<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Qualidade de Vida &#187; qualidade de vida</title>
	<atom:link href="http://vidadequalidade.org/tag/qualidade-de-vida/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://vidadequalidade.org</link>
	<description>Qualidade de Vida, Bem-estar, Saúde, Dicas de Beleza, Nutrição, Alimentos,...</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 11:53:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	
		<item>
		<title>Noção e Conceito de Qualidade de Vida</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 09:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viver com Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento positivo]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidadequalidade.org/?p=7260</guid>
		<description><![CDATA[A expressão Qualidade de Vida anda actualmente muito em voga em diversos domínios, mas o seu significado é muito complexo, subjectivo, muito abrangente e varia em função da época, das crenças e da pessoa, pelo que a qualidade de vida tem a ver com a forma como cada um se vê e vê o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expressão <a href="http://vidadequalidade.org/tag/qualidade-de-vida" title="" rel="nofollow" target="_self">Qualidade de Vida</a> anda actualmente muito em voga em diversos domínios, mas o seu significado é muito complexo, subjectivo, muito abrangente e varia em função da época, das crenças e da pessoa, pelo que a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/qualidade-de-vida" title="" rel="nofollow" target="_self">qualidade de vida</a> tem a ver com a forma como cada um se vê e vê o mundo e a avaliação dessa qualidade é feita de acordo com critérios, tais como a educação, a profissão, a escolaridade, as necessidades de cada um, a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/saude" title="" rel="nofollow" target="_self">saúde</a>, que são diferentes para cada pessoa e para cada situação, pois há grande diversidade de condições sociais, de níveis de vida, de estados psíquicos e físicos e de crenças. Por isso se tem procurado criar escalas de avaliação de qualidade de vida para pessoas com a mesma doença.</p>
<p>Por ser uma expressão tão subjectiva, as definições de Qualidade de Vida também têm sido diversas. Giovanni Pires, por exemplo, afirmou em 1998 que Qualidade de Vida tem a ver com a forma como as pessoas vivem, sentem e compreendem o seu quotidiano. Compreende aspectos como a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/saude" title="" rel="nofollow" target="_self">saúde</a>, a educação, o transporte, a moradia, o trabalho e a participação nas decisões, em situações muito variadas como o atendimento digno em caso de doença e de acidente, o nível de escolaridade, o conforto e a pontualidade nas deslocações, a alimentação em quantidade suficiente e em qualidade e até a posse de electrodomésticos.</p>
<p>A expressão qualidade de vida foi utilizada pela primeira vez associada à economia por Lyndon Johnson, em 1964, data em que começou o seu mandato de presidente dos EUA, ao afirmar que os objectivos da economia não podiam ser medidos através do balanço dos bancos, mas através da qualidade de vida que proporcionam às pessoas. Mais tarde, em 1976, Augus Campbell considerava que a qualidade de vida é “… uma vaga e etérea entidade, algo sobre a qual muita gente fala, mas que ninguém sabe claramente o que é.”.</p>
<p>Com o passar dos tempos a qualidade de vida passou a ser cada vez mais alvo de estudo e reflexão, e a partir dos anos 80 começou a ser encarada numa perspectiva multidimensional: biológica, psicológica, económica e cultural, uma vez que a qualidade de vida depende destes factores e é subjectiva.</p>
<p>Já em 1994, Gil et al debruçaram-se sobre este tema no âmbito da saúde, e concluíram que tanto a nível da definição do conceito de qualidade de vida, como a nível dos instrumentos de avaliação da mesma, existe pouca clareza e consistência, apesar de cada vez existirem mais definições e instrumentos, o que é comprovado por Costa Neto, que em 1998 identificou quase 450 instrumentos de avaliação da qualidade de vida, dos quais 322 só começam a aparecer em bibliografia depois dos anos 80, verificando-se que a reflexão sobre esta temática tem vindo a aumentar.</p>
<p>Arnaldo Ribeiro, em 2005, afirmou que a qualidade de vida é “um termo que surgiu como conceito de condições de vida no trabalho, como um conjunto de aspectos de <i>bem-estar</i>, saúde e segurança física, mental e social, capacidade de desempenhar actividades com segurança e com máximo aproveitamento possível da energia de cada trabalhador (produtividade).”</p>
<p>Actualmente, a qualidade de vida é definida segundo a perspectiva de determinados grupos de pessoas, por exemplo em função da idade ou de determinada doença, e têm-se criado instrumentos de avaliação para casos específicos tal como o Eortc – Qlq 30, indicado para doentes neoplásicos, ou o ADDQoL, indicado para pessoas diabéticas.</p>
<h2>PERSPECTIVA BIOLÓGICA DA QUALIDADE DE VIDA</h2>
<p><a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/Qualidade-de-Vida-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7262" style="margin-right: 10px;" title="Qualidade de Vida" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/Qualidade-de-Vida-2.jpg" alt="Qualidade de vida numa perspectiva biológica" width="200" height="250" /></a>A qualidade de vida é frequentemente associada à saúde, relativamente a determinadas patologias ou intervenções, de forma a indicar os efeitos que determinada medicação ou tratamento tem sobre a qualidade de vida dos pacientes a ele sujeitos, o que pressupõe um estudo prévio do seu nível de qualidade de vida, para ver se haverá ou não alterações. No caso de surgirem variações na saúde do indivíduo e na sua qualidade de vida, torna-se oportuno investigar as causas subjacentes, sejam elas o prognóstico da doença, a sua intensidade, etc.</p>
<p>Neste sentido, há autores, nomeadamente Marcelo Fleck que defende que “…a oncologia foi a especialidade que, por excelência, se viu confrontada com a necessidade de avaliar as condições de vida dos pacientes que tinham a sua sobrevida aumentada devido aos tratamentos realizados, já que, muitas vezes, na busca de acrescentar anos à vida, era deixada de lado a necessidade de acrescentar vida aos anos.” (1999), e Eliane Seidl e Célia Zannon que afirmam que a avaliação da qualidade de vida implica a “avaliação do impacto físico e psicossocial que as enfermidades, disfunções ou incapacidades podem acarretar para as pessoas atingidas, permitindo um melhor conhecimento do paciente e da sua adaptação à situação.”</p>
<p>Pode dizer-se então que numa perspectiva biológica a qualidade de vida assenta na noção real que a pessoa tem da sua condição física, da capacidade para realizar as actividades do quotidiano que fazia anteriormente à doença sem qualquer dificuldade, sendo que esta deve corresponder à realidade vivida pela pessoa.</p>
<p>Tal como existem diversas tentativas de definir qualidade de vida, também existem muitas definições de saúde, entre as quais a da OMS, que em 1947 definiu saúde como um “estado completo de <i>bem-estar</i> físico, mental e social e que não consiste somente numa ausência de doença ou de enfermidade.”, definição que não é aceite por alguns autores devido à impossibilidade de ser atingida e também por ser uma perspectiva desactualizada. Marco Segre e Flávio Ferraz, por exemplo, em 1997, afirmaram que a saúde não seria apenas ausência de doença, mas um <i>bem-estar</i> geral mesmo perante as adversidades da vida.</p>
<p>Ao debruçarmo-nos sobre a qualidade de vida, não podemos deixar a saúde de lado, seja numa perspectiva biológica seja bioética, pois a qualidade de vida está subjacente à dor, à doença, ao sofrimento, mas também à acessibilidade para todos no que diz respeito a manter a pessoa saudável, pois temos o direito a ter uma vida justa, sem prejuízo e com condições que proporcionem uma boa qualidade de vida.</p>
<h2>PERSPECTIVA CULTURAL DA QUALIDADE DE VIDA</h2>
<p><a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/Qualidade-de-vida.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7266" style="margin-right: 10px;" title="Qualidade de vida" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/Qualidade-de-vida.jpg" alt="Qualidade de vida numa perspectiva cultural" width="200" height="250" /></a>F. Cabral, em 1992, afirmou que “as necessidades dos consumidores evoluem de forma natural, numa dimensão histórica e cultural, fazendo com que aquilo que há anos atrás era considerado como um nível de vida aceitável já não o seja hoje.” Neste contexto e segundo uma perspectiva cultural, a qualidade de vida não é homogénea, pois vai-se modificando com o decorrer dos anos, devido às exigências da sociedade, do desenvolvimento da tecnologia e ciência, e do próprio poder económico, portanto,  é importante respeitar todas as culturas e os seus valores.</p>
<p><a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/Qualidade-de-vida-1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7261" title="Qualidade de vida" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/Qualidade-de-vida-1.jpg" alt="Qualidade de vida numa perspectiva cultural" width="200" height="219" /></a>É na infância que o carácter de uma pessoa se forma, assim como os seus limites, exigências, hábitos e valores do meio social onde vive, factores estes que irão determinar o conceito pessoal de qualidade de vida, no sentido de estabelecer necessidades quanto ao vestuário, à alimentação, relacionamentos, entre outros. Quando a pessoa emigra, dá-se um processo de aculturação, que leva a pessoa a adaptar-se a outra cultura vigente no país em que está, o que  pode alterar o seu conceito de qualidade de vida. O mesmo acontece quando a pessoa se deixa influenciar pela pressão dos média, pois estes publicitam o que é fundamental para ter qualidade de vida naquele meio. É neste sentido que A. Walter afirma em 1992 que “ existe uma ligação estreita entre qualidade de vida e comunicação ou, pelo menos, com a publicidade, criando e impondo necessidades, em nome da qualidade de vida. É, no entanto, no domínio do lazer e do estatuto social que a publicidade mais tenta captar e impressionar os destinatários, por ser através do acesso ao supérfluo e do chamado direito ao prazer que uma parte significativa da população sente atingir a qualidade de vida.”</p>
<h2>PERSPECTIVA ECONÓMICA DA QUALIDADE DE VIDA</h2>
<p><a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/qualidade-de-vida-3.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-7263" style="margin-right: 10px;" title="qualidade de vida" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/qualidade-de-vida-3.jpeg" alt="Qualidade de vida numa perspectiva economomica" width="200" height="153" /></a>Para a qualidade de vida a perspectiva económica também tem um grande peso, pois muitas pessoas associam o ter qualidade de vida a ter dinheiro. Esta relação depende dos valores pessoais de cada pessoa e o valor que dá aos bens materiais, o que vai determinar para cada pessoa a maior ou menor relação que a economia tem com a qualidade de vida. Aron Belinky, em 2007, referiu que “o importante é planear para ter o suficiente, sem consumir com exagero e desperdício.”, e talvez a qualidade de vida esteja mais relacionada com a moderação, pois os bens económicos nem sempre significam qualidade de vida, se bem que o ideal seria a igualdade de bens para todas as pessoas, que lhes permitisse sobreviver com as condições necessárias. Outros pontos de vista ainda defendem que qualidade de vida é sinónimo de luxo, como Conrado Navaro que, em 2007, refere “gostamos daquilo que pode ser considerado exclusivo ou que nos diferencia dos demais à nossa volta.”. Esta ideia entra em conflito com alguns princípios da bioética, como o da solidariedade e justiça social, que assentam na igualdade na acessibilidade e recursos que permitam condições de vida mínimas para a sobrevivência de todos por igual.</p>
<h2>PERSPECTIVA PSICOLOGICA DA QUALIDADE DE VIDA</h2>
