opções de tratamento e, adaptá-las para melhor atender às suas necessidades.<br />
<strong>Dicas para o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/tratamento-da-depressao" title="" rel="nofollow" target="_self">tratamento da <i>depressão</i></a>:</strong><br />
• <strong>Aprenda o máximo que puder sobre a sua <i>depressão</i></strong>. É importante determinar se os seus sintomas de <i>depressão</i> são devido a uma condição médica subjacente. Se assim for, essa condição deverá ser tratada em primeiro lugar. A gravidade do seu estado de <i>depressão</i> também é um factor. Quanto mais grave a <i>depressão</i>, mais intensivo o tratamento de que, provavelmente, precisa.<br />
<strong>• Leva tempo para encontrar o tratamento correto</strong>. Pode demorar algum tempo e cometer alguns erros até encontrar o tratamento e apoio que funciona melhor para si. Por exemplo, pode levar algumas tentativas para encontrar um terapeuta com quem decida prosseguir com o tratamento. Ou, pode experimentar um antidepressivo, só para descobrir que não precisa dele se fizer uma caminhada diária de meia hora. Esteja aberto a mudanças e a um pouco de experimentação.<br />
<strong>• Não confie unicamente nos remédios</strong>. Embora a medicação possa aliviar os sintomas de <i>depressão</i>, os estudos mostram que outros tratamentos, incluindo o exercício e a terapia, podem ser tão eficazes ou até mais. Além do mais, não têm efeitos secundários indesejáveis. Se decidir tentar a medicação, lembre-se que a medicação funciona melhor quando faz terapia em paralelo.<br />
<strong>• Obtenha apoio social</strong>. Quanto mais cultivar as suas conexões sociais, mais protegido está da <i>depressão</i>. Se se sente ‘preso’, não hesite em falar com familiares ou amigos de confiança. Pedir ajuda não é uma fraqueza, mas um sinal de força.<br />
<strong>• O tratamento leva tempo e empenho</strong>. Todos os tratamentos da <i>depressão</i> levam tempo, podem até parecer esmagadores ou frustrantemente lentos. Isso é normal. A recuperação tem os seus altos e baixos.<br />
<strong>Mudanças do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/estilo-de-vida" title="" rel="nofollow" target="_self">Estilo de vida</a>: Uma parte essencial do tratamento da <i>depressão</i> </strong><br />
Mudanças do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/estilo-de-vida" title="" rel="nofollow" target="_self">estilo de vida</a> são ferramentas simples, mas poderosas no tratamento da <i>depressão</i>. Às vezes, podem ser tudo o que precisa.</p>
<p><strong>• Exercício.</strong> O exercício regular ajuda a combater a <i>depressão</i>. Não só aumenta a serotonina, endorfinas e outras substâncias químicas do cérebro responsáveis por ‘se sentir bem’, mas também provoca o crescimento de novas células cerebrais e conexões, tal como os antidepressivos. Meia hora de caminhada por dia pode fazer uma grande diferença. Para obter bons resultados, considere 30 a 60 minutos de actividade diária.<br />
<strong>• Nutrição.</strong> Comer bem é importante para a sua saúde física e mental. Comer pequenas refeições, bem equilibradas, ao longo do dia irá ajudá-lo a manter a energia e minimizar o mau humor.<br />
• <strong>Sono</strong>. O sono tem um forte efeito sobre o humor. Quando você não dorme o suficiente, os seus sintomas de <i>depressão</i> serão piores. A privação do sono agrava a irritabilidade, mau humor, tristeza e cansaço. Poucas pessoas aguentam com menos de sete horas de sono por noite. O ideal será dormir entre 7-9 horas por noite.<br />
• <strong>Apoio Social.</strong> Redes sociais, fortes, reduzem o isolamento, um factor de risco para a <i>depressão</i>. Mantenha contacto regular com amigos e familiares, ou considere aderir a uma ’aula’ ou grupo. O voluntariado é uma óptima maneira de obter apoio social e ajudar os outros, além de ajudar a si mesmo.<br />
<strong>• Redução do <a href="http://vidadequalidade.org/como-controlar-a-ansiedade-e-o-stress/" title="Como controlar a ansiedade e o stress" rel="follow" target="_self">Stress</a></strong>. Faça mudanças em sua vida para ajudar a gerenciar e reduzir o <a href="http://vidadequalidade.org/ansiedade-stress-e-depressao/" title="Ansiedade, Stress e Depressão" rel="follow" target="_self">stress</a>. Demasiado stress agrava a <i>depressão</i> e coloca-o em risco para futuros episódios de <i>depressão</i>.<br />