<p><a href="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/qualidade-de-vida-4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7264" style="margin-right: 10px;" title="Qualidade de vida" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/qualidade-de-vida-4.jpg" alt="Qualidade de vida numa perspectiva psicologica" width="200" height="150" /></a>Como já referimos anteriormente, a qualidade de vida depende da perspectiva pessoal, por isso a definição de qualidade de vida segundo uma perspectiva psicológica é quase impossível, no sentido de falta de concordância quanto ao seu significado, sendo muitas vezes associada à <a href="http://vidadequalidade.org/a-felicidade-e-suas-vantagens/" title="A Felicidade e suas vantagens" rel="follow" target="_self">felicidade</a> ou satisfação. Contudo, pode dizer-se que a qualidade de vida, numa perspectiva psicológica, baseia-se no respeito mútuo, na capacidade de ultrapassar os problemas da vida, na <a href="http://vidadequalidade.org/como-alcancar-a-felicidade/" title="Como alcançar a felicidade" rel="follow" target="_self">felicidade</a>, na promoção da saúde mental, na conservação de relações, no <a href="http://vidadequalidade.org/tag/pensamento-positivo" title="" rel="nofollow" target="_self">pensamento positivo</a>, e nos gostar de si próprio e dos outros, o que implica ser ético, pelo que a qualidade de vida depende do indivíduo, dos seus valores e da relação que estabelece com os que o rodeiam. Em consonância com esta ideia, a OMS, em 1995, declara que “qualidade de vida é a percepção que o indivíduo tem da sua posição na vida, no contexto da cultura e do sistema de valores nas quais ele vive e em relação aos seus objectivos, expectativas, padrões e preocupações.”</p>
<p>Na perspectiva psicológica, os critérios de avaliação da qualidade de vida estão relacionados com a imagem corporal, a profissão, a capacidade de desempenho das actividades diárias, a motricidade, a capacidade de manutenção de relações, a saúde, e outros aspectos pessoais que cada um acha fundamental para a qualidade de vida, estando estes relacionados com a perspectiva de cada individuo. A definição de qualidade de vida assim como os critérios para a sua avaliação são então subjectivos e dependem de cada pessoa.</p>
<p>Para que a qualidade de vida possa ser avaliada é necessário adoptar as várias perspectivas e os múltiplos critérios, e é neste sentido que são criados os instrumentos de avaliação que permitam ao indivíduo reflectir sobre os vários aspectos subjacentes à sua qualidade de vida, permitam explorar a força de uma doença sobre a vida da pessoa afectada, avaliar os desalentos físicos e psicológicos, e identificar pacientes que careçam de cuidados personalizados e especiais. Todos estes objectivos têm como valor máximo a ajuda a pessoas e pacientes, no sentido de lhes proporcionar melhores condições, tratamentos de saúde, etc. Para que este instrumento possa ser aplicado em todas as pessoas, é necessário que seja acessível, com formato adequado, de fácil utilização e que apresente uma extensão adequada.</p>
<h2>INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA</h2>
<p>Existem dois tipos de instrumentos de avaliação da qualidade de vida:</p>
<p>• Genéricos – podem ser aplicados a vários tipos de <i>doenças</i>, tratamentos ou intervenções médicas e em diferentes culturas e avaliam as perturbações a nível da saúde percebidos pelo doente. Exemplos:</p>
<p>- SHORT-FORM 36 – é um instrumento de avaliação utilizado por culturas diferentes em diferentes situações: para avaliação da população em geral, para avaliação de práticas e investigações na área da saúde e para avaliação de políticas de saúde. Avalia o domínio físico, psicológico, das relações sociais e o independente. Foi criado na década de 80 por Anita Stewart; Ron Hays; John Ware.</p>
<p>- WHOQOL-100 – avalia a qualidade de vida numa perspectiva transcultural, epidemiológica, possibilitando o desenvolvimento de pesquisas que pretendam desenvolver medidas mais fidedignas. É composto por 100 perguntas, com o objectivo de caracterizar a qualidade de vida o melhor possível de diferentes culturas. Este instrumento surgiu através de um grupo de investigação associado à OMS, na segunda metade dos anos 90, que pretendia criar um conceito de qualidade de vida e avaliá-la perante uma perspectiva transcultural. É um instrumento mais especifico que o anterior uma vez que avalia 6 domínios: físico, psicológico, de relações sociais, de independência, do ambiente e o espiritual.</p>
<p>- WHOQOL BREF – foi criado como alternativa ao WHOQOL-100, devido à extensão deste, sendo que o WHOQOL BREF contém apenas 26 questões, 2 de carácter geral e 24 de domínios específicos.</p>
<p>• Específicos – avaliam uma patologia distinta e quantificam os ganhos em saúde depois de determinado tratamento.</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>- THE (THE QUALITY OF LIFE – CORE 30) – é um questionário transcultural da qualidade de vida, criado pela organização europeia de investigação dos tratamentos para o cancro. Avalia sintomas específicos relativos ao cancro, o sofrimento psicológico, a interacção social, a dor física, os efeitos colaterais dos tratamentos, a saúde global, e a satisfação da prestação de cuidados. O THE não é qualificado para ser utilizado em crianças, e também não é muito utilizado em idosos com patologias múltiplas. Avalia o domínio físico, psicológico, de independência, de relações sociais e do ambiente. Este instrumento é composto por 30 questões, mas a sua utilização é complementada com outro instrumento THE QUALITY OF LIFE – BR23, que avalia sintomas específicos do cancro, imagem corporal, a sexualidade e as preocupações com o futuro.</p>
<p>- ADDQoL – específico para as pessoas diabéticas, com vista a avaliar o impacto da <a href="http://vidadequalidade.org/tipos-de-diabetes-2/" title="Tipos de Diabetes" rel="follow" target="_self">diabetes</a> na qualidade de vida do doente, comparando a qualidade de vida se a pessoa não tivesse <a href="http://vidadequalidade.org/a-diabetes/" title="A Diabetes" rel="follow" target="_self">diabetes</a>, com a qualidade de vida que a pessoa agora tem, tendo em conta o domínio físico, psicológico, de independência, de relações sociais e do ambiente. Tem a vertente transcultural e pode ser utilizado articulado com o WHOQOL-BREF.</p>
<p>- WHOQoL-OLD – criado em 2004 especificamente para a população idosa, com vista a avaliar a participação social, intimidades, medos, autonomia, aptidões sensoriais, as actividades de vida diária. Este só pode ser aplicado associado ao WHOQOL- BREF, de forma a completarem-se.</p>
<p>Cada vez surgem mais instrumentos de avaliação da qualidade de vida novos, devido à sua crescente necessidade, como é o caso de um elaborado para a população idosa por Sérgio Pachoal, que ainda não foi validado, e também o DIS – QOL, criado recentemente pelo WHOQOL GROUP da Organização Mundial de Saúde, para avaliar a qualidade de vida em portadores de incapacidade física e mental numa perspectiva transcultural.</p>
<p>Esta preocupação com a qualidade de vida e com a sua avaliação é um passo importante, visto que contribui para a procura de soluções que visem uma melhor qualidade de vida.</p>
<p>Voltando ao conceito de qualidade de vida, Giovanni Pires, em 1998 afirma que este conceito deveria ser reavaliado, pois, segundo ele, não respeita o critério de expectativa futura, uma vez que qualidade de vida não depende só da saúde, das crenças espirituais ou do meio ambiente, mas também do <i>optimismo</i> com que a pessoa vive o seu quotidiano, da capacidade de superar os obstáculos, entre outras coisas.</p>
<p>Podemos então dizer que qualidade de vida, além de ser a percepção individual sobre a vida de cada um, é o sistema de valores pelo qual o indivíduo se rege, mas também o desenvolvimentos social, no trabalho, com a família, assim como o desenvolvimento económico e o desenvolvimento humano, sendo que a qualidade de vida é um processo que está em constante mudança, assim como a evolução técnico-científica, que acompanha as necessidades individuais.</p>
<p>Concluindo, é importante referir que a reflexão sobre a qualidade de vida como a busca por instrumentos que a possam avaliar é cada vez mais importante no sentido em que traduz uma preocupação pelo <i>bem-estar</i> humano e pela sua dignificação, indispensável à promoção da saúde.</p>


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/o-que-fazer-para-ter-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='O que fazer para ter qualidade de vida'>O que fazer para ter <i>qualidade de vida</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/sexo-e-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='Sexo e Qualidade de Vida'><i>Sexo</i> e <i>Qualidade de Vida</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/aprenda-a-comer-bem-para-uma-melhor-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='Aprenda a comer bem para uma melhor qualidade de vida'>Aprenda a <i>comer bem</i> para uma melhor <i>qualidade de vida</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/sexualidade-e-qualidade-de-vida-entre-os-jovens/' rel='bookmark' title='Sexualidade e qualidade de vida entre os jovens'><i>Sexualidade</i> e <i>qualidade de vida</i> entre os jovens</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/sera-que-ingere-os-alimentos-certos/' rel='bookmark' title='Será que Ingere os Alimentos Certos para ter uma Vida com Qualidade?'>Será que Ingere os Alimentos Certos para ter uma Vida com Qualidade?</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>15</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sexualidade e qualidade de vida entre os jovens</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/sexualidade-e-qualidade-de-vida-entre-os-jovens/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/sexualidade-e-qualidade-de-vida-entre-os-jovens/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 08:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade e qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[actividade sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamentos sexuais]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[relações sexuais]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidadequalidade.org/?p=7008</guid>
		<description><![CDATA[A relação entre a sexualidade e qualidade de vida durante a adolescência e jovens adultos não é clara. A pesquisa sugere que as primeiras experiências sexuais não são sempre gratificantes, especialmente para as mulheres.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-7419" href="http://vidadequalidade.org/sexualidade-e-qualidade-de-vida-entre-os-jovens/qualidade-de-vida-entre-os-jovens/"><img class="alignright size-full wp-image-7419" title="Qualidade de vida entre os jovens" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/Qualidade-de-vida-entre-os-jovens.jpg" alt="Qualidade de vida entre os jovens" width="172" height="134" /></a><a rel="attachment wp-att-7422" href="http://vidadequalidade.org/sexualidade-e-qualidade-de-vida-entre-os-jovens/os-jovens-e-a-sexualidade/"></a>Dados dos últimos trinta anos indicam claramente que, durante os anos 1960, 1970, e até o início de 1980 houve um aumento significativo das experiências sexuais de adolescentes e ‘jovens adultos’, especialmente do sexo feminino. Este aumento foi acompanhado por uma liberalização das atitudes em relação à experiência sexual antes do casamento. O ‘código’ de namoro aprovado por ambos os sexos foi de uma aceitação da <a href="http://vidadequalidade.org/a-actividade-sexual-e-os-estereotipos/" title="A actividade sexual e os estereótipos" rel="follow" target="_self">actividade sexual</a> dentro de uma relação de carinho (Reiss, 1967). O sexo era visto como parte da expressão do amor e da intimidade (Storm &amp; Storm, 1984).<br />
Há evidências de que essa tendência continuou em 1990. Num estudo que compara a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/sexualidade" title="" rel="nofollow" target="_self">sexualidade</a> dos adolescentes em 1970 e 1990, (Schmidt, Klusmann, Zeitzschel e Lange (1994) constatou que, embora a experiência sexual tenha diminuído nos últimos anos, tanto os adolescentes do sexo masculino e feminino, em 1990, estavam mais propensos a ligar sexo ao amor, do que os adolescentes de 1970. Boas experiências sexuais foram ‘ditas’ como sendo parte de relacionamentos satisfatórios, o que melhoravam a <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a> global.<br />
Essa mudança de atitudes sobre a experiência sexual também colocou pressão sobre os jovens para que se tornassem sexualmente experientes. O sexo era agora visto como uma parte natural de uma relação em desenvolvimento, e não uma experiência que deveria ocorrer depois. Ellis (1990) afirmou que, devido à pressão do grupo, expectativas irreais podem ser colocados sobre os jovens, em termos de desempenho sexual, que pode, por sua vez, causar ansiedade, entre adolescentes sexualmente inexperientes e dificultar a sua satisfação geral com a vida.<br />
A pesquisa indica que os adolescentes, estão-se a tornar mais conservadores nas suas atitudes e <a href="http://vidadequalidade.org/tag/comportamentos-sexuais" title="" rel="nofollow" target="_self">comportamentos sexuais</a>, e isso sem nenhuma relação directa a <i>doenças</i> sexualmente transmissíveis. (Roche, 1986; Roche &amp; Ramsbey, 1993; Zani, 1991,Roche,1986) descobriram que homens e mulheres que tiveram um relacionamento em que namoraram uma única pessoa, por quem estavam apaixonados, relataram menor incidência de <a href="http://vidadequalidade.org/sexo-parece-ser-mais-do-que-uma-descarga-hormonal-e-alguns-breves-momentos-de-puro-prazer/" title="Sexo parece ser mais do que uma descarga hormonal e alguns breves momentos de puro prazer." rel="follow" target="_self">relações sexuais</a> do que o relatado na década de 1970. A aceitabilidade das <a href="http://vidadequalidade.org/relacoes-sexuais-e-orgasmo-no-alivio-de-tensoes/" title="Relações Sexuais e Orgasmo no alívio de tensões" rel="follow" target="_self">relações sexuais</a> era ainda mais baixa. A explicação mais provável dessa mudança é que os adolescentes tenham modificado as suas atitudes em relação à <a href="http://vidadequalidade.org/tag/sexualidade" title="" rel="nofollow" target="_self">sexualidade</a>. O sexo é agora menos provável de ser usado como uma &#8220;solução rápida&#8221;, isto é, adolescentes e jovens adultos ‘de hoje’ são menos propensos a usar o sexo para preencher as lacunas emocionais nas suas vidas.<br />
A relação entre a sexualidade e <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a> durante a adolescência e jovens adultos não é clara. A pesquisa sugere que as primeiras experiências sexuais não são sempre gratificantes, especialmente para as mulheres (Finkel &amp; Finkel, 1983; Kallen &amp; Stephenson, 1982). (Darling e Davidson, 1986) relataram que 67% dos homens, mas apenas 28% das mulheres estavam psicologicamente satisfeitos com a sua primeira experiência sexual. Darling e Davidson, também avaliaram a satisfação psicológica com as actuais experiências sexuais e encontraram poucas alterações (81% dos homens e 28% das mulheres). Schmidt et al. (1994) descobriu que as mulheres (menos em 1990 do que em 1970) descreveram as carícias e relações sexuais como &#8220;satisfação sexual&#8221; ou &#8220;diversão&#8221;. Tendências semelhantes foram observadas para os homens, mas não eram tão marcantes como entre as mulheres. No entanto, o impacto de outros aspectos da sexualidade sobre o <i>bem-estar</i> geral dos adolescentes tem recebido pouca atenção.<br />
A maioria dos adolescentes de ambos os sexos acham o ‘sexo’ um tema difícil de tratar, mas colocam-no bem abaixo da escola, amigos e encontros, em termos de importância nas suas vidas. Apesar do baixo nível de importância que dão ao sexo, as questões associadas com o sexo ainda lhes causam ansiedade, assim diminuído a sua qualidade de vida.<br />
O objectivo do estudo foi explorar as associações entre a experiência sexual, sentimentos e necessidades dos jovens e as suas avaliações objectivas e subjectivas da sua qualidade de vida.<br />
Os participantes foram 92 rapazes e 148 raparigas estudantes do primeiro ano de psicologia de uma grande universidade metropolitana da Austrália, suas idades variavam de 17 a 22 anos (média = 19,4 anos).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sexo oral versus sexo vaginal entre adolescentes: percepções, atitudes e comportamentos </strong><a rel="attachment wp-att-7422" href="http://vidadequalidade.org/sexualidade-e-qualidade-de-vida-entre-os-jovens/os-jovens-e-a-sexualidade/"><strong><img class="alignleft" title="Os jovens e a sexualidade" src="http://vidadequalidade.org/wp-content/uploads/2011/04/Os-jovens-e-a-sexualidade.jpg" alt="Os jovens e a sexualidade" width="172" height="149" /></strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de estudos que indicam que uma proporção significativa dos adolescentes pratica sexo oral, o foco da maioria dos estudos empíricos e os esforços de intervenção sobre a sexualidade na adolescência têm-se centrado na relação sexual vaginal. Este estudo é o primeiro a investigar as percepções dos adolescentes no que diz respeito a: saúde social e emocional e consequências associadas com o sexo oral, em comparação com o sexo vaginal, bem como se os adolescentes vêem o sexo oral como mais aceitável e mais prevalente do que o sexo vaginal.<br />
Os adolescentes avaliaram o sexo oral como um risco significativamente menor do que o sexo vaginal nas consequências com a saúde, sociais e emocionais. Também acreditavam que o sexo oral é mais aceitável do que o sexo vaginal para adolescentes da sua idade tanto em situações de namoro e não namoro. O sexo oral ameaça menos os seus valores e crenças.<br />
Dado que os adolescentes entendem que o sexo oral é menos arriscado, mais prevalente, e mais aceitável do que o sexo vaginal, é lógico que os adolescentes são mais propensos a praticar sexo oral. É importante que os prestadores de cuidados de saúde e outros que trabalham com jovens, reconheçam esta tendência para que possam ampliar os seus serviços clínicos preventivos, que incluem triagem, aconselhamento e educação sobre sexo o oral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Preparado ou não?</strong><br />
<strong> Estará o adolescente pronto para o sexo?</strong><br />
Um dos maiores erros sobre sexo é pensar que o coito vaginal &#8220;até ao fim,&#8221; é o único &#8220;sexo&#8221; verdadeiro &#8220;, e que é uma espécie de meta final da sexualidade, esse pensamento é falso. Também é falso pensar que o sexo heterossexual, coito vaginal, é a única <a href="http://vidadequalidade.org/conselhos-para-obter-uma-boa-actividade-sexual/" title="Conselhos para obter uma boa actividade sexual" rel="follow" target="_self">actividade sexual</a> que apresenta a possibilidade de riscos físicos e emocionais.<br />
Esta ideia tem contribuído para, confusão e decepção de muitos que têm a primeira relação sexual ou qualquer outro tipo de sexo pela primeira vez, e querem saber onde estava o ‘fogo de artifício e as buzinas’ ‘, ‘porque ‘ não foi aquilo que pensavam que seria. Mesmo quando falamos de coito vaginal heterossexual, que normalmente é classificado como &#8220;próximo nível&#8221;, embora, em muitas relações, ou para muita gente, não pode haver qualquer espécie de nível a que se possa chamar de &#8220;próximo&#8221; ou &#8220;superior&#8221;, especialmente se um ou ambos os envolvidos não se sentirem realmente preparados. Pode ser um grande choque ter presumido uma actividade sexual como sendo sem risco e, em seguida, descobrir que apanhou uma infecção sexualmente transmissível, ou sentir alguma mágoa por ter feito algo que você pensava que não tinha nada a ver com o coração. A ideia de que a relação heterossexual é a única actividade sexual que merece atenção quando se fala de estar ou não pronto, pode excluir os gays, lésbicas ou bissexuais, dando a ideia que não importa se eles estão ou não prontos, isso não é verdade.<br />
Para que qualquer tipo de sexo seja importante e gratificante, e tão bom quanto possível, será necessário antecipar, reconhecer e gerir os possíveis riscos &#8211; tanto os desejados como os indesejados.<br />
Se estiver a considerar ter qualquer tipo de sexo genital, manual, oral, vaginal ou anal, pela primeira vez, faça um balanço, para ver onde se encontra, em termos de uma ‘ideal prontidão’.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que quero fazer Sexo?</strong><br />
Se qualquer um de vocês, o quer fazer, porque acha que deve ou deveria, porque o ‘outro’ o está a pressionar, está a receber pressão dos amigos, ou está a ter problemas no seu relacionamento e acha que o sexo vai corrigi-los, faça uma pausa. As relações sexuais entre as pessoas só devem acontecer quando ambos têm entusiasmo e activamente o querem, e não apenas porque acham que vai fazer a outra pessoa feliz. Outra coisa em que deve pensar, é se está a fantasiar sobre sexo baseado em filmes ou na televisão. Lembre-se dos desenhos animados Tom e Jerry, Tom podia bater contra uma parede e sair ileso, mas isso não se aplica na vida real! O mesmo acontece com o sexo que se vê no cinema e na televisão, nem sempre é o que parece.<br />
Considere também, se o sexo «é o que você realmente quer do sexo». Noutras palavras, pense sobre o que está à procura em ter relações sexuais com outra pessoa, e se o que procura realmente é o sexo, em vez de, por exemplo, mais afecto físico em geral, valorização pessoal, uma forma de cimentar a sua relação, diminuir o risco de se sentir estagnado na sua vida, amizade ou outras coisas que certamente podem ser aspectos do sexo, mas que o sexo pode não realizar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por quem quero fazer Sexo?</strong><br />
Se for para si e também para o seu parceiro, fantástico. Mas se é para outra pessoa em primeiro lugar, e não para si mesmo &#8211; ou apenas para si mesmo &#8211; pare agora. As outras pessoas, tal como você, têm mãos e dedos, sabem como usá-los, e pode estar certo de que as têm usado, muito antes de você aparecer. O sexo com outra pessoa não deve ser apenas para auto-gratificação, é para isso que serve a masturbação. Se seus amigos lhe dizem que você deve fazer sexo, sem ter compreensão do seu relacionamento, ou das suas necessidades, são amigos falsos. Muitos amigos que pressionam outros amigos para fazer sexo, fazem-no porque não se sentem bem com as suas próprias escolhas, e fazem-no para se sentirem melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que espero do coito ou outro tipo de sexo genital?</strong><br />
É inteligente fazer um balanço das suas expectativas. Converse com um amigo que teve relações sexuais ou outro sexo genital, que seja realmente honesto (ou um irmão/a ou membro de família, mais velho) sobre o que você espera, e ouça as experiências dele. Ouça diversas perspectivas: a experiência sexual de uma pessoa pode, muitas vezes variar muito da de outra.<br />
A verdade é que, se você tem uma lista de expectativas sexuais, é muito provável que não sejam todas cumpridas. O sexo muitas vezes não é o que esperamos. Seja a diferença entre as nossas expectativas e a realidade, positiva ou negativa. O coito ou outro tipo de sexo genital, não é uma cura milagrosa para nada, e nem sempre é um ‘show de fogo-de-artifício’: pode ser uma afirmação maravilhosa, natural de intimidade, e uma excelente experiência física e emocional, desde que esteja pronto para o praticar ao valor nominal, sem romantizar ou imaginar que seja algo que não é. O sexo que você tem com outra pessoa tende a ser um espelho do vosso relacionamento: se o relacionamento é péssimo, o sexo em si não é susceptível de ser melhor ou de melhorar o relacionamento.<br />
Alguns estudos mostram: 30% das pessoas nunca mais têm relações sexuais com o parceiro com quem perdem a virgindade (isto é definido nos estudos de coito vaginal). Apenas cerca de 25% das mulheres relatam ter apreciando a sua primeira relação sexual, e menos de 8% relatam ter tido um orgasmo na primeira relação sexual. Não estava nada terrivelmente errado com essas pessoas, mas as suas expectativas fugiam à realidade. O sexo é uma daquelas coisas que tende a melhorar ao longo do tempo, que melhora com o tempo e experiência.</p>