Se suspeitar que pode sofrer de <i>depressão</i>, e as mudanças de estilo de vida não derem resultado, peça uma consulta ao seu médico de família. Se a sua <i>depressão</i> for resultado de um problema de saúde, a terapia e os antidepressivos farão pouco para o ajudar. Não verá melhoras da <i>depressão</i> até que o problema de saúde subjacente seja identificado e tratado.<br />
O seu médico também se deve certificar se você está a tomar algum medicamento que possa causar <i>depressão</i> como efeito colateral. Muitas condições médicas e medicamentos podem causar sintomas de <i>depressão</i>, incluindo tristeza, fadiga e perda de prazer. O hipotireoidismo, ou baixa da tireóide, é um imbecil de humor, particularmente comum, principalmente nas mulheres.</p>
<p><strong>Encontrar um terapeuta para tratar a sua <i>depressão</i></strong><br />
Se não houver nenhuma causa médica subjacente para os seus sintomas de <i>depressão</i>, deve procurar um especialista em saúde mental, é o melhor passo para o tratamento. O seu médico de família poderá fornecer uma referência inicial.</p>
<p><strong>Tratamentos alternativos &#8211; para tratar a <i>depressão</i></strong><br />
<strong>• Técnicas de Relaxamento</strong>. Embora a investigação ainda esteja em curso, as técnicas de relaxamento não só podem ajudar a aliviar sintomas de <i>depressão</i>, mas também a reduzir o stress e a estimular sentimentos de alegria e de <i>bem-estar</i>. Tente yoga, respiração profunda, relaxamento muscular progressivo, ou meditação.<br />
<strong>• <a href="http://vidadequalidade.org/medicina-tradicional-chinesa/" title="Medicina Tradicional Chinesa" rel="follow" target="_self">Acupunctura</a></strong>. <a href="http://vidadequalidade.org/praticas-terapeuticas-da-acupunctura/" title="Práticas terapêuticas da Acupunctura" rel="follow" target="_self">Acupunctura</a>, a técnica de usar agulhas finas em pontos específicos do corpo para fins terapêuticos, está cada vez mais, a ser investigada como um tratamento para a <i>depressão</i>, alguns estudos mostram resultados promissores. Se decidir tentar a acupunctura, certifique-se que é feita por um profissional licenciado qualificado.</p>
<p><strong>Psicoterapia para o tratamento da <i>depressão</i></strong><br />
A terapia da conversa é um tratamento extremamente eficaz para a <i>depressão</i>. A terapia oferece ferramentas para tratar a <i>depressão</i> de uma variedade de ângulos. O que você aprende na terapia dá-lhe habilidades e conhecimento para ajudar a prevenir que a <i>depressão</i> volte.<br />
Existem muitos tipos de terapia disponíveis. Três dos métodos mais comuns utilizados na <i>depressão</i> incluem a terapia cognitiva-comportamental, terapia interpessoal e terapia psicodinâmica. Muitas vezes, uma abordagem combinada é utilizada.<br />
Alguns tipos de terapias ensinam técnicas práticas sobre como reformular o pensamento negativo e empregar hábitos comportamentais no combate à <i>depressão</i>. A terapia também o pode ajudar a entender a raiz da sua <i>depressão</i>, porque se sente de uma certa maneira, o que desencadeia em si a <i>depressão</i>, e o que pode fazer para permanecer saudável.<br />
O tratamento psicológico da <i>depressão</i> (psicoterapia) auxilia o paciente de várias formas. Em primeiro lugar, o aconselhamento de apoio ajuda a aliviar a dor da <i>depressão</i>, e aborda os sentimentos de desesperança, que acompanham a <i>depressão</i>. Em segundo lugar, a terapia cognitiva muda as ideias pessimistas, expectativas irreais e auto-avaliações excessivamente críticas que criam e sustentam a <i>depressão</i>. A terapia cognitiva ajuda a pessoa deprimida a reconhecer os problemas da sua vida que são críticos, e os que são menores. Também a ajuda a desenvolver metas positivas de vida, e criar uma imagem mais positiva de auto-avaliação. Em terceiro lugar, a terapia de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/resolucao-de-problemas" title="" rel="nofollow" target="_self">resolução de problemas</a> altera as áreas da vida da pessoa que estão a criar um stress significativo, e que contribuem para a <i>depressão</i>. Isso pode exigir terapia comportamental para melhorar a maneira como enfrenta a <i>depressão</i>, ou terapia interpessoal, para auxiliar na <a href="http://vidadequalidade.org/tag/resolucao-de-problemas" title="" rel="nofollow" target="_self">resolução de problemas</a> de relacionamento.<br />