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/sexo-e-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='Sexo e Qualidade de Vida'><i>Sexo</i> e <i>Qualidade de Vida</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/as-alteracoes-fisicas-e-a-sexualidade/' rel='bookmark' title='As Alterações Fisicas e a Sexualidade'>As Alterações Fisicas e a <i>Sexualidade</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/o-sexo-e-essencial-na-vida-de-um-casal/' rel='bookmark' title='O sexo é essencial na vida de um casal'>O <i>sexo</i> é essencial na vida de um casal</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/a-ambiente-social-e-a-sexualidade-na-terceira-idade/' rel='bookmark' title='O ambiente social e a sexualidade na terceira idade'>O <i>ambiente social</i> e a <i>sexualidade</i> na <i>terceira idade</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='Noção e Conceito de Qualidade de Vida'>Noção e Conceito de <i>Qualidade de Vida</i></a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/sexualidade-e-qualidade-de-vida-entre-os-jovens/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tensão pré-menstrual e menopausa</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/tensao-pre-menstrual-e-menopausa/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/tensao-pre-menstrual-e-menopausa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 16:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Optimismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pessimismo]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[período menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[progesterona]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bemestar.eu/?p=89</guid>
		<description><![CDATA[Tanto a tensão pré-menstrual como a menopausa fazem parte de um mesmo processo psicológico. &#8220;Por que as mulheres são tão esquisitas e confusas?&#8221;, indaga, frustrada e irritada, a maioria dos homens. E concluem: &#8220;Às vezes mostram-se tão recatadas, sedutoras, cheias de graça e, de repente, tornam-se irritadiças, agressivas, chatas, ciumentas, briguentas, inseguras, quando não, distraídas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tanto a tensão pré-menstrual como a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/menopausa" title="" rel="nofollow" target="_self">menopausa</a> fazem parte de um mesmo processo psicológico.<br />
&#8220;Por que as mulheres são tão esquisitas e confusas?&#8221;, indaga, frustrada e irritada, a maioria dos homens. E concluem: &#8220;Às vezes mostram-se tão recatadas, sedutoras, cheias de graça e, de repente, tornam-se irritadiças, agressivas, chatas, ciumentas, briguentas, inseguras, quando não, distraídas e ausentes. Positivamente, as mulheres são bichos estranhos e inconstantes!&#8221; É essa a imagem que os homens fazem de nós, mulheres, por desconhecermos os nossos próprios botões de controle emocional. As informações médicas que nos bombardeiam, negativamente, fortalecem a crença de que somos movidas a hormônios e que nada podemos fazer se não for à base de tratamento médico ou de psicoterapia.<br />
Realmente, a poucos dias do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/periodo-menstrual" title="" rel="nofollow" target="_self">período menstrual</a> o cérebro da mulher transforma-se física e psicologicamente em função das alterações hormonais. O comportamento difere de mulher para mulher. Algumas sentem-se mal, ficam deprimidas, tristes, ansiosas, preocupadas, distantes socialmente. Outras mostram-se agressivas, possessivas, controladoras e negativas. E, como num passe de mágica, apenas uma semana após o início do ciclo menstrual, tudo volta à normalidade: a mulher recupera seu equilíbrio emocional, &#8220;junta os cacos&#8221; e passa a avaliar o resultado de sua agressividade quando gerou profundas mágoas e conflitos no coração de seu companheiro ou de outras pessoas.<br />
É como se fora possuída por uma força maior, cegando-a e controlando-a em suas atitudes e pensamentos.<br />
Deve-se esse comportamento imprevisível (ou previsível) à nossa forte tendência em acreditar que tudo que vemos, ouvimos ou sentimos durante essa fase é a realidade, isto é, que tem de ser assim. O pior é que, involuntariamente, exageramos nas emoções. Mesmo que queiram nos ajudar para que mudemos os nossos pensamentos, entendemos que estão, na verdade, procurando nos enganar e passamos a atacá-los para defender nossa verdade.<br />
Desperte para o seguinte fato: o inimigo não está do lado de fora, mas dentro de nós, em nosso próprio sangue. Querida amiga, saiba que hormônio, em latim, significa humor, e que os hormônios podem alterar nosso humor e vice-versa. Essa oscilação de humores nos leva a perder de vista a saída e o autocontrole necessários para o nosso próprio equilíbrio. O inconsciente recebe cargas emocionais que se alternam entre as mais sutis, às mais marcantes, e reage exatamente como um espelho: reflete em nosso corpo, tanto interna quanto externamente, tudo que foi guardado em termos de emoções. Cedo ou tarde ele acaba nos devolvendo, através de atitudes, palavras e pensamentos, aqueles sentimentos reprimidos no passado ou no presente.<br />
Eu costumo, comparar o alcoólatra às mulheres. Calma, eu explico!<br />
O ébrio tem seu estado de consciência alterado, ou melhor, anestesiado, o que permite ao inconsciente colocar para fora o que ele, realmente, sente e pensa da vida (em tese, o que ele tem reprimido): tristeza, mágoas, frustrações e outros sentimentos de culpa, oriundos de sua infância, ou já na fase adulta, coisas que ele não pode e não consegue manifestar quando sóbrio.<br />
Na verdade, o alcoólatra só consegue ser ele mesmo quando bebe, porque não tem elaborado em sua consciência o autoconhecimento, a chave para desviá-lo das opressões &#8220;externas&#8221;, muitas vezes geradas por suas próprias alucinações. Da mesma forma, a mulher na tensão pré-menstrual, por analogia, é como se estivesse embriagada, não sob o efeito do álcool, obviamente, mas pelos hormônios que, igualmente, reprimem sua consciência e liberam seu inconsciente.<br />
Nunca agem do nada, mas sofrem uma complexa e estranha combinação de crendices, frustrações e mágoas, empurradas para dentro de si mesmas ao longo dos anos e esquecidas, conscientemente, por não saberem como lidar com esses sentimentos que acabam aflorando durante a fase pré-menstrual. Como não reconhece essas emoções, a mulher acredita que está apenas desequilibrada em conseqüência do ciclo. Saiba que a <a href="http://vidadequalidade.org/propriedades-medicinais-da-angelica-chinesa/" title="Propriedades medicinais da Angélica-chinesa" rel="follow" target="_self">menstruação</a> em si, além da limpeza uterina, processa também a limpeza de um subconsciente carregado. A dádiva de poder ser feliz através da <a href="http://vidadequalidade.org/propriedades-terapeuticas-do-anho-casto/" title="Propriedades terapêuticas do Anho casto" rel="follow" target="_self">menstruação</a> deve ser compreendida por todas as mulheres para que se tornem aliadas dos hormônios e não suas escravas.<br />
O ciclo menstrual deve ser visto como uma rara oportunidade de conhecermos o lixo que guardamos no subconsciente e assim podermos trabalhá-lo dentro de nossas mentes, produzindo o perdão, o desapego, e sentirmos o poder da criatividade que possuímos.<br />
Como mulher, garanto: todas as vezes que você sentir raiva ou tristeza durante o ciclo, reflita e pergunte para si mesma &#8211; o que preciso compreender ou soltar? Com certeza seu coração lhe dirá e você se acalmará, pois estará solucionando algo interno, mal resolvido, com seu parceiro ou alguém da família. Com essa atitude sensata você descobrirá que os hormônios são apenas exércitos comandados pelo seu subconsciente e terá a oportunidade de perceber-se e esforçar-se para perdoar acontecimentos antigos, soltar pessoas, deixando-as viver como querem. Vai aprender, também, que o verdadeiro amor não é dono de nada e de ninguém, mas deixa fluir a vida como as águas da fonte.<br />
Com esse processo de liberdade da alma, as futuras menstruações e a <a href="http://vidadequalidade.org/tag/menopausa" title="" rel="nofollow" target="_self">menopausa</a> vão aproximar-se sem traumas ou guenas internas e você, mulher, vai sentir-se cada vez mais grata e feminina quando o ciclo chegar ou quando chegar a hora de cessar. Quanto mais soltarmos nossos apegos e deixarmos de controlar pessoas e coisas, mais entenderemos que ninguém pode nos fazer mal. Desde que não vejamos o fato como mal, então estaremos livres de <i>doenças</i>, infortúnios e, principalmente, da incômoda tensão pré-menstrual.<br />
Na minha opinião, esse ciclo deveria chamar-se limpeza pré-menstrual do subconsciente ou purificação pré-menstrual.<br />
A psicologia explica: quando repudiamos algo é porque nos identificamos, de alguma forma, com a coisa repelida. A negação é um mecanismo de defesa contra a verdade que dói. Por isso, muitas mulheres abominam a época de sua menstruação. Para elas é realmente difícil fazer mudanças internas de libertação de pessoas, acontecimentos e coisas. Contudo a tensão pré-menstrual, sempre ocorrerá com mulheres de temperamento difícil, rebeldes e teimosas, porque são essas que possuem maior resistência em soltar algo ou alguém. Quanto mais a mulher compreender que a tensão pré-menstrual é sinônimo de temperamento difícil e que os hormônios apenas indicam a dureza de seu caráter, tanto mais ela sentirá que não precisa sofrer ou provocar perturbações em pessoas à sua volta se passar a ser mais flexível e amorosa para com os outros e para consigo mesma fora do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/periodo-menstrual" title="" rel="nofollow" target="_self">período menstrual</a>.<br />
A mulher, por <i>natureza</i>, possui o privilégio de um ciclo que lhe traz às suas mãos todo o mal de seu coração para ser resolvido. Todo mês, por muitos anos de sua vida, ela terá a oportunidade de se encontrar consigo mesma e corrigir sua linha comportamental, para, assim, libertar-se de <i>doenças</i> e infelicidade. Pela tensão pré-menstrual a mulher deve descobrir que seu lado yin (feminino) está comprometido pelo excesso de seu comportamento yang (masculino). Normalmente, a mulher yang é empresária, sócia majoritária, pioneira em algum empreendimento, dona de casa que assume a posição do marido na educação das crianças ou na administração das finanças, ou que carrega no peito o desejo de nunca perder numa concorrência ou competição, seja ela qual for. Essa mulher, por sentir que seu futuro depende do próprio esforço, rejeita a idéia da dependência emocional e financeira, e esquece de ser mulher yin: quase não veste saias ou vestidos, evita ser dengosa, bate de frente com os oponentes, ri pouco ou com histeria, não se sente sensual quando é caçada pois necessita ser caçadora, perdoa com dificuldade os erros e fraquezas alheias, não sabe perder sem conflitos. Essa mulher não se recupera alegremente, perdendo assim a força da fénix, ave que, segundo a mitologia grega, ressurgia mais bela das cinzas após ser queimada.<br />
Perde então a beleza natural em seu ser, fazendo com que seu subconsciente dirija mal a <a href="http://vidadequalidade.org/cancro-do-utero/" title="Cancro do útero" rel="follow" target="_self">progesterona</a> (hormônio feminino) e lhe cause desconforto.<br />
Se mudar seu comportamento, os próprios hormônios agirão a seu favor, trazendo-lhe uma sensação de paz e graça nunca sentidas antes por uma mulher yang. E gratificante saber que todo mal-estar da tensão pré-menstrual significa, apenas, situações mal resolvidas no coração, que aparecem em forma de irritação, choro, agressividade e constantes desabafos aparentemente inexplicáveis aos olhos de quem assiste.<br />
Cabe à mulher buscar formas de ajuda para aprender a reconhecer seus verdadeiros sentimentos e permitir-se viver livre de suas próprias cobranças.</p>


<p>Sem Artigos Relacionados.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/tensao-pre-menstrual-e-menopausa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fases de Desenvolvimento dos Bébés</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/fases-de-desenvolvimento-dos-bebes/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/fases-de-desenvolvimento-dos-bebes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 09:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentos e Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[acuidade visual]]></category>
		<category><![CDATA[os olhos]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[sistema nervoso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidadequalidade.org/?p=4679</guid>
		<description><![CDATA[No desenvolvimento do bebé, entre os 0 e os 12 meses, a criança tem a capacidade de conquistar novas competências e de exercer funções cada vez mais complexas, que vão ter um grande peso na sua qualidade de vida.    Para que a criança se desenvolva normalmente, torna-se então indispensável, quer um normal funcionamento do Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No desenvolvimento do bebé, entre os 0 e os 12 meses, a criança tem a capacidade de conquistar novas competências e de exercer funções cada vez mais complexas, que vão ter um grande peso na sua <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>.   </p>