Se a pessoa deprimida não fizer alterações, críticas, de vida, a <i>depressão</i> vai continuar. Estas mudanças são tanto internas como externas. As mudanças internas são geralmente necessárias na avaliação do problema, na auto-avaliação, na avaliação dos outros, e as expectativas que a pessoa deprimida tem para si própria, para os outros e sobre a vida em geral. As mudanças externas podem ser necessárias em habilidades de resolução de problemas, gerenciamento do stress, habilidades de comunicação, competências de gestão da vida, e as habilidades necessárias para desenvolver e manter relacionamentos.<br />
A duração do tratamento da <i>depressão</i> varia de acordo com a gravidade da mesma, bem como com o número e <i>natureza</i> dos problemas da vida que precisam de ser abordados. A maioria das pessoas começam a sentir algum alívio depois de 6 a 10 sessões, e cerca de 70-80% daqueles tratados observam melhoras significativas depois de 20-30 sessões.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Obesidade um Problema de saúde Publica</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 09:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Alimentação e a Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Peso Ideal]]></category>
		<category><![CDATA[aparelho digestivo]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[perda de peso]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Problema de saúde &#8211; Obesidade A primeira indagação levar-nos-ia, começando realmente pelo princípio, a notar como se deixou de falar de pessoas gordas, arrastando a palavra uma carga pejorativa, construída socialmente, e a partir daí entender as circunstâncias em que nos encontramos. O mais desejável seria talvez explicar como se acumula a gordura, como se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Problema de <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">saúde</a> &#8211; <a href="http://vidadequalidade.org/tag/obesidade" title="" rel="nofollow" target="_self">Obesidade</a></h2>
<p style="text-align: justify;">A primeira indagação levar-nos-ia, começando realmente pelo princípio, a notar como se deixou de falar de pessoas gordas, arrastando a palavra uma carga pejorativa, construída socialmente, e a partir daí entender as circunstâncias em que nos encontramos. O mais desejável seria talvez explicar como se acumula a gordura, como se negoceia o balanço entre adiposidade e massa muscular, como a lógica de uma variação regida pelas regras da fisiologia se pode transformar numa patologia. Enquanto condição de <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">saúde</a>, medicamentada ou à procura de um estatuto entre as categorias de <i>doenças</i> (e quantas pessoas &#8220;gordas&#8221; se consideram realmente doentes? E que sentido pode fazer, em consequência, defender direitos especiais para obesos?). Daí viria pensar a prevenção e naturalmente, na perspectiva com que infelizmente tendemos a viver as <i>doenças</i>, escrutinar tratamentos, se possível ir em busca de uma pílula mágica. E que, na nossa tradição cultural, o que se resolve apenas mudando o <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> não é uma doença digna desse nome. Para o ser, exige medicamentos (que já estão aliás disponíveis em formulações mais específicas e são pelo menos mais inteligentes &#8211; se não forem mais eficazes -que as múltiplas fórmulas baseadas em polimedicação e doses imoderadas de hormonas tireóideas tão em voga nas clínicas de emagrecimento). Ou em alternativa um tratamento cirúrgico, cada vez mais reclamado até pela facilidade técnica quando se centra em soluções endoscópicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em França, em 2000, já 420 hospitais e clínicas propunham soluções cirúrgicas para a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/obesidade" title="" rel="nofollow" target="_self">obesidade</a>, a que recorreram quase 9000 pessoas, um número que em menos de três anos tinha duplicado.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento cirúrgico da obesidade era inicialmente reservado a pessoas com a chamada obesidade mórbida (índice de massa coiporal superior a 40 kg/m2) ou perante complicações resolúveis com a <a href="http://vidadequalidade.org/sera-que-e-necessario-tomar-suplementos-alimentares/" title="Será que é necessário tomar suplementos alimentares?" rel="follow" target="_self">perda de peso</a>, como o são a insuficiência cardíaca ou a apneia de sono. A decisão cirúrgica pode ser tão radical quanto um &#8220;bypass gastrointestinal, retirando grande parte do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/aparelho-digestivo" title="" rel="nofollow" target="_self">aparelho digestivo</a> do circuito de passagem dos alimentos, ou tão simples quanto a colocação de uma banda gástrica que deixa reduzido o espaço que o estômago oferece para acomodar alimentos e estimula a sensação de saciedade, e com o que pode em 12 a 18 meses obter-se reduções de 60% a 80% do excesso de peso. No entanto, é sempre considerada como um recurso-limite (pelas complicações, que embora raras são bem conhecidas, pelo compromisso com mudanças radicais no <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-e-o-meio-ambiente/" title="O cancro e o meio ambiente" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a>, e naturalmente pelos custos), que pressupõe terem sido esgotadas as opções com base na manipulação da dieta e do exercício. Mas esta visão das coisas tem uma carga inequívoca de moral ou moralismo. Parte do princípio de que o peso aumenta porque a preguiça em se exercitar é ainda agravada por um apetite guloso, que não resiste aos estímulos alimentares. E a teoria de uma simples balança e a explicação mais simplista para a qual se pode encontrar a solução mais simplista que é sempre a de <i>natureza</i> mecânica.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais interessante será perceber como em tão pouco tempo mudou o mundo e com ele o nosso olhar sobre a circunstância da obesidade que outrora foi vista como sinal de invejável saúde e riqueza por oposição à magreza que indiciava doença ou penúria material e hoje é considerado um problema grave de saúde publica.</p>
<p style="text-align: justify;">
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Consequências positivas da fé</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 08:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Optimismo]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[instituições religiosas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imunitário]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta comprovado que a fé e a longevidade estão associadas. As pessoas que frequentam instituições religiosas ou espirituais são mais preocupadas com a saúde desenvolvendo também um sentimento comunitário de entre ajuda. Certos lideres religiosos afirmam que os problemas e desafios  da vida para este tipo de pessoas com fé são mais facilmente ultrapassados...i]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A fé e a longevidade<span style="color: #339966;"><br />
</span></h2>
<p>A fé  é manifestada de várias maneiras e pode estar associada  a  questões  emocionais (tais como reconforto em momentos de aflição  desprovidos de  sinais de futura melhora. A fé relaciona-se com a  esperança e a motivos considerados moralmente nobres ou estritamente  pessoais. Pode estar direccionada a alguma razão específica (que a   justifique moralmente) ou mesmo existir sem razão definida. Não carece  absolutamente<strong> </strong> de qualquer tipo de argumento racional.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos estudos indicam que a fé e a longevidade estão interligadas. Existem estudos feitos na Universidade de Iowa em que se comprova que as pessoas que assistem e participam em cultos religiosos regularmente tem uma maior probabilidade de aumentar anos à sua vida ( cerca de 35 %) em detrimento daquelas que não frequentam nenhuma  instituição religiosa.<br />