<p>Para que a criança se desenvolva normalmente, torna-se então indispensável, quer um normal funcionamento do <a href="http://vidadequalidade.org/utilize-o-pensamento-como-medicina/" title="Utilize o pensamento como medicina." rel="follow" target="_self">Sistema Nervoso</a> Central, quer a participação dos pais no que diz respeito à avaliação deste. Por isso torna-se necessário conhecer e avaliar o desenvolvimento desta, integrando os pais nesse processo.</p>
<p>Nos primeiros seis meses de vida o bebé adquire semanalmente um peso de 150-210gr, e mensalmente uma altura de 2,5cm, tal como um aumento do perímetro cefálico de 1,5cm.</p>
<p>No primeiro mês, o <a href="http://vidadequalidade.org/como-e-processado-o-aleitamento-materno/" title="Como é processado o Aleitamento Materno" rel="follow" target="_self">recém-nascido</a> dorme a maior parte do tempo, em posição fetal. Mantém os braços dobrados, as mãos quase sempre fechadas, e move simetricamente os pés e as mãos. Quando em decúbito ventral, é capaz de levantar a cabeça durante alguns segundos.</p>
<p>            O bebé é capaz de fixar o olhar em objectos que se encontram em movimento, e de acompanhar a luz até à linha média. Tem uma <a href="http://vidadequalidade.org/daltonismo-dificuldade-em-distinguir-cores/" title="Daltonismo &#8211; dificuldade em distinguir cores" rel="follow" target="_self">acuidade visual</a> de cerca de 20cm. Consegue distinguir vários sons, calando-se quando ouve uma voz. Chora quando quer expressar a sua insatisfação, produzindo pequenos sons guturais, tal como ruídos de satisfação durante a alimentação.</p>
<p>            Observa intencionalmente o rosto dos pais, quando estes falam com ele.</p>
<p>No segundo mês, o bebé passa mais tempo acordado e atento a tudo o que o rodeia. Assume uma posição menos flectida quando se encontra em decúbito ventral, conseguindo elevar a cabeça quase 45º, tal como quando suspenso em posição ventral consegue manter a cabeça alinhada com o resto do corpo. Diminui também a deflexão da cabeça quando puxado para a posição sentada.</p>
<p><strong>            </strong>As mãos encontram-se geralmente abertas, e o reflexo de preensão vai diminuindo. É capaz de fixar os objectos com <a href="http://vidadequalidade.org/maquilhagem-dos-olhos/" title="Maquilhagem dos Olhos" rel="follow" target="_self">os olhos</a>, seguindo-os, mas não os alcança com as mãos. Consegue girar a cabeça para o lado do som, quando é feito ao nível dos ouvidos, e distinguir as vozes familiares. O choro torna-se diferenciado, e demonstra sorriso social em resposta a vários estímulos.</p>
<p>No terceiro mês, o bebé quando na posição de sentado é capaz de manter a cabeça mais erecta, no entanto ainda a inclina para a frente. É capaz de elevar a cabeça e os ombros quando em decúbito ventral, até um ângulo de 45 a 90 graus em relação ao chão; suporta o peso sobre os antebraços. Quando mantido na posição de pé, é capaz de suportar parte do peso sobre as pernas. Consegue observar a própria mão. Verifica-se a ausência do reflexo de preensão, e as mãos encontram-se mantidas constantemente abertas.</p>
<p>   Segura activamente um chocalho, contudo não se move para o alcançar. Segura a própria mão, puxa lençóis e roupas.<strong> </strong>Acompanha os objectos até à periferia (180 graus), localiza o som virando a cabeça para o lado e olhando na direcção do mesmo.<strong> </strong>Amadurece a função auditiva (reage a barulhos arregalando <a href="http://vidadequalidade.org/como-prevenir-doencas-dos-olhos-nas-criancas/" title="Como prevenir doenças dos olhos nas crianças" rel="follow" target="_self">os olhos</a> e franzindo a testa) e consegue coordená-la com a visão, dirigindo o olhar em busca da fonte sonora.</p>
<p>Começa a ter a capacidade de coordenar estímulos provenientes dos vários órgãos sensoriais.<strong> </strong>Grita agudamente para demonstrar prazer, balbucia, ri, vocaliza quando sorri, e galrreia muito quando conversam com ele. Reconhece as pessoas que lhe são familiares. Apresenta menos choro, durante os períodos em que está acordado, parando de chorar quando os pais entram no ambiente em que se encontra e recusa-se a ficar sozinho.</p>
<p><strong>            </strong>No quarto mês, a salivação excessiva inicia-se. O reflexo de Moro desaparece. Equilibra bem a cabeça, quando puxado para a posição de sentado, não existindo quase queda da mesma. É capaz de elevar a cabeça e o tórax do leito, formando ângulo de 90 graus. Assume predominantemente a posição simétrica, e consegue rebolar de costas para o decúbito lateral. Tenta agarrar objectos com a mão, esticando-se, brincando com os objectos já com as duas mãos, conseguindo levá-los à boca. Relativamente à visão, este consegue ajusta-la para objectos próximos, e a sua visão binocular encontra-se quase totalmente desenvolvida. Dá-se o início da coordenação entre os olhos e as mãos.</p>
<p>Consegue igualmente produzir sons de consoantes n, q, g, p, b. A vocalização modifica-se de acordo com o humor, rindo alto e divertindo-se com estímulos novos e estranhos. Aprecia a interacção social com pessoas, de forma a chamar a atenção.</p>
<p>Prevê a alimentação, quando vê o biberão. Mostra excitação com o corpo todo, grita, respira ruidosamente. Começa a demonstrar memória tendo consciência de ambientes estranhos.</p>
<p>Entre o 4º e o 8º mês, surgem as reacções circulares secundárias, ou seja, a criança faz um determinado movimento na procura de um resultado e repete-o com esse fim.</p>
<p>No quinto mês, iniciam-se os sinais de erupção dentária. O bebé já é capaz de respirar através da boca, caso o nariz esteja obstruído. Não há queda da cabeça, quando está na posição de sentado, e consegue mantê-la erecta e firme.<strong> </strong>É capaz de permanecer sentado, por períodos mais longos, caso as costas estejam bem apoiadas.<strong> </strong>Quando se encontra em decúbito ventral, assume um posicionamento simétrico com braços estendidos. Quando em decúbito dorsal, coloca os pés na boca.</p>
<p>É capaz de segurar voluntariamente os objectos, usar preensão palmar, abordagem ambidestra,<strong> </strong>brincar com os dedos dos pés, tal como segurar um cubo, enquanto segura outro.</p>
<p>Consegue acompanhar visualmente um objecto que caiu, localizar sons produzidos abaixo do ouvido, emitir sons agudos, e sons de vogais alternados com sons de consoantes. Sorri quando vê a sua imagem ao espelho, e começa a descobrir as diferentes partes do seu corpo. Brinca com mais entusiasmo, porém pode apresentar rápidas mudanças de humor.<strong> </strong></p>
<p>            No sexto mês, a velocidade do crescimento diminui, e, durante os seis meses seguintes, verifica-se um aumento ponderal que varia entre os 90 a 150gr por semana e o comprimento aumenta 1,25 cm por mês.<strong> </strong>A dentição pode iniciar-se com a erupção dos dois incisivos centrais inferiores. Este começa a mastigar e a morder.</p>
<p>Quando ele sente que será colocado na posição sentada, levanta a própria cabeça. Consegue sentar-se na cadeira com as costas direitas. Rebola do decúbito dorsal para o decúbito ventral, e quando mantido em pé, suporta quase todo o seu peso.</p>
<p>Consegue agarrar um objecto que caiu e manipular pequenos objectos. Ajusta a sua postura de forma a ver o objecto, conseguindo girar a cabeça em todas as direcções, dando preferência a estímulos visuais mais complexos.</p>
<p>Nesta fase começa a imitar sons e a localizar sons acima do ouvido. Apresenta balbuciar semelhante a expressões monossilábicas (ex. “ma, um, da, di, hi”). Vocaliza para os brinquedos e imagem no espelho, e sente prazer em ouvir os próprios sons.</p>
<p>Suspende os braços para “pedir colo”, a pessoas que reconhece começando a ter medo de estranhos. Já define o que gosta e o que não gosta.</p>
<p>            No sétimo mês, inicia-se a erupção dos incisivos centrais superiores. Quando está em decúbito dorsal, levanta espontaneamente a cabeça. Quando em decúbito ventral, sustenta o peso do corpo sobre uma das mãos. Consegue sentar-se, inclinando o corpo para a frente, apoiando-se em ambas as mãos.</p>
<p>Quando mantido de pé balança-se activamente, suportando todo o peso sobre os pés. Produz sons vocais e sílabas ligadas, vocalizando quatro sons de vogais diferentes.<strong> </strong>Quando as pessoas falam, estabelece um diálogo.</p>
<p>Relativamente à alimentação mantém os lábios cerrados quando não gosta da comida,<strong> </strong>apresentando preferências de sabor. Demonstra agressividade oral, ao morder e fazer caretas.</p>
<p>            No oitavo mês, começa a demonstrar padrões regulares de eliminação vesical e intestinal. Consegue largar objectos quando quer, e procura persistentemente agarrar brinquedos fora do seu alcance.</p>
<p>Faz o som das consoantes t, d e w, e ouve selectivamente palavras familiares. Expressa sinais de ênfase e emoção, e combina sílabas como “dada”, não lhe dando, no entanto, nenhum significado. Responde à palavra “não”.</p>
<p>            No nono mês, dá-se a erupção dos incisivos laterais superiores. O bebé consegue arrastar-se apoiado nas mãos e joelhos, sentar-se firmemente no chão durante longos períodos de tempo, e recuperar o equilíbrio quando se inclina para a frente, contudo tal não acontece quando se inclina para os lados. É também capaz de puxar o corpo para a frente de forma a manter-se em pé (agarrado aos móveis, por exemplo).</p>
<p>Começa a manifestar preferência pelo uso da mão dominante. É capaz de agarrar um terceiro objecto.</p>
<p>Responde a ordens verbais. Os pais são cada vez mais importantes, e demonstra cada vez mais interesse em agradá-los. Começa a demonstrar medo de ir para a cama e de ficar sozinho. Procura por um objecto, caso veja que foi escondido, é o início do raciocínio mental.</p>
<p>            No décimo mês, verifica-se uma evolução da capacidade de ficar em pé, manifestando a tentativa de dar um passo, levantando o pé.</p>
<p>Coloca objectos dentro de recipientes e protesta se lhe retiram alguma coisa de que gosta. Reconhece locais familiares e entende nomes de elementos que conhece (ex: água). Já diz pai e mãe e outras palavras, já lhe dando o seu significado.</p>
<p>            Aos onze meses, inicia-se a erupção dos incisivos laterais inferiores. Quando na posição de sentado, consegue rodar para trás para pegar num objecto. Se seguro pelas duas mãos ou agarrado aos móveis consegue andar. Explora os objectos com atenção especial sobre os detalhes. Imita sons da fala definitiva. Manifesta alegria e satisfação ao dominar uma tarefa, mas reage às restrições com frustração.</p>
<p>No décimo segundo mês, o peso triplica e o comprimento aumenta aproximadamente 50%, relativamente ao nascimento. No total tem 6 a 8 dentes decíduos.</p>
<p>Consegue deambular com uma mão de apoio. Pode tentar manter-se em pé momentaneamente, tal como dar os primeiros passos. Quando em pé consegue sentar-se sem auxílio.</p>


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/como-preparar-alimentos-solidos-para-bebes/' rel='bookmark' title='Como preparar alimentos sólidos para bébes'>Como preparar <i>alimentos sólidos</i> para bébes</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/como-dar-de-mamar/' rel='bookmark' title='Como dar de mamar'>Como <i>dar de mamar</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/alimentos-solidos-para-bebes/' rel='bookmark' title='Alimentos Sólidos para bebés'><i>Alimentos Sólidos</i> para <i>bebé</i>s</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/prevencao-de-doencas-lavar-as-maos/' rel='bookmark' title='Lavar as mãos frequentemente ajuda na prevenção de doenças.'><i>Lavar as mãos</i> frequentemente ajuda na <i>prevenção de <i>doenças</i></i>.</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/fases-de-desenvolvimento-dos-bebes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As doenças e o sexo</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/as-doencas-e-o-sexo/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/as-doencas-e-o-sexo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 15:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade e qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[actividade sexual]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[ejaculação precoce]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bemestar.eu/?p=1277</guid>