Ao se estar envolvido num comunidade religiosa ou espiritual, esta ajuda no fortalecimento do <a href="http://vidadequalidade.org/o-que-e-o-alcacuz-e-para-que-serve/" title="O que é o Alcaçuz e para que serve?" rel="follow" target="_self">sistema imunitário</a>, diminuindo  o risco de se desenvolverem <i>doenças</i>  como a  <a href="http://vidadequalidade.org/efeitos-do-consumo-de-sal/" title="Efeitos do consumo de sal" rel="follow" target="_self">hipertensão</a> e os coágulos nas artérias. Ao frequentar estas denominações e ter fé nelas faz com que as pessoas possuam um <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-e-o-meio-ambiente/" title="O cancro e o meio ambiente" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> mais saudável. Existe uma maior preocupação com a sua <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">saúde</a>  e a maior parte  delas procuram adoptar um <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> calmo e com alguma qualidade. Estas denominações ou <a href="http://vidadequalidade.org/tag/instituicoes-religiosas" title="" rel="nofollow" target="_self">instituições religiosas</a> fazem com que as pessoas  desenvolvam um certo sentimento comunitário umas com as outras, ajudando-se mutuamente. Certos líderes religiosos afirmam que os problemas e desafios  da vida para este tipo de pessoas com fé são mais facilmente ultrapassados.</p>
<p style="text-align: justify;">
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Porque surgem as dores de cabeça</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 18:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[analgésicos]]></category>
		<category><![CDATA[dores de cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Pequeno Almoço]]></category>
		<category><![CDATA[regime alimentar]]></category>

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		<description><![CDATA[As dores de cabeça podem ser colmatadas se fizermos pequenos ajustes ao nosso regime alimentar. A falta de água no nosso corpo pode originar dores de cabeça, assim como passar muito tempo sem comer. A maioria destas dores podem ser superadas com repouso e analgésicos, porém é preferível melhorar o seu estilo de vida... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Medidas de prevenção</strong></p>
<p><strong>Coma de forma regular</strong></p>
<p>Se sofre de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/dores-de-cabeca" title="" rel="nofollow" target="_self">dores de cabeça</a> e não sabe o motivo, procure avaliar o tipo de alimentação que faz. As dores de cabeças podem ser causadas por uma desequilibrada alimentação. Se alterar simples hábitos na sua alimentação verá como as <a href="http://vidadequalidade.org/tag/dores-de-cabeca" title="" rel="nofollow" target="_self">dores de cabeça</a> não o incomodam mais. Por exemplo, deve fazer pequenas refeições de modo regular para não passar muito tempo sem comer, fazendo com que os níveis de açúcar no sangue desçam repentinamente. Se sofre de dores de cabeça logo de manhã, como algo antes de dormir e tome o <a href="http://vidadequalidade.org/o-que-comer-no-pequeno-almoco/" title="O que comer no pequeno almoço" rel="follow" target="_self">pequeno almoço</a> antes de sair de casa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Beba água</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As dores de cabeça muita vezes são sintomas de que o nosso corpo está desidratado. Beba muita água, todos os dias, principalmente no Verão e depois de fazer <i>desporto</i>. Habitue-se a beber água  todos os dias, de forma a fazer a substituição dos líquidos que perdemos durante o dia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Reduza a cafeína</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se beber muito café ou ingerir alimentos ricos em cafeína, esta pode provocar dores de cabeça, pois a circulação do sangue  no cérebro é afectado. Tente lentamente diminuir os níveis de cafeína ingeridos, de forma a que  a privação dela não origine também dores de cabeça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elimine as comidas e aditivos fortes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Certas comidas e aditivos  podem provocar dores de cabeça.  Por exemplo, as comidas orientais e o peixe fermentado podem causar dores de cabeças a determinadas pessoas. Se suspeitar que as suas dores de cabeça são derivadas de algum alimento especifico, elimine esse alimento da sua dieta e verifique como se sente depois.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elimine a tensão mental  e física</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As dores de cabeça podem ser derivadas a problemas pessoias, preocupações, ressacas, postura incorrecta, actividade esgotante, artrite na região cervical, hábito de ranger os dentes ou mordida irregular, conduzir em percursos muito longos, tensão ocular ou uso de óculos inadequados. As flutuações hormonais antes dos períodos menstruais, na gravidez e na menopausa desencadeiam muitas vezes dores de cabeça nas mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como tratar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte das dores de cabeça são superadas com repouso, ingestão de muitos líquidos e <a href="http://vidadequalidade.org/tag/analgesicos" title="" rel="nofollow" target="_self">analgésicos</a>, como aspirina.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;">Medidas a tomar:<br />
</span></h3>
<p style="text-align: justify;">• Dores de cabeça em simultâneo com outros sintomas como febre, rigidez do pescoço, erupção cutânea ou vómitos. No caso de estes sintomas se verificarem em crianças deve de imediato consultar o médico.<br />
• Dores de cabeça que mudam, tornam-se mais fortes e de forma irregular em relação ás habituais.<br />
• Dores de cabeça com grande intensidade, não tratada com simples <a href="http://vidadequalidade.org/tag/analgesicos" title="" rel="nofollow" target="_self">analgésicos</a>.<br />
• Dores de cabeça que se tornam mais frequentes ou mais fortes.<br />
• Dores de cabeça que afectam a fala, memória ou visão.<br />
• Dores de cabeça que afectam o equilíbrio e provocam desmaios.<br />
• Dores de cabeça que provocam emagrecimento ou fraqueza muscular.<br />
• Dores de cabeça acompanhadas de tosse ou espirros.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Os sintomas da indigestão</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/os-sintomas-da-indigestao/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 08:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[dilatação gástrica]]></category>
		<category><![CDATA[dispepsia]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[problemas digestivos]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas da indigestão]]></category>

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		<description><![CDATA[A indigestão ou dispepsia são caracterizadas por sintomas bastante desagradáveis e incómodos depois de termos ingerido uma refeição ou alimento. A azia é um dos sintomas mais incómodos. Existem certos remédios naturais e alterações na dieta e estilo de vida que podem minorar eficazmente os sintomas da indigestão...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A  indigestão também pode ser designada pelo nome de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/dispepsia" title="" rel="nofollow" target="_self">dispepsia</a>. Os seus sintomas são bastante desagradáveis e são sentidos depois de uma refeição ou alimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://vidadequalidade.org/tag/sintomas-da-indigestao" title="" rel="nofollow" target="_self">Sintomas da indigestão</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://vidadequalidade.org/tag/dilatacao-gastrica" title="" rel="nofollow" target="_self">Dilatação gástrica</a></p>
<p style="text-align: justify;">- Ruídos abdominais</p>
<p style="text-align: justify;">- Cólicas</p>
<p style="text-align: justify;">- Flatulência</p>
<p style="text-align: justify;">- Náuseas ou vómitos</p>
<p style="text-align: justify;">- Azia</p>
<p style="text-align: justify;">Este último sintoma para muitas pessoas é o mais desagradável. Para  fazer a digestão o estômago serve-se de um ácido próprio. Este ácido com a indigestão pode subir pelo esófago e provocar  uma sensação de ardor. O esófago por sua vez fica inflamado e provoca uma dor forte no tórax parecida com a dor de angina de peito. Isto acontece porque o esófago não tem um revestimento protector como o estômago.</p>
<p><strong>Como evitar </strong></p>