		<description><![CDATA[As doenças físicas e psíquicas e seus tratamentos provocam perturbações directas e indirectas na esfera sexual, tanto na pessoa que sofre como no parceiro. Assim, quem sofre de doenças que limitem e criem problemas, pode sentir directamente mais dificuldades na sua actividade sexual e indirectamente pode experimentar uma série de sensações, como aumento de ansiedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As <i>doenças</i> físicas e psíquicas e seus tratamentos provocam perturbações directas e indirectas na esfera sexual, tanto na pessoa que sofre como no parceiro.</p>
<p>Assim, quem sofre de <i>doenças</i> que limitem e criem problemas, pode sentir directamente mais dificuldades na sua <a href="http://vidadequalidade.org/a-actividade-sexual-e-os-estereotipos/" title="A actividade sexual e os estereótipos" rel="follow" target="_self">actividade sexual</a> e indirectamente pode experimentar uma série de sensações, como aumento de ansiedade ou diminuição da <i>auto-estima</i> que, no seu conjunto, afectam a sua sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o companheiro pode sentir receio de agravar a doença do parceiro com a <a href="http://vidadequalidade.org/conselhos-para-obter-uma-boa-actividade-sexual/" title="Conselhos para obter uma boa actividade sexual" rel="follow" target="_self">actividade sexual</a> ou, secundariamente, pode sentir diminuição do desejo e da vontade por acção directa da doença e seus tratamentos, como pode acontecer, a título de exemplo, no caso de alterações à fisionomia do corpo do parceiro, pelo uso de radioterapia ou quimioterapia, usados no tratamento de inúmeras <i>doenças</i>.<br />
Como se não bastasse o papel perturbador na sexualidade que as diferentes <i>doenças</i> desempenham, muitas vezes há que ponderar o efeito directo da medicação no controlo desta e os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> que podem provocar.<br />
Peguemos no exemplo da <a href="http://vidadequalidade.org/tratamentos-e-remedios-para-a-depressao/" title="Tratamentos e remédios para a depressão" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i></a>. A <a href="http://vidadequalidade.org/os-varios-tipos-de-tratamento-da-depressao/" title="Tipos de tratamento da depressão" rel="follow" target="_self"><i>depressão</i></a> por si só pode causar diminuição do desejo e ausência de vontade de contactos íntimos com a pessoa amada. Por outro lado, muita da medicação actualmente empregue no tratamento deste problema, afecta indirectamente <i>a vida sexual</i> do paciente, levando também à diminuição do desejo sexual. Entramos pois numa zona cinzenta, onde é necessário ponderação e diálogo. Devemos procurar resolver as questões mais vitais, para que depois, tanto pela melhoria da doença em si como pelo desmame da medicação, os <a href="http://vidadequalidade.org/tratamento-da-depressao-com-erva-de-sao-joao/" title="Tratamento da Depressão com Erva de São João" rel="follow" target="_self">efeitos colaterais</a> desapareçam sem qualquer consequência.<br />
Mas, nem sempre os efeitos colaterais dos fármacos são negativos podendo mesmo ser utilizados pelos médicos para potenciar melhorias.<br />
Continuando no exemplo da <i>depressão</i>, pacientes com <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ejaculacao-precoce" title="" rel="nofollow" target="_self">ejaculação precoce</a> podem beneficiar, directa e indirectamente, da toma de antidepressivos. Ao retardar a ejaculação, proporcionando uma regulação do tempo decorrido entre a excitação e o orgasmo, doentes deprimidos e com problemas de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/ejaculacao-precoce" title="" rel="nofollow" target="_self">ejaculação precoce</a>, vão beneficiar de ambos os efeitos do fármaco.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora haja a tendência de associar a <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a> física à actividade sexual no idoso, tal relação é de difícil comprovação. Mais claramente se associa o nível aumentado de actividade sexual na 3ª idade com uma boa saúde mental, uma atitude positiva perante o sexo e o desejo e prática sexual enquanto jovem. Por outro lado, os problemas físicos de saúde, esses sim, estão relacionados com um aumento de problemas na sexualidade.<br />
Existem muitas patologias, que interferindo de forma directa e indirecta no corpo e mente, condicionam parte ou todo o ciclo de resposta sexual. Aqui, problemas tão variados como patologias psiquiátricas, neurológicas, cirúrgicas, metabólicas, endócrinas, vasculares, entre outras, vão originar um empobrecimento da sexualidade.<br />
No homem, a erecção é um problema de destaque. Uma grande percentagem de homens, percentagem que vai aumentando com a idade, vai sofrer desta patologia. Aqui nem a hipertrofia benigna da próstata, nem a cirurgia a esta parecem desempenhar o papel essencial. Já a diabetes e problemas psicológicos exercem influência marcante.<br />
Problemas relacionados com intervenções cirúrgicas que desfigurem o corpo e problemas relacionados com a perda de urina, mais comum na mulher devido a danos provocados pela gravidez nos tecidos pélvicos, podem levar a que a actividade sexual seja evitada pelo próprio e/ou rejeição por parte do parceiro.<br />
No campo das <i>doenças</i> psíquicas, a <i>depressão</i> e a demência, tanto pela sintomatologia apresentada, como pelos efeitos indesejados da medicação, são <i>doenças</i> que limitam a sexualidade.<br />
Na demência, outros problemas podem surgir, já que em alguns casos, dada a afectação da capacidade para pensar e discernir, podem surgir comportamentos inapropriados, perturbadores para quem cuida. No campo sexual, a hipersexualidade, associada a comportamentos sexualmente inapropriados, devem ser encarados como parte da doença e não como uma opção nova e consciente do doente. A abordagem destes doentes deve ser compreensiva, usando técnicas comportamentais que diminuam os estímulos, que distraiam o doente, não o repelindo ou isolando. Se necessário, neste, como em todos os casos em que se justifique, deve procurar-se ajuda médica e respectiva intervenção farmacológica.<br />
Por fim, alertar para o problema do álcool e outras drogas, sejam elas ilegais ou prescritas pelos médicos. Em geral, os idosos são grandes consumidores de medicamentos.<br />
Assim, álcool em excesso é um inibidor da actividade sexual, embora em doses reduzidas possa proporcionar desinibição e euforia. Narcóticos e barbitúricos inibem o comportamento sexual ao atrasar ou eliminar o orgasmo. Comprimidos para dormir, ao dar sonolência, podem diminuir o alerta para a actividade sexual na hora de ir para a cama.<br />
Anti-histamínicos por vezes podem aumentar a secura da vagina, aumentando a dor com a relação e os anti-hipertensivos podem, por diferentes mecanismos, levar à diminuição da actividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Problemas físicos e psíquicos podem afectar a sexualidade. Os tratamentos, com a toma de medicação, podem indirectamente afectar <i>a vida sexual</i>.<br />
Deve sempre ponderar-se, com a ajuda do médico, as melhores opções terapêuticas para melhorar a saúde, minimizando os efeitos adversos dos tratamentos, apostando num plano que traga uma maior <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>.</p>


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/sexo-e-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='Sexo e Qualidade de Vida'><i>Sexo</i> e <i>Qualidade de Vida</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/o-sexo-e-essencial-na-vida-de-um-casal/' rel='bookmark' title='O sexo é essencial na vida de um casal'>O <i>sexo</i> é essencial na vida de um casal</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/a-actividade-sexual-no-envelhecimento/' rel='bookmark' title='A actividade sexual no envelhecimento'>A <i>actividade sexual</i> no envelhecimento</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/os-homens-querem-sexo-com-mais-frequencia-do-que-as-mulheres/' rel='bookmark' title='Os homens querem sexo com mais frequência do que as mulheres?'>Os homens querem <i>sexo</i> com mais frequência do que as mulheres?</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/sexo-parece-ser-mais-do-que-uma-descarga-hormonal-e-alguns-breves-momentos-de-puro-prazer/' rel='bookmark' title='Sexo parece ser mais do que uma descarga hormonal e alguns breves momentos de puro prazer.'><i>Sexo</i> parece ser mais do que uma descarga hormonal e alguns breves momentos de puro prazer.</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/as-doencas-e-o-sexo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cancro da tiróide, sintomas e tratamento</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/cancro-da-tiroide-sintomas-e-tratamento/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/cancro-da-tiroide-sintomas-e-tratamento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 14:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cancro / Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da tiróide]]></category>
		<category><![CDATA[cancro folicular]]></category>
		<category><![CDATA[cancro papilar]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[tumor maligno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidadequalidade.org/?p=3884</guid>
		<description><![CDATA[O cancro da tiróide é um tumor maligno da glândula tiroideia. Surge habitualmente sob a forma de nódulo no pescoço, quase sempre sem dor. Contudo, apenas cerca de 5% destes nódulos são malignos. A maioria dos casos surge em mulheres. Os cancros da tiróide mais frequentes são o cancro papilar e o cancro folicular...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-da-tiroide" title="" rel="nofollow" target="_self">Cancro da tiróide</a>, sintomas e tratamento</strong></p>
<p>O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-da-tiroide" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro da tiróide</a>, normalmente  apresenta-se sob a forma de um nódulo na zona da tiróide. Os seus sintomas mais comuns são a presença de um gânglio linfático cervical aumentado, rouquidão por compressão do nervo da voz (nervo laríngeo recorrente), ou dificuldade na deglutição ou respiração devido à obstrução do esófago ou laringe.</p>
<p>Ao ser diagnosticado este tipo de cancro, a maioria das pessoas ficam muito assustadas pois associam logo que vão ter de enfrentar muita dor e que não vão resistir, acabando por falecer. Pelo contrário, o prognóstico deste tipo de cancro, na maioria dos casos é positivo pois ao ser feita a cirurgia, o cancro pode ser eliminado, a dor causada ou a incapacidade é praticamente inexistente e o tratamento feito após a cirurgia pode eliminar por completo a doença. O que influencia o prognóstico dos doentes é a extensão da doença original, as dimensões do tumor e a sua idade.</p>
<p><strong>Tipos de cancro da tiróide</strong></p>
<p>Existem dois tipos de cancro da tiróide que são mais comuns: o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-folicular" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro folicular</a>, que costuma aparecer só depois dos 30 anos e o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-papilar" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro papilar</a>, que costuma afectar mais mulheres e crianças. Os nomes destes tipos de cancro foram dados devido à aparência que o tumor tem quando observado no microscópio. O <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-papilar" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro papilar</a> apresenta papilas ou frondes e o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/cancro-folicular" title="" rel="nofollow" target="_self">cancro folicular</a> apesar de ter uma aparência anormal, apresenta algumas estruturas semelhantes aos folículos normais da tiróide. Estes dois tipos de cancro podem aparecer em várias idades. É muito importante que o diagnóstico seja feito o mais depressa possível, pois se for feito nos primeiros estágios da neoplasia e o tratamento começar logo, as pessoas atingidas por esta doença podem ter uma depois uma vida completamente normal. Porém, é preciso ter em mente que depois da cura estes doentes devem ser controlados, fazendo exames específicos de controle, visitas regulares médicas e seguindo os conselhos do oncologista. Tudo isto para que o doente depois da cura tenha uma boa <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>.</p>


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/tipos-de-cancro-cancer-da-tiroide/' rel='bookmark' title='Tipos de Cancro da Tiroide'>Tipos de <i>Cancro</i> da Tiroide</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/cancro-cancer-sintomas-diagnostico-tratamento/' rel='bookmark' title='Cancro, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento'><i>Cancro</i>, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/cancro-da-prostata-diagnostico-sintomas-e-tratamento/' rel='bookmark' title='Cancro da próstata, diagnóstico, sintomas e tratamento'><i>Cancro</i> da próstata, diagnóstico, sintomas e tratamento</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/cancro-da-prostata-diagnostico-sintomas-e-tratamento-2/' rel='bookmark' title='Cancro ou Cancer da próstata, diagnostico, sintomas e tratamento'><i>Cancro</i> ou Cancer da próstata, diagnostico, sintomas e tratamento</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/tratamento-do-cancro-da-mama/' rel='bookmark' title='Tratamento do cancro da mama'>Tratamento do <i>cancro</i> da mama</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/cancro-da-tiroide-sintomas-e-tratamento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que fazer para ter qualidade de vida</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/o-que-fazer-para-ter-qualidade-de-vida/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/o-que-fazer-para-ter-qualidade-de-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 10:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde e Bem-Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Alimentação e a Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Optimismo]]></category>
		<category><![CDATA[actividade física]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação equilibrada]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção de doenças]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[refeição equilibrada]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidadequalidade.org/?p=6170</guid>
		<description><![CDATA[Considerando que “qualidade de vida” se aplica a um ideal de saúde, é necessário combinar uma alimentação equilibrada com actividade física regular e prevenção de doenças. Mas, actualmente, a rotina de trabalho provoca demasiado stress que é imprescindível reduzir, o que também não é fácil, pois a mudança de hábitos e a reorganização da rotina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Considerando que “<a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>” se aplica a um ideal de saúde, é necessário combinar uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/alimentacao-equilibrada" title="" rel="nofollow" target="_self">alimentação equilibrada</a> com <a href="http://vidadequalidade.org/perder-peso-de-forma-saudavel/" title="Perder Peso de Forma Saudável" rel="follow" target="_self">actividade física</a> regular e <a href="http://vidadequalidade.org/ser-flexivel-ajuda-em-muitas-doencas/" title="Ser Flexível e optimista Ajuda no combate a Muitas Doenças" rel="follow" target="_self">prevenção de <i>doenças</i></a>. Mas, actualmente, a rotina de trabalho provoca demasiado stress que é imprescindível reduzir, o que também não é fácil, pois a mudança de hábitos e a reorganização da rotina implica adaptação psicológica e comportamental. Não se pode, por isso, esperar resultados imediatos! Tê-los-á assim que der o primeiro passo!</p>
<p>A <a href="http://vidadequalidade.org/quantidade-de-comida-adequada-para-uma-ceia/" title="Quantidade de Comida Adequada Para a Ceia" rel="follow" target="_self">actividade física</a> não tem só o efeito biológico, mas possui um efeito catártico que se enquadra perfeitamente no desejo de vida saudável. Comece a praticar exercício físico regularmente. Nada de excessos. Distribua o exercício pela semana. O ideal será 4 a 5 sessões de actividade física por semana. Caminhar, correr, andar de bicicleta, natação, … qualquer actividade serve desde que lhe dedique tempo e vontade.</p>
<p>Faça uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/alimentacao-equilibrada" title="" rel="nofollow" target="_self">alimentação equilibrada</a>. Distribua-a pelas três refeições principais e por duas intermédias. Nas principais, combine alimentos que lhe dão energia, como os carbohidratos; prefira alimentos integrais, tal como o arroz, o pão, a aveia. Evite as gorduras animais, optando pelo azeite. Inclua também as proteínas e o ferro da carne (de preferência branca), ovos e legumes. Consuma mais hortaliças e fruta. Nas intermédias coma algo mais leve, como leite, iogurte, queijo. Reserve tempo para si. Sente-se e mastigue com calma para usufruir da sua refeição;</p>
<p>No entanto, os factores anteriores não terão efeito se você não tiver estabilidade psicológica. Enquanto continuar a viver sob a pressão do trabalho, dos estudos, da família, da actividade desportiva, da rotina, a sua <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a> continua comprometida. Se faz exercício a pensar nos seus problemas, se faz uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/refeicao-equilibrada" title="" rel="nofollow" target="_self">refeição equilibrada</a> a correr para voltar ao trabalho, tudo vai continuar na mesma.</p>
<p>Para ter qualidade de vida comece por distribuir o seu tempo e reorganizar a sua rotina, verá frutos deste investimento no desempenho das outras tarefas.</p>


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/aprenda-a-comer-bem-para-uma-melhor-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='Aprenda a comer bem para uma melhor qualidade de vida'>Aprenda a <i>comer bem</i> para uma melhor <i>qualidade de vida</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/sexo-e-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='Sexo e Qualidade de Vida'><i>Sexo</i> e <i>Qualidade de Vida</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/sera-que-ingere-os-alimentos-certos/' rel='bookmark' title='Será que Ingere os Alimentos Certos para ter uma Vida com Qualidade?'>Será que Ingere os Alimentos Certos para ter uma Vida com Qualidade?</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/' rel='bookmark' title='Noção e Conceito de Qualidade de Vida'>Noção e Conceito de <i>Qualidade de Vida</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/sexualidade-e-qualidade-de-vida-entre-os-jovens/' rel='bookmark' title='Sexualidade e qualidade de vida entre os jovens'><i>Sexualidade</i> e <i>qualidade de vida</i> entre os jovens</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/o-que-fazer-para-ter-qualidade-de-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Benefícios das massagens relaxantes</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/beneficios-das-massagens-relaxantes/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/beneficios-das-massagens-relaxantes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 12:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[massagens relaxantes]]></category>
		<category><![CDATA[pontos de pressão]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho de parto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bemestar.eu/?p=1534</guid>
		<description><![CDATA[As massagens relaxantes tem como objectivo o relaxamento e descontracção dos músculos, reduzindo a tensão muscular e psicológica. Estas provocam bem estar profundo e aceleram certos processos de cura, promovendo assim a qualidade de vida do doente....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As massagens terapêuticas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As massagens com fins terapêuticos tem como objectivo produzir o relaxamento e a descontracção dos músculos, promovendo assim a <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>. Existem muitos tipos de massagens, mas todos eles englobam movimentos de deslizamento, fricção, pressão,  amassamento e batimento da músculos. As massagens terapêuticas são usadas muitas vezes  como complemento de outras técnicas como a electroterapia e a hidroterapia.</p>
<p><strong>Origem da massagem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A massagem é uma técnica bastante antiga, muito utilizada em quase todas as culturas ao redor do Mundo. Os chineses, egípcios e indianos conheciam os benefícios terapêuticos da massagem  já davam uso a esta prática. Já no século II, no império romano as massagens eram bem conhecidas entre os gladiadores e até o imperador também recebia tratamentos de relaxamento  por massagens.  Muito livros foram escritos nesta altura sobre as massagens de relaxamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Objectivo  das <a href="http://vidadequalidade.org/tag/massagens-relaxantes" title="" rel="nofollow" target="_self">massagens relaxantes</a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As <a href="http://vidadequalidade.org/tag/massagens-relaxantes" title="" rel="nofollow" target="_self">massagens relaxantes</a> tem como  objectivo aliviar a rigidez, a tensão e a dor nos músculos e para dar  conforto e ajudar a dominar o stress. Muitos treinadores de atletas  recomendam-na para relaxamento dos músculos antes das competições ou  para aliviar as dores a seguir. A massagem pode também aliviar cãibras  nas pernas. Se acorda frequentemente com cãibras nas pernas, experimente  massajá-las antes de se deitar. As massagens nas costas e nos ombros  podem ajudar a aliviar as dores do <a href="http://vidadequalidade.org/importancia-de-uma-alimentacao-saudavel-na-mulher-gravida/" title="A importância de uma alimentação saudável na mulher grávida" rel="follow" target="_self">trabalho de parto</a>, e massagens suaves  são uma forma de acalmar as cólicas em bebés. As enxaquecas e as dores  de cabeça de tensão podem melhorar com massagens, e o mesmo acontece com  dores na região lombar devido a espasmos musculares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os profissionais de massagens</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todas as pessoas podem fazer massagens, a si próprias ou ao outros. Mas para dominar a técnica de de fazer uma massagem terapêutica é necessário uma formação especializada. Esta especialização pode demorar consoante o tipo de massagem a aprender.  Existem escolas que ensinam e depois de feito o curso dão o certificado e licença conferindo à pessoa o poder e conhecimento para fazer determinado tipo de massagem, como o a terapia de Rolf, amassamento vigoroso e profundo, a reflexologia ou o shiatsu. Tudo  isto são técnicas que implicam pressão ou massagem de <a href="http://vidadequalidade.org/relacoes-sexuais-e-orgasmo-no-alivio-de-tensoes/" title="Relações Sexuais e Orgasmo no alívio de tensões" rel="follow" target="_self">pontos de pressão</a> específicos para aliviar as dores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde podem trabalhar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os massagistas normalmente exercem a sua actividade de forma independente ou então colaboram junto de fisioterapeutas, médicos desportivos, especialistas em reabilitação, osteopatas e quiroterapeutas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como actua</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A massagem ajuda a reduzir a tensão muscular e psicológica, promovendo o relaxamento. Ao usar óleos aromáticos durante a massagem (aromaterapia) pode ajudar a aprofundar o relaxamento. A técnica da massagem aumenta o afluxo de sangue nas área que estão a ser massajadas, o que pode acelerar a cura. Contudo esta técnica não acelera a expulsão de toxinas do organismo, como muita gente pensa.</p>
<p><strong>Precauções</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os doentes com febre, com <i>doenças</i> infecciosas ou crises de flebite não devem se submeter a tratamentos com massagens, pois a sua situação pode piorar. Os doentes de osteoporose também devem evitar terapias e técnicas de massagens dos tecidos profundos, pois os batimentos vigorosos podem causar fracturas.<br />