<p>Existem algumas alterações na alimentação e no <a href="http://vidadequalidade.org/o-cancro-e-o-meio-ambiente/" title="O cancro e o meio ambiente" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> que ajudam a evitar o surgimento destes <a href="http://vidadequalidade.org/tag/problemas-digestivos" title="" rel="nofollow" target="_self">problemas digestivos</a>. Os remédios naturais podem dar um certo alívio para as  pessoas que   sofrem destes desagradáveis e incómodos sintomas.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>O surgimento da osteoporose</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/o-surgimento-da-osteoporose/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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		<category><![CDATA[estrutura óssea]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[pico de massa óssea]]></category>
		<category><![CDATA[risco de fractura]]></category>

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		<description><![CDATA[A osteoporose pode surgir devido a vários factores. A idade é o factor mais relevante, mas existem outros que podem comprometer a estrutura óssea do esqueleto humano deixando-o frágil e sujeito a fracturas. O estilo de vida pouco saudável, certas doenças e alguns medicamentos podem desenvolver a osteoporose...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como surge?</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Com a idade a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/estrutura-ossea" title="" rel="nofollow" target="_self">estrutura óssea</a> do ser humano tende a perder a sua força e robustez. Desta forma os idosos correm um risco maior de sofrer fracturas. O surgimento da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/osteoporose" title="" rel="nofollow" target="_self">osteoporose</a> é motivado por muito factores. Desde que nascemos a nossa esqueleto está em constante evolução. Nos bebés, os ossos são principalmente feitos de cartilagem e pouco mineralizados. Com o crescimento os ossos adquirem mais minerais e desenvolvem-se até estarem completos. Este desenvolvimento ocorre até aos 25 &#8211; 30 anos. Nesta idade atinge-se o maior pico de robustez do esqueleto humano. Depois desta idade o cálcio vai se perdendo na <a href="http://vidadequalidade.org/tag/estrutura-ossea" title="" rel="nofollow" target="_self">estrutura óssea</a>. A capacidade de formação de ossos novos passa a ser menos e assiste-se de uma forma lenta à perda de massa óssea e a robustez do esqueleto diminui.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Com esta diminuição da massa óssea, o osso torna-se mais frágil e o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/risco-de-fractura" title="" rel="nofollow" target="_self">risco de fractura</a> é maior. É este o mecanismo que está subjacente à <a href="http://vidadequalidade.org/tag/osteoporose" title="" rel="nofollow" target="_self">osteoporose</a>. Esta perda  de massa óssea está presente  tanto nos homens como nas mulheres, contudo  nas mulheres esta perda é mais acentuada, devido à menopausa e à diminuição de estrogénio.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Factores que podem prejudicar a massa óssea</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Existem porém outros factores que podem comprometer o alcance do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/pico-de-massa-ossea" title="" rel="nofollow" target="_self">pico de massa óssea</a>, influenciando a taxa de perda após esse momento. Estes factores estão relacionados com os hábitos e <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self">estilo de vida</a> e com o surgimentos <i>doenças</i>. Existem também certos medicamentos que podem causar o desenvolvimento da osteoporose. Por exemplo a falta de exercício físico, uma alimentação pobre em lacticínios, o tabaco, o álcool e o café em excesso podem prejudicar a estrutura do esqueleto e a sua robustez. O facto de um indivíduo ter baixo peso funciona, também, como factor de risco importante.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong><i>Doenças</i> que podem provocar a osteoporose</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">No que toca às <i>doenças</i> existem algumas que podem provocar osteoporose como o hipertiroidismo, anorexia nervosa, diabetes mellitus e <i>doenças</i> inflamatórias crónicas (de que são exemplos a artrite reumatóide e a doença inflamatória do intestino).</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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