Os doentes diabéticos e cardiopáticos devem ser aconselhados pelo médico antes de fazerem qualquer terapia com massagens. Não escolha massagistas que tenham os seus serviços anunciados nas colunas pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/beneficios-das-massagens/' rel='bookmark' title='Benefícios das massagens'>Benefícios das <i>massagens</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/aprender-a-respirar-para-a-descontrair/' rel='bookmark' title='Aprender a respirar para a descontrair'><i>Aprender a respirar</i> para a descontrair</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/reflexologia/' rel='bookmark' title='Reflexologia'><i>Reflexologia</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/ginastica-exercicios-ao-pescoco/' rel='bookmark' title='Ginástica Exercícios ao Pescoço'>Ginástica <i><i>Exercícios</i> ao Pescoço</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/beneficios-e-inconvenientes-do-cafe/' rel='bookmark' title='Benefícios e Inconvenientes do café'>Benefícios e Inconvenientes do café</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/beneficios-das-massagens-relaxantes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A alimentação errada e as doenças</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/a-alimentacao-errada-e-as-doencas/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/a-alimentacao-errada-e-as-doencas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 08:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bem Estar</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Alimentação e a Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos e Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[a anorexia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação errada]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[refeições em familia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bemestar.eu/?p=1295</guid>
		<description><![CDATA[Uma alimentação errada e desequilibrada pode levar a consequências sérias e riscos graves para a saúde. A anorexia e a bulimia são doenças da sociedade moderna em que a magreza se impõe como sinal de beleza. Este tipo de doenças requerem ajuda psiquiátrica para reconhecer o problema e iniciar o tratamento. As refeições em familia saudáveis e preparadas com tempo são um comportamento alimentar saudável a adoptar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A <a href="http://vidadequalidade.org/tag/alimentacao-errada" title="" rel="nofollow" target="_self">alimentação errada</a> e os riscos para a saúde</h2>
<p style="text-align: justify;">A alimentação é importante para conseguimos uma boa saúde. A <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a> e o desenvolvimento intelectual estão directamente ligados a uma alimentação saudável e equilibrada. Nos países pobres e onde há escassez de alimentos as <i>doenças</i> proliferam, não existem <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a> e a morte é constante. O mesmo se passa nos países desenvolvidos e industrializados, mas de forma diferente. Existem <i>doenças</i> e patologias que surgem por causam da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/alimentacao-errada" title="" rel="nofollow" target="_self">alimentação errada</a> e por excessos cometidos. A falta de equilíbrio e a má escolha dos alimentos levam ao surgimento de <i>doenças</i> e fraca qualidade de vida. Para ajudar nestas sociedades modernas a magreza do corpo é cultivada ao extremo e muitas <i>doenças</i> são despoletadas devido a modelos e estereótipos que é imperativo alcançar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://vidadequalidade.org/a-anorexia-nervosa/" title="A anorexia nervosa" rel="follow" target="_self">A anorexia</a> e bulimia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que manifestam um <a href="http://vidadequalidade.org/tag/comportamento-alimentar" title="" rel="nofollow" target="_self">comportamento alimentar</a> doentio devido à sua aparência e imagem põem sem dúvida em risco a sua saúde. <a href="http://vidadequalidade.org/como-surge-a-anorexia-nervosa/" title="Como surge a Anorexia Nervosa" rel="follow" target="_self">A anorexia</a> e a bulimia são <i>doenças</i> que caracterizam esta problemática. Estas <i>doenças</i> podem ser curadas, mas se o doente não colaborar pode levar à morte. Mesmo que o doente tenha consciência da doença, o sofrimento é constante e pode arrastar-se por muito tempo. Os valores da sociedade moderna de que um aspecto magro é sinal de  beleza, levam a erros alimentares que prejudicam gravemente a sociedade,  principalmente os jovens e adolescentes. Muitas das vezes, estas perturbações alimentares têm início na adolescência, enquanto os jovens ainda estão em casa. O apoio dos pais será essencial para que o processo terapêutico seja bem sucedido. Este tipo de <i>doenças</i> requerem muitas vezes ajuda psiquiátrica, de forma a reconhecerem o problema e a necessidade de tratamento. O doente deverá reconhecer o problema e conseguir sozinho voltar novamente a uma <a href="http://vidadequalidade.org/tag/comportamento-alimentar" title="" rel="nofollow" target="_self">comportamento alimentar</a> equilibrado e saudável. isto pode levar algum tempo e a ajuda dos que estão mais próximos é importante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O tempo e a alimentação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O horário para as <a href="http://vidadequalidade.org/tag/refeicoes-em-familia" title="" rel="nofollow" target="_self">refeições em familia</a> está em desuso. As refeições são feitas à pressa, com alimentos pré-confeccionados, já preparados e com imensas calorias. Come-se a correr, para não perder tempo. Deixar a alimentação para segundo plano devido a uma agenda atarefada é um perigo para a saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/doencas-provenientes-de-uma-ma-alimentacao/' rel='bookmark' title='Doenças provenientes de uma má alimentação'><i>Doenças</i> provenientes de uma <i>má alimentação</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/regras-de-uma-alimentacao-saudavel/' rel='bookmark' title='Regras de uma alimentação saudável'>Regras de uma <i>alimentação <i>saudável</i></i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/o-que-e-a-alimentacao-macrobiotica/' rel='bookmark' title='O que é a Alimentação Macrobiótica'>O que é a Alimentação <i>Macrobiótica</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/doencas-do-comportamento-alimentar-bulimia-e-anorexia/' rel='bookmark' title='Doenças do comportamento alimentar: bulimia e anorexia'><i>Doenças</i> do comportamento alimentar: <i>bulimia</i> e <i>anorexia</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/dicas-para-uma-alimentacao-saudavel/' rel='bookmark' title='Dicas para uma alimentação saudável'>Dicas para uma <i>alimentação <i>saudável</i></i></a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/a-alimentacao-errada-e-as-doencas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exercicio Físico na Terceira Idade</title>
		<link>http://vidadequalidade.org/exercicio-fisico-na-terceira-idade/</link>
		<comments>http://vidadequalidade.org/exercicio-fisico-na-terceira-idade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 13:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Qualidade de Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Viver com Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bemestar.eu/?p=273</guid>
		<description><![CDATA[As pessoas da terceira idade devem escolher exercício físico que seja adequado às suas capacidades, pois mesmo que tenham praticado exercício físico durante grande parte da sua vida de uma forma regular, chega a uma idade em que as aptidões do corpo humano começam a definhar. De qualquer forma não é necessário deixar de fazer exercício físico, até pelo contrário, o exercício físico é um bem essencial para promover a saúde e uma boa qualidade de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>À medida que a idade vai aumentando, o <a href="http://vidadequalidade.org/tag/corpo-humano" title="" rel="nofollow" target="_self">corpo humano</a> fica mais limitado em questões de movimento, articulação, resistência, etc., por isso as pessoas de <a href="http://vidadequalidade.org/tag/terceira-idade" title="" rel="nofollow" target="_self">terceira idade</a> devem preservar o seu corpo, respeitando os seus limites.</p>
<p>As pessoas da <a href="http://vidadequalidade.org/tag/terceira-idade" title="" rel="nofollow" target="_self">terceira idade</a> devem escolher <a href="http://vidadequalidade.org/tag/exercicio-fisico" title="" rel="nofollow" target="_self">exercício físico</a> que seja adequado às capacidades cardíacos, pulmonares, articulares e musculares, pois mesmo que tenha praticado <a href="http://vidadequalidade.org/tag/exercicio-fisico" title="" rel="nofollow" target="_self">exercício físico</a> durante grande parte da sua vida de uma forma regular, chega a uma idade em que as aptidões do <a href="http://vidadequalidade.org/tag/corpo-humano" title="" rel="nofollow" target="_self">corpo humano</a> começam a definhar.</p>
<p>De qualquer forma não é necessário deixar de fazer exercício físico, até pelo contrário, o exercício físico é um bem essencial para promover a saúde e uma boa <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida-pagina/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>. Para pessoas da terceira idade que nunca praticaram exercício físico regularmente, devem optar pela prática de ginástica e a <a href="http://vidadequalidade.org/exercicios-fisicos-para-estimular-doentes-de-parkinson/" title="Exercícios físicos para estimular doentes de parkinson" rel="follow" target="_self"><i>exercícios</i> físicos</a> moderados como andar, nadar, andar de bicicleta num plano direito pelo menos durante 30 minutos 3 dias por semana. Se o exercício físico for praticado em conjunto com outras pessoas, torna-se mais produtivo e motivador, além de prevenir a solidão tão associada à terceira idade para uma melhor <a href="http://vidadequalidade.org/conceito-de-qualidade-de-vida/" title="Noção e Conceito de Qualidade de Vida" rel="follow" target="_self">qualidade de vida</a>.</p>
<p>A falta de exercício físico leva ao enfraquecimento do corpo humano e das suas capacidades de se adaptar a novas condições, o que torna uma pessoa mais velha e mais impossibilitada.</p>
<p>Para iniciar qualquer exercício físico deve falar com o seu médico, para que seja aconselhado sobre o tipo de exercício físico que deve fazer. O exercício deve ser iniciado progressivamente, com alguns <i>exercícios</i> de aquecimento, para que o corpo humano se habitue. Se durante a prática de exercício físico sentir dores ou dificuldade em respirar deve parar imediatamente.</p>
<p>Existem alguns desportos que são mais adequados à idade que outros, como por exemplo o remo deve ser praticado até aos sessenta anos, enquanto que o ténis até aos cinquenta. O ciclismo pode ser praticado até aos setenta e cinco anos, assim como a natação e o ski, enquanto que o futebol deve ser praticado até aos cinquenta e cinco e o voley até aos sessenta anos. O único exercício físico que é transversal na idade é a ginástica.</p>
<p>O exercício físico não vai adicionar anos à vida, mas vai proporcionar maior qualidade à vida que uma pessoa de terceira idade tem, pois vai proporcionar uma manutenção do tónus muscular, melhorar a funcionalidade cardíaca e pulmonar e a mobilidade das articulações. Ainda aumenta a probabilidade de prevenir a osteoporose e as fracturas do colo do fémur. Além disso o exercício físico também promove um bom estado psicológico, aumentando a sua <i>auto-estima</i>.</p>


<p>Artigos Relacionados:</p><ol><li><a href='http://vidadequalidade.org/exercicio-fisico-nas-criancas/' rel='bookmark' title='Exercício Físico nas crianças'><i><i>Exercício</i> Físico</i> nas crianças</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/a-doenca-de-parkinson-e-a-terceira-idade/' rel='bookmark' title='A doença de Parkinson e a terceira idade'>A <i>doença de <i>Parkinson</i></i> e a <i>terceira idade</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/actividade-fisica-mesmo-apos-os-65-anos/' rel='bookmark' title='Exercício Físico Mesmo Após os 65 Anos'><i><i>Exercício</i> Físico</i> Mesmo Após os 65 Anos</a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/exercicio-fisico-na-gravidez/' rel='bookmark' title='Exercicio Físico na gravidez'>Exercicio Físico na <i>gravidez</i></a></li>
<li><a href='http://vidadequalidade.org/a-ambiente-social-e-a-sexualidade-na-terceira-idade/' rel='bookmark' title='O ambiente social e a sexualidade na terceira idade'>O <i>ambiente social</i> e a <i>sexualidade</i> na <i>terceira idade</i></a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidadequalidade.org/exercicio-fisico-na-terceira-idade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

